Prefeitura de Riacho das Almas decreta Luto Oficial por morte de vereador
Por Nill Júnior
Vereador Nequinho morreu ontem durante realização de cirurgia; velório está acontecendo na Câmara de vereadores do município.
A Prefeitura de Riacho das Almas decretou nesta segunda-feira (20) luto oficial de três dias em decorrência da morte do vereador Manoel João de Melo, conhecido como Nequinho. Ele tinha 70 anos e morreu neste domingo (19) em um hospital particular de Caruaru, após complicações na realização de uma cirurgia.
Nequinho era natural de Riacho das Almas e nasceu no dia 29 de janeiro de 1945. O político ficou nas suplência nas últimas eleições municipais, mas estava exercendo mandato no legislativo de Riacho das Almas no lugar do vereador Nezinho, que está afastado por licença médica. Nequinho também foi vice-prefeito de Riacho das Almas.
O velório do parlamentar está acontecendo na Câmara Municipal de Riacho das Almas, e o enterro foi realizado nesta segunda-feira (20) no cemitério local.
Nesta quarta-feira (09), a partir das 14h, o Núcleo de Apoio às Pessoas com Deficiência – NAPNE, do Campus do IFPE em Afogados da Ingazeira realizará o evento on-line “Acessibilidade nas Mídias Sociais: descrição de imagem como ferramenta de inclusão”. O evento será voltado para os comunicadores do IFPE e representantes dos NAPNEs nos 16 […]
Nesta quarta-feira (09), a partir das 14h, o Núcleo de Apoio às Pessoas com Deficiência – NAPNE, do Campus do IFPE em Afogados da Ingazeira realizará o evento on-line “Acessibilidade nas Mídias Sociais: descrição de imagem como ferramenta de inclusão”.
O evento será voltado para os comunicadores do IFPE e representantes dos NAPNEs nos 16 campi da Instituição. O encontro acontecerá pelo Google Meet e os convidados receberam o link de acesso.
A iniciativa tem por objetivo contribuir com a formação dos profissionais e ajudar a tornar as postagens da instituição mais inclusivas.
A formação será facilitada por Silas Nascimento dos Santos, especialista em educação especial, professor de Libras do IFPE Campus Belo Jardim e áudio-descritor.
Pela primeira vez na história de Afogados da Ingazeira, uma carreta do SENAI, destinada a promover diversos cursos de qualificação, chega a uma comunidade rural do município. Foi na Varzinha. A carreta estacionada na praça da comunidade, recentemente inaugurada pela Prefeitura, deu início ontem (23), ao curso de fabricação de pizzas e de doces em […]
Pela primeira vez na história de Afogados da Ingazeira, uma carreta do SENAI, destinada a promover diversos cursos de qualificação, chega a uma comunidade rural do município.
Foi na Varzinha. A carreta estacionada na praça da comunidade, recentemente inaugurada pela Prefeitura, deu início ontem (23), ao curso de fabricação de pizzas e de doces em conservas. A ação integra o programa “Capacita + zona rural”, coordenado pela secretaria municipal de administração e desenvolvimento econômico, com o apoio da secretraria de agricultura.
A carreta é a escola móvel de panificação do SENAI, preparada, estruturada para ofertar diversos na área de alimentação. O secretário de desenvolvimento econômico, Ney Quidute, destacou ainda que essa chegada da carreta na zona rural faz parte do projeto “Zona rural sem fronteiras: empreender é possível”, e tem a função de abrir oportunidades de negócios e geração de renda para as famílias da zona rural. “Ela chega trazendo toda a estrutura necessária para os cursos de qualificação profissional,” afirmou Ney.
A carreta ficará estacionada na Varzinha pelos próximos sete dias. A aula inaugural contou com as presenças do Secretário de Agricultura, Valberto Amaral, e do Presidente da Associação de Moradores da Varzinha, Jânio Mendes.
Por Anthony Santana – Blog da Folha A senadora Teresa Leitão (PT) afirmou que o presidente Lula (PT) pode até receber apoio de mais de um candidato ao Governo de Pernambuco em 2026, mas terá um palanque estrategicamente escolhido para disputar o comando do Estado. Em entrevista à Rádio Folha FM 96,7 na manhã desta segunda-feira (17), a senadora reforçou […]
A senadora Teresa Leitão (PT) afirmou que o presidente Lula (PT) pode até receber apoio de mais de um candidato ao Governo de Pernambuco em 2026, mas terá um palanque estrategicamente escolhido para disputar o comando do Estado.
Em entrevista à Rádio Folha FM 96,7na manhã desta segunda-feira (17), a senadora reforçou que a reeleição de Lula é que deve nortear a negociação para composição dos apoios aos palanques estaduais.
“Ele pode ter mais de um apoio, o que é diferente de ter mais de um palanque. Em 2022 Lula escolheu um palanque (em Pernambuco) sintonizado nacionalmente com Alckmin na vice. Uma coisa é receber apoio de diversos palanques, outra é ter seu palanque estrategicamente e politicamente definido”, ressaltou a parlamentar.
Ainda analisando o cenário para as eleições gerais do ano que vem, Teresa Leitão declarou que acredita ser natural a intensificação das discussões sobre as candidaturas ao Senado Federal.
No Estado, Miguel Coelho (UB), Marília Arraes (SD), o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho (Republicanos) e o atual senador Humberto Costa (PT) já se colocam na disputa pela Casa Alta do Congresso Nacional.
Teresa Leitão reconhece a importância da eleição de senadores para os campos políticos de esquerdas e de direita. Ela considera, inclusive, que a corrida ao Senado está ganhado mais protagonismo que a disputa pelo governo estadual.
“É uma eleição bem atípica: a campanha de senador teve a largada e a de governador não. Foi uma inversão. O foco desta eleição vai ser a campanha de senador, porque é importante para os dois campos, tem vários, mesmo sendo uma eleição de duas vagas. A gente tem que fazer essa discussão, porque rompeu o ano, a urna chega”, avaliou Teresa.
UOL As conversas entre o ex-juiz federal e atual ministro da Justiça, Sergio Moro, e o coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato no MPF (Ministério Público Federal) no Paraná, procurador Deltan Dallagnol, podem anular a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no caso do tríplex, avaliou o ministro Gilmar Mendes, do […]
As conversas entre o ex-juiz federal e atual ministro da Justiça, Sergio Moro, e o coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato no MPF (Ministério Público Federal) no Paraná, procurador Deltan Dallagnol, podem anular a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no caso do tríplex, avaliou o ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal).
Em entrevista à revista “Época”, Mendes disse acreditar que o conteúdo das mensagens mostra que elas tiveram impacto no andamento da Lava Jato.
“Eu acho, por exemplo, que, na condenação do Lula, eles anularam a condenação”, disse o ministro do Supremo referindo-se aos trechos das conversas entre Moro e Dallagnol, segundo a revista. Mendes que é conhecido por ser crítico ao trabalho da força-tarefa e ao de Moro.
Gilmar vê crime
Em trecho das conversas divulgadas pelo The Intercept Brasil, o procurador disse que iria usar uma “notícia apócrifa” para fazer uma intimação na Lava Jato. Moro, então, responde: “melhor formalizar então”. Para Mendes, isso é um crime. “Simular uma denúncia não é só uma falta ética, isso é crime.”
Na avaliação de Mendes, as conversas apontam que Moro seria o líder da força-tarefa. “O chefe da Lava Jato não era ninguém mais, ninguém menos do que Moro. O Dallagnol, está provado, é um bobinho. É um bobinho. Quem operava a Lava Jato era o Moro”, traz trecho divulgado pela revista.
Ao UOL, o Ministério da Justiça disse que as conversas são “supostas mensagens, que foram obtidas de forma criminosa”. A pasta ressalta que a PF abriu investigação para apurar o caso. Quando as primeiras mensagens foram divulgadas, o ministro e o procurador disseram que não havia “anormalidade” nas conversas. A Lava Jato mantém o posicionamento de que elas não mostram “ilegalidade”.
Foram resgatados 24 trabalhadores em condições análogas à de escravo em pedreiras, na região sul do estado A Polícia Federal, o Grupo Especial de Fiscalização Móvel do Ministério do Trabalho e Previdência, o Ministério Público do Trabalho e o Ministério Público Federal, em ação conjunta, resgataram 24 trabalhadores em condições análogas à de escravo, em […]
Foram resgatados 24 trabalhadores em condições análogas à de escravo em pedreiras, na região sul do estado
A Polícia Federal, o Grupo Especial de Fiscalização Móvel do Ministério do Trabalho e Previdência, o Ministério Público do Trabalho e o Ministério Público Federal, em ação conjunta, resgataram 24 trabalhadores em condições análogas à de escravo, em pedreiras nas cidades de Jerumenha/PI, Regeneração/PI, Cristino Castro/PI e Rio Grande do Piauí/PI.
Durante as fiscalizações, que ocorreram no período de 8 a 11/5, os auditores do trabalho e equipes da Polícia Federal constataram situações de submissão a trabalhos em jornadas exaustivas, de exposição ao risco de acidentes, de sujeição a condições degradantes, configuradas através das péssimas condições de conforto e higiene nos alojamentos, inclusive com a ausência de abrigo contra intempéries, como a chuva e animais; locais inapropriados para preparo e realização da alimentação dos trabalhadores; ausência de instalações sanitárias adequadas; não fornecimento de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual), de instrumentos de trabalho e de materiais de primeiros socorros; e ausência de formalização do vínculo empregatício.
Condutas dessa natureza violam a dignidade da pessoa humana e desrespeitam direitos básicos conquistados pelos trabalhadores ao longo do tempo.
Como medidas administrativas decorrentes das ações de fiscalização – de acordo com a esfera de competência de cada órgão, foram lavrados autos de infração para os responsáveis pelas atividades econômicas, notificações para cessação de atividades, regularização de diversas outras obrigações trabalhistas, rescisão dos contratos de trabalho e pagamento dos créditos trabalhistas, sem olvidar da celebração de Termos de Ajustamento de Conduta e fixação de indenização por danos morais individuais e coletivos, em razão da exploração da vulnerabilidade social dos trabalhadores.
Foram realizadas entrevistas e colhidos depoimentos de trabalhadores para instruir os procedimentos criminais instaurados para apurar o cometimento de delito de redução à condição análoga à de escravo, previsto no art. 149 do Código Penal.
Os trabalhadores resgatados foram informados sobre as condições degradantes às quais estavam sendo submetidos e orientados a regressar às suas cidades de origem.
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