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Prefeitura de Petrolina realiza operação de combate à ocupação irregular de áreas públicas

Por André Luis

Ação percorreu 5 bairros da cidade em apenas 3 dias.

A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Sustentabilidade de Petrolina, através da Guarda Municipal, concluiu a primeira Operação de Ordenamento Público da gestão do prefeito Miguel Coelho. Em ação que contou com o apoio de 1 retroescavadeira, 1 caminhão caçamba, 6 servidores da secretaria, além de 2 fiscais de postura, 12 guardas municipais percorreram 5 bairros da cidade em apenas 3 dias.

De acordo com o comandante da Guarda Municipal de Petrolina, Inspetor Luiz Diniz, a desocupação de áreas públicas e a demolição de construções irregulares foram os principais alvos da operação.

“A nossa Guarda Municipal está pronta para coibir esse tipo de conduta que fere o Código de Postura do município. A população precisa ter consciência de não invadir áreas públicas já que isso prejudica o desenvolvimento da cidade”, ressalta Luiz Diniz.
A Operação de Ordenamento Público foi realizada entre os dias 18 e 20 de janeiro. No Residencial Novo Tempo e no bairro Parque São Gonçalo, zona Oeste da cidade, a ação demoliu construções irregulares e eliminou invasões na área verde e nas proximidades da lagoa de estabilização de esgoto.

A invasão de terrenos públicos foi interrompida no bairro Henrique Leite, enquanto que no bairro José e Maria uma construção irregular foi embargada. Já nas regiões da Orla e também do Centro de Petrolina, vendedores ambulantes e poluidores sonoros foram notificados, enquanto barracos de andarilhos foram retirados.

Outras Notícias

Santa Terezinha: Panfleto apócrifo acusou Hemerson Lustosa de improbidade por acúmulo de vínculos

Filho do ex-prefeito Delson disse que quando da publicação já não tinha os dois vínculos Um material impresso circulou em Santa Terezinha questionando o filho do ex-prefeito Delson Lustosa, Hemerson Lustosa, potencial candidato a prefeito caso o pai não possa disputar a prefeitura. E deu o que falar. O panfleto trazia acusações de improbidade administrativa […]

Panfleto acusou Hemerson Lustosa de dois vínculos

Filho do ex-prefeito Delson disse que quando da publicação já não tinha os dois vínculos

Um material impresso circulou em Santa Terezinha questionando o filho do ex-prefeito Delson Lustosa, Hemerson Lustosa, potencial candidato a prefeito caso o pai não possa disputar a prefeitura. E deu o que falar.

O panfleto trazia acusações de improbidade administrativa pelo suposto acúmulo de vínculos. O material na boca miúda teria partido do bloco de Vaninho de Danda e Teógenes Lustosa.

Hemerson é servidor da Câmara de Vereadores de Imaculada, efetivado em junho de 2017 como Diretor Financeiro. Recebe por isso o valor mensal de R$ 1.500,00 mês.

A acusação que circulou foi a de que ele também teria um vínculo com a Assembleia Legislativa de Pernambuco lotado no Gabinete do deputado Gustavo Correia. Mensalmente R$ 6.131,81, podendo chegar segundo o panfleto a 13.489,98.

A pergunta feita no panfleto é se Hemerson teria condições de cumprir os dois vínculos na Paraiía e no gabinete do Deputado. “Alguém de Santa Terezinha sabia desses vínculos ?” – pergunta om panfleto.

Mas, garante Hemerson , procurado pelo blog que o vínculo com a Alepe foi desfeito. “Não está mantido . Antes do acontecido (a circulação do panfleto) não existia mais”, garantiu. Perguntado se isso teria o dedo de Vaninho de Danda e Teógenes Lustosa ele apenas constatou: “os dois estão juntos hoje”.

E o decoro? Sessão teve de tudo em Arcoverde

Se arrastou para quase meia noite a sessão da Câmara de Vereadores de Arcoverde, dada a dinâmica e temas tratados. Foram mais de cinco horas de sessão. No embate entre vereadores, a vereadora Célia Galindo criticou uma ação do prefeito Wellington Maciel para barrar a liberação de cerca de R$ 400 mil para aposentados e […]

Se arrastou para quase meia noite a sessão da Câmara de Vereadores de Arcoverde, dada a dinâmica e temas tratados. Foram mais de cinco horas de sessão.

No embate entre vereadores, a vereadora Célia Galindo criticou uma ação do prefeito Wellington Maciel para barrar a liberação de cerca de R$ 400 mil para aposentados e pensionistas que ingressaram na ação contra pagamentos não realizados  em gestão anterior.

Quando Célia criticava a gestão, fez um elogio irônico a Luciano Pacheco, que havia entregue a liderança há alguns dias, mas defendia vorazmente o governo. Foi quando Zirleide Monteiro interviu. “E quando tu dizia que Zeca era um bebarrão, que a mulher tomava banho de uísque, que Júlio era Tõe da Lua”, para dizer que depois os apoiou e que ela e Luciano tinham direito de também mudar pela defesa de Wellington. “E tu também com eles lá!” – disse Célia. Ela chegou a chamar LW de banana, fazendo referência a uma crítica que ele teria recebido da própria irmã.

Outro embate ocorreu entre Luciano Pacheco e Siqueirinha.  Na fala, Pacheco citou investimentos na educação,  obras e rebateu críticas do presidente da Câmara sobre a possibilidade de cobrança no camarote junino da prefeitura. Para apresentar incoerência do vereador,  mostrou foto dele no mesmo camarote ano passado. Em sua defesa, Siqueirinha disse ter sido praticamente enxotado do espaço.

Após Siqueirinha aceitar o pedido de vistas de Rodrigo Roa, o vereador João Taxista reclamou que ele teve tempo de analisar o projeto. Siqueirinha retrucou: “a gente não pode mandar em mandato de ninguém”. João rebateu: “eu tô falando e o senhor me calou. Se eu não puder falar o senhor diga que eu saio por aquela porta”. Siqueirinha: “a porta está aberta”. João: “da próxima vez o senhor nem coloque em discussão, faça sem escutar ninguém”. Levantou e saiu.

Amaral não vai a reunião do PSB e Beto Albuquerque manda recado

do Blog da Folha Até a reunião de hoje presidente nacional do PSB, Roberto Amaral não compareceu ao encontro do diretório nacional do partido para a escolha do novo comando do partido. No entanto, virou figura central dos integrantes da legenda que chegavam para o evento. Todos condenaram a decisão de Amaral de apoiar a […]

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do Blog da Folha

Até a reunião de hoje presidente nacional do PSB, Roberto Amaral não compareceu ao encontro do diretório nacional do partido para a escolha do novo comando do partido. No entanto, virou figura central dos integrantes da legenda que chegavam para o evento.

Todos condenaram a decisão de Amaral de apoiar a presidente da República e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), contrariando o posicionamento do PSB de caminhar ao lado do tucano Aécio Neves. E todos dispararam contra o correligionário.

“Ser dirigente de um partido, eu tenho que aprender a respeitar as decisões majoritárias do partido. Eu não posso achar que posso empurrar goela abaixo o que eu quero, o que eu penso o que eu gosto. Isso não é dirigir um partido”, disparou Beto Albuquerque, que será o vice-presidente de Relações Governamentais.

Com duras críticas ao aliado, Albuquerque afirmou que para dirigir o partido é preciso “aceitar o resultado”. “Agora, quem não está acostumado com isso, tem que rever os seus conceitos de democracia. O PSB é um partido democrático internamente. Ouviu todos os seus deputados eleitos, ouviu suas direções estaduais, seus segmentos. Então, deliberou.”

Por fim, Albuquerque mandou um recado direto para Amaral: “Agora, o presidente não gostou do resultado, pegou a bola e foi embora? Não jogo mais? Isso é Brincadeira”.

Nikolas sempre foi imune à checagem

Os bastidores da maquiagem corporativa da Meta. Por: Tatiana Dias/Intercept Brasil Nesta semana, o deputado Nikolas Ferreira, do PL mineiro, divulgou um vídeo que viralizou distorcendo a medida que o governo Lula anunciou sobre o Pix. Foram 300 milhões de visualizações turbinadas pelas recomendações algorítmicas das redes sociais, que ajudaram a espalhar pânico e golpes […]

Os bastidores da maquiagem corporativa da Meta.

Por: Tatiana Dias/Intercept Brasil

Nesta semana, o deputado Nikolas Ferreira, do PL mineiro, divulgou um vídeo que viralizou distorcendo a medida que o governo Lula anunciou sobre o Pix. Foram 300 milhões de visualizações turbinadas pelas recomendações algorítmicas das redes sociais, que ajudaram a espalhar pânico e golpes sobre supostas cobranças sobre as transações.

Sem entrar em muitos detalhes sobre as trapalhadas na comunicação do governo, o caso é ilustrativo sobre o potencial das redes sociais para espalhar rapidamente narrativas da extrema direita. E das limitações dos programas que deveriam combatê-las. E tudo isso na grande trincheira das próximas eleições presidenciais: as redes.

Depois que Mark Zuckerberg saiu do armário, ficou mais fácil visualizar o papel das redes sociais na projeção de figuras como Nikolas Ferreira. O bilionário decidiu, em nome da liberdade de expressão, acabar com programas de checagem e moderação de conteúdo. Preocupante, sim, mas nada surpreendente – é uma guinada mais radical para o lado em que a rede social sempre pendeu.

É bom lembrar que, no caso de políticos de direita como Nikolas e Gustavo Gayer, deputado federal pelo PL de Goiás, a Meta inclusive monetiza os conteúdos: ou seja, lucra abertamente com eles.

As redes premiam desinformação com dinheiro e engajamento. É um bom negócio para os dois lados, e é por isso que investir uns trocados em iniciativas jornalísticas de checagem de fatos era política de relações públicas, greenwashing, maquiagem corporativa, limpeza de imagem, chame como quiser. Nunca foi uma política consistente para desarmar a indústria multimilionária de notícias falsas da extrema direita.

E não é por culpa dos profissionais. Mas porque o trabalho é basicamente enxugar gelo, com uma série de limitações e falta de transparência.

Para começar: Nikolas Ferreira é imune à checagem, segundo as próprias regras do programa da Meta. Se eu ou você postarmos, as agências de checagem podem sinalizar como desinformação e o alcance do post será reduzido. Mas se é um político com mandato, a tal liberdade de expressão prevalece.

Isso faz parte da política de fact-checking da empresa. A Meta afirma que não se aplicam à verificação de fatos “publicações e anúncios de políticos”. Destaca que “isso inclui as palavras que um político diz, seja em texto, foto, vídeo, videoclipe ou qualquer outro conteúdo que seja rotulado claramente como criado por, em nome de ou citando diretamente o político ou sua campanha”.

A definição de “político” da Meta também abrange “candidatos concorrendo a eleições, representantes eleitos e, por extensão, muitos de seus indicados, como chefes de agências governamentais, além de partidos políticos e seus líderes”.

Ao tentar explicar o motivo, a Meta diz que sua abordagem “se baseia na crença fundamental da Meta na liberdade de expressão, no respeito ao processo democrático e de que o discurso político é o mais analisado que existe, especialmente em democracias maduras com uma imprensa livre”.  “Se limitássemos o discurso político, deixaríamos as pessoas menos informadas sobre o que os representantes eleitos estão dizendo e diminuiríamos a responsabilidade dos políticos por suas palavras”, disse a empresa.

Tudo isso valendo antes do anúncio de Zuckerberg.

Embora estudos mostrem que a checagem possa, sim, reduzir percepções equivocadas, seu efeito é limitado quando o assunto é polarizado (ou seja: basicamente toda discussão política). Um estudo famoso, de 2018, mostrou que notícias falsas circulam 70% mais rápido do que as verdadeiras.

A própria Meta sabia que sua plataforma privilegiava teorias conspiratórias e radicalizava os usuários, como revelaram os documentos vazados do Facebook Papers, e nada fez para agir.

Em vez de mudanças sistêmicas na recomendação algorítmica e nos mecanismos precários de moderação de conteúdo, se limitava a parcerias com veículos para terceirizar a responsabilidade sobre o lixo em suas plataformas. Parcerias, por sua vez, que condicionam os veículos a uma relação de subserviência e pecam por falta de transparência.

Só aqui no Brasil, são pelo menos seis veículos jornalísticos que recebem dinheiro da big tech para checar notícias falsas. O valor por checagem em uma das empresas parceiras, segundo pessoas com quem conversei, era de cerca de R$ 1.800 por post, com um limite mensal de 50 por mês.

Ou seja, R$ 90 mil mensais – um dinheiro que o jornalismo, em crise financeira crônica (causada, vamos lembrar, pelas próprias mudanças causadas pelas big tech), não pode dispensar.

Para isso, a Meta disponibiliza duas ferramentas para os checadores trabalharem. Uma se chama Meta Content Library, que, na prática, é um sistema de busca de conteúdos potencialmente desinformativos – mas considerado muito limitado e com problemas sérios, como um atraso de alguns dias na exibição dos posts feitos nas redes.

A outra é um robô que marca notícias e artigos com possível desinformação, que também costuma cometer muitos erros de avaliação.

Os veículos parceiros têm autonomia para escolher o que deve ser checado, de acordo com o contexto local e seus critérios editoriais. Para receber a grana da checagem, as agências precisam escolher conteúdos que possam ser encontrados no sistema.

Zuckerberg reclama do viés de esquerda dos checadores – que, de fato, checavam muito mais conteúdos de extrema direita do que de esquerda. Mas, segundo pesquisadores, a razão é simples: os conteúdos conservadores se espalham mais.

A checagem não remove conteúdo. Ou seja, não tem nada a ver com censura. Na prática, funciona assim: jornalistas classificam o conteúdo (como falso, parcialmente falso, sem contexto etc) e a Meta, a partir disso, reduz o alcance da publicação e inclui um aviso de que o conteúdo foi checado.

Só que os parceiros não têm acesso a relatórios ou dados de como – e se – aquele conteúdo específico realmente teve seu alcance reduzido.

Para piorar, a gestão do programa é (ou era) feita diretamente nos Estados Unidos. Isso significa que, por mais que a Meta não tenha cancelado as iniciativas em cada país, como afirmou em resposta à AGU no Brasil, o fato de ela desestruturar o programa em seu país-sede impacta diretamente os parceiros no mundo todo.

É claro que a Meta chegou a tirar do ar perfis como o do Trump. Mas em outros casos, especialmente no Brasil, isso só se deu por conta de ordens judiciais. É verdade, também, que o programa de verificação de fatos da Meta contribuiu em casos como a covid-19, emergências globais e outras questões específicas.

Mas, ao ter seu alcance restrito no mundo político desde o seu nascimento, jamais foi capaz de frear a ascensão de políticos de extrema direita que mentem descaradamente. Na verdade, sempre os protegeu.

Agora, adotando o sistema de notas de comunidade, Zuckerberg repete a fórmula de Musk no modelo que usa as estruturas de governança do discurso digital para ativamente reforçar visões e regras autoritárias, como explicou o pesquisador João C. Guimarães, do Weizenbaum Institute for the Networked Society.

Nas eleições de 2026, a tendência é que os candidatos tenham ainda mais caminho livre para mentir e desinformar. A empresa que controla o que 90% da população brasileira vê abraçou a extrema direita com afinco, e são poucas as alternativas de regulação e reação diante do cenário assombroso.

E não é apenas a exigência da checagem – que é importante – que resolveremos o problema com a urgência necessária. O tempo é curto e as possibilidades são poucas.

Há a possibilidade de resgatar o PL das Fake News, além da discussão sobre a responsabilidade das plataformas, que está no STF. 2026 já está aí.

E, nas próximas eleições, Nunes Marques, indicado por Bolsonaro, é quem assumirá a presidência do TSE – ou seja, não vai ter Xandão para salvar ninguém.

Josete diz a Téa confiar no diálogo para encontrar candidato ideal em Tabira

O programado almoço entre Téa da Damol e o ex-prefeito de Tabira Josete Amaral aconteceu ontem em São Paulo, onde mora o empresário. No momento do encontro, as duas lideranças da politica tabirense ligaram para o comunicador Anchieta Santos, informando que tratava-se de uma visita de cortesia. “Sempre que venho a São Paulo, nos encontramos”, […]

IMG_20160302_073029O programado almoço entre Téa da Damol e o ex-prefeito de Tabira Josete Amaral aconteceu ontem em São Paulo, onde mora o empresário. No momento do encontro, as duas lideranças da politica tabirense ligaram para o comunicador Anchieta Santos, informando que tratava-se de uma visita de cortesia.

“Sempre que venho a São Paulo, nos encontramos”, disse  Josete. Como previsto, a sucessão municipal entrou mesmo no cardápio. Diálogo é a palavra chave de Josete para encontrar o melhor candidato visando ganhar a eleição municipal.

Uma coisa ficou clara mais uma vez:  nem Amaral, muito menos Téa desejam disputar a Prefeitura da Cidade das Tradições. Téa aproveitou para deixar claro para o ex-prefeito não concordar com a forma como integrantes do seu grupo Josete estão negociando apoio à reeleição do Prefeito Sebastião Dias.

Josete apresenta certidão do TSE: Na 5ª feira da semana passada o ex-prefeito Dinca Brandino disse em entrevista à Cidade FM que Josete Amaral estaria encrencado judicialmente e com direitos políticos suspensos.

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O médico aproveitou para enviar à produção dos Programas Rádio Vivo e Cidade Alerta uma Certidão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), datada de 14/01/2016, informando que ele, Josete Alves do Amaral, está quite com a Justiça Eleitoral.