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Prefeitura de Itapetim recebe antiga casa do juiz do Governo do Estado

Por Nill Júnior

O Governo do Estado, por intermédio do governador Paulo Câmara, fez a doação da antiga Casa do Juiz para o município de Itapetim, onde será construída a futura sede da Secretaria de Saúde.

O imóvel fica ao lado da Secretaria de Educação e de Assistência Social. Uma ao lado da outra, o que segundo a municipalidade, irá facilitar o atendimento da população.

O prefeito Adelmo Moura esteve no fórum recebendo as chaves do chefe de cartório, José Rodrigues da Silva Neto. Ele e visitou a atual casa do juiz ao lado da secretária Jussara Araújo, do diretor de Infraestrutura, Seu Dido e dos advogados Algedir e João Piancó.

Outras Notícias

Manifesto pelo Curso de Medicina na AEDAI – FASP

Por Léo Lemos* Nos anos 1980 a sociedade Afogadense se mobilizou pelo direito de ter uma autarquia educacional do município: vencemos! Nos últimos anos vimos surgir o curso de Direito, na mesma autarquia: desafiando quem duvidava da capacidade técnica, a instituição não só conseguiu apresentar um excelente curso teoricamente, como na prática ele mostra seu […]

Por Léo Lemos*

Nos anos 1980 a sociedade Afogadense se mobilizou pelo direito de ter uma autarquia educacional do município: vencemos! Nos últimos anos vimos surgir o curso de Direito, na mesma autarquia: desafiando quem duvidava da capacidade técnica, a instituição não só conseguiu apresentar um excelente curso teoricamente, como na prática ele mostra seu poder ao ter diversos ex-alunos aprovados no Exame da OAB.

Mas, diferente de outras épocas, vimos em 2023 o Governo Federal anunciar a possibilidade de um curso de medicina em Afogados da Ingazeira e, silenciosamente, aceitamos que uma instituição da Paraíba venha a nossa cidade executá-lo.

Por quê não a AEDAI – FASP? Por quê não houve um debate público sobre isso?

A gestão municipal, curiosamente, até disponibilizou um terreno para a nova instituição, quando há anos a nossa autarquia não tem uma sede própria.

Se o curso de medicina na cidade é um sonho de gerações, é justo que lutemos para que ele fique o mais acessível possível: e na mão de empresas privadas, que visam o lucro, a acessibilidade não será possível, muito menos a cidadania.

Reflitamos: o desinteresse dos médicos de adentrarem ao interior se deve, em grande fato, à metodologia mercantilista de lucro na profissão, enquanto a função médica pede do seu estudante uma formação cidadã e humanizada, um aspecto que, repetimos, não se faz presente em instituições privadas que têm compromisso com lucro, não com a cidadania.

Por fim, e não menos importante: se há anos as autarquias passam por dificuldades graças à desleal concorrência com EADs, é de se esperar que nossa autarquia recebesse um curso do porte de medicina para fortalecê-la.

Não há desculpa para não haver essa alternativa: do jeito que no passado a autarquia conseguiu estabelecer um curso de Direito, há potencial para o curso de Medicina ser também nela, e ainda que (infelizmente), não seja gratuito, na autarquia há de ser mais acessível que numa empresa paraibana.

Onde está nosso orgulho de defender o que é nosso em detrimento a empresas de fora? Onde está o amor em defender nossa instituição Afogadense em detrimento a um centro de ensino de fora? Onde está o debate público sobre possibilidades, desafios e potenciais? Por quê defendemos com unhas e dentes o Afogados F.C e não a Autarquia Educacional de Afogados da Ingazeira e Faculdade do Sertão do Alto do Pajeú: o santo de casa não faz milagres?

Como jornalista, produtor cultural e sobretudo como AFOGADENSE que sou, rogo à sociedade que nos unamos em torno dessa possibilidade e debate: queremos o curso de medicina na Autarquia Educacional de Afogados da Ingazeira e Faculdade do Sertão do Alto do Pajeú, em uma instituição que tem compromisso histórico com a formação cidadã e solidária. A nossa saúde não é mercadoria! 

*Léo Lemos é jornalista, produtor cultural e criador de conteúdo.

Sebastião Dias: uma aprovação, uma multa…

A Primeira Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco julgou na terça (18), a Prestação de Contas de Governo da Prefeitura Municipal de Tabira no exercício financeiro de 2020, tendo como interessado o ex-prefeito Sebastião Dias. No julgamento, a Primeira Câmara, à unanimidade, emitiu Parecer Prévio recomendando à Câmara Municipal de Tabira a aprovação com […]

A Primeira Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco julgou na terça (18), a Prestação de Contas de Governo da Prefeitura Municipal de Tabira no exercício financeiro de 2020, tendo como interessado o ex-prefeito Sebastião Dias.

No julgamento, a Primeira Câmara, à unanimidade, emitiu Parecer Prévio recomendando à Câmara Municipal de Tabira a aprovação com ressalvas das referidas contas do ex-gestor, relativas ao exercício financeiro de 2020 e fez determinação a atual gestão.

Já nesta quarta, o Pleno do Tribunal de Contas de Pernambuco manteve a decisão da Primeira Câmara da Corte de Contas que julgou irregular auditoria realizada na Prefeitura de Tabira na gestão do ex-prefeito Sebastião Dias.

A Auditoria Especial foi realizada na Prefeitura Municipal de Tabira, relativa aos exercícios de 2017 a 2020, Processo 21100818-7, com o seguinte objetivo: Analisar as irregularidades apontadas no Procedimento de Apuração Preliminar, conduzido pela Coordenadoria de Controle Interno da Prefeitura Municipal de Tabira, relativamente a serviços de digitalização do acervo municipal nos exercícios de 2017 a 2020.

A equipe da Inspetoria Regional de Arcoverde elaborou Relatório de Auditoria, apontando sonegação de documentos e informações e descumprimento das normas de transição de governo, indícios de desvio de verbas públicas na contratação do serviço de digitalização de documentos públicos no valor de R$ 85.801,63.

“Embora devidamente notificado, o ex-prefeito Sebastião Dias deixou transcorrer in albis o prazo para apresentação de defesa, conforme despacho exarado pelo Departamento de Controle Municipal”. Com isso, a Primeira Câmara decidiu julgar irregular o objeto do presente processo de auditoria especial, imputando débito no valor de R$ 85.801,63 e multa de R$ 10 mil. Todas as informações são do Afogados On Line.

Protesto em Iguaraci: Compesa diz que vai dispensar cobranças em áreas sem água. Prefeito cobra ação do MP

O chefe do setor de distribuição da Compesa, Washington Jordão, disse em entrevista ao radialista Celso Brandão no programa Manhã Total (Rádio Pajeú) que vai dispensar a cobranças das faturas referentes a dezembro e janeiro de imóveis que fiquem em áreas que não foram abastecidas pelo órgão. Hoje um protesto aconteceu a frente do escritório […]

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Fotos: Celso Brandão, gentilmente cedidas ao blog

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O chefe do setor de distribuição da Compesa, Washington Jordão, disse em entrevista ao radialista Celso Brandão no programa Manhã Total (Rádio Pajeú) que vai dispensar a cobranças das faturas referentes a dezembro e janeiro de imóveis que fiquem em áreas que não foram abastecidas pelo órgão.

Hoje um protesto aconteceu a frente do escritório da Compesa e Iguaraci cobrando a normalização no abastecimento e o fi das cobranças onde não há distribuição de água. Participaram os prefeitos de Iguaracy, Francisco Dessoles, da Ingazeira, Luciano Torres, mais vereadores, representantes da equipe de governo e populares.

“Até novembro abastecemos normalmente com água de poços e complementamos via carros pipa. A partir de dezembro tivemos problema na logística dos pipas. Vamos analisar até dia 15 se a adutora vai abastecer Iguaraci”, disse Washington.

Jordão disse ser difícil estipular uma previsão de retomada no abastecimento. “É difícil definir uma previsão. Estamos com 50 a 60 % da Adutora com água. As equipes estão reparando e fazendo testes. Torcemos para em quatro ou cinco dias concluir a primeira fase. Chegar a água na rede é uma coisa, regularizar distribuição é outra”, afirmou.

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Se a água não chegar neste período, a Compesa diz que vai distribuir com carros pipa e um chafariz, além de cancelar o faturamento.

O Prefeito de Iguaracy, Francisco Dessoles, externou indignação com o quadro. “É uma profecia que a gente fazia a mais de dois anos. Quando os grandes fossem abastecidos os pequenos seriam esquecidos. Secaram Rosário e hoje Iguaraci vive de promessas”.

Ele lembrou que houve várias promessas do início da distribuição no município. “Prometeram para outubro, novembro, janeiro… confiamos e vimos Rosário secando”.

O Prefeito questionou o Ministério Público e cobrou uma ação incisiva na cobrança a Compesa e ao Governo do Estado. “Quero ver o que o Ministério Público vai fazer com Compesa e Estado. Quando é o município que atrasa algum serviço, o MP dá cinco dias pra resolver. Esperamos que faça o mesmo agora”.

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O Prefeito de Ingazeira Luciano Torres defendeu a manifestação. “Rosário manteve a distribuição em Tuparetama e São José do Egito. Agora, as grandes cidades já estão com água  e faltam as pequenas, Iguaracy e Ingazeira”.

Torres disse ter recebido da Casa Civil e do Deputado Ângelo Ferreira a confirmação de uma audiência com o Presidente da Compesa, Roberto Tavares. “A água da Adutora já chegou nos Picos. Recebi a garantia de que essa semana a água chega em Ingazeira e Iguaraci”, afirmou.

Nelly Sampaio inicia rodada de lives com médico e Secretário de Trabalho do Estado

A presidente da  Câmara de Tabira Nelly Sampaio inicia hoje uma série de lives com assuntos ligados à Cidade das Tradições. “Não paramos um só segundo durante esse isolamento social. Reuniões remotas, doação de máscaras, devolução do duodécimo, remanejamento de emendas para combate ao covid-19”, disse. “Agora, para ficar ainda mais perto de vocês, lançamos […]

A presidente da  Câmara de Tabira Nelly Sampaio inicia hoje uma série de lives com assuntos ligados à Cidade das Tradições.

“Não paramos um só segundo durante esse isolamento social. Reuniões remotas, doação de máscaras, devolução do duodécimo, remanejamento de emendas para combate ao covid-19”, disse.

“Agora, para ficar ainda mais perto de vocês, lançamos uma rodada de Lives para debater assuntos que interessam a nossa Tabira”.

Hoje às 19h ela conversa com o médico e tabirense João Veras,  sobre as medidas sanitárias de enfrentamento ao Covid19 e o número de casos em Tabira.

Na quinta, dia 4, às 20hs o convidado é o Secretário de Trabalho, Emprego e Qualificação do Estado de Pernambuco Alberes Lopes.

Na pauta as medidas de retomada da economia e geração de emprego no cenário pós crise.

Alberes Lopes é ex-vereador das cidades de Ibirajuba e Caruaru, membro da diretoria da Fecomércio em Pernambuco e conselheiro do SESC/SENAI.

A transmissão se dará no Face da legisldora.  O endereço é www.facebook.com/Nelly Sampaio.

Para concluir obras paradas no País, governo teria de desembolsar R$ 76 bi

O levantamento mapeia cerca de 7 mil obras paradas só na esfera federal Da Agência Estado O governo federal precisaria desembolsar, pelo menos, R$ 76 bilhões para concluir as milhares de obras paradas de Norte a Sul do Brasil. Mas, com a grave crise fiscal que derrubou os investimentos ao menor nível em mais de […]

Além dos transtornos para a população, a interrupção de uma obra representa grande prejuízo para o poder público
Foto: EBC

O levantamento mapeia cerca de 7 mil obras paradas só na esfera federal

Da Agência Estado

O governo federal precisaria desembolsar, pelo menos, R$ 76 bilhões para concluir as milhares de obras paradas de Norte a Sul do Brasil. Mas, com a grave crise fiscal que derrubou os investimentos ao menor nível em mais de uma década, a preocupação é que parte desses empreendimentos seja de vez abandonada.

O resultado faz parte do estudo Impacto Econômico e Social das Obras Públicas no Brasil, feito pelo presidente da consultoria InterB, Cláudio Frischtak, a pedido da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic). O levantamento mapeia cerca de 7 mil obras paradas só na esfera federal. Além dos projetos tradicionais e bilionários, como as Ferrovias Norte-Sul e Oeste-Leste, o trabalho coloca luz sobre a paralisação de obras menores, como creches e escolas municipais.

Embora seja alarmante, o resultado do estudo pode ser considerado conservador, afirma Frischtak. Isso porque o conjunto de informações disponíveis sobre o assunto é escasso e incompleto nas esferas estaduais e municipais. Pelas estimativas do economista, se incluídas essas obras, o volume de projetos paralisados no País sobe para R$ 144 bilhões. “A situação é muito pior do que a gente consegue mensurar.”

A paralisação de obras, que já era grave nos tempos de bonança da economia, vem se transformando num problema crônico com a incapacidade de o Estado investir, alertam especialistas. Com dificuldade para fechar a conta no azul, a medida mais fácil tem sido cortar investimentos. E isso tem ocorrido num efeito dominó que atinge todas as esferas públicas: governo federal, Estados e municípios.

“Como não dá para mexer nos gastos obrigatórios, a alternativa tem sido limitar investimentos importantes para o País voltar a crescer”, afirma o diretor de macroeconomia do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), José Ronaldo Souza Junior. O resultado é a ausência de novos projetos e a paralisação daqueles já iniciados.

Além dos transtornos para a população, a interrupção de uma obra representa grande prejuízo para o poder público, com o inevitável aumento dos custos numa retomada, afirma o presidente da Comissão de Infraestrutura da Cbic, Carlos Eduardo Lima Jorge Isso ocorre por causa da deterioração de serviços já feitos e de reajustes do contrato pelo tempo parado.

Para o executivo, existe ainda outro efeito perverso na paralisação de obras: muitas delas perderam sentido econômico e social e não se justificam mais. “Ou seja, o dinheiro investido no início do projeto vai para o lixo”, completa o presidente do Cbic, José Carlos Martins. Na avaliação dele, mesmo aquelas que têm racionalidade econômica correm o risco de não serem concluídas. Além da falta de dinheiro, diz o executivo, as obras paradas também sofrem com problemas de desapropriação, licenciamento ambiental e má qualidade dos projetos executivos.

Empurrão

Na prática, a interrupção de obras tem impacto direto no Produto Interno Bruto (PIB), cujo desempenho está abaixo do esperado neste ano. Pelos cálculos de Frischtak, apenas a retomada dos projetos federais poderia dar um impulso de 1,8% no PIB, o que significaria R$ 115 bilhões a mais na economia nacional.