Prefeitura de Itapetim apoia produtores de leite de cabra com novas parcerias e investimentos
Por André Luis
Na noite da terça-feira (1º), a prefeita Aline Karina esteve no Distrito de São Vicente participando de um encontro com os criadores de leite de cabra.
Um dos assuntos abordados na reunião foi sobre o escoamento do leite que agora passa a ser vendido para uma empresa de Sertânia, garantindo mercado certo para os produtores, mais geração de renda e valorização da atividade leiteira na região. Além disso, a prefeita anunciou a doação de dois tanques de resfriamento pela prefeitura para o armazenamento da produção.
O encontro contou com a presença da diretora de Empreendedorismo Rayssa, Carlos Nunes (vereador), Fábio (SENAR), Paulo Henrique (Cooperativa de Leite de Cabra de Amparo-PB), Ronaldo (ACCOI), Jackson (Associação dos Produtores de Leite da Lagoa da Jurema) e Alan Costa (APLCCOI).
“O objetivo da gestão municipal é expandir a produção leiteira para todo o município criando mais oportunidades na zona rural e fortalecendo a economia local”, declarou a assessoria.
Ministro do STF autorizou operação que fez buscas e apreensões em endereços de aliados de Jair Bolsonaro, como o ex-deputado Roberto Jefferson e o empresário Luciano Hang. G1 O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou, nesta quarta-feira (27), a quebra de sigilos fiscal e bancário de suspeitos de financiar grupos de disseminação de fake […]
Ministro do STF autorizou operação que fez buscas e apreensões em endereços de aliados de Jair Bolsonaro, como o ex-deputado Roberto Jefferson e o empresário Luciano Hang.
G1
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou, nesta quarta-feira (27), a quebra de sigilos fiscal e bancário de suspeitos de financiar grupos de disseminação de fake news e ataques a instituições nas redes sociais.
São alvo dos pedidos de quebra de sigilo os empresários Edgard Gomes Corona, Luciano Hang, o humorista Reynaldo Bianchi Junior e o militar Winston Rodrigues Lima. As informações demandadas pelo STF se referem ao período entre julho de 2018 e abril de 2020.
Moraes preside o inquérito do Supremo que apura ataques à Corte. Nesta quarta, foi deflagrada operação da Polícia Federal para cumprir mandados judiciais contra empresários, blogueiros e parlamentares por suposta produção e disseminação de notícias falsas.
Na decisão, Alexandre de Moraes também determinou o bloqueio de contas em redes sociais, tais como Facebook, Twitter e Instagram dos 17 investigados. A medida, diz o ministro, é necessária “para a interrupção dos discursos com conteúdo de ódio, subversão da ordem e incentivo à quebra da normalidade institucional e democrática”.
O pedido também inclui a apreensão de computadores, tablets, celulares e outros dispositivos eletrônicos, bem como de quaisquer outros materiais relacionados à disseminação das aludidas mensagens ofensivas e ameaçadoras.
Ao autorizar as diligências, o ministro argumentou que “garantias individuais que não podem ser utilizados como um verdadeiro escudo protetivo da prática de atividades ilícitas” e que “em caráter de absoluta excepcionalidade, é possível o afastamento dos sigilos bancários e fiscais dos investigados, pois existentes fundados elementos de suspeita que se apoiem em indícios idôneos, reveladores de possível autoria de prática delituosa por parte daquele que sofre a investigação”.
Postagens preservadas
Alexandre de Moraes enviou um ofício para que redes sociais preservem o conteúdo das postagens de parlamentares citados na operação, como de Carla Zambelli (PSL-SP).
A decisão manda ainda expedição de ofício para que a rede social Twitter forneça a identificação dos usuários “@bolsoneas”, “@ patriotas” e “@taoquei1”, no prazo de cinco dias.
O ministro afirma que provas colhidas apontam para a “a real possibilidade de existência de uma associação criminosa, denominada nos depoimentos dos parlamentares como ‘Gabinete do Ódio'”.
Segundo Alexandre de Moraes, a suposta associação criminosa seria dedicada a “disseminação de notícias falsas, ataques ofensivos a diversas pessoas, às autoridades e às Instituições, dentre elas o Supremo Tribunal Federal, com flagrante conteúdo de ódio, subversão da ordem e incentivo à quebra da normalidade institucional e democrática”.
Alexandre de Moraes afirma que recebeu o relato de que “essa estrutura, aparentemente, está sendo financiada por um grupo de empresários que, conforme os indícios constantes dos autos, atuaria de maneira velada fornecendo recursos (das mais variadas formas), para os integrantes dessa organização”.
Para o ministro, há “sérias suspeitas de que integrariam esse complexo esquema de disseminação de notícias falsas por intermédio de publicações em redes sociais, atingindo um público diário de milhões de pessoas, expondo a perigo de lesão, com suas notícias ofensivas e fraudulentas, a independência dos poderes e o Estado de Direito”.
G1 O Papa Francisco denunciou neste domingo (24) o drama dos refugiados no planeta, que frequentemente “são expulsos de suas terras” por dirigentes dispostos a “derramar sangue inocente”, durante sua homilia de Natal, na qual fez um chamado “à caridade” e à “hospitalidade”. O argentino Jorge Bergoglio, ele próprio neto de imigrantes italianos, faz do […]
O Papa Francisco denunciou neste domingo (24) o drama dos refugiados no planeta, que frequentemente “são expulsos de suas terras” por dirigentes dispostos a “derramar sangue inocente”, durante sua homilia de Natal, na qual fez um chamado “à caridade” e à “hospitalidade”.
O argentino Jorge Bergoglio, ele próprio neto de imigrantes italianos, faz do destino dos refugiados um dos temas fundamentais de seu pontificado, iniciado há quase cinco anos.
Em sua tradicional homilia da Missa do Galo, na qual os católicos celebram a véspera do dia do nascimento de Jesus de Nazaré, o papa recordou que, naquela noite, segundo o Evangelho, Maria e José estavam em fuga devido a um decreto do imperador Herodes.
“Nos passos de José e Maria, escondem-se tantos passos. Vemos as pegadas de famílias inteiras que hoje são obrigadas a partir”, destacou o papa, perante milhares de fiéis, que lotaram a Basílica de São Pedro, no Vaticano.
“Vemos as pegadas de milhões de pessoas que não escolhem partir, mas são obrigadas a separar-se dos seus entes queridos, são expulsas de suas terras”, acrescentou na Homilia, falando do Baldaquino desenhado por Bernini, de onde apenas o sumo pontífice é autorizado a celebrar a missa.
“Em muitos casos, esta partida está carregada de esperança, carregada de futuro; mas, em tantos outros, a partida tem apenas um nome: sobrevivência. Sobreviver aos Herodes do momento que, para impor seu poder e aumentar suas riquezas, não veem problema algum em derramar sangue inocente”, afirmou o papa Francisco.
Para ele, o “Natal é tempo para transformar a força do medo em força da caridade, em força para uma nova imaginação da caridade”.
“Ninguém deve sentir que não tem lugar nesta terra”, pediu o papa, propondo “uma nova imaginação social”.
O menino Jesus nasceu em um estábulo em Belém, “uma terra onde não havia lugar” para seus pais em fuga, lembrou o papa, acrescentando que Deus deu a todos “um documento de cidadania”.
“Neste Menino, Deus convida-nos a cuidar da esperança. Convida-nos a nos fazer sentinelas para muitos que sucumbiram sob o peso da desolação, que decorre do fato de encontrar tantas portas fechadas. Neste Menino, Deus nos torna protagonistas da sua hospitalidade”, insistiu Francisco, pedindo aos fiéis para varrer “a indiferença” e oferecer “hospitalidade” e “ternura”.
O líder de 1,3 bilhão de católicos no mundo, que acaba de celebrar 81 anos, chegou por volta das 18h30 à basílica, antecedido por um cardeal.
Neste domingo, o papa dirigirá sua quinta mensagem de Natal “À cidade e ao mundo” (Urbi et orbi), diante de fiéis reunidos na Praça de São Pedro, no Vaticano.
O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, do PT, participou da reunião que definiu a nova Mesa Diretora da Câmara de Serra Talhada. Pela primeira vez na história, a casa será presidida por um petista, Manoel Enfermeiro, que já foi líder do governo Duque e é conhecido também pelo estilo folclórico de suas falas nas […]
Base se reuniu com prefeito Luciano Duque e definiu Manoel Enfermeiro (primeiro da direita para esquerda) presidente a partir de 2019
O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, do PT, participou da reunião que definiu a nova Mesa Diretora da Câmara de Serra Talhada.
Pela primeira vez na história, a casa será presidida por um petista, Manoel Enfermeiro, que já foi líder do governo Duque e é conhecido também pelo estilo folclórico de suas falas nas sessões.
Manoel Casciano da Silva tem 58 anos e foi reeleito por consciente eleitoral, após receber 1809 votos.
O restante da Diretoria tem Ronaldo de Dêja (Vice Presidente), José Raimundo (Primeiro Secretário) e Sinézio Rodrigues (Segundo Secretário). A eleição deverá acontecer nas próximas duas semanas. A reunião foi um bater de martelo já que as conversações estavam adiantadas.
O vereador Agenor Melo, que já comandou a casa por vários mandatos tentou voltar à presidência, mas não conseguiu maioria entre os pares. Ainda foi cotado para você, mas não somou e acabou fora.
Detalhe é que, sem condições de eleger um nome, a oposição deve apoiar a chapa governista. Manoel assumirá ano que vem o mandato de Nailson Gomes.
Nesta segunda, aliás, a Câmara terá uma sessão movimentada como adiantou a Coluna do Domingão. Os vereadores vão “desenterrar” as contas de 2008 de Carlos Evandro.
Elas foram rejeitadas pelo TCE. A casa confirmou a rejeição. Mas em julho de 2016, o TCE mudou o parecer para Regulares com Ressalvas e livrou Carlos da multa de R$ 829 mil.
Só que o Ministério Público de Contas alertou a casa de que conta votada é prego batido e ponta virada, não podendo ser votada de novo.
A advogada Hérica de Kássia Nunes de Brito, presidente da OAB Subseccional de São José do Egito, segue avançando nas etapas formais do processo de formação da lista tríplice destinada ao preenchimento da vaga da advocacia no Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE). Na semana passada, a candidata recebeu comunicação oficial do Tribunal Regional Eleitoral, […]
A advogada Hérica de Kássia Nunes de Brito, presidente da OAB Subseccional de São José do Egito, segue avançando nas etapas formais do processo de formação da lista tríplice destinada ao preenchimento da vaga da advocacia no Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE).
Na semana passada, a candidata recebeu comunicação oficial do Tribunal Regional Eleitoral, por meio do Ofício nº 638/2026/SEMARE, informando sobre o encaminhamento dos procedimentos necessários à organização e remessa da documentação relativa à lista tríplice.
De acordo com Hérica, a nova fase representa a continuidade natural do processo, que vem sendo conduzido com transparência, responsabilidade institucional e respeito às normas que regem a escolha dos membros da Justiça Eleitoral.
“Tenho acompanhado cada etapa com serenidade e compromisso, confiando no trabalho técnico dos órgãos envolvidos. Trata-se de um processo sério, que valoriza a advocacia e fortalece as instituições”, destacou.
A presidente da subseccional ressaltou ainda que toda a documentação foi apresentada dentro dos prazos estabelecidos e que permanece à disposição do TRE para eventuais ajustes ou complementações.
Natural do Sertão do Pajeú, Hérica integra a lista tríplice ao lado dos advogados Washington Luís Macêdo de Amorim e Gelva Lúcia Barbosa de Araújo, reforçando a representatividade do interior pernambucano nos espaços de decisão.
O processo seguirá agora os trâmites previstos, com análise pelas instâncias superiores, até posterior encaminhamento à Presidência da República, responsável pela nomeação final.
O procurador-geral da República pediu a prisão do presidente do Senado, senador Renan Calheiros, do ex-presidente da República José Sarney e do senador Romero Jucá. Informação exclusiva da edição de terça-feira (7) de O Globo, que foi confirmada na terça-feira (7) de manhã pela TV Globo. Janot afirmou que os três agiram contra a operação […]
O procurador-geral da República pediu a prisão do presidente do Senado, senador Renan Calheiros, do ex-presidente da República José Sarney e do senador Romero Jucá. Informação exclusiva da edição de terça-feira (7) de O Globo, que foi confirmada na terça-feira (7) de manhã pela TV Globo. Janot afirmou que os três agiram contra a operação Lava Jato.
De acordo com o Ministério Público, o presidente do Senado, Renan Calheiros, o ex- presidente José Sarney e o senador Romero Jucá conspiraram para atrapalhar as investigações. Tentaram mudar a decisão do Supremo que prevê a prisão de condenados a partir da segunda instância.
Planejaram mudar a lei, para permitir delação premiada apenas para pessoas em liberdade, e não para presos investigados e também para pressionaram para que acordos de leniência das empresas pudessem esvaziar as investigações.
Em relação aos pedidos de prisão, no caso do ex-presidente José Sarney, o pedido é para que ele fique monitorado com uma tornozeleira eletrônica.
A manchete do jornal O Globo traz: Janot pede prisão de Renan, Sarney e Jucá por agirem contra Lava Jato. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal a prisão do presidente do Senado, Renan Calheiros, do ex-presidente José Sarney e do senador Romero Jucá, todos do PMDB.
De acordo com o jornal, Renan, Sarney e Jucá foram flagrados tramando contra a Operação Lava Jato em conversas gravadas pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado. Ainda de acordo com o jornal, os pedidos de prisão já estão com o ministro Teori Zavascki há pelo menos uma semana.
De acordo com o jornal O Globo, os indícios de conspiração são considerados, por investigadores, mais graves do que as provas que levaram Delcídio do Amaral à prisão em novembro do ano passado e a perda do mandato em maio.
Segundo O Globo, se a trama não fosse documentada pelas gravações de Sérgio Machado a legislação seria modificada de acordo com os interesses dos investigados. Nas conversas gravadas, Renan, Jucá e Sarney aparecem discutindo medidas para interferir na Lava Jato.
O padrinho político de Machado e alvo central da delação do ex-presidente da Transpetro, Renan Calheiros, sugere mudar a legislação para inibir a delação premiada. Para a Procuradoria-Geral da República está claro que a ação de Renan, Jucá e Sarney tinha como objetivo obstruir as investigações sobre a organização especializada em desviar dinheiro de contratos entre grandes empresas e a Petrobras.
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu também a prisão do presidente afastado da Câmara Eduardo CunhaIsso porque, de acordo com o Ministério Público, a decisão do ministro do Supremo Teori Zavascki de afastar Eduardo Cunha da Presidência da Câmara e também do mandato não surtiu efeito.
Ele continua interferindo nas decisões da presidência e também nas comissões da Câmara dos Deputados. Essa informação foi confirmada na manhã de terça-feira (7) e o Bom Dia Brasil tentou falar com a defesa do presidente afastado da Câmara, deputado Eduardo Cunha.
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