Entrega de equipamentos, participação popular e presença de autoridades marcaram evento
A gestão do prefeito Gilberto Ribeiro realizou evento para marcar a prestação de contas dos cem primeiros dias de sua gestão, no na Quadra Poliesportiva do bairro Bela Vista.
A solenidade reuniu autoridades, lideranças políticas, servidores e a população florense. O blog acompanhou o evento com o jornalista André Luiz.
Entre as presenças, o ex-prefeito e atual Secretário de Governo, Marconi Santana. Sua experiência e comprometimento foram destacados pelo prefeito Gilberto Ribeiro, que fez questão de reconhecer a contribuição direta de Marconi.
“Esses 100 dias refletem o compromisso de uma equipe que trabalha unida. E contar com o apoio e a parceria de Marconi Santana, nosso Secretário de Governo, é ter ao lado alguém que conhece cada canto de Flores, tem amor por essa terra e uma trajetória de serviço ao nosso povo. Ele tem sido essencial para que nossa gestão avance com segurança, planejamento e resultados concretos”, afirmou o prefeito.
Durante o evento, a gestão municipal destacou entregas como um ônibus escolar, duas motocicletas para reforço do trabalho dos agentes de trânsito, 30 aparelhos de ar-condicionado para climatização de escolas e espaços públicos, dois veículos destinados à saúde e uma ambulância nova e equipada, que já passa a integrar a frota de atendimento emergencial do município.
O evento contou ainda com a presença de secretários municipais, vereadores e diversos representantes da sociedade civil, que acompanharam com entusiasmo cada anúncio feito.
Obra da ferrovia está paralisada desde 2017, já consumiu R$ 6,3 bi e precisa de mais R$ 6,7 bi para ser concluída Adriana Guarda/JC Online Visitas de executivos da CSN e da sua subsidiária TLSA ao gabinete do ministro da Infraestrutura Tarcísio Gomes de Freitas se tornaram frequentes. Basta dar uma olhada na agenda do […]
Obra da ferrovia está paralisada desde 2017, já consumiu R$ 6,3 bi e precisa de mais R$ 6,7 bi para ser concluída
Adriana Guarda/JC Online
Visitas de executivos da CSN e da sua subsidiária TLSA ao gabinete do ministro da Infraestrutura Tarcísio Gomes de Freitas se tornaram frequentes. Basta dar uma olhada na agenda do ministro para ver quantas vezes Benjamin Steinbruch, Pedro Brito e Jorge Mello estiveram por lá. As idas e vindas a Brasília são para negociar a retomada das obras da ferrovia Transnordestina. O governo federal e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) têm colocado pressão para voltar à construção, paralisada desde 2017. Em outubro, a ANTT poderá recomendar a caducidade do contrato e a devolução da ferrovia à União. Se isso acontecer, a TLSA terá que arcar com R$ 3,4 bilhões em garantias que a empresa colocou no empreendimento.
Para o governo Bolsonaro, a entrega de pelo menos parte da obra seria uma vitória nos planos de sua gestão de garantir popularidade no Nordeste, região onde a aprovação do presidente é mais baixa e onde ele perdeu para o candidato petista em todos os Estados nas Eleições 2018. Informações extraoficiais dão conta que o governo estaria agendando uma visita presidencial ao empreendimento para outubro. A construção da Transnordestina começou em 2006, no governo Fernando Henrique Cardoso, e atravessou as gestões Lula, Dilma e Temer.
Com 1.753 quilômetros de extensão, a ferrovia vai ligar o interior do Piauí aos portos de Pecém (CE) e Suape (PE), movimentando inicialmente minério de ferro e grãos da região. A obra tinha orçamento inicial de R$ 4,5 bilhões, mas o valor foi aumentando para R$ 5,6 bilhões e depois para R$ 7,5 bilhões. De acordo com relatórios do Grupo de Trabalho criado pelo governo federal em 2017, que reuniu a TLSA, vários ministérios e a ANTT, até dezembro de 2016 a obra havia recebido R$ 6,38 bilhões e, pelos cálculos da concessionária, serão necessários mais R$ 6,7 bilhões para concluir a ferrovia.
Nessa retomada da construção do projeto, a CSN se comprometeu com o governo federal a investir R$ 257 milhões. Os recursos são simbólicos diante do que ainda falta para avançar. O valor seria suficiente para construir mais 177 quilômetros de infraestrutura até fevereiro de 2020, sendo ao menos 20 quilômetros com a colocação de superestrutura (dormentes e trilhos).</DC> O aporte será realizado com capital próprio, enquanto a empresa não consegue atrair novos investidores para a empreitada nem vencer a determinação do Tribunal de Contas da União (TCU) que desde 2017 suspendeu a liberação de recursos públicos para o projeto até que a TLSA apresente à agência reguladora um cronograma e um orçamento factíveis.
Procurada pelo JC, a ANTT informou que “a equipe da área de ferrovia está empenhada para que não seja necessário prorrogar o prazo (recomendar a caducidade do contrato). A Agência também esclarece que em caso de caducidade os ativos voltam para a União. A partir daí, qualquer decisão, se o projeto será relicitado, cabe ao formulador de política pública, nesse caso, o Ministério da Infraestrutura.
No TCU, a suspensão à liberação de recursos permanece. Em resposta à reportagem o órgão esclarece: “a TLSA deve apresentar à ANTT todos os elementos de projeto, inclusive estudos geotécnicos, para que a Agência possa validar as alterações no projeto e no orçamento da obra. A partir de então, considerando os investimentos necessários para a finalização da infraestrutura física e para a aquisição do material rodante, os custos de operação e manutenção do sistema, em comparação com as receitas de transporte esperadas, a ANTT pode avaliar a viabilidade da ferrovia.” A partir dessa avaliação é que poderá voltar a receber dinheiro da União.
Questionado, o Ministério da Infraestrutura tem se limitado a reproduzir a mesma resposta à imprensa. “As negociações entre a concessionária e Governo Federal estão avançando e o Ministério está acompanhando de perto as evoluções recentes na execução do contrato de concessão. Quanto a um eventual acordo, ainda não há definição.”
Nesta quinta-feira (11), às 14h, a conselheira Teresa Duere, vice-presidente do Tribunal de Contas do Estado, vai fazer a entrega, à Justiça Eleitoral, da lista definitiva dos gestores que tiveram contas julgadas irregulares nos últimos oito anos. O documento será entregue ao presidente do TRE-PE, desembargador André Oliveira Guimarães, na sede do órgão. A lista […]
Nesta quinta-feira (11), às 14h, a conselheira Teresa Duere, vice-presidente do Tribunal de Contas do Estado, vai fazer a entrega, à Justiça Eleitoral, da lista definitiva dos gestores que tiveram contas julgadas irregulares nos últimos oito anos.
O documento será entregue ao presidente do TRE-PE, desembargador André Oliveira Guimarães, na sede do órgão. A lista servirá de base à Justiça Eleitoral para definição dos candidatos que ficarão inelegíveis nas eleições de outubro, de acordo com os critérios da Lei da Ficha Limpa.
As listas preliminares já haviam sido divulgadas pelo blog.
Na lista preliminar, constavam nomes como Delson Lustosa (Santa Terezinha, Bartolomeu Barros (Mirandiba), Carlos Evandro (Serra Talhada), Cícero Simões (Calumbi), Sávio Torres (Tuparetama), Edmilson Pereira (Quixaba), Deva Pessoa (Tuparetama), Eugênia Araújo Betânia)
Geovani Martins ( Santa Terezinha), Gustavo Caribé (Belém de São Francisco), José Lopes (Itapetim), Luiz Carlos (Custódia), Mário Flor (Betânia), Sebastião Dias (Tabira), Adilson Carvalho (Arcoverde),
Ainda Totonho Valadares (Afogados da Ingazeira), Everaldo Lira e Fátima Eliseu (Arcoverde), Maurílio Valadares, Gilvaney Venâncio, Hildalberto Ferreira e Gilvaney Júnior (Tuparetama), Josenildo Barbosa, Israel Silveira e José Alves de Lima(Serra Talhada), Janaina Sá (Afogados), Anchieta Carvalho e Nelson Tadeu (Flores), Kássio Felipe e Sylvia Barbosa (Custódia), Socorro Oliveira (Solidão), Ronny Cleber Pereira (Quixaba) e Tatiana Ribeiro (Sertânia).
É a segunda vítima fatal da cidade envolvida no acidente. Testemunhas disseram que ultrapassagem indevida entre carros de passeio jogou SW4 do empresário contra caminhão Da redação, com apoio de Edvaldo José Foi confirmada a morte da terceira vítima do trágico acidente que ocorreu na tarde desta terça-feira (20), na BR-232, em Pernambuco. Jucílio Barbosa, […]
É a segunda vítima fatal da cidade envolvida no acidente. Testemunhas disseram que ultrapassagem indevida entre carros de passeio jogou SW4 do empresário contra caminhão
Da redação, com apoio de Edvaldo José
Foi confirmada a morte da terceira vítima do trágico acidente que ocorreu na tarde desta terça-feira (20), na BR-232, em Pernambuco.
Jucílio Barbosa, empresário de 42 anos do setor de material de construções, natural de Monteiro, não resistiu aos ferimentos e acabou falecendo.
Jucílio foi socorrido para o Hospital de Caruaru e transferido às pressas para o Hospital de Restauração do Recife, onde não resistiu e veio a óbito. Uma segunda vítima, que estava com Jucílio, foi identificada como Zé da Sorveteria. Os dois eram muito conhecidos na cidade. A terceira vítima seria uma idosa natural de Belo Jardim, cuja identidade ainda não foi informada.
O acidente envolveu um caminhão, uma caminhonete SW4 e mais dois carros de passeio na BR-232, nas proximidades do Sítio Boi Manso, em Sanharó, no Agreste, na divisa com Belo Jardim. A Polícia Rodoviária Federal e o Corpo de Bombeiros foram acionados e socorreram as vítimas. A camioneta SW4 era de propriedade do empresário monteirense.
Uma testemunha disse no Instagram no blog que os carros de passeio causaram o acidente. “Eu estava atrás do caminhão. O erro foi dos motoristas de um Corsa Classic e de um Ônix que não conseguiram ultrapassar. Um deles perdeu o controle e atingiu a SW4, que perdeu o controle e atingiu frontalmente o caminhão”, disse.
O evento será realizado no formato remoto de 21 a 23 de abril Definidos os filmes que estarão com acesso gratuito, via streaming, na sexta edição da Mostra de Cinema Poesia na Tela. São 33 trabalhos, sendo três longas e os demais, curtas e médias metragens. De 21 a 23 de abril eles estarão disponíveis […]
O evento será realizado no formato remoto de 21 a 23 de abril
Definidos os filmes que estarão com acesso gratuito, via streaming, na sexta edição da Mostra de Cinema Poesia na Tela. São 33 trabalhos, sendo três longas e os demais, curtas e médias metragens. De 21 a 23 de abril eles estarão disponíveis no site poesianatela.com.br. “Tem filmes que são autorais, mas também selecionamos produções oriundas de oficinas audiovisuais que estiveram na programação de eventos parceiros realizadas no Sertão” explicou o coordenador da Mostra, Devyd Santos.
Todos os filmes que estão na Mostra Poesia na Tela foram realizados no Sertão do Pajeú exceto Mateus, que foi feito na Zona da Mata do Estado e foi selecionado por ter como uma das protagonistas a homenageada do evento, a atriz Odília Nunes. Os filmes estão divididos em quatro mostras. Tem a de Longas Metragens com dois trabalhos, um deles é o Bem Virá, de Wilma Queiroz, de Afogados da Ingazeira, primeiro longa dirigido por uma mulher no Sertão. Na Mostra Homenageada Odília Nunes estão títulos com a participação da atriz.
Na Mostra Poesia para Todas as Telas, filmes que têm ligação com a poesia feita na região ou documentam a vida de poetisas e poetas. Do Pajéu para Todas as Telas é a quarta mostra e a que reúne o maior número de títulos com 16 ao todo. São obras que foram produzidas no Sertão do Pajeú.
Homenageada – Nesta edição, o Poesia na Tela presta homenagem a uma artista natural do sertão do Pajeú, que é símbolo da pluralidade cultural e da busca pela democratização do acesso à arte. Odília Nunes é uma atriz de teatro e cinema, diretora teatral, dramaturga, cordelista e produtora cultural.
Ela nasceu em São José do Egito e criada em Tuparetama onde começou sua carreira artística aos 11 anos, em uma companhia de teatro local, onde atuou por alguns anos, seguindo depois para Petrolina. Em 2005, teve seu primeiro solo de teatro, com a criação de Decripolou Totepou, que além de ter sido apresentado em festivais e eventos de diversas cidades do Brasil, Espanha, Portugal e Chile, marca o início do projeto “De Povo em Povo”, responsável por levar apresentações teatrais a comunidades rurais do Nordeste.
No cinema, sua carreira teve início em 2014, com o curta-metragem documental Mateus, dirigido por Andréa Ferraz, que se tornou longa-metragem em 2018. Seus mais recentes trabalhos são a série Entre Rios – Rio Pajeú (2019), que está em fase de finalização, e, este ano o filme Cordelina, de Jaime Guimarães.
Além disso, Odília realiza o projeto No Meu Terreiro Tem Arte (2016), os festivais Chama Violeta (2018) e Palhaçada é Coisa Séria (2020), que integram teatro, circo e música e acontecem na comunidade do Minadouro, em Ingazeira, onde atualmente a atriz mora. Esses dois últimos festivais foram criados para comemorar o aniversário de cada uma das filhas, Violeta e Helena, respectivamente.
Repercutiu esta semana o questionamento do Ministro Dias Toffoli, quando o TSE julgava uma causa envolvendo o município Pernambucano de Solidão, transmitida pela TV Justiça. Toffoli se virou para o colega Luiz Fux e perguntou: “Quem nasce em Solidão é o quê?” Fuz respondeu com humor: “Dependendo da companhia, é feliz”. Assim como acontece em […]
Repercutiu esta semana o questionamento do Ministro Dias Toffoli, quando o TSE julgava uma causa envolvendo o município Pernambucano de Solidão, transmitida pela TV Justiça. Toffoli se virou para o colega Luiz Fux e perguntou: “Quem nasce em Solidão é o quê?” Fuz respondeu com humor: “Dependendo da companhia, é feliz”.
Assim como acontece em Afogados da Ingazeira, é comum que filhos da terra da gruta tenham que explicar a origem do nome.
Segundo o Wikipedia, Solidão teve origem em meados do século XIX, quando o senhor Euzébio, conhecido como o bandeirante, andava a procura de minérios, e chegando a essa localidade montou morada sob um pé de juá, posteriormente comprou terras onde foi morar com sua família.
Tempos depois deu as terras a sua filha chamada Conceição, que depois de algum tempo vendeu a um senhor vindo de Monteiro na Paraíba, chamado Jesuíno Pereira, por volta de 1870, embora só veio morar na localidade em 1907, quando começou a construir algumas casas de alvenaria.
Jesuíno era um homem religioso e resolveu convidar o padre Carlos Cottart de Afogados da Ingazeira, para celebrar uma missa em sua casa, no ano de 1910.
Quando o padre chegou na casa do senhor Jesuíno, disse: “Que solidão!” Jesuíno não sabia o que significava aquela palavra e perguntou ao padre o seu significado. O padre lhe respondeu que solidão é um lugar deserto, isolado. Desde então o local ficou sendo chamado de Solidão.
Jesuíno tinha vontade de construir uma capela na região, porém faleceu mesmo antes de iniciar a obra. Em sua honra, sua esposa, o senhor João Batista de Oliveira e toda a população deu início à construção da capela. A construção ficou pronta em 1947 e foi colocada a imagem de Nossa Senhora de Lourdes, que é a padroeira do município.
Como a cidade fica localizada no pé da serra homônima, o padre Osvaldo da cidade de Tabira, juntamente com a população, construíram uma escadaria com uma gruta onde colocaram uma imagem de Nossa Senhora de Lourdes, ao lado da gruta começou a minar por entre as pedras uma água límpida, que foi usada por bastante tempo tida como milagrosa e começaram a surgir as romarias, até os dias atuais são pagas bastantes promessas à Nossa Senhora de Lourdes pelos romeiros, por graças alcançadas.
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