G1 Ministro que coordena a transição e futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni afirmou nesta segunda-feira (3) que o Ministério do Trabalho deixará de existir no governo de Jair Bolsonaro. A atual estrutura da pasta, segundo ele, será dividida entre os ministérios da Justiça, da Cidadania e da Economia. Lorenzoni explicou o destino do […]
Ministro que coordena a transição e futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni afirmou nesta segunda-feira (3) que o Ministério do Trabalho deixará de existir no governo de Jair Bolsonaro. A atual estrutura da pasta, segundo ele, será dividida entre os ministérios da Justiça, da Cidadania e da Economia.
Lorenzoni explicou o destino do Ministério do Trabalho durante entrevista à Rádio Gaúcha. Ele foi indagado se a pasta no formato atual desparecerá e confirmou a informação, mas ressaltou que as “funções” do Trabalho permanecerão em outros ministérios.
“O atual Ministério do Trabalho, como é conhecido, ele ficará uma parte no ministério do doutor Moro, outra parte com Osmar Terra e outra parte com Paulo Guedes”, disse.
Lorenzoni explicou a divisão do Ministério do Trabalho. A pasta da Justiça, comanda por Sérgio Moro, cuidará da concessão de cartas sindicais. É possível que a fiscalização do trabalho escravo também fique com Moro, disse. De acordo com Lorenzoni, a estrutura que lida com políticas ligadas ao emprego ficará uma parte no Ministério da Economia, cujo titular será Paulo Guedes, e outra parte na pasta da Cidadania, com Osmar Terra de ministro.
Do Blog do Inaldo Sampaio Diante da repercussão negativa que o fato obteve na imprensa local e nacional, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco decidiu reabrir, a partir desta quinta-feira (7), o Museu Cais do Sertão, localizado no Recife Antigo. De acordo com a assessoria do secretário Thiago Norões, o horário de funcionamento do […]
Diante da repercussão negativa que o fato obteve na imprensa local e nacional, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco decidiu reabrir, a partir desta quinta-feira (7), o Museu Cais do Sertão, localizado no Recife Antigo.
De acordo com a assessoria do secretário Thiago Norões, o horário de funcionamento do Museu no mês de janeiro não sofrerá mais alterações. Ele será aberto de quinta a domingo, das 11h às 17h. O fechamento havia sido anunciado devido ao encerramento do contrato de gestão com o Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG).
Houve uma forte reação da mídia local, o que obrigou o Governo do Estado a rever sua decisão. A partir desta quinta-feira, o Museu será administrado pela Fundação Gilberto Freyre até que o processo para contratação de uma nova Organização Social seja concluído.
Após quase três meses de pandemia de covid-19 é hora de definir os impactos da doença no calendário das eleições municipais deste ano, segundo o atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Luís Roberto Barroso. Patrono do Brazil Forum UK, evento que começa nesta segunda-feira, 15, organizado pela comunidade de estudantes brasileiros no Reino Unido cujo tema este ano é […]
Após quase três meses de pandemia de covid-19 é hora de definir os impactos da doença no calendário das eleições municipais deste ano, segundo o atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Luís Roberto Barroso.
Patrono do Brazil Forum UK, evento que começa nesta segunda-feira, 15, organizado pela comunidade de estudantes brasileiros no Reino Unido cujo tema este ano é “E agora, Brasil? Alternativas para os múltiplos desafios”, Barroso será o entrevistado do dia 10 de julho sobre a importância do combate às fake news e os desafios de se realizar eleições nos 5.570 municípios brasileiros em pleno surto do novo coronavírus.
Em entrevista exclusiva ao Estadão, o ministro antecipou os planos do TSE, que preveem o adiamento do pleito e novas regras de votação.
“Me reuni por videoconferência com médicos de diferentes especialidades altamente respeitados nas suas áreas. Todos eles opinaram no sentido da conveniência de se adiarem as eleições por algumas semanas. Pela percepção que, possivelmente em setembro, a curva da doença já estaria decrescendo. Como a gente precisa programar isso com alguma antecedência, sugerimos adiar por algumas semanas. Mas a decisão é do Congresso”.
A sugestão do TSE é uma janela que vai de 15 de novembro até 20 de dezembro. Seria um prazo limite para o segundo turno, para que possamos dar posse até o dia 1º de janeiro.
“Eu transmiti essas informações dos médicos para o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e para o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Eles nos pediram que reuníssemos os médicos numa videoconferência para reiterar a posição deles aos líderes dos partidos, o que está previsto para ser em breve. E aí, diante dessas informações, o Congresso deliberará”.
Outra ideia é estender o horário de 8h às 20h. “Com isso, ganharíamos três horas. Tudo envolve logística. Quando você estende o prazo, as pessoas têm que trabalhar mais tempo, talvez ter mais uma refeição. Recomendarmos, darmos preferência a faixas etárias por horário para evitar aglomeração, também é uma ideia colocada”. As pessoas mais idosas votariam na primeira hora da manhã.
Companhia não oferece alternativa para drama de 30 dias sem água Depois de passar cerca de duas semanas sem água na tubulação, a Adutora do Pajeú voltou a apresentar problemas. Um estouramento foi registrado pela Compesa da Estação Elevatória 9, às margens da PE-275, próximo à saída de São José do Egito. O problema é […]
Companhia não oferece alternativa para drama de 30 dias sem água
Depois de passar cerca de duas semanas sem água na tubulação, a Adutora do Pajeú voltou a apresentar problemas.
Um estouramento foi registrado pela Compesa da Estação Elevatória 9, às margens da PE-275, próximo à saída de São José do Egito.
O problema é que, apesar da promesa, a COMPESA não realizou ainda o serviço de reparo. Resultado, já são 30 dias sem água em Itapetim.
O maior problema é que a população não tem opção para buscar agua em outras fontes. Quem comercializa água tende a superfaturar pelo produto. A COMPESA nem oferece água através de carro pipa, muito menos dispensa a conta de quem vai pagar sem líquido nas torneiras.
A situação lembra o drama de 2015, quando a lata d’água na cabeça era rotina dos moradores. Quarenta e duas caixas tiveram que ser espalhadas na cidade.
A diferença é que naquele ano, a COMPESA oferecia caminhões pipa, que abasteciam as caixas com água tratada vinda da barragem do Rosário, coletada na ETA de São José do Egito.
Não acreditei quando vi o relato de que há uma criança padecendo com desnutrição em Afogados da Ingazeira. A informação é de que mora no Laura Ramos. Acabei de manter contato com o prefeito Sandrinho Palmeira para que apure com Assistência Social e Bolsa Família o que houve para que a mãe perdesse o Bolsa […]
Não acreditei quando vi o relato de que há uma criança padecendo com desnutrição em Afogados da Ingazeira. A informação é de que mora no Laura Ramos.
Acabei de manter contato com o prefeito Sandrinho Palmeira para que apure com Assistência Social e Bolsa Família o que houve para que a mãe perdesse o Bolsa Família.
Entrei em contato com a Rádio Pajeú para que também apure o caso.
E que o empresariado e rede de solidariedade apoie essa família, não apenas emergencialmente. Não há mais espaço em pleno 2024 para uma situação como essa em nossa cidade e região.
O card tem o contato da mãe dele que, pelo que me informaram, também é pix: 87 9-9940-5346.
Outro lado: Recebi informações da Prefeitura de Afogados da Ingazeira sobre a criança em eventual desnutrição no bairro Laura Ramos.
A mãe tem acesso a um benefício em virtude da vulnerabilidade da criança, mas estaria comprometido com empréstimos. A mãe já fez a mesma campanha outras vezes e há suspeitas de que utiliza a situação da criança. Já houve relatos de que poderia estar envolvida com situações que a façam usar a criança.
Segundo o Bolsa Família, ela perdeu o benefício por não cumprir as mínimas condicionalidades do programa, algumas envolvendo cuidados com a própria criança.
Uma reunião amanhã entre Assistência Social, CRAS e outras instituições voltará a discutir o caso e, caso comprovada negligência da mãe, denunciar a Conselho Tutelar e Ministério Público.
Resumindo: pode ser de fato uma situação de vulnerabilidade também da mãe ou um caso onde há negligência de sua parte.
Há outros relatos indicando que seriam cinco filhos no imóvel e que não haveria negligência e sim dificuldades de gerir a questão apenas com esse benefício. De toda forma, a questão será apurada.
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