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Prefeitura de Afogados inicia debate do novo plano diretor com a sociedade 

Por André Luis

A Prefeitura de Afogados promove, de 9 a 11 de março, as reuniões setoriais do plano diretor, no auditório da Câmara de Vereadores.

“Essas reuniões são importantes, pois iremos ouvir os diversos segmentos que compõem a nossa sociedade. Vamos ouvir o que cada um pensa a respeito do futuro de nossa cidade”, diz assessoria.

A participação é aberta a todos os cidadãos e cidadãs Afogadenses que desejarem contribuir para o futuro da cidade. 

As reuniões tem início nesta quarta (9). Confira a data e horário do seu segmento e participe:

Quarta-feira, 9 de março às 18h30 – Empreendedores da construção, loteadores e imobiliárias.

Quinta-feira, 10 de março às 8h30 – Profissionais da educação, rede pública e privada.

Quinta-feira, 10 de março às 18h30 – Ministério Público, ONGS, Associações rurais, conselhos de bairros, Concessionárias de Serviços Públicos, OAB, CREA, Conselho de Arquitetura e Urbanismo e demais conselhos profissionais.

Sexta-feira, 11 de março às 8h30 – Segmentos da cultura, turismo, esportes e religiões.

Sexta-feira, 11 de março às 18h30 – CDL, SEBRAE, Lojistas, Associações Comerciais e de serviços.

Outras Notícias

Tabira: vice diz que discute 2016 com qualquer um, menos Sebastião Dias

Genedy Brito bateu ainda em Dinca e Marcílio e avisou que não devolve salário de vice, mesmo sem função administrativa na gestão com a qual rompeu “Mesmo convidada por partidos como PSB e PPS, a preferência recaiu sobre o PR onde já se encontravam alguns familiares”, Esta foi a resposta da vice-prefeita Genedy Brito sobre […]

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Genedy Brito bateu ainda em Dinca e Marcílio e avisou que não devolve salário de vice, mesmo sem função administrativa na gestão com a qual rompeu

“Mesmo convidada por partidos como PSB e PPS, a preferência recaiu sobre o PR onde já se encontravam alguns familiares”, Esta foi a resposta da vice-prefeita Genedy Brito sobre a escolha pelo Partido da República para se filiar, em entrevista a Anchieta Santos na Cidade FM.

Sobre candidatura, Genedy disse ser muito cedo e está conversando com as lideranças, a exemplo dos integrantes do PSB com quem já esteve reunida.

Ela disse que não vai impor candidatura, pois quer o bem de Tabira. Genedy não estipulou prazo para definir a candidatura.

Mesmo admitindo ainda pertencer ao grupo do ex-prefeito Rosalvo Sampaio (Mano), Genedy disse que segue com os aliados, desde que estes não subam no palanque do Prefeito Sebastião Dias.“Converso e posso votar ou ser votada por qualquer candidato, desde que não seja o Prefeito Sebastião Dias”.

A respeito do ex-prefeito Dinca, Genedy mandou um recado: “Se ele diz que aceita meu voto na candidata dele (Nicinha), também aceito que ele vote em mim”.

Genedy não deixou de criticar o governo por expor placa com data de 25 de agosto para iniciar a obra do asfalto e ainda não ter iniciado. Também citou o que chamou de improbidade administrativa, pagar a alguém e este mesmo, admitir que não trabalhou, em referência a Marcílio Pires.  A vice-prefeita que também foi presidente da Câmara, cobrou providências dos vereadores.

Quando incitada a  devolver o salário de vice-prefeita aos cofres públicos ou repassar a uma entidade, já que não comunga nem ttem função na gestão do prefeito poeta,  Genedy disse não. “Ajudo muitas pessoas com o recurso”.

A vice-prefeita elogiou o ex-prefeito Josete, mas deixou claro que não tratou de sucessão com ele.

Afogados: Fórum debate estratégias contra o trabalho infantil

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira promoveu, nesta quinta (21), um fórum para debater as ações estratégicas para o combate e a erradicação do trabalho infantil em Afogados da Ingazeira. O Fórum AEPETI foi coordenado pela Secretaria Municipal de Assistência Social, e aconteceu no auditório da Secretaria de Educação do município. O Fórum teve a […]

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira promoveu, nesta quinta (21), um fórum para debater as ações estratégicas para o combate e a erradicação do trabalho infantil em Afogados da Ingazeira.

O Fórum AEPETI foi coordenado pela Secretaria Municipal de Assistência Social, e aconteceu no auditório da Secretaria de Educação do município.

O Fórum teve a participação de representantes do Ministério Público, Conselho Tutelar, Conselho Municipal de Direitos e Defesa da Criança e do Adolescente, Secretarias Municipais de Saúde e de Educação, além de profissionais que integram a rede municipal de proteção social.

Durante o Fórum, foi apresentado o Plano Municipal da Infância e do Adolescente – PMIA – que busca garantir os direitos, a proteção, bem como o enfrentamento aos principais problemas que afetam crianças e adolescentes em Afogado da Ingazeira.

“Hoje, em Afogados, como no Brasil inteiro, existe ainda crianças que trabalham para ajudar suas famílias, muitas delas forçadamente. Esse debate visa buscar alternativas para diminuir ou eliminar essa situação em nosso município, lugar de criança é na escola. Algumas ações já estão sendo realizadas, no âmbito do nosso Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, mas precisamos reforçar esse trabalho com a ajuda dos nossos parceiros institucionais,” destacou Joana Darck, Secretária Municipal de Assistência Social.

O vice-prefeito, Alessandro Palmeira, que já foi Presidente do Conselho de Direitos, participou ativamente do fórum. “Esse fórum vem para engradecer essa rede de proteção à criança e ao adolescente, unindo tanta gente boa com um só objetivo, que é o de encaminhar nossas crianças para um caminho que não seja o da exploração pelo trabalho, que não seja o da violência das ruas, das drogas. Por isso eu sempre falo e repito: lugar de criança é na escola, é na aula de dança, é em uma biblioteca, é brincando, e não carregando frete ou quebrando pedra,” afirmou Alessandro Palmeira.

Presenças importantes também registradas durante o Fórum foram as do Presidente do CDL – Afogados, Glauco Queiroz; e do Vereador Raimundo Lima, representando a Câmara de Vereadores de Afogados.

Após as falas e a apresentação do Plano Municipal, foi a vez de uma palestra de sensibilização ministrada por Leônidas Leal, Coordenador Estadual das Ações Estratégicas do PETI. Segundo ele, em Pernambuco existem 84 mil crianças afetadas pelo trabalho infantil.

Protesto por reforma política usa sacos de dinheiro no gramado do Congresso

Do Correio Braziliense Duzentos sacos com o símbolo do cifrão ($), representando dinheiro, foram espalhados na manhã desta terça-feira (24/3) em frente ao Congresso Nacional como forma de protestar contra o financiamento empresarial de campanha. O ato faz parte de uma semana de mobilizações em torno da reforma política, promovida pela Coalização Reforma Política Democrática […]

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Do Correio Braziliense

Duzentos sacos com o símbolo do cifrão ($), representando dinheiro, foram espalhados na manhã desta terça-feira (24/3) em frente ao Congresso Nacional como forma de protestar contra o financiamento empresarial de campanha. O ato faz parte de uma semana de mobilizações em torno da reforma política, promovida pela Coalização Reforma Política Democrática – Eleições Limpas.

As organizações que integram a coalização defendem que o financiamento empresarial é uma das causas de corrupção e citam como exemplo as denúncias investigadas na Operação Lava Jato de que empreiteiras teriam pago propina para partidos políticos.

“Empresa não é eleitor, ela não vota. Então, não tem porque ela participar das campanhas eleitorais, isso cria uma distorção no processo democrático e vai contra o conjunto da população”, diz o diretor do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), Carlos Alves Moura. “Ela participa da eleição e depois vai cobrar a fatura por meio de contratos, isso deturpa o processo eleitoral e acaba promovendo a corrupção,” defendeu.

A proibição do financiamento empresarial de campanha faz parte de um projeto de iniciativa popular defendido pela coalização. Além da proibição do financiamento, as organizações também defendem a realização de eleições em dois turnos (o primeiro com voto em lista de partidos e o segundo nos candidatos) e maior participação popular por meio de plebiscitos e referendos, que seriam convocados para questões nacionais. Entre essas questões o grupo destaca concessões de serviços públicos, privatizações, construção de obras de grande impacto ambiental, alienação de bens públicos e outros.

A coalização também critica a sub-representação de mulheres no Parlamento e propõem a paridade de representação de homens e mulheres, bem como maior acesso ao Fundo Partidário das agremiações que privilegiem a participação de outros segmentos sub-representados como negros e indígenas.

Moura disse ainda que as organizações pretendem reunir 1,5 milhão de assinaturas no projeto de iniciativa popular para a reforma política, número mínimo exigido por lei. Até o momento, elas contabilizam mais de 500 mil assinaturas de eleitores. O projeto de iniciativa popular é defendido desde 2013. Entre as cerca de 110 entidades que compõem a iniciativa estão a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), entre outras.

“Hoje estamos aqui especificamente pela questão do financiamento eleitoral feito por empresas, mas o projeto é mais amplo. Estamos promovendo essas manifestações em várias capitais e queremos sensibilizar os parlamentares e a sociedade em geral para essa proposta que surge da vontade popular”, resumiu.

Raquel Lyra discute reforma tributária durante Fórum Nacional de Governadores

A governadora Raquel Lyra participou, nesta quarta-feira (24), da 14° reunião do Fórum Nacional de Governadores, ocorrida em Brasília, no Distrito Federal. A reunião teve como objetivo discutir a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma tributária, além de outros temas de interesse nacional. Após o encontro, a governadora defendeu que seja apresentada maior […]

A governadora Raquel Lyra participou, nesta quarta-feira (24), da 14° reunião do Fórum Nacional de Governadores, ocorrida em Brasília, no Distrito Federal. A reunião teve como objetivo discutir a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma tributária, além de outros temas de interesse nacional.

Após o encontro, a governadora defendeu que seja apresentada maior clareza sobre a matéria para aprofundar o debate. “Estamos reunidos para criar consensos sobre o tema da reforma tributária. Esse é um assunto que pode ser debatido, também, durante os encontros regionais que acontecem entre os governadores do Nordeste, por exemplo. Essa foi uma proposta que levei na reunião para que seja possível ter mais clareza sobre o posicionamento que iremos adotar sobre essa questão tão fundamental. Segundo levantamento feito pela própria Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária, Pernambuco é um dos estados que mais perde em projeção de crescimento no Brasil. Então precisamos para garantir o crescimento no Brasil e, de forma mais específica, o desenvolvimento de Pernambuco”, pontuou Raquel Lyra.

Atualmente, duas PECs tramitam na Câmara dos Deputados (PEC 45/2019) e no Senado Federal (PEC 110/2019). Durante a reunião, os chefes do Executivo estaduais apresentaram alguns pleitos. Entre os quais, o acesso ao texto da matéria constando o detalhamento da proposta de reforma tributária, esclarecendo o modelo do Imposto de Valor Agregado a ser adotado e o financiamento do Fundo de Desenvolvimento Regional. Um novo encontro do Fórum será marcado para que os governadores voltem a discutir o reequilíbrio das contas.

Além dos gestores estaduais, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, o secretário extraordinário da Reforma Tributária do Ministério da Fazenda, Bernard Appy e membros do grupo de trabalho da reforma também participaram do encontro.

Ouro Velho: governistas Augusto, Dr Júnior e Natália lideram com folga 1ª pesquisa eleitoral para prefeito

De acordo com a pesquisa o atual prefeito seria reeleito com tranquilidade Se as eleições para prefeito em Ouro Velho fossem hoje o atual prefeito, Dr. Augusto Valadares (União Brasil) venceria com folga o candidato da oposição Ike (PSD). Segundo dados da pesquisa do Instituto Opinião, Dr. Augusto teria 92,7% das intenções de votos, contra […]

De acordo com a pesquisa o atual prefeito seria reeleito com tranquilidade

Se as eleições para prefeito em Ouro Velho fossem hoje o atual prefeito, Dr. Augusto Valadares (União Brasil) venceria com folga o candidato da oposição Ike (PSD).

Segundo dados da pesquisa do Instituto Opinião, Dr. Augusto teria 92,7% das intenções de votos, contra apenas 1,7% do candidato da oposição. Brancos/nulos/nenhum somam 3%. Não sabem/indecisos somam 2,6%.

Em outro possível cenário o médico Dr. Júnior (União Brasil) venceria a disputa com 92.2% dos votos contra 3,5% do candidato oposicionista Ike (PSD). Caso a candidata seja a ex-prefeita Natália de Dr. Júnior (União Brasil) a vitória seria de 90,9 % dos votos contra 3,9% de Ike (PSD).

Os outros cenários são considerados caso Augusto seja o nome a disputar a eleição para prefeito na vizinha São José do Egito. O nome dele e do atual vice-prefeito, Eclérinston Ramos (PSB) são os cotados para representar a chapa governista, com apoio do prefeito Evandro Valadares.

Faltando aproximadamente um ano para as eleições de 2024 em Ouro Velho, todos os possíveis candidatos venceriam com folga o candidato de oposição. Veja gráficos:

As 230 entrevistas foram realizadas dia 11 de setembro com os eleitores da zona urbana foram realizadas nos seguintes bairros: Alto do Chorão, Boca do Sapo, Centro, Conjunto Antônio Cordeiro de Sousa, Conjunto José Mariz, Mutirão e Vila Mabel. E com os moradores da zona rural foram realizadas nas seguintes localidades: Alto dos Pedros, Balanço, Boa Vista dos Barões, Boa Vista dos Nunes, Boa Vista dos Zuza, Carnaíba, Independência, Olho D’Água de Baixo, Olho D’Água de Cima, Pantaleão, Pilões, Pitombeira e Xique-Xique.

A modalidade de pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação. O intervalo de confiança é de 90% e a margem de erro, de 5,4% para mais ou para menos.