Prefeitos de Tuparetama e Ingazeira buscam solução para a falta de defensor público na Comarca
Por André Luis
Os prefeitos de Tuparetama, Diógenes Patriota, e de Ingazeira, Luciano Torres, uniram forças para solucionar um problema que afeta diretamente a população dos dois municípios: a ausência de um defensor público na comarca de Tuparetama, já que o município da Ingazeira é termo da referida comarca.
Os gestores se reuniram com o juiz da comarca de Tuparetama, Dr. Carlos Henrique Rossi, para discutir a situação e buscar alternativas.
Durante o encontro, foi acordado que os prefeitos irão até Recife para apresentar a demanda ao Palácio do Campo das Princesas, ao Poder Judiciário e à Defensoria Pública do Estado, solicitando a nomeação de um defensor público e recursos necessários para garantir o direito de acesso à justiça dos cidadãos.
A falta de um defensor público compromete o acesso à justiça, principalmente para as pessoas em situação de vulnerabilidade, que dependem da assistência jurídica gratuita.
“Com essa iniciativa, os prefeitos reafirmam o compromisso de lutar por melhorias e garantir que todos tenham seus direitos assegurados”, destacou a assessoria de comunicação.
A expectativa é que, com o apoio do governo estadual e do judiciário, a nomeação de um defensor público possa ser viabilizada o mais rápido possível, trazendo mais segurança jurídica e cidadania para os jurisdicionados da comarca de Tuparetama e Ingazeira.
A Secretaria de Saúde de Serra Talhada informa que foram registrados 40 novos casos positivos de Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 3.762 casos confirmados. Os novos casos foram confirmados através de testes rápidos (33), Swab (6) e exame particular (1). Foi registrado o óbito de uma paciente idosa, de 81 anos, moradora do Bairro […]
A Secretaria de Saúde de Serra Talhada informa que foram registrados 40 novos casos positivos de Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 3.762 casos confirmados. Os novos casos foram confirmados através de testes rápidos (33), Swab (6) e exame particular (1).
Foi registrado o óbito de uma paciente idosa, de 81 anos, moradora do Bairro Mutirão. Ela era hipertensa, diabética, portadora de Alzheimer e estava internada no Hospam, onde faleceu nesta terça-feira (15).
O município tem 85 pacientes aguardando resultado de exames, 87 casos suspeitos e 15.641 casos descartados. Quanto à evolução dos casos confirmados, são 3.472 pacientes recuperados, 234 em recuperação, sendo 12 pacientes internados, além de 56 óbitos.
Povo Afogadense, Circulam informações nas redes sociais sobre uma possível discussão sobre Kit Gay na câmara municipal. A respeito de tais informações quero esclarecer: 1 – Nunca chegou nenhum projeto na câmara de vereadores que tratasse deste assunto. 2 – A câmara desconhece qualquer material relacionado a este assunto Kit Gay. Nunca tivemos acesso a […]
Circulam informações nas redes sociais sobre uma possível discussão sobre Kit Gay na câmara municipal. A respeito de tais informações quero esclarecer:
1 – Nunca chegou nenhum projeto na câmara de vereadores que tratasse deste assunto.
2 – A câmara desconhece qualquer material relacionado a este assunto Kit Gay. Nunca tivemos acesso a tal conteúdo.
3 – Discutimos o Projeto de Lei sobre o plano de Educação para o município e houveram dúvidas interpretativas dos vereadores quanto ao uso da palavra gênero. Como a casa é democrática, a ampla maioria dos parlamentares decidiu retirar a palavra do plano para que não pudessem restar dúvidas.
4 – O governo municipal aceitou de pronto o projeto e sancionou de acordo com o que foi discutido e votado na casa.
5 – A Secretaria Municipal de Educação realizou consulta pública no cineteatro São José e contou com as presenças do Prefeito José Patriota, da coordenadora da Gerência Regional de Educação, Cecília Patriota, vereadores, Ministério Público, Conselhos de Educação, Associação de professores, IFPE, AEDAI, dentre outras instituições.
6 – A câmara é a casa do povo e estará sempre aberta para discutir qualquer projeto de interesse popular, respeitando a democracia e principalmente sabendo conviver com o contraditório.
7 – Em tempos de acirramento eleitoral não devemos e não podemos perder o senso racional. Verificar as informações que são postadas e informadas ao público é dever e obrigação de qualquer cidadão que respeita a democracia e que tem compromisso com a verdade.
A estratégia do Bolsonarismo em tentar desacreditar a imprensa brasileira teve mais um capítulo na noite passada, na cobertura do atentado sofrido pelo ex-presidente e candidato republicano Donald Trump. Durante as horas que sucederam o evento, passaram a atacar a imprensa brasileira por conta da divulgação das primeiras informações sobre o caso, printando e congelando […]
A estratégia do Bolsonarismo em tentar desacreditar a imprensa brasileira teve mais um capítulo na noite passada, na cobertura do atentado sofrido pelo ex-presidente e candidato republicano Donald Trump.
Durante as horas que sucederam o evento, passaram a atacar a imprensa brasileira por conta da divulgação das primeiras informações sobre o caso, printando e congelando o momento em que as informações eram mínimas e desencontradas.
A primeira notícia divulgada não trazia evidências ou atestavam o que de fato ocorrera, pois sequer a investigação americana ainda tinha respostas. Daí as informações sobre “sons de disparos”, “parece ter se ferido”, “provavelmente ferido na orelha”. À medida que as informações chegavam, como num quebra cabeças ou na montagem de uma colcha de retalhos chamada notícia, os fatos foram sendo atualizados, até a confirmação de que tratava-se de um atentado, com o presidente ferido na orelha, um espectador e o atirador de 20 anos, morto.
A própria imprensa americana trouxe informações desencontradas até a primeira hora do ocorrido. O primeiro a noticiar que teria sido um ato de um “lobo solitário” foi o Washington Post. Nem New York Times, CNN ou outro veículo americano havia, assim como aqui, noticiado os detalhes. Os dados iniciais do atirador, Thomas Matthew Crooks, de 20 anos, só começaram a ser revelados seis horas depois do incidente.
Para descredibilizar o jornalismo profissional, que tem métodos, regras e uma liturgia temporal na apuração dos fatos, bolsonaristas e extremistas da direita queriam que minutos depois, a imprensa assumisse sem elementos oficiais ou de apuração que Trump foi vítima da esquerda, que o episódio é um complô mundial para eliminar direitistas, que eles sempre tiveram razão. E não adianta argumentar em contrário. Esse tipo de discurso, aí sim, tem método, estratégia, origem e destinatário: o fanatismo político em que se tornou parte do bolsonarismo nesse país.
Da mesma forma, é certo afirmar que não tem amparo na realidade a tentativa de setores da extrema esquerda de comparar o episódio de Trump ao da facada de Adélio em Bolsonaro, inclusive querendo descredenciar as duas situações. Bolsonaro foi sim esfaqueado, como Trump, alvo de uma fracassada tentativa de homicídio. O resto é do mesmo fanatismo que permeia o outro lado do debate.
Em meio a tudo isso, a constatação da importância do jornalismo profissional, de sua correta atuação e definição para retratar a história, inclusive com o direito a opinar sobre os fatos, dando à sociedade o livre arbítrio para formar sua opinião. É isso que incomoda alguns setores: o jornalismo já salvou o país algumas vezes em seus maiores dilemas e encruzilhadas. É um poder moderador que também empodera. E isso, incomoda muita gente.
Em entrevista ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, o pré-candidato a Deputado Federal João Campos (PSB), voltou a negar que seja motivo de insatisfação na base por conta do avanço de sua candidatura nas regiões do Estado. Campos deu exemplos de cidades onde tem boa relação com prefeitos mas não terá o apoio formal […]
Em entrevista ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, o pré-candidato a Deputado Federal João Campos (PSB), voltou a negar que seja motivo de insatisfação na base por conta do avanço de sua candidatura nas regiões do Estado.
Campos deu exemplos de cidades onde tem boa relação com prefeitos mas não terá o apoio formal nas eleições deste ano.
“Tenho boa relação com os prefeito de Itapetim, Adelmo e Tânia, de santa Terezinha, mas não sou apoiado por eles nem impomos qualquer coisa”, justificou.
Nessas cidades, o nome apoiado é o de Gonzaga Patriota, um dos que estariam se sentindo prejudicados com essa movimentação. Gonzaga disse no sábado, também à Rádio Pajeú, que preferiu ficar no PSB e que acredita na sua reeleição. Indiretamente, disse que teria condições de direcionar mais emendas porque tinha menos nomes os apoiando. Há uma análise de que Campos terá menos recursos para direcionar nas chamadas emendas impositivas.
Campos disse, ao contrário, terá muito por fazer aos municípios em que tem base eleitoral. E disse não ter problemas em discutir com quem tem alguma insatisfação. “Estou aberto a conversar com quem se disser insatisfeito. Nunca quis prejudicar projeto de ninguém. Temos ótimos quadros”, amenizou.
Neste domingo (9), cerca de 117 municípios do Estado de Pernambuco, participaram do Processo de Eleições Diretas (PED) do Partido dos Trabalhadores, o assunto foi lembrado pelo deputado estadual Odacy Amorim (PT-PE), durante a Reunião Plenária da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) nesta segunda (10). Odacy Amorim destacou que, “o PED contou com a presença […]
Neste domingo (9), cerca de 117 municípios do Estado de Pernambuco, participaram do Processo de Eleições Diretas (PED) do Partido dos Trabalhadores, o assunto foi lembrado pelo deputado estadual Odacy Amorim (PT-PE), durante a Reunião Plenária da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) nesta segunda (10).
Odacy Amorim destacou que, “o PED contou com a presença de aproximadamente 12 mil pessoas, e simboliza um dia de democracia muito importante no Estado, por meio de uma escolha democrática da legenda”, lembrou.
O parlamentar cobrou ainda, medidas emergentes do Estado, para por um fim nos casos de violência contra a mulher – o chamado feminicídio. Citou casos que chocaram o Estado, como a morte da fisioterapeuta Tássia Mirella, de 28 anos morta com o cadarço de tênis na semana passada no Recife, e o assassinato da sindicalista Abenigna Lúcia (67), encontrada morta dentro da residência em Petrolina, no dia 5 de abril, com as mãos e pés amarrados e cabeça coberta por sacos plásticos. “A violência é muito grande e isso não é um problema dos juízes e nem dos delegados, é uma problema do parlamento de definir como deve ser a justiça no Brasil”, ressaltou.
Concluindo sua fala na tribuna, Odacy Amorim fez um apelo ao Governo de Pernambuco, para que construa um abrigo para menores infratores do sexo feminino em Petrolina, para que as mesmas deixem de serem encaminhadas para o Recife.
“Solicito que o governador instale uma sede da Funase Feminina em Petrolina, para as jovens que tiverem problemas com a justiça. Isso é trabalhar a ressocialização, porque quando uma jovem dessa e mandada para o Recife corre um grave risco de colocar elas com pessoas com uma delinquência muito mais elevada, e elas voltarem pior do que chegaram”, pontuou.
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