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Prefeitos confirmam à CE denúncias de tráfico de influência no MEC

Por André Luis

Três prefeitos confirmaram denúncias de corrupção na gestão de Milton Ribeiro no Ministério da Educação (MEC), em oitiva nesta terça-feira (5) na Comissão de Educação (CE) do Senado. 

Eles afirmaram ter recebido de dois pastores evangélicos pedidos de propina para facilitar a liberação de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). 

Dois prefeitos do Maranhão, cujos municípios receberam recursos para obras de creches e escolas, admitiram ter tido contato com os pastores acusados de tráfico de influência, mas garantiram não ter recebido pedido de propina.

As denúncias, que surgiram na imprensa em março, levaram à queda de Milton Ribeiro, no último dia 28. Os depoimentos dos pastores Arilton Moura e Gilmar Santos (e do presidente do FNDE, Marcelo Pontes) na CE estão previstos para reunião marcada para a quinta-feira (7), às 9h. Convidado a depor à comissão na semana passada, Milton Ribeiro não compareceu nem justificou sua ausência.

Confirmaram as denúncias de corrupção os prefeitos Gilberto Braga, de Luís Domingues (MA); José Manoel de Souza, de Boa Esperança do Sul (SP); e Kelton Pinheiro, de Bonfinópolis (GO). Negaram ter recebido pedidos de propina Calvet Filho, prefeito de Rosário (MA), e Hélder Aragão, de Anajatuba (MA).

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), autor do requerimento convidando os prefeitos, qualificou o esquema de corrupção de “chinfrim”, “cínico”, “nojento” e “vulgar”. Ele louvou a “coragem” dos prefeitos que vieram a público relatar as conversas que tiveram com os pastores. Randolfe voltou a aventar a possibilidade de criação de uma comissão parlamentar de inquérito para investigar o caso.

O presidente da comissão, senador Marcelo Castro (MDB-PI), apontou descumprimento “do estatuto do FNDE, de decisões do Tribunal de Contas da União, da Lei de Diretrizes Orçamentárias e da Lei de Responsabilidade Fiscal”. Estranhou o fracionamento dos empenhos do FNDE, em valores muito inferiores ao necessário para a conclusão das obras. E observou que os prefeitos que denunciaram corrupção ficaram sem verba alguma.

— Todos os prefeitos que disseram que não aceitaram dar propina não tiveram nenhum recurso público empenhado. Todos os que tiveram recurso empenhado negam que tenham dado propina — concluiu Marcelo.

Quilo de ouro

Os três prefeitos que confirmaram as denúncias relataram um modus operandi parecido: em almoços depois de reuniões no ministério para tratar de demandas de reforma e construção de creches e escolas, um dos pastores os abordava pedindo propina em troca do destravamento da verba do FNDE.

Gilberto Braga disse que foi achacado em almoço com outras duas dezenas de prefeitos, em um restaurante da Vila Planalto, bairro vizinho à Esplanada dos Ministérios.

— O pastor Arilton me disse: “Você vai me arrumar R$ 15 mil para protocolar suas demandas; depois que o recurso já estiver empenhado, como a sua região é de mineração, vai me trazer um quilo de ouro”. Eu não disse nem que sim nem que não, me afastei da mesa — contou Braga.

Kelton Pinheiro afirmou ter ficado “com ânsia de vômito, sem chão” ao ter sido abordado pelo pastor Arilton no mesmo restaurante, em outra data:

— Ele disse: “Vi que seu ofício está pedindo a escola. Deve custar uns R$ 7 milhões. Mas eu preciso de R$ 15 mil na minha mão hoje, porque esse negócio de ‘para depois’ não cola comigo, não. E é R$ 15 mil porque você está com o pastor Gilmar, porque dos outros cobrei R$ 30 mil, R$ 40 mil” — relatou Pinheiro, segundo quem o pastor pediu ainda a compra de mil Bíblias a R$ 50 por unidade.

José Manoel de Souza disse que recebeu a proposta de Arilton em um almoço em um hotel de Brasília.

— Ele falou: “O Brasil é muito grande. Não dá para ajudar todos os municípios. Mas eu consigo te ajudar com uma escola profissionalizante. Eu chamo a Nely [suposta assessora informal], faço um ofício agora, você assina e em contrapartida deposita R$ 40 mil na conta da igreja evangélica.” Bati nas costas dele e disse: “Pastor, muito obrigado, mas não é desse jeito que funciona.”

Casa do ministro

Calvet Filho, de Rosário (MA), encontrou-se com o próprio ministro Milton Ribeiro na residência deste. Segundo o prefeito, contou com a ajuda de um consultor de Brasília chamado “Jorge, da JG Consultoria”, para marcar essa reunião fora da agenda oficial.

— Quem preparou o café para mim e minha esposa foi o próprio ministro. Em momento nenhum ele me pediu propina — garantiu.

O senador Marcelo Castro enxergou uma contradição de valores na fala de Calvet. O prefeito de Rosário chegou a falar em R$ 8 milhões do FNDE liberados para obras em seu município, mas o presidente da CE estimou que uma escola nova não sai menos de R$ 5 milhões. 

Após consultar sua assessoria, Calvet reconheceu o erro e disse que o valor total estaria mais próximo dos R$ 15 milhões. A senadora Zenaide Maia (Pros-RN) espantou-se com o êxito de Rosário, pois, segundo o estatuto do FNDE, não se pode liberar recursos para obras novas quando há outras, paradas, no mesmo município.

Calvet também disse que só tratou de “assuntos missionários” com os pastores Gilmar e Arilton, e que Gilmar Santos irá em breve a Rosário como parte da pregação da associação evangélica Gideões.

Hélder Aragão, de Anajatuba (MA), admitiu que seu município recebeu quatro empenhos para “duas escolas e duas creches”, e que conheceu o pastor Arilton em uma reunião no MEC.

— Em nenhum momento o pastor me pediu nada. Há mais de 30 anos não se constrói uma escola na sede do município. Eu fui sozinho ao FNDE e juntamente com os técnicos falei de todas as demandas — explicou, em resposta ao senador Alessandro Vieira (PSDB-SE).

Ônibus escolares

Durante a reunião, o senador Marcelo Castro anunciou o cancelamento, pelo Tribunal de Contas da União, de um pregão do FNDE para a compra de mais de 3 mil ônibus escolares para a rede pública em zona rural. Há suspeita de sobrepreço no valor previsto para a compra — R$ 480 mil por unidade, ante uma estimativa de que cada ônibus custe R$ 270 mil no mercado. As informações são da Agência Senado

Outras Notícias

José Sarney recebe alta após cirurgia abdominal no Maranhão

O ex-presidente José Sarney, de 96 anos, recebeu alta médica neste sábado (17), após permanecer nove dias internado no UDI Hospital, em São Luís. Ele passou por uma cirurgia abdominal para tratar uma obstrução intestinal. Sarney estava internado desde a sexta-feira (9), quando deu entrada no hospital com dores abdominais. Após avaliação clínica e exames […]

O ex-presidente José Sarney, de 96 anos, recebeu alta médica neste sábado (17), após permanecer nove dias internado no UDI Hospital, em São Luís. Ele passou por uma cirurgia abdominal para tratar uma obstrução intestinal.

Sarney estava internado desde a sexta-feira (9), quando deu entrada no hospital com dores abdominais. Após avaliação clínica e exames de imagem, o ex-presidente foi submetido a um procedimento cirúrgico para reversão de uma obstrução intestinal.

Depois da cirurgia, ele permaneceu inicialmente na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para acompanhamento pós-operatório. O procedimento, segundo boletim médico divulgado na ocasião, transcorreu sem intercorrências.

Neste sábado, a equipe médica informou que Sarney apresentou evolução clínica satisfatória e estava em condições de deixar o hospital. A orientação é que ele continue sob acompanhamento médico ambulatorial.

Esta foi a terceira internação do ex-presidente desde setembro. No dia 13 daquele mês, Sarney foi internado no mesmo hospital, em São Luís, para tratamento de uma pneumonia. Em 24 de setembro, ele deu entrada no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para dar continuidade ao tratamento.

José Sarney foi presidente da República entre 1985 e 1990, no início do período de redemocratização do país. Também exerceu mandatos como governador do Maranhão e senador.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Mariana Campos/CB/D.A Press

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Coligação de Lula aciona ONU, PGE e PF e pede apuração sobre atuação da Meta nas eleições

A coligação Brasil Pronto pra Mais, que apoia a reeleição do presidente Lula (PT), anunciou neste sábado (17) que levou questionamentos sobre a atuação da Meta nas Eleições 2026 à ONU, à Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) e à Polícia Federal (PF). O grupo pede a apuração de possíveis irregularidades envolvendo as plataformas da empresa e de […]

A coligação Brasil Pronto pra Mais, que apoia a reeleição do presidente Lula (PT), anunciou neste sábado (17) que levou questionamentos sobre a atuação da Meta nas Eleições 2026 à ONU, à Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) e à Polícia Federal (PF). O grupo pede a apuração de possíveis irregularidades envolvendo as plataformas da empresa e de suspeitas relacionadas à campanha de Flávio Bolsonaro (PL).

Segundo nota divulgada pela coligação, o caso foi encaminhado a um relator da Organização das Nações Unidas e aos órgãos brasileiros para que sejam investigadas situações envolvendo o Instagram, Facebook e WhatsApp, plataformas controladas pela Meta.

Entre os pontos apresentados estão restrições enfrentadas pela campanha de Lula no impulsionamento de conteúdos no Instagram e diferenças identificadas no funcionamento de ferramentas de inteligência artificial da empresa.

A coligação afirma que a Meta AI teria recusado determinados pedidos para criação de conteúdos relacionados a Lula enquanto permitia solicitações semelhantes envolvendo Flávio Bolsonaro. A campanha também questiona o alcance de publicações e possíveis mecanismos de promoção de conteúdos relacionados ao candidato do PL.

Os acionamentos à PGE e à Polícia Federal incluem ainda pedidos de apuração sobre suspeitas de financiamento eleitoral irregular relacionado a conteúdos favoráveis a Flávio. As suspeitas, entretanto, ainda precisam ser investigadas e não significam comprovação de irregularidade.

A Meta nega ter atuado para favorecer ou prejudicar qualquer candidatura. A empresa atribuiu episódios relatados durante a campanha a falhas técnicas e contestou as acusações de parcialidade.

O tema já chegou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Nesta semana, a Corte determinou medidas relacionadas a restrições aplicadas à conta de anúncios da campanha de Lula, à análise de perfis considerados suspeitos e ao tratamento dado pela ferramenta de inteligência artificial às duas candidaturas.

Na decisão, o ministro Marco Aurélio Bellizze afirmou que não havia, naquele momento, elementos suficientes para concluir que a Meta tivesse manipulado deliberadamente a distribuição de conteúdos para favorecer um candidato.

A comunicação à ONU amplia a discussão para o âmbito internacional, enquanto PGE e PF deverão avaliar se existem elementos que justifiquem novas providências ou investigações no Brasil.

Fonte: Metrópoles
Foto: Cheng Xin/Getty Images

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Richarlison acusa Flávio Bolsonaro de envolvimento em disputa por ilha em Angra e pede investigação da PF

O atacante Richarlison acusou neste sábado (17) o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) de envolvimento na disputa pela posse de um imóvel em uma ilha de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Em vídeo publicado nas redes sociais, o jogador pediu que a Polícia Federal investigue o caso. Segundo Richarlison, uma […]

O atacante Richarlison acusou neste sábado (17) o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) de envolvimento na disputa pela posse de um imóvel em uma ilha de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Em vídeo publicado nas redes sociais, o jogador pediu que a Polícia Federal investigue o caso.

Segundo Richarlison, uma empresa ligada a ele adquiriu direitos de ocupação do imóvel entre 2020 e 2021, durante a pandemia de Covid-19. O negócio teria sido realizado em parceria com Alencar da Silveira Júnior, então presidente do América-MG, e Renato Velasco.

O jogador afirmou ter recebido propostas para vender o imóvel, inclusive de Flávio Bolsonaro, mas disse que recusou a negociação. Na versão apresentada por Richarlison, posteriormente a posse passou para uma empresa ligada ao advogado Willer Tomaz, amigo do senador.

“Eu não quis vender a ilha para ele. Como não quis, os caras pegaram na mão grande lá na Justiça”, afirmou Richarlison. O atacante disse ainda ter investido cerca de R$ 10 milhões no local e alegou não ter recebido de volta o valor aplicado.

A disputa judicial começou depois que uma empresa ligada ao jogador adquiriu direitos de ocupação da área. Posteriormente, a posse ficou com uma empresa vinculada a Willer Tomaz. Em junho de 2025, o Superior Tribunal de Justiça manteve entendimento favorável à empresa do advogado. As ações foram encerradas depois que os autores desistiram do processo.

Flávio Bolsonaro não aparece como parte no processo judicial. Em manifestações anteriores sobre o caso, a assessoria do senador negou qualquer vínculo dele com o imóvel e classificou as acusações como infundadas.

Richarlison pediu que a Polícia Federal apure as circunstâncias da disputa e afirmou que, caso consiga recuperar o dinheiro que diz ter investido, pretende destinar parte do valor ao hospital de Nova Venécia, no Espírito Santo, sua cidade natal.

Até o momento, não há informação de que a Polícia Federal tenha aberto investigação a partir do pedido feito pelo jogador.

Fonte: Folha de S.Paulo
Foto: Reprodução/Redes Sociais

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Intelectuais e ex-ministros, entre eles Ricupero e Reale Jr., assinam manifesto de apoio a Lula

Um grupo de intelectuais, economistas, acadêmicos e ex-integrantes de governos divulgou neste sábado (17) um manifesto de apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O documento reúne 15 signatários e apresenta críticas à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL). Intitulado “Pela democracia, pela estabilidade, pelo desenvolvimento com justiça social e ambiental e […]

Um grupo de intelectuais, economistas, acadêmicos e ex-integrantes de governos divulgou neste sábado (17) um manifesto de apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O documento reúne 15 signatários e apresenta críticas à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL).

Intitulado “Pela democracia, pela estabilidade, pelo desenvolvimento com justiça social e ambiental e pelo Brasil”, o documento foi apresentado durante encontro realizado no Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia da Informação do Estado de São Paulo, na capital paulista.

Participaram da agenda o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e os ex-ministros Fernando Haddad (PT), Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB).

Entre os signatários estão o ex-ministro da Fazenda Rubens Ricupero, o jurista e ex-ministro da Justiça Miguel Reale Jr., o ex-ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes Ferreira, a economista Claudia Costin, o climatologista Carlos Nobre e o economista Eduardo Giannetti.

Também assinam o documento Beatriz Bracher, Beatriz Cardoso, Fabio Feldman, Floriano Pesaro, José Carlos Carvalho, José Carlos Dias, Izabella Teixeira, Rosiska Darcy de Oliveira e Oscar Vilhena.

No manifesto, o grupo afirma considerar que a reeleição de Lula oferece melhores condições para preservar o equilíbrio institucional, os direitos e as liberdades democráticas. Os signatários também apresentam críticas ao projeto político de Flávio Bolsonaro e apontam, na avaliação deles, riscos de retrocessos sociais e institucionais.

O texto ressalta, porém, que o apoio ao presidente não representa concordância integral com o atual governo. Os autores afirmam manter diferenças em relação a Lula e críticas à gestão, além de defenderem independência para continuar expressando essas posições.

Entre as prioridades mencionadas no documento estão crescimento econômico, geração de empregos, recuperação da capacidade industrial, inovação, agricultura de baixo carbono, educação, ciência e tecnologia.

O manifesto também aborda preservação ambiental, proteção de florestas e recursos hídricos, diversidade, direitos fundamentais e defesa do diálogo entre diferentes setores da sociedade.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Hyndara Freitas

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Papa Leão XIV recebe alta após cirurgia no pulmão e retorna ao Vaticano

O Papa Leão XIV recebeu alta neste sábado (17) do Hospital Gemelli, em Roma, quatro dias após passar por uma cirurgia no pulmão direito. O pontífice deixou a unidade por volta das 15h30, no horário local, e retornou ao Vaticano. Antes de deixar o hospital, Leão XIV celebrou missa em uma sala preparada no décimo […]

O Papa Leão XIV recebeu alta neste sábado (17) do Hospital Gemelli, em Roma, quatro dias após passar por uma cirurgia no pulmão direito. O pontífice deixou a unidade por volta das 15h30, no horário local, e retornou ao Vaticano.

Antes de deixar o hospital, Leão XIV celebrou missa em uma sala preparada no décimo andar do Gemelli. Na saída, cumprimentou integrantes da equipe médica e pessoas que aguardavam no local.

A alta havia sido anunciada pela manhã, após avaliação dos exames de sangue, de uma radiografia do tórax e da evolução clínica do pontífice. Segundo os médicos, o Papa apresentava condições para deixar a unidade hospitalar.

Leão XIV foi internado na terça-feira (13) para uma cirurgia destinada à retirada de um adenocarcinoma pulmonar. Durante o procedimento, foi removido o lobo inferior do pulmão direito.

Nessa sexta-feira (16), o Vaticano divulgou imagens do pontífice celebrando missa ainda no hospital, durante o período de recuperação.

Após a alta, Leão XIV retornou aos aposentos pontifícios. A previsão é que neste domingo (18) ele conduza a oração do Angelus da janela do apartamento papal, no Vaticano.

Fonte: g1
Foto: Vatican Media

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