Notícias

Prefeito equipara salário ao mínimo na BA

Por Nill Júnior

O novo prefeito de Jacobina, na Bahia, Tiago Dias (PCdoB), assinou o primeiro decreto, que reduz o próprio salário em 92%, o que vai equivaler ao valor do salário-mínimo, ou seja, R$ 1.100 pelos próximos 12 meses.

“Primeiro decreto assinado e o local escolhido foi o “Construindo o Amanhã”.

“Assumo o compromisso de reduzir o meu salário para um salário-mínimo. Estamos em um momento de pandemia e quero fazer a minha parte para trazer dias melhores para nossa cidade”, disse.

A posse de Thiago Dias, na última sexta-feira, foi marcada pela ida do gestor até a Câmara Municipal montado em um boi e vestido com trajes de vaqueiro.

Outras Notícias

Em fórum da Fiepe, Silvio Costa Filho defende a implementação da Hidrovia do São Francisco como novo ramal de transporte

O ministro Silvio Costa Filho participou, nesta segunda-feira (31), do Fórum Permanente de Infraestrutura da Federação das Indústrias de Pernambuco (Fiepe), ocorrido no Recife, para debater a Ferrovia Transnordestina. Além de participar do debate, o titular dos Portos e Aeroportos defendeu a implementação da Hidrovia do São Francisco como novo modal de transporte para o […]

O ministro Silvio Costa Filho participou, nesta segunda-feira (31), do Fórum Permanente de Infraestrutura da Federação das Indústrias de Pernambuco (Fiepe), ocorrido no Recife, para debater a Ferrovia Transnordestina. Além de participar do debate, o titular dos Portos e Aeroportos defendeu a implementação da Hidrovia do São Francisco como novo modal de transporte para o escoamento da produção do estado.

O encontro reuniu as principais lideranças políticas e empresariais do estado para debater soluções para fortalecimento da economia pernambucana, a exemplo da governadora Raquel Lyra, do prefeito do Recife, João Campos, do senador Fernando Dueire; do ex-senador e ex-presidente da CNI, Armando Monteiro, deputados, prefeitos; do presidente da federação, Bruno Veloso, do presidente da Infra S.A, Jorge Bastos, e do superintendente da Sudene, Danilo Cabral, entre outros.

“Eu acho que a Hidrovia do São Francisco deve ser uma prioridade de Pernambuco. Por meio dessa hidrovia, vamos fortalecer a nossa Fruticultura. Nós poderemos escoar também a nossa produção gesseira para o sul do país. Ainda com essa hidrovia, poderemos trazer os grãos do oeste da Bahia; do Maranhão, Piauí, Tocantins, fortalecendo o agronegócio de Pernambuco. Eu estou muito confiante no Nordeste”, destacou Silvio Costa Filho.

De acordo com o ministro, a Hidrovia do São Francisco será fundamental para reduzir os custos logísticos e melhorar a conectividade entre os estados do Nordeste, especialmente no transporte de produtos como frutas de Petrolina e mercadorias dos portos baianos e cearenses. A obra será financiada pelo Fundo da Marinha Mercante e pela Eletrobrás, com execução pela Infra SA. Quando estiver pronta, a intervenção facilitará o escoamento da produção agrícola, beneficiando, entre outros, os portos pernambucanos e cearenses.

TRANSNORDESTINA – O encontro desta segunda na Fiepe serviu também para as autoridades tratarem da Transnordestina. No último dia 13 de março, os ministros Silvio Costa Filho e Renan Filho (Transportes) anunciaram que a licitação para a retomada das obras da ferrovia, no trecho Salgueiro-Suape, será realizada no início do segundo semestre de 2025, após conclusão do projeto executivo. A intervenção, que visa conectar o estado de Pernambuco ao restante do Brasil, é considerada um projeto estratégico para o escoamento da produção nordestina e a integração regional. O Governo Bolsonaro havia tirado Pernambuco do percurso da ferrovia; prejudicando o estado.

“São investimentos de R$ 1,2 bilhão para quase 140 quilômetros de ferrovia nesse trecho. Essa obra é estratégica para o Nordeste brasileiro. Com a ferrovia pronta, vamos mais do que dobrar a capacidade do Porto de Suape de escoar a sua produção. Isso significa geração de emprego e renda, aquecimento da economia e, sobretudo, o fortalecimento da interiorização do desenvolvimento. Ao longo do ano de 2026, gente espera dar as outras ordens de serviço chegando a um montante de R$ 5 bilhões para a obra”, explicou Silvio Costa Filho.

Ponto a Ponto discute o marketing relacionado a causas sociais

Em época de queda da confiança nas instituições, o Marketing de Causa aparece como a solução dos problemas de reputação das organizações. O Ponto a Ponto, da BandNews, traz a sócia da empresa de consultoria Cause Francine Lemos para discutir o tema. A entrevista vai ao ar neste sábado (6), às 23h (horário do Recife), […]

Em época de queda da confiança nas instituições, o Marketing de Causa aparece como a solução dos problemas de reputação das organizações. O Ponto a Ponto, da BandNews, traz a sócia da empresa de consultoria Cause Francine Lemos para discutir o tema.

A entrevista vai ao ar neste sábado (6), às 23h (horário do Recife), com apresentação da jornalista Mônica Bergamo e o sociólogo Antonio Lavareda. O programa é reprisado no domingo (7), às 16h30.

O Marketing de Causa tem como objetivo buscar uma causa específica, normalmente de cunho social, para uma organização ou empresa que queira reverter parte da renda adquirida por meio da venda de produtos ou serviços. “É um trabalho muito profundo. A gente não acha ou atribui uma causa de maneira aleatória”, disse Francine Lemos.

De acordo com a consultora, o Marketing de Causa vai além de buscar melhorar a reputação das instituições. “Até as organizações e empresas que vêm atuando de maneira consistente e coerente e aliadas ao seu propósito conseguem trazer uma maior conexão com seus públicos de interesse. Mais de 80% da população dizem que atribuem maior valor a um produto que apoia uma causa”.

Para abraçar uma causa, a empresa precisa mudar todo o processo interno. “A comunicação ou marketing é a ultima parte desse processo. Muitas empresas abraçam causas por oportunismo, por exemplo: empresas que apoiam a diversidade e, quando olhamos para a equipe, observamos que 80% são homens e que não apoiam a diversidade. É incoerente esse tipo de atitude. O consumidor hoje percebe”, afirmou.

 

Governo Temer gastou R$ 110 milhões em propaganda de reforma da Previdência fracassada

Do Congresso em Foco O governo do presidente Michel Temer (MDB) gastou, entre janeiro de 2017 e fevereiro de 2018, quase R$ 110 milhões em publicidade na fracassada tentativa de aprovar a reforma da Previdência. Os gastos com campanhas sobre a reforma somam exatos R$ 109.973.552,84 em 14 meses. Foram mais de 2,3 mil pagamentos […]

Foto: Lula Marques / AGPT

Do Congresso em Foco

O governo do presidente Michel Temer (MDB) gastou, entre janeiro de 2017 e fevereiro de 2018, quase R$ 110 milhões em publicidade na fracassada tentativa de aprovar a reforma da Previdência. Os gastos com campanhas sobre a reforma somam exatos R$ 109.973.552,84 em 14 meses. Foram mais de 2,3 mil pagamentos únicos que variaram entre R$ 57,71 e R$ 7,5 milhões, segundo dados obtidos pelo Congresso em Foco via Lei de Acesso à Informação. O gasto é prerrogativa do governo.

Considerada a principal pauta governista em 2017, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016 naufragou oficialmente após o carnaval deste ano, com o decreto de intervenção federal no Rio de Janeiro. A intervenção foi decretada em 16 de fevereiro. Mesmo assim, o governo gastou R$ 4,8 milhões com material publicitário sobre a reforma só naquele mês.

A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) afirma que escolheu veículos conforme a Instrução Normativa Secom nº 7, de 19 de dezembro 2014. As normas são diferentes para cada tipo de mídia, estabelecendo a utilização de pesquisas de audiência para definir quais emissoras e programas veicularão a propaganda na TV.

Para as emissoras de rádio, caso não haja pesquisa de audiência, o requisito é o cadastro de veículos da Secom, o Midiacad. O cadastro e a cobertura geográfica são requisitos para mídias externas (ao ar livre). Já para veículos online, os critérios são as pesquisas de audiência, perfil do público e segmento editorial.

Maiores valores

Os pagamentos mais altos foram feitos a emissoras de TV. Os três principais canais, Globo, Record e SBT, respectivamente, receberam mais de R$ 58 milhões juntos, equivalente a 86% dos R$ 66,9 milhões gastos apenas com TV. Essa conta leva em consideração os quatro CNPJs da Globo Comunicações e Participações S/A (uma matriz e três filiais) registrados na planilha enviada pela Secom.

No total, a Globo recebeu R$ 35,9 milhões. Para os dois CNPJs da Rádio e Televisão Record S.A (matriz e uma filial) foram pagos R$ 12,3 milhões. Ao SBT, foram pagos R$ 9,9 milhões.

Entre os principais recebedores também está o Facebook no Brasil, com R$ 3,7 milhões; a TV Bandeirantes, com quase R$ 2 milhões; o grupo Abril, com R$ 1,5 milhão e a Indoor Midia, empresa de mídia externa especializada em conteúdos exibidos em aeroportos e shoppings.

Como este site mostrou (quarta, 25), um dos 20 CNPJs que receberam as maiores quantias foi a fundação vinculada à igreja Sara Nossa Terra, com R$ 862,8 mil. A TV Rede Século 21 e a Rede Vida, ligadas à igreja católica, também estão entre as 20 maiores quantias pagas, com R$ 912,7 mil  e R$ 873,4 mil, respectivamente.

A quantia à instituição evangélica foi direcionada à fundação da igreja, sem indicativos de como a quantia foi remanejada entre os veículos ligados a ela. A rede de comunicação da Sara Nossa Terra é formada por TV, rádio, editora, portal na internet e gravadora gospel. O fundador da igreja, bispo Robson Rodovalho, também defendeu publicamente a reforma.

O Congresso em Foco recebeu, ao todo, R$ 24.457,03, divididos em três pagamentos em julho, setembro e dezembro de 2017.

De acordo com os dados da Secretaria de Comunicação Social do governo, os meses em que o Planalto mais investiu coincidiram com os momentos mais críticos enfrentados por Temer: em junho de 2017, mês seguinte à delação da JBS, o governo gastou R$ 17,1 milhões com as campanhas. O maior gasto foi em setembro de 2017, logo após Temer se livrar da primeira denúncia e sob a iminência da análise da segunda na Câmara dos Deputados.

Naquele mês, foram gastos R$ 23,4 milhões. A redução no mês seguinte foi drástica: caiu para R$ 5,3 milhões. Temer se livrou da segunda denúncia em 25 de outubro. Os menores valores foram registrados em janeiro deste ano (R$ 1,5 milhão) e em janeiro do ano passado (R$ 2,1 milhões).

Em novembro de 2017, quando já tinha destinado quase R$ 90 milhões, e com a clara dificuldade de arregimentar apoio ao projeto às vésperas do recesso de fim de ano, o governo conseguiu fazer com que o Congresso autorizasse a abertura de crédito de mais R$ 99,3 milhões em publicidade para a campanha da reforma. Não deu tempo de gastar toda a verba: pouco menos de dois meses depois, a intervenção foi decretada e sepultou a reforma, que já havia sido desidratada em diferentes retificações de relatórios e agonizava desde maio.

Concessões de políticos também receberam

Os dados obtidos pela reportagem também revelam que emissoras de rádio ligadas ou pertencentes a parlamentares – o que é vedado pela Constituição – receberam para veicular propaganda da reforma.

Segundo dispositivo do artigo 54 da Constituição de 1988, deputados e senadores não podem “ser proprietários, controladores ou diretores de empresa que goze de favor decorrente de contrato com pessoa jurídica de direito público, ou nela exercer função remunerada”. A reportagem encontrou sete empresas de rádio que têm nomes de parlamentares em seus quadros societários e outras quatro pertencentes a parentes de parlamentares.

A soma de todos os pagamentos a emissoras ligadas a políticos foi de R$ 144 mil, considerado pouco se comparado ao montante gasto com toda a campanha.

Os senadores Fernando Collor (PTC-AL) e Jader Barbalho (MDB-PA) e os deputados Felipe Maia (DEM-RN), Sarney Filho (PV-MA) e Ricardo Barros (PP-PR) são sócios em rádios que receberam entre R$ 1,1 mil e R$ 10,1 mil para reproduzir a propaganda governamental.

Já concessões ligadas aos senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e Tasso Jereissati (PSDB-CE) e aos deputados Gonzaga Patriota (PSB-PE), Adalberto Cavalcanti (Avante-PE), Beto Mansur (MDB-SP) e Damião Feliciano (PDT-PB), receberam entre R$1,3 mil e R$ 65,1 mil.

Cabras de Lampião partem para turnê em São Paulo

O grupo pernambucano de xaxado Cabras de Lampião coloca o matulão nas costas e pega a estrada, a partir do dia 8 de junho. O grupo sai da cidade do cangaceiro Lampião, em Serra Talhada, sertão do Pajeú, e parte para uma turnê. A primeira parada do Cabras de Lampião, é na terra da garoa, […]

O grupo pernambucano de xaxado Cabras de Lampião coloca o matulão nas costas e pega a estrada, a partir do dia 8 de junho. O grupo sai da cidade do cangaceiro Lampião, em Serra Talhada, sertão do Pajeú, e parte para uma turnê. A primeira parada do Cabras de Lampião, é na terra da garoa, em São Paulo.

Os cabras vão percorrer além da capital paulista, as cidades de Birigui, Osasco e Sorocaba. O público vai poder conferir, além do xaxado, outras danças típicas do bando guerreiro nordestino. As apresentações são gratuitas e vão acontecer nas unidades Sesc de São Paulo e culminar na Festa das Tradições Nordestinas, no Centro de Tradições Nordestinas, no evento “São João de Nóis Tudim”.

De acordo com a presidente da Fundação de Cultura Cabras de Lampião, Cleonice Maria, o grupo parte da Terra de Lampião e Capital do Xaxado para mostrar a dança dos cangaceiros, apresentando uma riqueza de elementos: indumentárias, comidas, hábitos e, principalmente, histórias, narradas nas letras das canções.

Grupo – O Cabras de Lampião é o maior divulgador da dança nordestina e mantém a originalidade e a autenticidade do ritmo dos cangaceiros do sertão. Trata-se de uma trupe de artistas sertanejos que reproduz no palco como os cangaceiros se divertiam nas caatingas nos intervalos dos combates.

As cantigas apresentadas pelo Grupo Cabras de Lampião são inspiradas pelo próprio cangaço, servindo como destaque para os cancioneiros nordestinos, como, como Luiz Gonzaga, Zé Ramalho, Elba Ramalho. “Utilizamos versos de autoria do próprio Lampião para conduzir o espetáculo, declara  a presidente da Fundação de Cultura Cabras de Lampião, Cleonice Maria. Já o figurino é semelhante aos trajes usados pelos cangaceiros.

A turnê do grupo Cabras de Lampião tem o incentivo cultural do Funcultura/Secretaria Estadual de Cultura/Governo de Pernambuco.

Lula reúne bancada do PT e cobra posição firme contra impeachment

Agência Brasil – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva cobrou hoje (15) uma posição “firme” e contundente” da bancada do PT na Câmara contra as investidas da oposição para pedir o impeachment da presidenta Dilma Rousseff, conforme informou o líder do partido na Casa, Sibá Machado (AC). Lula se reuniu na tarde desta quinta-feira […]

Agência Brasil – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva cobrou hoje (15) uma posição “firme” e contundente” da bancada do PT na Câmara contra as investidas da oposição para pedir o impeachment da presidenta Dilma Rousseff, conforme informou o líder do partido na Casa, Sibá Machado (AC).

Segundo Sibá Machado, Lula pediu para o partido não tratar o impeachment como brincadeira
Segundo Sibá Machado, Lula pediu para o partido não tratar o impeachment como brincadeira

Lula se reuniu na tarde desta quinta-feira com os deputados petistas. De acordo com o líder, o ex-presidente orientou a bancada a partir para o enfrentamento com a oposição. “Ele orientou a bancada a não aceitar, como diz o ditado, ‘a não levar gato ensacado para casa.” “Não tem essa sobre impeachment. É bateu, levou.”

Sibá Machado afirmou que a oposição não vai “levar o golpe na caneta”. Ele classificou como vexatória a tentativa da oposição de afastar Dilma por conta das chamadas pedaladas fiscais. O líder defendeu a prática do governo com o argumento de que ela serviu para garantir o pagamento de benefícios sociais, como o Bolsa Família.

Segundo Sibá, Lula fez um chamado para que o partido não trate o tema do impeachment como “brincadeira”. Segundo ele, o partido vai se “arregimentar para o embate que for necessário” com a oposição, além de envolver a sociedade e movimentos sociais no tema.

Machado avaliou o encontro como “muito positivo” e negou que Lula tenha vindo a Brasília para costurar um acordo com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para que ele não leve adiante o pedido de impeachment feito pela oposição.”Não sei de onde está vindo esse tipo de conversa.”

Sibá informou ainda que não há qualquer orientação para que a bancada do PT atue no Conselho de Ética de modo a blindar Cunha na representação protocolada pelo PSOL e Rede Sustentabilidade na terça-feira (13).

“Esse assunto [blindagem a Cunha] nós nem estamos tratando. A comissão [para investigar o presidente da Câmara] vai se instalar e quem está lá no Conselho de Ética sabe das responsabilidades que tem. Não terei esse tipo de conversa com minha bancada, com os que estão lá”, acrescentou Machado.

De acordo com o petista, o encontro de Lula com a bancada teve por objetivo debater o cenário político, mas não tinha uma pauta específica. A reunião teve participação de 12 integrantes da bancada. “Sempre temos esse bate-papo com a bancada, sem pauta ajustada previamente, quando Lula vem a Brasília.

Instituto Lula

Após o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), negar acordo com o governo para arquivar pedidos de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva também afirmou que não promove articulações com Eduardo Cunha.

Por meio de nota à imprensa, o Instituto Lula informou que o ex-presidente “não participa nem estimula qualquer articulação para supostamente ‘proteger’ o presidente da Câmara em procedimento do Conselho de Ética”.

Após a Procuradoria-Geral da República confirmar que Eduardo Cunha e familiares têm contas na Suíça e que teriam recebido dinheiro fruto do esquema de corrupção na Petrobras, o PSOL e a Rede entraram com pedido de cassação do deputado no Conselho de Ética.

“Lula não manteve encontros ou reuniões neste sentido com parlamentares do PT nem com políticos de outros partidos. O ex-presidente considera que este assunto compete ao Legislativo e ao Judiciário, dentro da lei e da Constituição”, concluiu a nota do instituto.