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Após pico no início do mês, vacinação contra Covid desacelera no Brasil

Por André Luis

Entre os dias 15 e 31 de março a média móvel de doses aplicadas diariamente passou de 343.916 para 700 mil doses

Folhapress

A aplicação de vacinas contra a Covid-19 no Brasil está, mais uma vez, estagnada. Desde 1º de abril, quando o país registrou mais de 1 milhão de doses (somadas primeiras e segundas doses) aplicadas pela primeira vez, o ritmo da imunização no país parou de crescer continuamente.

Pouco antes, o país tinha vivido uma aceleração nas aplicações. A média móvel de doses deu um salto logo após a confirmação da saída de Eduardo Pazuello do Ministério da Saúde em 15 de março. Naquele dia, a média se encontrava em 343.916 doses por dia. No dia 31 do mesmo mês, chegou a 700 mil doses diárias.

Essa aceleração na vacinação ocorreu logo após a liberação, pelo Ministério da Saúde, do uso dos imunizantes que estavam reservados para a segunda dose.

A média móvel é calculada pela soma do total de doses dos últimos sete dias e pela divisão do resultado por sete. A média é usada para suavizar as variações diárias de registros, que podem sofrer com atrasos por causa de finais de semana e feriados.

Antes da saída de Pazuello, substituído pelo médico cardiologista Marcelo Queiroga, o país já convivia com uma longa estagnação da aplicação das vacinas. Com apenas dois imunizantes diferentes disponíveis e sujeitos a atrasos por causa dos insumos importantes, a demora do governo Jair Bolsonaro (sem partido) para comprar diferentes vacinas foi alvo de críticas.

Até os primeiros dias de março, a média móvel de sete dias de doses aplicadas ficava, em geral, abaixo de 250 mil. A partir do dia 3 daquele mês, porém, houve um leve crescimento, e a média se solidificou na casa de 300 mil doses diárias.

Até o momento, o Brasil só aplica as vacinas Coronavac, da farmacêutica Sinovac, produzida pelo Instituto Butantan, e a vacina da Universidade de Oxford com a farmacêutica AstraZeneca, produzida pela Fiocruz.

Além dessas duas, a vacina da Pfizer/BioNTech já recebeu registro definitivo de uso no país e a da Janssen, braço farmacêutico da Johnson & Johnson, recebeu autorização para uso emergencial.

A assinatura de contrato para compra dessas duas últimas vacinas é recente e coincide com o processo de troca do ministro da Saúde. Apesar de já ter desembolsado R$ 1,7 bilhão pelos imunizantes, o país ainda não recebeu os 138 milhões de doses compradas.

Os problemas com a vacinação ocorrem até mesmo com as vacinas que têm sustentado a campanha de imunização no Brasil. No caso da vacina de Oxford, foram constantes os atrasos na entrega das doses, o que fez com que a maior parte da imunização no país dependesse da Coronavac –que também sofre com eventuais atrasos, causados principalmente pela necessidade de importação da China do IFA (ingrediente farmacêutico ativo). Assim, a paralisação da vacinação em algumas capitais por falta de doses tem sido comum.

Nesta semana, diante dos claros problemas de aquisição e aplicação de vacinas, Queiroga deu um novo prazo para chegar ao fim a imunização somente dos grupos prioritários no país: até setembro. O prazo anterior, informado por Pazuello, era que os grupos prioritários fossem imunizados até maio.

Outras Notícias

Gazeta faz debate histórico com Fredson e George

Foi um sucesso de audiência o primeiro debate da Gazeta FM com candidatos à Prefeitura de São José do Egito. Frente a frente, George Borja (PSB) e Fredson Brito (Republicanos) debateram o futuro de São José do Egito. Em linhas gerais, dado o nível dos candidatos,  o debate foi equilibrado,  com motes bem definidos. Fredson […]

Foi um sucesso de audiência o primeiro debate da Gazeta FM com candidatos à Prefeitura de São José do Egito.

Frente a frente, George Borja (PSB) e Fredson Brito (Republicanos) debateram o futuro de São José do Egito.

Em linhas gerais, dado o nível dos candidatos,  o debate foi equilibrado,  com motes bem definidos.

Fredson criticou o ciclo Evandro Valadares e Paulo Jucá a frente da prefeitura,  e cobrava de George a responsabilidade por integrar o grupo. O governista dizia que,  apesar de nome do bloco, não poderia responder por uma gestão da qual ele não participou, defendendo que também há avanços,  no discurso de que “o que tá bom continua,  o que está ruim, não”.

Mais a frente,  já na reta final do embate,  George falou do palanque de Fredson e quis saber qual seria a participação de alguns de seus familiares, como primos, no governo. Fredson disse que chegou até ali sem compromisso com nenhum deles nesse sentido.

Das acusações,  Fredson disse que faltou resolutividade apesar de milhões captados na Saúde,  voltando a criticar Paulo Jucá.  Também acusou a gestão de compra sem respeitar o rito legal de combustíveis.  George rebateu dizendo novamente não fazer parte da gestão,  e disse que no palanque de Fredson,  haviam acusações de desmandos,  referência indireta à gestão de João de Maria na Câmara.

Em um dos momentos,  Zé Marcos e o filho, Marquinhos,  foram invocados como exemplo de um passado de uma gestão desastrosa por George. “E você defende esse modelo”, acusou. Fredson rebateu dizendo ter orgulho de Zé Marcos na chapa e que parte das obras que ele deixou, o ciclo Evandro abandonou,  como o Parque de Exposições.

O prefeito de Brejinho, Gilson Bento, Geverson Ricardo, uma declaração da esposa de Fredson,  Lúcia Lima, também apareceram no debate com acusações e defesa em relação a temas como compra de combustíveis,  parceria com futuro governo e número real de partos no Hospital Maria Rafael de Siqueira.

No final,  num gesto democrático,  os candidatos se deram as mãos e foram, após a avaliação do debate,  ao encontro de suas militâncias.

Mediado por este jornalista,  o debate teve envolvimento de toda a equipe da Gazeta FM,  com Jonas Cassiano (assessor jurídico), Jéssica Souza, Erbimael Andrade, Léo Júnior,  Carlos Júnior, Flávia Gomes, Marcelo Patriota e coordenação de Gilberto Rodrigues.

Fisioterapeuta promete tratamento revolucionário para a dor

Por André Luis Post patrocinado O fisioterapeuta Cleiton Leite, foi o entrevistado do Debate das Dez da Rádio Pajeú FM, desta terça-feira (03.03). Ele que é especialista nas lesões biomecânicas da coluna, reabilitação de joelhos e quadril, pela Universidade Einstein da Bahia, tem curso de formação no Atendimento a Pacientes com Hérnias de Disco, pelo […]

Por André Luis

Post patrocinado

O fisioterapeuta Cleiton Leite, foi o entrevistado do Debate das Dez da Rádio Pajeú FM, desta terça-feira (03.03). Ele que é especialista nas lesões biomecânicas da coluna, reabilitação de joelhos e quadril, pela Universidade Einstein da Bahia, tem curso de formação no Atendimento a Pacientes com Hérnias de Disco, pelo Instituto da Coluna em São Paulo e formação do Tratamento da dor na Escola Hygth Massage, na Virgínia Estados Unidos, falou sobre as dores crônicas.

Falando sobre evolução no tratamento para dor, Cleiton disse que tem evoluído bastante e que tem acompanhado essa evolução de perto “buscando sempre o que há de melhor exatamente no tratamento da dor do paciente que nos procura. E aliás só nos procura devido à dor”, disse.

O fisioterapeuta disse que esteve recentemente nos Estados Unidos buscando tecnologias e novos conhecimentos para tratar a queixa da dor e disse que está trazendo um tratamento com Ozonioterapia, que apesar de ser bastante usado nos EUA, tem sua origem na Alemanha.

Ozonioterapia é uma ferramenta terapêutica utilizada para o tratamento de dor lombar associada a hérnia de disco lombar. “É um tratamento bastante antigo, porem no Brasil está sendo difundido ainda e foi liberado agora, há aproximadamente um ano para que a nossa área de reabilitação pudesse usar no tratamento da dor e a resposta tem sido simplesmente maravilhosa”, explicou.

Claiton garante que não é algo especulativo. “Já existe uma soma de profissionais da área da saúde que já usam. Realmente já foi provado, inclusive com resultados científicos” garante.

Claiton Leite está atendendo na Clínica Bandeira, na Aparício Veras (Rua da Casa de Saúde).

Afogareta terá inédito vídeo monitoramento na Avenida

O Afogareta 2018 terá um sistema de vídeo monitoramento inédito em sua vigésima edição. A informação foi confirmada em conversa com o organizador do evento, Ney Quidute, falando ao blog esta manhã. Segundo ele, uma parceria fechada com a empresa CSS Pajeú vai garantir a instalação de 50 câmeras de vídeo-monitoramento que auxiliará o trabalho […]

O Afogareta 2018 terá um sistema de vídeo monitoramento inédito em sua vigésima edição. A informação foi confirmada em conversa com o organizador do evento, Ney Quidute, falando ao blog esta manhã.

Segundo ele, uma parceria fechada com a empresa CSS Pajeú vai garantir a instalação de 50 câmeras de vídeo-monitoramento que auxiliará o trabalho da Polícia Militar na segurança do evento. Outra novidade é que dentre elas, três são do tipo speed dome, que tem um zoom capaz de identificar e prevenir eventuais incidentes no evento. “Pelo perfil do Afogareta, que reúne pais, filhos, muitos jovens, temos preocupação muito grande com a segurança. Se o evento chegou a essa edição sem maiores incidentes, é preciso cada vez investir mais para manter essa tradição de um evento tranquilo”, disse Ney.

Outra garantia é da segurança privada, com cerca de 50 homens auxiliando a PM. Segundo Ney, a formatação do evento em formato um pouco diferente dos anos anteriores vai trazer uma necessidade diferenciada. Um dos exemplos é que com camarotes de um lado e outro da via no início do sistema viário, onde o trio vai tocar exclusivamente para os associados do bloco, a equipe vai ter a finalidade de garantir a segurança dos foliões dentro desse espaço.

Horário: Nei evitou adiantar se haverá mudanças no horário previsto do evento, mas mostrou confiança em uma solução que favoreça o que historicamente ocorre no bloco. Há poucos dias a SDS anunciou um plano de segurança para o carnaval e período pré-carnavalesco. Se seguido a risca, o Afogareta por exemplo teria que ter suas atividades encerradas à meia noite.

Instalação de câmeras de alta resolução auxiliará trabalho da PM

Mas a tradição do evento, o histórico de tranquilidade e a discussão do tema entre representantes do sistema de segurança podem trazer novidades e manter o horário limite entre uma e duas da madrugada. “Só posso me manifestar quando houver uma posição oficial”, limitou-se.

Atrações: dia 12 de janeiro, sexta, a atração será Selva Branca, que segue na mesma linha que Chiclete com Banana, tendo inclusive sido homenageado pela banda em uma música de nome análogo. O grupo vem depois do sucesso no Afogareta 2017.

Dia 13, sábado, a atração será a Banda Psirico,  liderado por Márcio Victor, percussionista famoso por trabalhos anteriores com grandes artistas da música brasileira. Dia 14, domingo, a atração que fecha o Afogareta será Avinny Vinny.

Governador e superintendente regional da Codevasf debatem segurança hídrica para o São Francisco

Sistema de bombeamento para o Lago de Sobradinho prestes a sair do papel A segurança hídrica no Sertão do São Francisco foi o tema central de uma conversa entre o governador Paulo Câmara e o superintendente regional da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) em Petrolina, Luciano Fernandes de […]

Miguel Coelho, Gov. Paulo Câmara e Luciano Fernandes

Sistema de bombeamento para o Lago de Sobradinho prestes a sair do papel

A segurança hídrica no Sertão do São Francisco foi o tema central de uma conversa entre o governador Paulo Câmara e o superintendente regional da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) em Petrolina, Luciano Fernandes de Albuquerque, nesta terça-feira (15).

Realizado no Palácio do Campo das Princesas, o encontro teve a presença do deputado estadual Miguel Coelho.

Outro assunto que entrou na pauta da reunião foi a pactuação de ações conjuntas entre o Estado e o órgão no sentido de fortalecer o abastecimento de água na região, medida que contribuirá para reduzir os efeitos da estiagem prolongada.

A situação do Lago de Sobradinho, que está com a capacidade em torno de 10%, foi o principal tema da reunião. Como novidade a participação do Governo do Estado para agilizar o processo de instalação do sistema de captação de água com bombas flutuantes. O lago é determinante para municiar áreas como Itaparica, do qual depende a Adutora do Pajeú.

Para executar o sistema de flutuantes, são necessários cerca de R$ 38 milhões. O Governo Federal já tinha garantido a maior parte dos recursos e agora o Estado complementará os investimentos para a instalação das bombas que farão a captação das águas em Sobradinho. “O superintendete da Codevasf nos adiantou que a verba já está liberada pelo Ministério da Integração e com essa sinalização do Governo do Estado, o projeto poderá ser executado com maior agilidade”, explicou o deputado Miguel Coelho.

Com mais dois óbitos por Covid-19, Sertão do Pajeú totaliza 168

Flores e São José do Egito registraram novos óbitos nas últimas 24h. Por André Luis De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados nesta terça-feira (03.11), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, a região totaliza 9.845 casos confirmados de Covid-19.  Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua liderando o número […]

Flores e São José do Egito registraram novos óbitos nas últimas 24h.

Por André Luis

De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados nesta terça-feira (03.11), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, a região totaliza 9.845 casos confirmados de Covid-19. 

Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua liderando o número de casos na região e conta com 4.535 confirmações. Logo em seguida, com 1.169 casos confirmados está Afogados da Ingazeira, Tabira conta com 860, São José do Egito está com 853, Triunfo tem 348, Carnaíba está com 322 e Santa Terezinha tem 293.

Itapetim tem 202, Flores está com 185, Calumbi está com 180 casos, Quixaba e Brejinho 164 cada, Iguaracy tem 160, Solidão tem  129, Tuparetama tem 112, Santa Cruz da Baixa Verde está com 96 e Ingazeira está com 68 casos confirmados.

Mortes – Com mais uma morte registrada em Flores e uma em São José do Egito, a região tem no total, 168 óbitos por Covid-19. Todas as dezessete cidades da região registraram mortes. São elas: Serra Talhada tem 61, Afogados da Ingazeira tem 15, Triunfo tem 12, Tabira e Carnaíba tem 11 óbitos cada, São José do Egito tem 10, Santa Terezinha tem 8, Flores tem 8, Iguaracy e  Tuperatema, tem 7 óbitos cada, Itapetim tem 6, Quixaba tem 4, Brejinho tem 3, Calumbi tem 2, Ingazeira e Santa Cruz da Baixa Verde tem 1 óbito cada.

Recuperados – A região conta agora com 9.020 recuperados. O que corresponde a 91,62% dos casos confirmados. 

O levantamento foi fechado às 08h20 desta quarta-feira (04.11), com os dados Fornecidos pelas secretarias de saúde dos municípios.