Prefeito de Serrita trava queda de braço com servidores concursados
Por André Luis
O Prefeito do Município de Serrita-PE, Aleudo Benedito (MDB), recorreu ao Tribunal de Justiça de Pernambuco para tentar reformar a decisão do Juiz da Vara da Comarca de Serrita que determinou a reintegração dos servidores nomeados através do concurso 01/2015, servidores estes que foram exonerados através de um Decreto publicado pelo atual prefeito no seu primeiro dia de gestão (Decreto nº 04/2021).
O Prefeito, ao invés de reconhecer a ilegalidade do seu Decreto e cumprir a ordem judicial na íntegra, optou por contratar um Escritório de Advocacia de Recife-PE específico para a causa, para que o mesmo se posicionasse contra os servidores concursados.
Vale destacar que o próprio Tribunal de Justiça de Pernambuco já decidiu que o Decreto nº 04/2021 é ilegal e que a Procuradoria de Justiça de Pernambuco também já se posicionou de forma contrária ao Decreto publicado pelo Prefeito, tudo no sentido favorável à reintegração dos aprovados no Concurso Público.
Caso o Prefeito não reintegre os servidores no prazo de até 10 (dez) dias, o mesmo será punido com multa diária e poderá responder por crime de desobediência.
O ex-prefeito de Afogados da Ingazeira e pré-candidato a prefeito do município, Totonho Valadares (MDB), recebeu presidente e vice do Afogados FC, João Nogueira e Josinaldo dos Anjos. Segundo Totonho numa rede social, a reunião tratou da doação de uma área de titularidade do emedebista para a construção de um Centro de Treinamento – CT […]
O ex-prefeito de Afogados da Ingazeira e pré-candidato a prefeito do município, Totonho Valadares (MDB), recebeu presidente e vice do Afogados FC, João Nogueira e Josinaldo dos Anjos.
Segundo Totonho numa rede social, a reunião tratou da doação de uma área de titularidade do emedebista para a construção de um Centro de Treinamento – CT para o clube.
A estruturação deve ficar a cargo do clube, que conta com os recursos da premiação pela passagem à terceira fase da Copa do Brasil. A imagem mostra Totonho apresentando a planta da área aos dirigentes.
O presidente da República, Michel Temer, afirmou neste sábado (8) que volta ao Brasil “tranquilíssimo” depois de participar de reunião da cúpula do G20, grupo que reúne as 20 principais economias do mundo, em Hamburgo, na Alemanha. Temer decidiu voltar ao Brasil antes do encerramento oficial do evento. Ele embarcou para Brasília na manhã deste […]
O presidente da República, Michel Temer, afirmou neste sábado (8) que volta ao Brasil “tranquilíssimo” depois de participar de reunião da cúpula do G20, grupo que reúne as 20 principais economias do mundo, em Hamburgo, na Alemanha.
Temer decidiu voltar ao Brasil antes do encerramento oficial do evento. Ele embarcou para Brasília na manhã deste sábado.
A declaração do peemedebista acontece em meio ao pior momento de Temer na Presidência da República. Na próxima segunda-feira (10), o deputado Sérgio Zveiter (PMDB-RJ), deve apresentar à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara seu relatório sobre denúncia contra o presidente.
O parlamentar do Rio de Janeiro é considerado pelo Palácio do Planalto como integrante da ala independente do PMDB.
Na semana passada, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou o presidente ao Supremo Tribunal Federal (STF). Janot acusa o presidente de ter praticado corrupção passiva com base nas delações dos donos e executivos da holding J&F, controladora do grupo JBS.
Caberá ao plenário da Câmara decidir se a peça do Ministério Público seguirá ou não para o Supremo (para isso, precisa do apoio mínimo de 342 parlamentares).
Se chegar ao STF e os ministros da Corte aceitarem a denúncia, Temer, então, vai virar réu e será afastado do mandato por até 180 dias. Nessa hipótese, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), assume interinamente por ser o primeiro na linha sucessória.
Mesmo com a crise política, questionado por jornalistas sobre se voltava ao Brasil tranquilo, Temer respondeu que estava “tranquilíssimo”. Ele afirmou ainda que vai “continuar trabalhando” para fazer com que “todos fiquem em paz”.
“Continuar trabalhando pelo país, fazendo a economia crescer, como está crescendo, sem nenhum problema. E fazendo com que todos fiquem em paz”, declarou o presidente.
A previsão é de que Temer desembarque em Brasília por volta das 18h15 deste sábado. Na capital federal, o peemedebista terá de retomar os esforços para barrar o avanço da denúncia na Câmara.
Nesta semana, cresceu o movimento dentro do PSDB, um dos principais partidos da base de Temer, de desembarque do governo. O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) disse que a legenda paga um preço “altíssimo” ao manter apoio ao governo “mais impopular da história”.
Agência Brasil – O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato, afirmou, em nota à imprensa, que a decisão tomada ontem (17) pelo Supremo Tribunal Federal (STF) permitindo a execução de uma sentença penal, para quem for condenado pela segunda instância da Justiça, “fechou uma das janelas da impunidade no processo […]
Na avaliação do juiz, o STF resgatou a efetividade do processo penal brasileiro e reinseriu o país nos parâmetros internacionalmente utilizados em matéria penal
Agência Brasil –O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato, afirmou, em nota à imprensa, que a decisão tomada ontem (17) pelo Supremo Tribunal Federal (STF) permitindo a execução de uma sentença penal, para quem for condenado pela segunda instância da Justiça, “fechou uma das janelas da impunidade no processo penal brasileiro”.
Na avaliação do juiz, o STF resgatou a efetividade do processo penal brasileiro e reinseriu o país nos parâmetros internacionalmente utilizados em matéria penal. “No processo penal, assim como no cível, há partes, o acusado e a vítima de um crime. Ambos têm direito a uma resposta em um prazo razoável. O inocente para ser absolvido. O culpado para ser condenado. Não há violação da presunção de inocência já que a prisão opera somente após um julgamento condenatório, no qual todas as provas foram avaliadas, e ainda por um Tribunal de Apelação”, argumenta Moro.
O entendimento definido pela maioria do STF coincide com a proposta do juiz. Em suas decisões e em audiências públicas no Congresso Nacional, Moro defendeu a prisão imediata de pessoas condenadas em segunda instância, mesmo que ainda estejam recorrendo aos tribunais superiores.
Ontem, por 7 votos a 4, o Supremo decidiu que pessoas condenadas em segunda instância devem começar a cumprir pena antes do trânsito em julgado do processo (final do processo). Com a decisão, um condenado poderá iniciar o cumprimento da pena se a Justiça de segunda instância rejeitar o recurso de apelação e mantiver a condenação definida pela primeira instância.
A decisão do STF poderá ser aplicada nos casos de condenações de investigados na Lava Jato, como o do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, o ex-diretor da Petrobras Renato Duque, ex-deputados e executivos de empreiteiras que não fizeram acordo de delação.
As condenações foram assinadas pelo juiz e os recursos serão julgados pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, sediado em Porto Alegre. Em suas decisões, os desembargadores têm mantido a maioria das condenações de Moro.
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) criticou a decisão por entender que a Constituição proíbe a prisão, para cumprimento da pena, enquanto houver possibilidade de recorrer da sentença. A entidade ressaltou que o alto índice de reforma das decisões de segunda instância pelos tribunais superiores.
“A entidade respeita a decisão do STF, mas entende que a execução provisória da pena é preocupante em razão do postulado constitucional e da natureza da decisão executada, uma vez que eventualmente reformada, produzirá danos irreparáveis na vida das pessoas encarceradas injustamente”, declarou a OAB.
Com informações de Rodrigo Lima Afogados da Ingazeira completou, no último domingo, 109 anos de uma trajetória marcada pela politização do seu povo e pelo progresso de seu território. Um povo ordeiro, acolhedor, que tem no trabalho e na fé, suas marcas diárias. O Prefeito José Patriota e o Vice, Alessandro Palmeira, acompanhados de suas […]
Afogados da Ingazeira completou, no último domingo, 109 anos de uma trajetória marcada pela politização do seu povo e pelo progresso de seu território. Um povo ordeiro, acolhedor, que tem no trabalho e na fé, suas marcas diárias.
O Prefeito José Patriota e o Vice, Alessandro Palmeira, acompanhados de suas respectivas esposas, assistiram à missa celebrada pelo padre Gilvan Bezerra. Em seguida, ao lado de vereadores e secretários municipais, Patriota comandou a cerimônia tradicional do corte do bolo em celebração ao aniversário da cidade.
O bolo dos 109 anos homenageou a Barragem de Brotas, construída em 1976, e que após 6 anos de seca voltou a sangrar, sendo destaque em jornais do Estado como o um belo cartão postal do Sertão do Pajeú.
O bolo foi confeccionado pelo artista plástico Edgley Brito; pelo eletricista, Janaildo Mendes, o marceneiro, Júnior Brit; e a arte em doce Cris & Mô,.
Com dois metros e vinte centímetros de comprimento, pesando cerca de 500 quilos, o bolo foi um dos mais belos e criativos já realizados durante a tradicional cerimônia.
Após o brinde pelo aniversário, o bolo foi distribuído com a população presente.
Após o brinde com os vereadores Raimundo Lima, Reinaldo Lima, Luís Besourão, Augusto Martins, Sargento Argemiro, Igor Mariano, o ex-chefe de gabinete do Governo de Pernambuco, João Campos, a vereadora do Recife, Aline Mariano, e demais autoridades do município, o prefeito destacou:
“Esse bolo representa a criatividade do povo Afogadense. Representa o desenvolvimento da nossa cidade, o quanto o nosso povo é forte e talentoso. Por isso, trabalhamos em equipe, ouvindo o povo, para que possamos acertar mais e realizar as conquistas que a nossa querida afogados tanto merece”, disse Patriota.
Entrega da Iluminação – Durante a solenidade do corte do bolo também foi entregue a nova iluminação de LED da Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara, composta por 8 postes grandes (com 400 watts de potência); 36 postes rebatedores (com 50 watts de potência); 71 RGB coloridos (com 30 watts de potência) e 12 novas luzes nos canteiros com uma potência de 50 watts cada.
O LED instalado representa mais eficiência luminosa e mais economia na conta de energia paga pela Prefeitura.
Félix Fischer revogou prisão domiciliar e mandou ex-assessor de Flavio Bolsonaro voltar para a cadeia. Fabrício Queiroz deixou casa no Rio nesta sexta para fazer exame. Por Márcio Falcão e Fernanda Vivas, TV Globo — Brasília O ministro Félix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), afirmou em decisão que Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador […]
Félix Fischer revogou prisão domiciliar e mandou ex-assessor de Flavio Bolsonaro voltar para a cadeia. Fabrício Queiroz deixou casa no Rio nesta sexta para fazer exame.
Por Márcio Falcão e Fernanda Vivas, TV Globo — Brasília
O ministro Félix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), afirmou em decisão que Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flavio Bolsonaro (Republicanos-RJ), não comprovou ter a saúde debilitada e tentou destruir provas. Diante disso, Fischer entendeu que a “única medida apropriada” é a prisão preventiva.
Nesta quinta-feira (13), Fischer revogou a prisão domiciliar de Queiroz e mandou o ex-assessor de Flavio Bolsonaro voltar para a cadeia. A decisão também vale para a mulher de Queiroz, Márcia de Aguiar.
Mais cedo, nesta sexta (14), Queiroz saiu de casa na Zona Oeste do Rio de Janeiro para fazer exame médico (veja no vídeo mais abaixo). No início da tarde, ele retornou para casa.
Fabrício Queiroz é alvo de investigação sobre o suposto esquema de “rachadinhas” na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) quando Flavio Bolsonaro era deputado estadual. Os dois negam as acusações.
Saúde de Queiroz
Ao analisar a situação de Fabrício Queiroz, Félix Fischer argumentou que, embora haja informações sobre o quadro de saúde do ex-assessor de Flavio Bolsonaro, os dados referem-se ao passado, e não ao momento atual.
“A documentação não dá conta de que o paciente atualmente enfrenta estado de saúde extremamente debilitado e de que eventual tratamento de saúde não poderia ser realizado na penitenciária ou respectivo hospital de custódia. Situação como um todo que, de qualquer forma, deveria ter sido debatida na origem, soberana na análise de fatos e provas, sob pena de indevida supressão de instância”.
Na decisão do dia 9 de julho, que concedeu a prisão domiciliar a Queiroz e à mulher, o presidente do STJ, João Otávio de Noronha, afirmou que as condições pessoais e de saúde do ex-assessor não recomendavam que ele permanecesse na cadeia.
Provas
Segundo Félix Fischer, há indicações de que o casal: “Articulou e trabalhou arduamente, em todas as frentes, para impedir a produção de provas e/ou realizar a adulteração/destruição destas.”
Fischer também afirmou: “São inúmeros os trechos que, em tese, identificam uma verdadeira organização, com divisão de tarefas e até mesmo certa estrutura hierárquica (os pacientes obedeciam a diretrizes de pessoa indigitada de “ANJO”, um “superior hierárquico”).”
Na decisão que determinou o retorno do casal à prisão, Fischer citou as ações que atrapalharam a investigação: testemunhas e investigados foram instruídos a não prestar declarações de forma “eficaz”; há relatos de adulteração de folhas de ponto de servidores que estariam em atuação irregular na Alerj; “as manobras acima transcritas, para impedir a própria localização/rastreamento pela polícia, saltam aos olhos”.
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