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Prefeito de Salgueiro esquece decoro em farra com trio

Por Nill Júnior

 

O prefeito de Salgueiro, Clebel Cordeiro (MDB), exagerou nas comemorações do seu aniversário, domingo passado.

De acordo com vídeo que “corre trecho” nas redes sociais, o prefeito acompanhava pelas ruas o trio elétrico contratado por ele para a festa e se empolgou.

Tirou a camisa para dançar no meio do povo sem largar a latinha de cerveja na mão, conforme publicação do Blog do Magno.

Os prefeitos ao que parecem não estão ligando para decoro no Sertão. Em julho, o  gestor de Santa Terezinha, Vaninho de Danda, foi flagrado no João Pedro tomando wisky no gargalo e agredindo seu adversário e presidente da Câmara, Doutor Júnior.

Outras Notícias

LW nega terceirizar responsabilidades sobre Cine Rio Branco

Prezado Nill Júnior, Sobre reportagem acerca do Cine rio Branco, gostaríamos de esclarecer que Arcoverde nos conhece e sabe que não terceirizamos responsabilidades. Se assim fosse, deveria se cobrar do gestor que fez a reforma e a entregou de forma inacabada em 2012. Quanto a informação de que a situação interna é pior ou não, […]

Prezado Nill Júnior,

Sobre reportagem acerca do Cine rio Branco, gostaríamos de esclarecer que Arcoverde nos conhece e sabe que não terceirizamos responsabilidades. Se assim fosse, deveria se cobrar do gestor que fez a reforma e a entregou de forma inacabada em 2012. Quanto a informação de que a situação interna é pior ou não, é mera especulação política sem fundamento e sem preocupação verdadeiramente com esse grande patrimônio de Arcoverde.

Há apenas um ano e três meses efetivamente à frente da prefeitura, demonstramos toda a preocupação em recuperar o Cine Rio Branco ao determinar o estudo, elaboração do projeto e obra para tal e vamos fazê-la. Infelizmente a administração pública tem suas regras, leis de licitações, prazos que não podemos atropelar, mesmo que os que estão do outro lado achem que se possa, a lei tem que ser cumprida.

Pra finalizar, quanto ao projetor e demais equipamentos que integram o cinema, estão todos guardados, preservados para que sejam instalados assim que entregarmos o Cine de volta ao povo de Arcoverde.

Lamentamos que pessoas de má fé, movidos por questões políticas-eleitorais estejam alimentando o blog com mentiras e informações distorcidas, sem a devida ouvida do contraditório como manda o bom jornalismo, mas temos a certeza de que a verdade sempre prevalecerá.

Desde já convidamos o nobre redator para que possa conhecer não somente o projeto de recuperação do Cine Rio Branco, mas de todos que integram no programa Arcoverde de Portas Abertas para o Futuro, que tem ainda a reforma da Estação Ferroviária, a estruturação do Cruzeiro Novo, a reforma do teatro municipal, o maior Parque Verde do Sertão pernambucano, entre outros.

Wellington Maciel

Prefeito de Arcoverde

Projeto leva quase 2000 crianças ao teatro

Em Serra Talhada, foi finalizado neste último dia 17 de junho, terça, o projeto “A Escola Vai ao Teatro”, que levou quase 2000 crianças para ver de perto a arte mais antiga do mundo, o teatro. O projeto, que teve início no dia 15 de maio, nestes pouco mais de 30 dias levou para o […]

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Em Serra Talhada, foi finalizado neste último dia 17 de junho, terça, o projeto “A Escola Vai ao Teatro”, que levou quase 2000 crianças para ver de perto a arte mais antiga do mundo, o teatro.

O projeto, que teve início no dia 15 de maio, nestes pouco mais de 30 dias levou para o ambiente do teatro alunos de 16 escolas municipais, dando-lhes a oportunidade de conhecer de perto uma sala de espetáculo.

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Para Edmar Júnior, secretário de Educação do Município, essa integração das artes com a educação tem sido muito proveitosa, “o retorno está sendo apresentado em sala de aula, tanto que os nossos índices tem melhorado muito e, isso devemos a estes trabalhos extra classe”, declarou ele.

No encerramento do projeto os alunos da escola Vicente Inácio, do Bairro Mutirão puderam assistir ao espetáculo “O Reizinho da Fome”, ” e se encantaram, e porque não dizer, nos encantaram. Participaram ativamente da peça. Foi uma experiência positiva que certamente vamos repetir”, disse Karine Gaya, diretora do CDPST e uma das idealizadoras do projeto.

Tuparetama premia vencedor do campeonato rural de futebol

A Prefeitura de Tuparetama informa em nota ao blog, que pagou a premiação de R$ 1.000,00 reais ao campeão do 1º Campeonato Rural de Futebol de Campo de Tuparetama 2018, o Corinfla, nesta sexta-feira (18). O Cheque desta premiação foi entregue por Fernando Marques, secretário de Cultura, Desporto e Turismo, ao proprietário e técnico do […]

A Prefeitura de Tuparetama informa em nota ao blog, que pagou a premiação de R$ 1.000,00 reais ao campeão do 1º Campeonato Rural de Futebol de Campo de Tuparetama 2018, o Corinfla, nesta sexta-feira (18). O Cheque desta premiação foi entregue por Fernando Marques, secretário de Cultura, Desporto e Turismo, ao proprietário e técnico do Corinfla, Edivan de Souza.

O 2º colocado do campeonato foi o Brilhantes, que recebeu a premiação de R$ 700,00, entregue no final da decisão, realizada, em 30 de dezembro de 2018, na Arena Sanaú na Zona Rural do Cantinho. “Em 2019, o intuito da Secretaria é fazer um campeonato ainda maior”, disse Marques.

Segundo o secretário, este campeonato foi realizado na Zona Rural, em 2018, para incentivar os atletas e oferecer atrações de lazer ao moradores. “Porque possibilita as comunidades torcerem por os times em casa”, disse.

De acordo com Cassiano Feitoza, Diretor de Esportes da Secretaria de Cultura, Desporto e Turismo, em 2019 este campeonato deve ter uma premiação maior com a final sendo realizada no Estádio Municipal Lucena Chalega. “A final tem que ter um brilho maior e o estádio tem o gramado, a estrutura, os próprios atletas cobram uma final no estádio”, disse.

O jogo da final acabou empatado em 1 a 1, sendo decidido nos pênaltis, com o Corinfla ganhando de 5 a 3 do Brilhantes, se consagrando campeão pela a 1º vez de um campeonato municipal.

Participaram do 1º Campeonato Rural de Futebol de Campo de Tuparetama 7 equipes: Independente da Zona Rural do Seixo,  Sanaú da Zona Rural do Cantinho, Corinfla da Zona Rural do Cajueiro, União do Distrito de Santa Rita, Brilhantes da Zona Rural do Cantinho, Sport da Zona Rural do Bonsucesso e Grêmio da Zona Rural da Barriguda.

Apoiadores de Bolsonaro no Recife pedem voto impresso

Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) se encontraram na Avenida Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, em um protesto para pedir a volta do voto impresso nas eleições brasileiras. A manifestação começou por volta das 14h de hoje e, às 14h30, o grupo saiu em caminhada pela via. As informações são do G1-PE. […]

Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) se encontraram na Avenida Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, em um protesto para pedir a volta do voto impresso nas eleições brasileiras.

A manifestação começou por volta das 14h de hoje e, às 14h30, o grupo saiu em caminhada pela via. As informações são do G1-PE.

O ato, realizado simultaneamente em outras cidades brasileiras, foi convocado pelo próprio presidente nas redes sociais. O objetivo é demonstrar pressão popular favorável à Proposta de Emenda Constitucional (PEC), que tramita na Câmara.

A concentração do protesto foi em frente à Padaria de Boa Viagem. O protesto ocorre com manifestantes a pé, de carro e de moto.

Os participantes do protesto, a maioria deles vestindo camisas nas cores verde e amarela, em referência à bandeira brasileira, fecharam a avenida por alguns momentos.

Muitos manifestantes estavam sem máscaras de proteção contra a Covid-19 e houve aglomeração, desrespeitando o distanciamento social necessário devido à pandemia.

Trios elétricos também foram levados até o local. Em alguns deles, havia faixas com mensagens sobre o pedido da volta do voto impresso.

Operação Lava Jato ameaça contratos de quase US$ 16 bi da Odebrecht no exterior

A crescente onda de rejeição vivida pela Odebrecht no mercado internacional põe em risco contratos de quase US$ 16 bilhões em projetos conquistados nos últimos anos. Até setembro de 2016, dois terços da carteira de obras da empreiteira tinham origem lá fora, em países como Venezuela, Angola e Panamá. Juntos, esses três países tinham mais […]

A crescente onda de rejeição vivida pela Odebrecht no mercado internacional põe em risco contratos de quase US$ 16 bilhões em projetos conquistados nos últimos anos.

Até setembro de 2016, dois terços da carteira de obras da empreiteira tinham origem lá fora, em países como Venezuela, Angola e Panamá. Juntos, esses três países tinham mais obras contratadas com a empresa do que o Brasil.

Embora esteja presente no exterior desde a década de 1970, a política de expansão da Odebrecht para além das fronteiras brasileiras ganhou força nos anos 2000, com apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) à internacionalização das construtoras. Além disso, nessa época, a empresa já era reconhecida pelo alto poder financeiro e know-how – leia-se certificações – para construir quase todo tipo de obra o que colocava a brasileira um degrau acima dos demais concorrentes.

Mas, com a Operação Lava Jato, os contratos no mercado externo começam a se perder. Desde que o Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DoJ) divulgou os dados sobre pagamento de propina da Odebrecht em cada país, a participação que antes era comemorada virou foco de turbulência e preocupação. Alguns países já ameaçaram expulsar a empresa de seus territórios e cancelaram contratos bilionários, como foi o caso do Gasoduto Sul Peruano e a concessão para construir 528 km de estrada na Colômbia.

As decisões têm efeito duplo para a empreiteira e para o grupo. Além de perder a concessão, que representa um contrato de longo prazo para administrar um ativo, a empresa também perde a obra, que rende bilhões de dólares de receita para ela. No caso do gasoduto, no Peru, a construção do projeto representava 10% da carteira de obras da empresa, afirma o analista da agência de classificação de risco Fitch Ratings, Alexandre Garcia. O mesmo deve ocorrer com a rodovia na Colômbia, já que a concessão garantia contrato de construção de mais de 500 km de estrada.

A revolta no exterior tem ocorrido simultaneamente à tentativa de fechamento de acordos de leniência da empresa com os ministérios públicos locais. A esperança é que, com os acordos e a definição das multas, a empresa mantenha outros contratos importantes. Até agora, há pré-contratos firmados com Panamá, República Dominicana, Peru e Colômbia. Os demais países ainda estão em fase preliminar e há aqueles que nem têm interesse de iniciar algum processo de delação.

Por ora, a empresa está proibida de participar de novas licitações em três países: Panamá, Peru e Equador. Nada garante, no entanto, que outras nações façam embargos semelhantes até que a poeira comece a baixar. Nos Estados Unidos, embora não haja denúncia de pagamento de propina, a ação do DoJ exigiu um acordo e estabelecimento de multa. A empresa toca obras de modernização no Aeroporto Internacional de Miami, de uma rodovia no Texas e construções na Louisiana.

Liquidez. A situação no exterior é bastante desconfortável, uma vez que a construtora tem ajudado a bancar a liquidez do grupo. Segundo relatório da Fitch Ratings, entre setembro de 2015 e setembro de 2016, a empreiteira teve de fazer aporte de US$ 350 milhões na controladora por causa das dificuldades para captar recursos no mercado.

A empresa está queimando caixa e não tem conseguido repor o portfólio. Outro fato preocupante é que, além de perder contratos por causa do pagamento de propina, a qualidade da carteira tem se deteriorado. Os melhores projetos estão sendo concluídos e o que tem ficado no portfólio está parado ou em ritmo muito lento.

A Fitch Ratings estima que 42% da carteira da Odebrecht levaria, em média, 19 anos para ser concluída considerando o ritmo atual. Há casos piores, no entanto. Na Venezuela, que detém 24% da carteira da companhia, a empresa poderia levar de 15 a 50 anos para concluir as obras – em outras palavras, isso significa redução de receita.

Alexandre Garcia, da agência de rating, afirma que, além de todos os problemas por causa do escândalo de corrupção, a empresa tem enfrentado situações adversas no exterior que têm interferido n as obras. Uma delas é a queda no preço do petróleo que afeta clientes importantes. “Esse fator prejudica o fluxo de obras em andamento e de novos projetos, como na Venezuela”, diz o analista. Segundo ele, se o cenário não melhorar, a carteira de obras pode cair dos atuais US$ 21 bilhões para algo em torno de US$ 9 bilhões.

Retorno
Em nota, a empresa afirma acreditar que conseguirá manter os contratos e estar livre para conquistar novos projetos assim que consiga firmar acordos de leniência nos países. “Os acordos também facilitarão a obtenção de empréstimos para execução das obras. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.