Prefeito de Olinda diz que apoia Bruno para o Senado
Por Nill Júnior
O prefeito de Olinda, Professor Lupércio (SD), anunciou o seu apoio à candidatura de Bruno Araujo (PSDB) ao Senado.
“Bruno é um homem íntegro, um dos grandes nomes da política brasileira e foi um ministro que sempre se colocou à disposição para ajudar Olinda. Nada mais justo a gente retribuir o apoio a quem sempre se preocupou com a cidade.”
Já Bruno afirmou que o “Professor Lupércio é um dos prefeitos mais bem avaliados do estado. Uma administração que não é de gabinete, uma administração na rua junto ao povo, entregando ações importantes”.
“O meu compromisso aumenta ainda mais com essa confiança que Lupércio deposita em mim”, acrescentou.
Percentual dos que respondem assim subiu oito pontos em seis meses; em seguida, aparece o desemprego e a crise econômica Os brasileiros consideram a saúde o principal problema do país, no ano em que quase 200 mil morreram e pelo menos 7,3 milhões foram infectados pela Covid-19 —considerada a subnotificação, os números provavelmente são ainda […]
Percentual dos que respondem assim subiu oito pontos em seis meses; em seguida, aparece o desemprego e a crise econômica
Os brasileiros consideram a saúde o principal problema do país, no ano em que quase 200 mil morreram e pelo menos 7,3 milhões foram infectados pela Covid-19 —considerada a subnotificação, os números provavelmente são ainda maiores. A matéria é de Thaiza Pauluze da Folha de S. Paulo.
A área foi citada por 27% dos entrevistados pelo Datafolha, quando consideradas as de responsabilidade do governo federal.
Em junho, esse índice era de 19%. Mais recentemente, no entanto, ganhou força a chamada “guerra da vacina”, a disputa entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), em torno dos imunizantes contra o novo coronavírus.
Por enquanto, o Brasil está atrasado na corrida mundial por vacinação e assiste a outros países aplicarem as primeiras doses, inclusive vizinhos sul-americanos e centro-americanos.
Os dados também mostram que o casos e mortes vêm aumentando em todas as regiões brasileiras e devem explodir após as festas de fim de ano.
Durante o pico da pandemia, não havia quantidade suficiente de respiradores, leitos de terapia intensiva, pessoal qualificado e testes diagnósticos para fazer frente ao vírus em várias capitais. Pacientes morreram à espera de UTIs, enquanto o presidente chamava a doença de “gripezinha”, se recusava a usar máscara e exaltava remédios comprovadamente sem eficácia.
O Datafolha ouviu 2.016 brasileiros adultos que possuem telefone celular em todos os estados entre 8 e 10 de dezembro (desde 7 de dezembro, mais de 13 mil pessoas morreram de Covid no país).
A margem de erro é de dois pontos percentuais e a amostra é considerada representativa da população.
Os entrevistados consideraram como segundo principal problema o desemprego (13%) e o terceiro, a crise econômica (8%).
Em novembro, o desemprego bateu novo recorde, atingindo 14 milhões de brasileiros, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Desde maio, no início da pandemia e do isolamento social, aumentou em 4 milhões o número de brasileiros sem emprego, uma alta de aproximadamente 40%.
O auxílio emergencial, aprovado pelo Congresso e pago pelo governo federal, virou a única renda de 36% das famílias que receberam pelo menos uma parcela do benefício este ano.
Mas o valor deve ser cortado em janeiro, o que deve deixar milhões de brasileiros sem nenhuma fonte renda, embora a quarentena esteja sendo reforçada.
Também foram citados como principal problema brasileiro a corrupção (7%), a educação (6%), a política (5%), a violência (4%), a inflação (2%) e a fome (2%). Curiosamente, a pandemia do coronavírus, especificamente, foi citada por apenas 3%.
A saúde foi mais lembrada pelas mulheres (34%) do que pelos homens (20%), por quem tem entre 45 e 59 anos, e por aqueles com renda de até dois salários mínimos.
As porcentagens foram praticamente iguais em todas as regiões do país, assim como entre quem vive na região metropolitana e no interior e entre brasileiros brancos, pardos e pretos.
Mas foi maior entre aqueles que estão saindo de casa apenas quando inevitável (31%) e uma preocupação bem menor entre os brasileiros que estão vivendo normalmente em meio à pandemia (13%) —esses últimos criticaram mais a corrupção e o desemprego.
Entre os que consideram a gestão de Jair Bolsonaro ótima ou boa, 23% apontaram a saúde como principal problema. O índice cresce entre quem considera o governo federal regular (30%) e quem classifica como ruim ou péssimo (29%).
Quando separados os que já se infectaram com o coronavírus, 25% mencionam a saúde como maior problemática. O índice aumenta entre quem diz estar com muito medo de contrair a Covid-19 (32%) e diminui para os que afirmam não ter medo (22%).
Há uma diferença grande entre quem diz acreditar que a pandemia esteja acabando (20% consideram a saúde o principal problema) e entre quem acha que está piorando (30%) ou nem melhorando nem piorando (28%).
A saúde continua sendo o principal problema inclusive para quem pediu auxílio emergencial (30%) e para quem o benefício foi a única fonte de renda durante o isolamento (27%).
Mesmo em meio à pandemia, o percentual geral dos brasileiros que citam a saúde como o principal problema neste ano (27%) é menor do que no primeiro mandato da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).
Em março de 2011, 31% dos brasileiros colocavam a saúde no topo deste ranking em pesquisa do Datafolha. O índice chegou a 48% em junho de 2013 e, no fim do mandato, em dezembro de 2014, estava em 43%. Em seguida, era citada a violência e, em terceiro, a corrupção.
No segundo mandato de Dilma, a corrupção foi alçada a líder dos problemas, seguida pela saúde e o desemprego.
Já no governo de Michel Temer (MDB), a saúde voltou ao primeiro lugar, com o maior percentual (33%) em dezembro de 2016. A vice-liderança era da educação, seguida pelo desemprego.
A área prosseguiu sendo a mais criticada durante todo o governo de Jair Bolsonaro.
A notícia só foi divulgada três dias depois pela Assessoria de Imprensa, mas vale o registro: nasceu domingo o primeiro bebê após a reforma e ampliação do Hospital Municipal Luiz José da Silva Neto, em Tabira. O bebê nasceu de parto normal, com 50 centímetros e 3,950 quilos. A mãe dele, Maria Daniele Soares de […]
A notícia só foi divulgada três dias depois pela Assessoria de Imprensa, mas vale o registro: nasceu domingo o primeiro bebê após a reforma e ampliação do Hospital Municipal Luiz José da Silva Neto, em Tabira. O bebê nasceu de parto normal, com 50 centímetros e 3,950 quilos.
A mãe dele, Maria Daniele Soares de Souza, 28 anos, não escondeu a alegria pela chegada do filho. “Tive o apoio dos funcionários e o atendimento foi rápido. Fiquei muito feliz com a chegada dele. Tudo ocorreu bem, graças a Deus”, comentou a mãe que é moradora do Sítio Mulungu.
A diretora-geral do Hospital, Maria José Almeida (Zeza), também se emocionou. Segundo ela, colher frutos do trabalho ao lado dos funcionários é muito gratificante. “Trabalhamos para que o Hospital Tabira melhore a cada dia. Ver o primeiro bebê receber atenção e carinho de todos do hospital faz todo trabalho valer a pena”, observou Zeza.
A equipe deste domingo estava composta pelo médico Severiano, a enfermeira Eliene Martins e as técnicas Fátima Guerra, Elâine Cristina e Nadja Mayane.
A Prefeitura de Serra Talhada, através da Secretaria de Meio Ambiente, promoveu, neste sábado (05/03), uma Rota Turística de Bicicleta no encerramento da I Semana do Ecoturismo Serra-Talhadense. Com a participação de cerca de 70 ciclistas, a pedalada teve início no viaduto da Avenida Afonso Magalhães e percorreu os principais pontos turísticos da capital do […]
A Prefeitura de Serra Talhada, através da Secretaria de Meio Ambiente, promoveu, neste sábado (05/03), uma Rota Turística de Bicicleta no encerramento da I Semana do Ecoturismo Serra-Talhadense.
Com a participação de cerca de 70 ciclistas, a pedalada teve início no viaduto da Avenida Afonso Magalhães e percorreu os principais pontos turísticos da capital do xaxado, a exemplo do Marco Zero da Cidade (Concha Acústica), Praça Sérgio Magalhães, Ponte da Caxixola (Rio Pajeú) e Museu do Cangaço.
A I Semana do Ecoturismo aconteceu de 01 a 05 de março, com visitas guiadas ao Parque Estadual da Mata da Pimenteira e ao Sítio Passagem das Pedras, além da Rota Turística de Bicicleta. Cerca de 130 pessoas participaram das visitas de segunda a sexta, podendo conhecer as belezas naturais e históricas de Serra Talhada.
“A avaliação é muito positiva da I Semana do Ecoturismo em nossa cidade, onde tivemos a participação de mais de 130 pessoas visitando a Mata da Pimenteira e o Sítio Passagem das Pedras durante toda a semana, e o encerramento aconteceu com uma pedalada turística, com uma participação muito satisfatória mesmo com a chuva que caiu na tarde deste sábado. A nossa ideia é aprimorar essa atividade, vamos trabalhar para que no próximo ano tenhamos uma participação ainda maior, incentivando os serra-talhadenses a conhecerem o próprio município e atraindo turistas de outras cidades”, comentou o secretário de Meio Ambiente, Sinézio Rodrigues.
A iniciativa é da Secretaria de Meio Ambiente em parceria com a Fundação de Cultura e as secretarias de Comunicação, Desenvolvimento Econômico e Turismo, Planejamento e Gestão, Assistência Social, Educação e Esporte e Lazer.
O ex-prefeito de São José do Egito, Romério Guimarães (SD), disse hoje que mantém sua pré-candidsatura a prefeitura do município. Em mensagem enviada a Marcelo Patriota, Romério deixou claro que entedeu a ausência de Marília Arraes, que alegou questões logísticas, e um episódio envolvendo o veículo que a levaria para São José do Egito. “Quero […]
O ex-prefeito de São José do Egito, Romério Guimarães (SD), disse hoje que mantém sua pré-candidsatura a prefeitura do município.
Em mensagem enviada a Marcelo Patriota, Romério deixou claro que entedeu a ausência de Marília Arraes, que alegou questões logísticas, e um episódio envolvendo o veículo que a levaria para São José do Egito.
“Quero reafirmar que sou pré-candidato a prefeito de São José do Egito pelo Solidariedade. Queremos uma nova construção para São José do Egito, com a presidencia de Marília Arraes e alinhados com Lula. Reafirmo meu compromisso de trabalhar por São José do Egito mais uma vez”, disse.
Marília esteve em Salgueiro, onde visitou Marcones Sá e Creuza Pereira, Ibimirim, ao lado de Charles do Paulistão, pré-candidato a prefeito e Breno Correia, presidente municipal do Solidariedade. Em Flores, lançou o pré-candidato a prefeito pelo Solidariedade, o vereador Adeilton Patriota, e também do pré-candidato a vice, o vereador Nezinho de Fátima.
Mas não compareceu a São José do Egito, onde era aguardada para reforçar o apoio do partido à pré-candidatura a prefeito de Romério Guimarães (SD). Romério cancelou o ato. Também a aguardavam Túlio de Vanderley (Brejinho) e Danilo Augusto (Tuparetama). A Romério, Marília alegou problema no carro, antes da agenda em Ibimirim.
O distrito de Quixaba foi criado em 1953, subordinado ao município de Carnaíba. Em 1 de outubro de 1991 foi elevado à categoria de município, desmembrado de Carnaíba. Sua primeira eleição ocorreu em 1992. Com 1.479 votos, Antônio Ramos de Souza, o Pezão, bateu Edilson Carlos de Andrade, que obteve 1.404 votos. A primeira Câmara […]
O distrito de Quixaba foi criado em 1953, subordinado ao município de Carnaíba. Em 1 de outubro de 1991 foi elevado à categoria de município, desmembrado de Carnaíba.
Sua primeira eleição ocorreu em 1992. Com 1.479 votos, Antônio Ramos de Souza, o Pezão, bateu Edilson Carlos de Andrade, que obteve 1.404 votos.
A primeira Câmara de Vereadores foi formada por Benito Antonio de Lima, que hoje dá nome ao plenário, Edmilson Pereira dos Santos, Otacílio Andrade, Edvaldo Carlos de Andrade, Ivan José Nunes, Jodilma Carvalho, José Barbosa de Lima, Venceslau Alves e José Pereira de Medeiros Filho.
Em primeiro de janeiro de 1993, em uma solenidade bastante prestigiada, houve a posse do prefeito, vice Djair Pereira de Menezes e vereadores.
O primeiro prefeito, Antônio Pezão, ficou conhecido nacionalmente porque era analfabeto e investiu mais que o limite prudencial na educação. Foi para programas de TV no Brasil todo educação chegou a receber 37% do orçamento municipal, acima do piso constitucional de 25%.
Pela lei, os analfabetos não podem se eleger. Pezão pôde tornar-se político por saber copiar palavras e assinar o nome, o que bastou para a Justiça Eleitoral.
Entretanto, a história do município, 30 anos após essa história, consolidou uma outra liderança, o prefeito Zé Pretinho, que nunca perdeu uma eleição e fez todos os prefeitos que indicou. Está no quinto mandato. A Câmara é hoje presidida por Neudiran Rodrigues.
Essas imagens foram retiradas do YouTube do amigo Fernando Pires. Clicando aqui, você acessa o primeiro e o segundo capítulo desse momento histórico para a querida caçula do Pajeú.
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