Prefeito de Custódia anuncia visita de Raquel Lyra ao município
Por André Luis
Por André Luis
O prefeito de Custódia, Manuca, e a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, se reuniram nesta terça-feira (14) para discutir os interesses do município. O encontro foi realizado no Palácio do Campo das Princesas, em Recife.
Em suas redes sociais, Manuca destacou a importância da reunião. “Ontem tive mais uma reunião com a governadora Raquel Lyra para tratarmos dos interesses de Custódia!”, escreveu. “Em breve, Raquel estará na nossa terrinha trazendo novidades e sentindo o calor humano que o governo Reconstruído com Amor tem. Município e estado unidos para melhorar ainda mais a vida de nossa população!”
Ainda não foram divulgados detalhes sobre os assuntos discutidos na reunião. No entanto, é possível que tenham sido abordados temas como infraestrutura, educação, saúde e segurança pública.
A visita da governadora a Custódia está prevista para acontecer nos próximos dias. A expectativa é que ela anuncie investimentos para o município.
Em sua publicação nas redes sociais, o prefeito Manuca também destacou a importância da união entre município e estado para o desenvolvimento de Custódia. “Município e estado unidos para melhorar ainda mais a vida de nossa população!”, escreveu.
Equipe avalia possibilidade de utilização das bombas no reservatório de Sertânia. O ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, solicitou ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, a disponibilização de quatro conjuntos de Motobombas e outros equipamentos da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) para antecipar a chegada da água do Rio […]
Equipe avalia possibilidade de utilização das bombas no reservatório de Sertânia.
O ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, solicitou ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, a disponibilização de quatro conjuntos de Motobombas e outros equipamentos da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) para antecipar a chegada da água do Rio São Francisco aos estados da Paraíba e de Pernambuco.
O Termo de Cessão de Uso não Oneroso foi assinado nesta segunda-feira (26/12) pelo ministro e o governador durante cerimônia no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo. Estiveram presentes a vice-governadora da Paraíba, Lígia Feliciano, e o presidente da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), Roberto Tavares.
Na reta final de conclusão do Projeto de Integração do Rio São Francisco e com ritmo avançado das obras, a preocupação do Governo Federal, segundo nota, é assegurar que todas as medidas possíveis sejam adotadas para acelerar a entrega de água à população castigada pelo quinto ano seguido de seca.
O empréstimo dos equipamentos – utilizados durante o período de restrição hídrica em São Paulo – vai acelerar a passagem da água pelas estruturas já construídas do Eixo Leste do Projeto São Francisco e permitir que os paraibanos, principalmente, os moradores da cidade de Campina Grande, tenham acesso à água no início de 2017.
A Paraíba é um dos estados mais castigados pelos seguidos anos de estiagem que atingem toda a região Nordeste.
O maquinário será levado ao canteiro de obras do Projeto São Francisco, em Floresta (PE) e será instalado dentro do reservatório de Braúnas, onde as bombas vão elevar as águas do “Velho Chico” para abastecer o próximo reservatório, de Mandantes, no mesmo município. A previsão é de que esse procedimento acelere o caminho da água e encurte em até 30 dias a chegada das águas ao município de Monteiro, primeira cidade paraibana a ser beneficiada.
De Monteiro, as águas seguirão pelo rio Paraíba até Campina Grande (PB). A equipe técnica do Ministério da Integração Nacional está estudando também a possibilidade de utilização das bombas no reservatório de Campos, em Sertânia.
Serão disponibilizados quatro conjuntos de motobomba flutuante, com capacidade de 2m³/s cada e potência de 350 CV; dois conjuntos girantes completos com motores de 175 CV e 440 V; oito inversores de frequência com capacidade de 250 CV e tensão 440 V cada; um Quadro Geral de Baixa Tensão (QGBT) classe isolação 1 kV; 1.800 metros de tubos PEAD (polietileno de alta densidade) de 1000 mm de diâmetro; oito reduções metálicas de diâmetro 1000 mm para 700 mm; oito acoplamentos colarinho/flange de diâmetro 1000 mm; e 1.360 m de cabos isolados de secção com mm² diferentes.
O Ministério ficará responsável pelas despesas de transporte e seguro dos equipamentos durante o período de uso, que tem previsão de 120 dias.
Na manhã desta segunda-feira (24) em Serra Talhada a Diretoria de Igualdade Racial do município, proporcionou um Café da Manhã no Barracão do Babalorixá Pai Herbert , para marcar as atividades do mês alusivo a consciência negra. “Esta é uma pauta muito dura, esta da intolerância religiosa e sobre o racismo e complicada de se […]
Na manhã desta segunda-feira (24) em Serra Talhada a Diretoria de Igualdade Racial do município, proporcionou um Café da Manhã no Barracão do Babalorixá Pai Herbert , para marcar as atividades do mês alusivo a consciência negra.
“Esta é uma pauta muito dura, esta da intolerância religiosa e sobre o racismo e complicada de se lidar. Sejam todos bem vindos, a casa é do Orixá, eu sou sacerdote, sou, portanto, o dono da terra, mas o dono desta casa é Oiá. Vamos pedir que nossa vida seja de paz” disse Pai Hebert. O líder questionou: “Que tipo de negro nós estamos lidando? O negro na pele, na pigmentação ou o negro geneticamente falando? E indagou: “Quem de nós não tem sangue negro?”
“Aqui cultuamos a natureza, que é de fato o que cultuamos dentro do orixá. É a água, o fogo é o vento, é a terra, nada dessa estória de demonização, que é o demônio, que isso, que é aquilo, aqueles que pensam assim podem ser chamados de leigos de pai e de mãe, analfabetos e cegos”, criticou Pai Hebert.
Durante o café da manhã foi discutido a inegável influencia negra, a genética, as heranças deixadas pelos negros, na cultura, na culinária, no dialeto etc.
De acordo com Elis Lopes Garcia o “encerramento das comemorações do mês alusivo à consciência negra, não poderia escolher um lugar melhor, senão naquele que é sagrado para os negros, que é de religião de matriz Africana, para buscar axé, para que a gente possa fazer melhor no próximo”. Disse Elis, diretora de Igualdade Racial da Secretaria de Meio Ambiente e Igualdade Racial.
O Governo Luciano Duque tem tido uma atenção especial para as causas das minorias, e assim, atrelou a Secretaria de Meio Ambiente todas as questões ligadas a Igualdade Racial e com isto já conseguiu identificar no município 17 comunidades de descendentes de quilombolas e o reconhecimento pelo Governo Federal de duas destas comunidades, o que garante para os quilombolas uma atenção especial, um olhar diferenciado que lhes trará mais assistência por parte dos órgãos governamentais.
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) voltou a utilizar as redes sociais para ameaçar a democracia brasileira. Em publicação no X (antigo Twitter) nesta quinta-feira (2), o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro condicionou a realização das eleições de 2026 à aprovação de uma anistia ampla para investigados e condenados pelos atos golpistas de 8 de […]
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) voltou a utilizar as redes sociais para ameaçar a democracia brasileira. Em publicação no X (antigo Twitter) nesta quinta-feira (2), o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro condicionou a realização das eleições de 2026 à aprovação de uma anistia ampla para investigados e condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.
“Sem anistia não haverá eleição em 2026”, escreveu o parlamentar, em tom de intimidação. Ele ainda afirmou que a anistia seria “o mínimo tolerável em defesa da democracia”, numa clara tentativa de inverter os papéis entre os que atacaram as instituições e aqueles que as defenderam.
A declaração provocou forte reação de analistas políticos e de setores democráticos. Para críticos, Eduardo Bolsonaro reforça, mais uma vez, o projeto autoritário da família, que tenta deslegitimar as instituições brasileiras ao mesmo tempo em que mantém articulações nos Estados Unidos — país onde o deputado passa longos períodos e onde o próprio Jair Bolsonaro se refugiou após deixar o poder.
O episódio expõe a estratégia bolsonarista de tentar transformar criminosos condenados pelos atos antidemocráticos em “perseguidos políticos”, ignorando que os ataques de 8 de janeiro deixaram claro o objetivo de destruir a democracia e instaurar um regime de exceção.
Ao colocar em xeque as eleições de 2026, Eduardo Bolsonaro age contra a Constituição, que garante a realização periódica e inegociável do processo eleitoral. O gesto revela, mais uma vez, que a família Bolsonaro não aceita a regra básica da democracia: o voto popular.
A Prefeitura de Itapetim, por meio de sua Assessoria de Comunicação, se manifestou há pouco sobre a operação Couraça, da Polícia Federal em conjunto com a Controladoria Geral da União (CGU), que teve repercussão na imprensa estadual. A Prefeitura informou que os servidores ainda estão concluindo o levantamento dos documentos que foram apreendidos em cada departamento, […]
A Prefeitura de Itapetim, por meio de sua Assessoria de Comunicação, se manifestou há pouco sobre a operação Couraça, da Polícia Federal em conjunto com a Controladoria Geral da União (CGU), que teve repercussão na imprensa estadual.
A Prefeitura informou que os servidores ainda estão concluindo o levantamento dos documentos que foram apreendidos em cada departamento, para só após a investigação, determinar o teor e o assunto a que se relacionam.
Segundo a nota, sabe-se até o momento por parte do executivo que a Operação originou-se de uma denúncia no âmbito do embate político partidário local, subscritas por opositor, relacionada à licitações e obras realizadas entre os anos de 2013 e 2014.
“Por ordem do atual prefeito Adelmo Moura, foi prestada inteira colaboração aos trabalhos à Polícia, com a indicação célere de arquivos e a entrega imediata de todos os documentos solicitados, de modo a permitir o esclarecimento real dos fatos”.
Conclui a nota: “Como não poderia ser diferente, o interesse na atual gestão é sempre o de demonstrar a regularidade dos seus atos de gestão, repudiando qualquer ilação apressada e interessada, que só serve para argumento tacanho da politicagem”.
Pagando um débito com a maior programação cultural que o Pajeú já teve, reunindo por quatro dias vários nomes da cultura popular brasileira, estive em São José do Egito para acompanhar a última grande noite da festa em homenagem ao centenário de nascimento de Louro do Pajeú. Lá, ao lado do comunicador Anchieta Santos, acompanhei […]
Ednardo: obra além de Pavão Misterioso e Enquanto engoma a calça
Pagando um débito com a maior programação cultural que o Pajeú já teve, reunindo por quatro dias vários nomes da cultura popular brasileira, estive em São José do Egito para acompanhar a última grande noite da festa em homenagem ao centenário de nascimento de Louro do Pajeú.
Lá, ao lado do comunicador Anchieta Santos, acompanhei o show do cearense Ednardo. Foi oportunidade de saber que sua obra vai além de “Pavão Misterioso” e “Enquanto Engoma a Calça”, mesmo que precisando de mais audições para compreender a grandeza de suas mais de 400 composições. Antes, ainda deu tempo de ouvir o mestre Chico Pedrosa, com seus incontáveis causos maravilhosos.
Fantástico foi conhecer o memorial que fica na casa onde nasceu Louro do Pajeú. Por trás daquela casa de número 119 há uma história riquíssima, peças raríssimas a ponto da gente sentir a presença de Louro no espaço. Fui apresentado à casa pelo Padre Luis Marques Ferreira e por uma das filhas de Louro, Helena.
Foto: Pajeú da Gente
Entramos no debate sobre as inúmeras possibilidades do espaço, principalmente com visitação de escolas de toda a região. A casa tem espaços interativos, ideais para este público. Ouvi de Helena que ainda não há uma definição quanto aos dias e horários de funcionamento. Foi também momento de ouvir alguns relatos sobre como mesmo gênios como Louro e seus familiares eram alvo de preconceito.
“Eu fazia questão de dizer que era filha de cantador. As pessoas perguntavam: seu pai faz o quê? Eu dizia, cantador. Mas era claro o desrespeito. Pensavam que cantador era aquele que cantava passando pires, chapéu pra pedir dinheiro. Então os professores não valorizavam e não discutiam a importância de pessoas como meu pai nas escolas. Isso existe até hoje”, desabafou.
A noite teve muito mais: o encontro dos geniais Antonio Marinho e Lirinha, Encanto e Poesia, além de outros grandes nomes. Na plateia, nomes como o pernambucano Chico Sá, que participa de projetos como o programa Amor e Sexo (Globo) e Extraordinários (Sportv).
“Que energia e maestria naquele palco com tanta força dos meninos de São José do Egito. Que presente ontem. O jornalista Chico Sá, os diretores de cinema Claudio Assis e Lidio Ferreira, os cantores Josildo Sá , Flavio Leandro e Lirinha participando no show do Encanto e Poesia. A noite foi mal assombrada de tanta poesia”, brinca Cláudio Gomes.
A noite terminou com uma vigília até as 4hs da manhã, hora do nascimento de Louro há cem anos.
Veja mais fotos registradas por Cláudio Gomes e Marcelo Patriota:
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