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Lula quer participar de debate se formato permitir confronto com Flávio Bolsonaro, diz Edinho Silva

Por Michael Andrade

O presidente do PT, Edinho Silva, afirmou nesta segunda-feira (28) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pretende participar do debate promovido pela TV Globo nesta semana, desde que o formato permita um confronto direto de ideias com Flávio Bolsonaro (PL).

Segundo Edinho, a definição sobre a presença de Lula dependerá das regras estabelecidas para o encontro. O dirigente afirmou que o presidente quer comparar diretamente suas propostas e seu modelo de governo com o que atribui à candidatura de Flávio.

“O presidente Lula quer muito confrontar o Flávio Bolsonaro. É o que ele mais quer. Agora, ele quer um modelo de debate onde ele possa confrontar o que ele defende para o Brasil com aquilo que a família Bolsonaro defende”, declarou Edinho, em entrevista à rádio TMC.

O presidente do PT disse que um formato com intervalos longos entre perguntas e poucas oportunidades de interação direta poderia reduzir o interesse de Lula em participar.

“O presidente Lula quer sim ir aos debates, desde que seja um debate onde ele possa confrontar o que ele pensa, o que ele defende, o modelo que ele defende para o Brasil e com aquilo que o Flávio Bolsonaro representa. Mas ele só poderá fazer isso se as regras do debate permitirem”, afirmou.

O debate está marcado para quinta-feira (1º), dois dias antes do primeiro turno. Foram convidados Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante).

Fonte: Diário de Pernambuco/Estadão
Foto: Globo/Manoella Mello

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Outras Notícias

Lula diz acreditar na inocência de Lulinha e ex-chefe de gabinete, mas defende investigação

O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou acreditar na inocência do filho Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, e do ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, mas disse que ambos devem continuar submetidos às investigações em andamento. A declaração foi dada em entrevista ao […]

O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou acreditar na inocência do filho Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, e do ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, mas disse que ambos devem continuar submetidos às investigações em andamento.

A declaração foi dada em entrevista ao programa Canal Livre, da Band, exibida nesse domingo (27). Os dois aparecem em apurações relacionadas à lobista Roberta Luchsinger, investigada pela Polícia Federal.

“Eu acho que o Marcola é 100% inocente. Acho que meu filho é inocente. Agora, eles não estão livres da investigação. Eles sabem a verdade”, afirmou Lula.

Lulinha aparece em inquéritos que apuram suspeitas de tráfico de influência e corrupção. A Polícia Federal analisa mensagens, movimentações financeiras e relações mantidas entre o filho do presidente, Luchsinger e outros investigados.

A defesa de Lulinha nega irregularidades, afirma que ele não tem relação com pagamentos investigados e questiona a validade e a interpretação de elementos reunidos nas apurações. Não há condenação contra o filho do presidente nesses casos.

Marcola, que trabalhou como chefe de gabinete de Lula, admitiu ter recebido recursos de Roberta Luchsinger. Segundo sua defesa, o dinheiro correspondia a um empréstimo pessoal que foi integralmente pago.

Na entrevista, Lula saiu em defesa do antigo auxiliar. Disse que Marcola foi leal durante o período em que trabalhou com ele e argumentou que o recebimento de um empréstimo, se efetivamente quitado, não representaria por si só prática de corrupção.

“O dado concreto é que ele pagou. Isso não pode ser considerado corrupção”, declarou.

Lula também fez críticas a Roberta Luchsinger e afirmou duvidar que seu filho tenha atuado diretamente junto a autoridades federais para defender interesses empresariais. As relações e eventuais atuações da lobista estão entre os pontos analisados pelos investigadores.

Os inquéritos seguem em andamento e buscam esclarecer se houve atuação irregular junto a órgãos do governo federal. As suspeitas investigadas não representam, por si só, comprovação de crime ou responsabilidade dos envolvidos.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução

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PSDB dissolve comando do partido em Afogados da Ingazeira

do Blog da Folha de Pernambuco Uma semana depois de iniciado o processo de saneamento da sigla, de olho nas eleições municipais de 2016, a Executiva Estadual do PSDB identificou mais um caso de infidelidade na legenda. Alegando “questões locais”, o comando do partido no município não acompanhou o indicativo da direção nacional do partido […]

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do Blog da Folha de Pernambuco

Uma semana depois de iniciado o processo de saneamento da sigla, de olho nas eleições municipais de 2016, a Executiva Estadual do PSDB identificou mais um caso de infidelidade na legenda.

Alegando “questões locais”, o comando do partido no município não acompanhou o indicativo da direção nacional do partido para a disputa de outubro passado. Com isso, o diretório será dissolvido.

A vereadora do Recife, Aline Mariano, que disputou uma vaga na Assembleia Legislativa este ano e foi majoritária em Afogados, já repassou o cenário à executiva estadual.

“As desculpas de ‘questão local’ não podem mais justificar a infidelidade no PSDB. Deveríamos ser os primeiros a agregar pessoas aos nossos projetos e candidatos”, ponderou Aline que terá a prerrogativa da renovação de comando da legenda em Afogados da Ingazeira.

Afogados: Oficina orienta gestores a comprar dos pequenos

Colaborou Rodrigo Lima Desde 2006, com a publicação da lei complementar 123, os gestores públicos são orientados a priorizar a compra governamental dos pequenos negócios locais. A lei representa um avanço na direção do desenvolvimento local. Desde que a Prefeitura de Afogados da Ingazeira e o SEBRAE se juntaram na criação da sala do empreendedor, […]

compras governamentais

Colaborou Rodrigo Lima

Desde 2006, com a publicação da lei complementar 123, os gestores públicos são orientados a priorizar a compra governamental dos pequenos negócios locais. A lei representa um avanço na direção do desenvolvimento local.

Desde que a Prefeitura de Afogados da Ingazeira e o SEBRAE se juntaram na criação da sala do empreendedor, o poder público tem direcionado sua ação no fortalecimento dos pequenos empreendedores individuais. Seja com capacitação, seja com incentivos para o acesso ao crédito e ao fomento.

Agora, a Prefeitura dá início a uma nova etapa: o direcionamento das compras governamentais em benefício dos pequenos, assim como preconiza a legislação pertinente. Nesta segunda-feira (26), na Secretaria de Administração, teve início uma capacitação oferecida pelo SEBRAE aos integrantes das diversas comissões de licitação existentes na gestão. Durante toda a tarde, o consultor do SEBRAE, Alberto Barbosa de Lima, orientou os gestores no tocante ao tema “licitação pública e as compras governamentais” com ênfase na participação de pequenos e médios negócios.

Afogados já fez a sua primeira licitação respeitando a lei complementar, para a aquisição de água mineral. Outras já estão em andamento. A capacitação também envolverá, em um segundo momento, orientações sobre como os empreendedores individuais podem participar dos certames licitatórios.

“Essa é uma das alternativas importantes para fugirmos da crise e fortalecermos a economia local, gerando renda, emprego e receitas para o município”, afirmou o Prefeito José Patriota.

Potencial Folha de Pernambuco: Raquel 50,1% e Marília 46,3%

O levantamento para o Governo de Pernambuco realizado pela empresa Potencial Pesquisa, em parceria com a Folha de Pernambuco, aponta a candidata Raquel Lyra (PSDB) com 50,1% da intenção de votos estimulada. Marília Arraes (Solidariedade) aparece com 46,3%, configurando empate técnico no limite da margem de erro que chega a 3,1 pontos percentuais para mais […]

O levantamento para o Governo de Pernambuco realizado pela empresa Potencial Pesquisa, em parceria com a Folha de Pernambuco, aponta a candidata Raquel Lyra (PSDB) com 50,1% da intenção de votos estimulada. Marília Arraes (Solidariedade) aparece com 46,3%, configurando empate técnico no limite da margem de erro que chega a 3,1 pontos percentuais para mais ou para menos.  

Mil pessoas, de todas as regiões do Estado, foram entrevistadas por telefone, entre os dias 19 de outubro e 24 de outubro de 2022.

Mulheres

Maioria dos que responderam o levantamento são mulheres (53,6%), contra 46,4% de homens. O maior percentual (24,5%) se concentra na faixa etária de 45 a 59 anos e o menor (1,7%), entre 16 e 17 anos. 

A partir dos 70 anos, o eleitor não é mais obrigado a votar, mas 58 (5,8%) deles, até os 79 anos, e 2,6% com idade superior a 79 anos foram entrevistados. 20,7% têm de 25 a 34 anos e outros 20,7%, de 35 a 44. De 60 a 69 anos de idade, o índice chega a 10,6%; 8,4%, de 21 a 24 anos, e 5%, de 18 a 20 anos.

Entre as pessoas consultadas, 25,5% disseram ter ensino médio completo; seguidas por 24,1% com fundamental incompleto; e 15,6% com ensino médico incompleto; 10,9% delas apenas leem e escrevem; 7,9% têm o superior completo, enquanto 6,7% se declararam analfabetas; 4,8% fizeram o fundamental completo e 4,5% não concluíram o ensino superior.

Renda mensal

Sobre a renda mensal familiar, 594 pessoas (59,4%) afirmaram ter até dois salários mínimos como renda mensal; 271 recebem mais de dois e até cinco salários mínimos; 80 mais de cinco e até dez salários; e 55 entrevistados declararam renda mensal superior a dez salários mínimos. 

Maioria dos entrevistados (24,4%) vivem na Região Metropolitana; 17, 4% estão no Recife e 12% no Agreste Central. Na Mata Norte estão 8,2% dos consultados, enquanto 7,4% vivem no Agreste Meridional; 6,2% na Mata Sul e 6,2% no Agreste Setentrional. No Sertão foram 14,4%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob o nº PE-06181/2022

STF mantém fim da obrigatoriedade do imposto sindical

Por 6 votos a 3, o Supremo Tribunal Federal (STF) declarou nesta sexta-feira (29) a constitucionalidade do dispositivo da reforma trabalhista, aprovada pelo Congresso em 2017 e em vigência desde novembro, que pôs fim à obrigatoriedade da contribuição sindical. Os ministros Ricardo Lewandowski e Celso de Mello, decano da Corte, não participaram da votação, a última […]

Por 6 votos a 3, o Supremo Tribunal Federal (STF) declarou nesta sexta-feira (29) a constitucionalidade do dispositivo da reforma trabalhista, aprovada pelo Congresso em 2017 e em vigência desde novembro, que pôs fim à obrigatoriedade da contribuição sindical. Os ministros Ricardo Lewandowski e Celso de Mello, decano da Corte, não participaram da votação, a última antes do recesso do Judiciário, que se alongará até 8 de agosto.

Provocado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transporte Aquaviário e Aéreo, na Pesca e nos Portos (CONTTMAF), que ajuizou a ação direta de inconstitucionalidade 5794, o julgamento teve início ontem (quinta, 28), quando as partes se manifestaram e alguns ministros adiantaram seus votos depois da leitura do parecer do ministro-relator, Edson Fachin. Polêmica, a questão põe em lados opostos entidades de classe e centrais sindicais, muitas delas em certa medida dependentes dos recursos do imposto obrigatório, e críticos da obrigatoriedade da cobrança.

Com a reforma, que provocou discussões acaloradas, brigas físicas e até ocupação da Mesa no plenário do Senado no ano passado, passou a ser opcional o desconto em folha de um dia de trabalho em favor do sindicato, anualmente, desde que previamente autorizado pelo trabalhador. Declarada a constitucionalidade da alteração legislativa, todos os tribunais do país devem aplicar a decisão em eventuais futuros julgamentos.