Prefeito de Brejinho declara apoio a Paulo Jucá, diz blog
Por André Luis
O blogueiro Júnior Finfa, informou em primeira mão, em seu blog nesta terça-feira (9), que o prefeito de Brejinho, Gilson Bento (Republicanos), confirmou seu apoio ao candidato a deputado estadual Paulo Jucá (PSB).
Segundo Gilson, falando a Finfa, o mesmo liberou o vice-prefeito Naldo de Valdir e os vereadores Rosinei e Francisco da Lagoinha, para apoiarem o deputado estadual Gustavo Gouveia.
“Nosso grupo político está unido, irei apoiar Paulo Jucá por nossa amizade de antes e o meu vice apoia Gustavo, agora para federal todo grupo está fechado com Silvio Costa Filho”, pontuou o prefeito.
O prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, disse estar atento ao problema dos produtores de manga do Vale do São Francisco, afetados pelo tarifaço imposto por Donald Trump. “Mais de 90% da manga e da uva que o Brasil exporta são produzidas no Vale do São Francisco, especialmente na região de […]
O prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, disse estar atento ao problema dos produtores de manga do Vale do São Francisco, afetados pelo tarifaço imposto por Donald Trump.
“Mais de 90% da manga e da uva que o Brasil exporta são produzidas no Vale do São Francisco, especialmente na região de Petrolina e municípios vizinhos. Cerca de 30% dessa produção vai para os Estados Unidos, e a taxação já causou uma queda significativa nos preços, principalmente da manga. Isso afeta diretamente a renda, o emprego e as oportunidades na região”, disse.
Ele conversou com o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho e com o vice-presidente Geraldo Alckmin.
“A expectativa é de que esse diálogo avance e traga resultados concretos. Estamos falando de preservar empregos, renda e oportunidades para o nosso Estado”.
Obviamente, pela vitrine que é, a eleição no Recife vai mobilizar os esforços de Paulo Câmara neste domingo. Às 7h30, ele oferece café da manhã ao prefeito do Recife e candidato a reeleição Geraldo Julio, e convidados. Será na sua residência, no salão de festa do Edifício San Martin. Pouco depois, às 8h30, acompanha votação […]
Obviamente, pela vitrine que é, a eleição no Recife vai mobilizar os esforços de Paulo Câmara neste domingo.
Às 7h30, ele oferece café da manhã ao prefeito do Recife e candidato a reeleição Geraldo Julio, e convidados.
Será na sua residência, no salão de festa do Edifício San Martin. Pouco depois, às 8h30, acompanha votação do prefeito Geraldo Julio no Centro de Formação de Educadores professor Paulo Freire na Rua Real da Torre, 299.
Paulo Câmara vota às 9h30 na Fundação Cecosne, Rua José Osório, 124, Madalena. Depois, fica acompanhando o resto do processo até a apuração. A eleição deste ano é chave para seu projeto em 2018.
As motocadas e comícios com motos, nova onda desta campanha eleitoral no Pajeú e outras áreas do Sertão, são um desrespeito á legislação e precisam ser combatidas por Juizes Eleitorais, promotores e PM no Pajeú. Isso porque, no afã de mostrar volume, há estímulo para que motoqueiros adulterem o escapamento das motos para causar uma […]
As motocadas e comícios com motos, nova onda desta campanha eleitoral no Pajeú e outras áreas do Sertão, são um desrespeito á legislação e precisam ser combatidas por Juizes Eleitorais, promotores e PM no Pajeú.
Isso porque, no afã de mostrar volume, há estímulo para que motoqueiros adulterem o escapamento das motos para causar uma poluição sonora injustificável e descabida, uma perturbação de sossego que tem incomodado famílias em todas as cidades da região.
Em alguns casos, a combinação dessa imprudência com bebida alcoólica tem causado acidentes e riscos para transeuntes. Esta manhã, dezenas de ouvintes de Alto, Médio e Baixo Pajeú reclamaram da dor de cabeça que o problema tem causado, falando à Rádio Pajeú. Outros desrespeitos como motociclistas sem capacete, mais de duas pessoas em uma moto, crianças, menores guiando, também tem sido registrados.
Mais grave é a orientação que circula, e merece apuração, de que há casos em que motoqueiros são pagos para adulterar o escapamento.
Ora, se a legislação proíbe esse tipo de artifício até em períodos como o carnaval, não é diferente na época de eleição. Outra observação é de que, se os chefes políticos e candidatos permitem e até estimulam esses atos, como cobrarão ordem quando estiverem a frente de seus cargos.
A Prefeitura de Arcoverde, através da Secretaria de Assistência Social e da Coordenadoria de Políticas Públicas para Crianças e Adolescentes, estará promovendo online, na próxima quinta-feira, dia 25 de junho, o 2° Fórum Comunitário do Selo Unicef 2017 a 2020. A iniciativa acontece das 14h às 16h e para participar é necessário clicar aqui. Nesta edição, […]
A Prefeitura de Arcoverde, através da Secretaria de Assistência Social e da Coordenadoria de Políticas Públicas para Crianças e Adolescentes, estará promovendo online, na próxima quinta-feira, dia 25 de junho, o 2° Fórum Comunitário do Selo Unicef 2017 a 2020. A iniciativa acontece das 14h às 16h e para participar é necessário clicar aqui.
Nesta edição, os participantes contarão com a avaliação de Indicadores de Impactos – linha de base original; Resultados Sistemáticos; Conquistas; Desafios e Lições Aprendidas, além de apresentação do Relatório de Transparência Pública do referido selo no município.
O Fórum possui como intuito ouvir e envolver a comunidade para o seu Plano de Ação. Desta forma, estará garantindo que as políticas públicas voltadas às crianças e adolescentes sejam desenvolvidas com qualidade e reflitam os anseios dos cidadãos no município.
Agência Brasil – A Dívida Pública Federal (DPF) cresceu 21,7% em 2015. Segundo números divulgados pelo Tesouro Nacional, o endividamento do Governo Federal encerrou o ano passado em R$ 2,793 trilhões, com alta de R$ 498 bilhões em relação ao estoque registrado em dezembro de 2014. A alta é recorde, com o maior patamar desde […]
Agência Brasil –A Dívida Pública Federal (DPF) cresceu 21,7% em 2015. Segundo números divulgados pelo Tesouro Nacional, o endividamento do Governo Federal encerrou o ano passado em R$ 2,793 trilhões, com alta de R$ 498 bilhões em relação ao estoque registrado em dezembro de 2014. A alta é recorde, com o maior patamar desde o início da série histórica, em 2004.
Inicialmente, o Tesouro Nacional havia informado que a dívida tinha crescido 24,8% e a alta era de R$ 555,9 bilhões em relação ao estoque em dezembro de 2014. Os valores foram corrigidos posteriormente.
O principal fator para a elevação da dívida foram as emissões maiores que os resgates. No ano passado, o Tesouro Nacional emitiu R$ 856 bilhões em títulos públicos e resgatou R$ 704 bilhões, o que resulta em uma diferença de R$ 152 bilhões. O restante da variação deve-se à apropriação de juros, que representa o reconhecimento dos juros devidos pelo governo aos investidores, que são incorporados gradualmente ao total do endividamento público.
Apesar da alta, a DPF ficou dentro do limite estabelecido pela equipe econômica para 2015, que era de R$ 2,8 trilhões. No entanto, o estoque ficou acima do PAF original. No início do ano passado, o Tesouro tinha estabelecido um teto de R$ 2,6 trilhões para a dívida pública. O limite foi reajustado no fim de 2015.
Segundo o Tesouro, o governo fez emissões superiores à necessidade de financiamento para enxugar o excesso de dinheiro em circulação na economia e ajudar no combate à inflação. O governo também ampliou o colchão da dívida para níveis próximos a seis meses do vencimento, contra cerca de três meses registrados até 2014.
O colchão da dívida representa o estoque de títulos que o governo reserva para honrar o vencimento dos títulos em caso de turbulências no mercado. No ano passado, parte do colchão da dívida foi usada para quitar passivos do governo com bancos públicos e o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e cumprir recomendação do Tribunal de Contas da União (TCU).
Afetada pela forte valorização do dólar em 2015, a Dívida Pública Externa encerrou o ano em R$ 142,84 bilhões, com alta de 27,2% em relação aos R$ 112,3 bilhões registrados no fim de 2014. O endividamento externo, no entanto, representa apenas 0,5% da Dívida Pública Federal.
Em relação à composição da dívida, a DPF encerrou o ano passado com 39,4% corrigida por títulos prefixados (com papéis definidos no momento da emissão), 32,5% vinculados a índices de preços, 22,8% corrigidos pela taxa Selic (juros básicos da economia) e 5,3% atrelados ao câmbio. A composição considera tanto a dívida interna quanto a externa.
A participação dos títulos prefixados ficou abaixo da meta mínima fixada, de 40%. Os títulos prefixados são preferíveis para o Tesouro Nacional porque dão previsibilidade à administração da dívida pública. O governo sabe exatamente o quanto vai pagar daqui a vários anos, no vencimento do título, porque os juros são definidos no momento da emissão. O Tesouro tem mais facilidade de vender esse tipo de papel em momentos de estabilidade na economia.
A fatia dos títulos corrigidos pela inflação também ficou abaixo da meta mínima de 33% estabelecida para 2015. A participação dos papéis vinculados à taxa Selic, no entanto, ficou acima do limite máximo de 22%. O forte aumento dos juros no ano passado elevou o peso desse tipo de papel no endividamento do governo.
Por meio da dívida pública, o governo emite títulos para levantar recursos necessários para honrar os compromissos. Em troca, o Tesouro compromete-se a devolver o total acrescido de uma correção, que pode ser prefixada ou seguir a inflação, a taxa Selic ou o câmbio.
O texto foi alterado às 15h30. O texto foi alterado às 16h23 para correção de informação. O Tesouro Nacional retificou a informação de que a dívida pública cresceu 21,7%, e não 24,8%.
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