O médico Antônio Carlos Figueira, de 63 anos, com ampla presença nos governos socialistas, teve sua morte confirmada.
Mais cedo, o quadro era dado como irreversível.
Ele teve diagnóstico de um tumor maligno na cabeça em 2021, quando passou por procedimento cirúrgico em São Paulo. De lá pra cá, suas aparições públicas ficaram cada vez mais raras.
Titular de diversas pastas durante os governos Eduardo Campos e Paulo Câmara, Figueira também foi secretário adjunto da Secretaria de Saúde do Estado (SES)de dezembro de 1996 a dezembro de 1998.
Em 2020, após dez anos como auxiliar dos governadores, Figueira pediu exoneração para assumir o cargo de diretor presidente da Faculdade Pernambucana de Saúde (FPS), da qual foi um dos idealizadores, cerca de 18 anos atrás.
“Meu grande amigo, Dr. Filgueira, que imensa tristeza receber a notícia da sua partida. Foi um excelente profissional e uma referência para muitos médicos. Uma pessoa excepcional. Oro para que o conforto divino chegue aos corações de todos os amigos e familiares”, disse o prefeito de Salgueiro, Marcones Sá.
A notícia foi confirmada por familiares se Figueira, diretores do IMIP e família Campos.
Assim como nas agendas realizadas no interior do estado, parte do público presente no evento do Recife vaiou a nome de Danilo Cabral (PSB) e gritou em prol de Marília Arraes (SD). Os líderes dos movimentos populares foram os primeiros a discursar no evento em prol de Lula (PT), parte da agenda do ex-presidente em […]
Assim como nas agendas realizadas no interior do estado, parte do público presente no evento do Recife vaiou a nome de Danilo Cabral (PSB) e gritou em prol de Marília Arraes (SD).
Os líderes dos movimentos populares foram os primeiros a discursar no evento em prol de Lula (PT), parte da agenda do ex-presidente em Pernambuco.
O Classic Hall, que está tomado de militantes e apoiadores, também foi cenário de uma recepção negativa por parte do público quando as figuras políticas citaram o nome do candidato oficial de Lula ao governo do estado.
Ao mesmo tempo, uma parcela chama por Marília Arraes, ex-petista.
Também aconteceu uma gafe por parte de Doriel Barros, presidente do PT-PE, que ao mencionar a chapa da Frente Popular acabou cometendo um deslize: disse que o time de Lula em Pernambuco é composto por Danilo, e Marília, em suas palavras, concorrendo ao senado. “Chegou a hora de Pernambuco eleger a primeira mulher”, afirmou.
A candidata ao Senado pela chapa liderada pelo PSB é a deputada estadual Teresa Leitão (PT), que, ontem, em discurso em Garanhuns, também cometeu uma troca de nomes ao saudar a co-vereadora Marília Ferro (PT), a quem chamou de Marília Arraes.
Dentre os governistas, o mais eufórico na defesa de Danilo era Humberto Costa que esbravejava na defesa do palanque socialista. Disse que poderia ser o candidato governista mas agiu em nome da unidade e não de projetos pessoais. “Se tiverem que vaiar, vaiem Bolsonaro “, gritou.
No momento em que foi discursar, o governador Paulo Câmara foi ladeado por Lula, Alckimin, Danilo, Teresa e Carlos Siqueira, num gesto de apoio.
O PSDB nacional já bateu o martelo: o ex-senador Armando Monteiro, que deixou o PTB depois de uma longa militância, ingressa no partido em fevereiro. Também acertou que a prefeita de Caruaru, Raquel Lyra, assume a presidência do diretório estadual tucano em substituição a deputada Alexandra Vieira. A informação é do Blog do Magno. Quadro […]
O PSDB nacional já bateu o martelo: o ex-senador Armando Monteiro, que deixou o PTB depois de uma longa militância, ingressa no partido em fevereiro. Também acertou que a prefeita de Caruaru, Raquel Lyra, assume a presidência do diretório estadual tucano em substituição a deputada Alexandra Vieira. A informação é do Blog do Magno.
Quadro mais expressivo do partido no Estado, Raquel passa a ter maior visibilidade com vistas ao provável projeto de disputar o Governo do Estado em 2022, se vier de fato a mostrar disposição para o embate.
Já Armando, nome de projeção nacional, entra no PSDB com a missão ampliar o partido no Nordeste, ao mesmo tempo que fará uma dobradinha com Raquel para atrair filiação do maior número possível de novas lideranças no Estado, entre deputados, prefeitos, ex-prefeitos e vereadores, além de lideranças empresariais com inserção na política.
Presidente nacional da legenda, o pernambucano Bruno Araújo está animado com a nova fase que o partido passará a viver logo após o carnaval. A posse de Raquel e a filiação de Armando contarão com a presença de Bruno e do governador de São Paulo, João Dória, pré-candidato tucano ao Planalto.
Marca da líder em novos e seminovos já será estampada no jogo contra o Flamengo O Sport terá mais uma marca estampada em seu uniforme para a temporada 2021 A partir do próximo jogo, contra o Flamengo, domingo (15) no Rio de Janeiro, a empresa JBS Motors estará jogando junto com o Leão e com […]
Marca da líder em novos e seminovos já será estampada no jogo contra o Flamengo
O Sport terá mais uma marca estampada em seu uniforme para a temporada 2021
A partir do próximo jogo, contra o Flamengo, domingo (15) no Rio de Janeiro, a empresa JBS Motors estará jogando junto com o Leão e com a marca no espaco Master Costas do uniforme.
Referência no ramo de carros novos e seminovos, a JBS patrocinou o Sport em 2020 e volta a estar no uniforme até o fim da temporada.
“É sempre bom a gente contar com parceiros que apoiam e jogam junto com o clube. A JBS é uma empresa que tem renome no mercado já esteve com o Sport antes e agora volta com todo o gás. Só temos a agradecer pela parceria”, afirmou o Vice-presidente de Marketing e Comunicação, Eduardo Arruda Pernambuco.
Em sua conta oficial no Instagram, a JBS também fez questão de anunciar o acordo.
A JBS Motors é líder no mercado, com presença na Avenida Caxangá e em três endereços no Pina. A marca representa tradição e um novo conceito para o mercado automotivo do Nordeste, com muita inovação e tecnologia.
Na manhã desta quarta-feira (30), o vice-prefeito de Iguaracy, Marcos Melo, que também ocupa a Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Assistência Social, marcou presença no encerramento do 8º Congresso Pernambucano de Municípios, promovido pela Associação Municipalista de Pernambuco (AMUPE), na capital Recife. O evento, considerado um dos maiores encontros do setor público municipal do estado, […]
Na manhã desta quarta-feira (30), o vice-prefeito de Iguaracy, Marcos Melo, que também ocupa a Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Assistência Social, marcou presença no encerramento do 8º Congresso Pernambucano de Municípios, promovido pela Associação Municipalista de Pernambuco (AMUPE), na capital Recife.
O evento, considerado um dos maiores encontros do setor público municipal do estado, reuniu gestores, vereadores e representantes de diversas cidades pernambucanas com o objetivo de fortalecer a união entre os municípios, promover debates sobre gestão pública e buscar soluções para os desafios enfrentados pelas administrações locais.
Marcos Melo destacou a importância do congresso para o fortalecimento do municipalismo pernambucano. “Eventos como este são essenciais para a troca de experiências, o fortalecimento de parcerias e a busca por recursos que possam fazer a diferença na vida das nossas comunidades. Nosso compromisso é trabalhar cada vez mais pelo desenvolvimento de Iguaracy,” afirmou o vice-prefeito.
Também participaram os vereadores do município de Iguaracy: Jorge Soldado, Lequinho e Paulinho CLP.
Participação do prefeito Dr. Pedro Alves
Ontem (29), o prefeito de Iguaracy, Dr. Pedro Alves, também esteve presente no Congresso Pernambucano de Municípios, reforçando o compromisso de sua gestão com o fortalecimento do municipalismo. Além disso, na manhã de hoje, o prefeito participou de uma importante agenda no Centro de Múltiplo Uso de Iguaracy, ao lado da equipe do projeto IntegraChagas Brasil.
O encontro teve como objetivo apresentar dados relevantes sobre os casos de doença de Chagas no município de Iguaracy, contribuindo com ações de combate e prevenção à enfermidade.
Várias autoridades do município e da região participaram dessa apresentação, que buscou fortalecer as ações de saúde e ampliar o diálogo entre diferentes setores para o enfrentamento da doença. “Nosso compromisso é cuidar da saúde do nosso povo, e esse tipo de encontro é fundamental para traçarmos estratégias eficientes e integradas,” afirmou o prefeito durante o encontro.
*Por Inácio Feitosa Com mais de 85% dos municípios brasileiros integrados a algum consórcio público, o modelo de cooperação intermunicipal já se consolidou como um dos caminhos mais eficientes para enfrentar desafios estruturais da gestão pública. Em um cenário de demandas crescentes e recursos limitados, os consórcios surgem como alternativa capaz de ampliar serviços, reduzir […]
Com mais de 85% dos municípios brasileiros integrados a algum consórcio público, o modelo de cooperação intermunicipal já se consolidou como um dos caminhos mais eficientes para enfrentar desafios estruturais da gestão pública. Em um cenário de demandas crescentes e recursos limitados, os consórcios surgem como alternativa capaz de ampliar serviços, reduzir custos e oferecer soluções que, isoladamente, seriam inviáveis para a grande maioria das cidades.
Regulamentados pela Lei nº 11.107/2005, eles permitem que municípios unam esforços para áreas como saúde, resíduos sólidos, saneamento básico, meio ambiente, turismo, compras compartilhadas e desenvolvimento regional. Segundo a Confederação Nacional de Municípios (CNM), o país conta atualmente com 723 consórcios ativos, reunindo 4.783 cidades — um dado que traduz a força e a maturidade do modelo. É nesse contexto que ganha destaque a figura do chamado “superprefeito”, o gestor eleito pelos demais chefes do Executivo para representar institucionalmente o consórcio e conduzir projetos que ultrapassam os limites geográficos de seu município.
Presidir ou dirigir um consórcio público é muito mais do que assumir uma função administrativa. É coordenar interesses políticos, técnicos e operacionais de múltiplas cidades, todas com necessidades e capacidades distintas. A tarefa, muitas vezes extenuante, exige habilidade de negociação, firmeza decisória, gestão de conflitos e visão regional. Os presidentes e diretores executivos desses arranjos lidam com pressões constantes por resultados, mantêm articulação com governos estaduais e federal, dialogam com órgãos de controle e administram uma estrutura que precisa funcionar com eficiência e transparência. A entrega de resultados — e, sobretudo, a manutenção da coesão entre os municípios consorciados — depende da compreensão de que o sucesso do consórcio exige apoio político, corresponsabilidade e confiança mútua entre os prefeitos participantes.
A formação de um consórcio começa pelo protocolo de intenções, documento que estabelece regras, objetivos e responsabilidades. Cada município precisa aprovar esse protocolo por meio de lei específica, garantindo segurança jurídica ao arranjo. Somente após essa etapa é celebrado o contrato do consórcio e eleita a sua liderança. Esse processo evidencia que os consórcios não são estruturas improvisadas, mas organizações planejadas, com governança própria e sustentação legal sólida.
Na prática, os consórcios avançam de maneira mais consistente em áreas onde os municípios enfrentam maiores limitações individuais, especialmente na saúde. Unidades regionais, contratação conjunta de especialistas, aquisição de equipamentos e organização de redes de atendimento transformaram a realidade de regiões inteiras. Cidades que antes não tinham acesso a exames de alta complexidade passaram a contar com serviços integrados, diminuindo filas, ampliando diagnósticos e fortalecendo o SUS. Além da saúde, áreas como meio ambiente, resíduos sólidos, turismo, agricultura e segurança pública também registram avanço expressivo dentro do modelo.
Os resultados são mensuráveis. Estudos indicam que municípios consorciados podem reduzir em até 5% suas despesas correntes per capita, sem prejuízo da qualidade dos serviços. A economia de escala gerada pelas compras compartilhadas, a otimização de equipes técnicas e a eliminação de duplicidades contratuais fortalecem a capacidade do poder público de investir melhor e entregar mais. Em muitas regiões, a formação de consórcios permitiu que pequenas cidades alcançassem padrões de gestão que antes eram possíveis apenas em grandes centros urbanos.
Esse avanço, entretanto, exige capacitação constante dos gestores. Para atender essa demanda, o Instituto Igeduc realizará no Recife um curso executivo sobre consórcios públicos, reunindo especialistas nacionais para discutir modelo jurídico, governança, sustentabilidade financeira, prestação de contas e desafios operacionais. A proposta é preparar prefeitos, secretários e equipes técnicas para liderarem arranjos cooperativos com eficiência e responsabilidade, fortalecendo ainda mais esse instrumento de desenvolvimento regional.
O “superprefeito” não é alguém com superpoderes, mas um gestor com visão ampliada, capaz de perceber que administrar uma cidade hoje significa compreender que problemas, soluções e oportunidades não respeitam fronteiras municipais. Os consórcios públicos representam essa nova lógica: colaborativa, técnica, econômica e orientada a resultados. Com quase todos os municípios brasileiros já integrados a algum arranjo cooperativo, o futuro da gestão pública no país é, inevitavelmente, interligado — e cresce na velocidade em que prefeitos entendem que, juntos, avançam mais.
*Inácio Feitosa é advogado, escritor e Fundador do Instituto IGEDUC ([email protected]).
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