Prefeito Arquimedes empossa novas secretárias e o novo diretor da UMMS
Por Nill Júnior
O prefeito de Itapetim Arquimedes Machado empossou hoje as novas secretárias de Educação e Cultura e o novo diretor da Unidade Mista Maria Silva . As solenidades contaram com a presença do vice-prefeito Junior Moreira, além dos vereadores Junior de Diógenes, Romão de Piedade, Seu Dido e Fia Candido.
Primeiro, o chefe do Executivo itapetinense empossou o técnico em enfermagem Alysson Magno como novo diretor da UMMS, em substituição a Walter Buarque. “Agradecemos os esforços e dedicação do nosso amigo Walter e estamos felizes por Alysson ter aceito o desafio de caminhar conosco na missão de melhorar os serviços de saúde oferecidos à nossa população”, disse Arquimedes.
Em seguida, o gestor empossou as novas secretárias de Educação e Cultura. Edna Rangel deixou a Secretaria de Educação e assumiu a Secretaria de Cultura. No lugar dela, assumiu Luciana Paulino. “Quero agradecer ao prefeito Arquimedes pela confiança e dizer que farei o que estiver ao meu alcance para que a educação do nosso município continue avançando”, frisou a nova secretária de Educação.
Arquimedes agradeceu o trabalho de Edna à frente da Secretaria de Educação e destacou a importância de contar com ela agora no comando da Secretaria de Cultura.
Pesquisa BTG/FSB divulgada hoje aponta o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como líder na disputa presidencial, com 41% das intenções de voto. O atual presidente Jair Bolsonaro (PL), vem em segundo lugar, com 32%, no cenário principal com 12 pré-candidatos. O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) aparece na terceira posição, com 9%. Esse resultado […]
Pesquisa BTG/FSB divulgada hoje aponta o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como líder na disputa presidencial, com 41% das intenções de voto.
O atual presidente Jair Bolsonaro (PL), vem em segundo lugar, com 32%, no cenário principal com 12 pré-candidatos.
O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) aparece na terceira posição, com 9%. Esse resultado é para o levantamento estimulado, quando os entrevistados recebem uma lista prévia de nomes de pré-candidatos.
O ex-governador de São Paulo João Doria (PSDB) e o deputado federal André Janones (Avante) têm 3%; a senadora Simone Tebet (MDB) e Vera Lúcia (PSTU), 1%; José Maria Eymael (DC), o empresário Felipe D’Ávila (Novo), Sofia Manzano (PCB), o deputado federal Luciano Bivar (União Brasil) e Leonardo Péricles (UP) não pontuaram.
Considerando a margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, todos esses pré-candidatos estão tecnicamente empatados.
Do G1 Setores do PP afirmaram que vão contestar a decisão na Justiça. De acordo com presidente Ciro Nogueira, apoio é decisão ‘da maioria’. Em reunião fechada nesta quarta-feira (25) após encerramento abrupto da convenção nacional do PP, a executiva nacional do partido decidiu apoiar a reeleição da presidente Dilma Rousseff, segundo informou o presidente […]
Setores do PP afirmaram que vão contestar a decisão na Justiça. De acordo com presidente Ciro Nogueira, apoio é decisão ‘da maioria’.
Em reunião fechada nesta quarta-feira (25) após encerramento abrupto da convenção nacional do PP, a executiva nacional do partido decidiu apoiar a reeleição da presidente Dilma Rousseff, segundo informou o presidente do partido, Ciro Nogueira (PP-PI). A sigla não divulgou a quantidade de integrantes da sigla que votaram nem qual foi o placar.
A decisão sobre quem o PP apoiaria nas eleições para presidente cabia, originalmente, à convenção nacional. No entanto, a convenção foi conturbada e não havia consenso entre os membros do partido que discursavam. Depois de quase três horas de debate, a presidência do partido aprovou uma resolução que remetia à Executiva Nacional (um órgão interno do partido com menos votantes que a conveção) a palavra final sobre o apoio nas eleições.
Integrantes do partido que participavam da reunião questionaram a decisão alegando não terem tido tempo para votar. Eles pretendem anular a medida no Tribunal Superior Eleitoral.
De acordo com Ciro Nogueira, a maioria do partido defende a candidatura de Dilma. “Ficou definido o apoio à presidente. Dois diretórios apenas se rebelaram, são 27”, disse após sair da reunião realizada no Senado Federal. “Sempre ouvimos democraticamente a todos. São 27 diretórios e apenas dois se rebelaram de forma inadequada. A maioria quer o apoio à presidente. Já está sacramentado o apoio”, completou.
Resolução polêmica
A resolução que deu à Executiva Nacional o poder de decidir sobre o apoio do PP foi apresentadapela presidência do partido depois de quase três horas de discurso dos correligionários durante a convenção nacional. Depois que Ciro Nogueira declarou aprovada a resolução, foi chamado de “vendido” por militantes que alegam que o presidente não ouviu todos os integrantes do partido.
Na terça-feira (24), Nogueira havia dito ao G1 que seria “tranquilo” aprovar, na convenção, a aliança do PP com o PT em âmbito nacional. “Tem divergências, mas a ampla maioria quer aproximação e, com certeza, a maioria vai prevalecer. Vai ser uma escolha tranquila”, afirmou Nogueira.
No entanto, durante a convenção, a maior parte dos discursos eram contrários à aliança. Ao sair do auditório onde ocorria o evento – rodeado por seguranças, com passos apressados e sob vaias e gritos de membros do partido – Ciro Nogueira afirmou que a aprovação da resolução tinha o apoio de 20 diretórios estaduais.
Marcada por gritos de apoio e hostilidade a diferentes integrantes do partido que subiam à tribuna para fazer discurso, a convenção do PP foi conturbada desde o começo. Contrariando a vontade do presidente nacional da sigla, o presidente do diretório mineiro e atual governador de Minas Gerais, Alberto Pinto Coelho, discursou em defesa da neutralidade do PP nas eleições presidenciais.
Coelho apoia a candidatura de Aécio Neves. “Nossa visão, nossa definição do PP em Minas, se alia à candidatura do senador Aécio Neves para a Presidência da República de maneira irrecorrível. Qualquer enquete ou pesquisa identifica a insatisfação de 60% a 70% da população brasileira que clama por mudanças profundas e estruturais”, declarou Pinto.
Em seguida, manifestantes levantaram cartaz defendendo a candidatura própria do partido, como nome do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) para presidente. O parlamentar é conhecido por declarações polêmicas em favor da ditadura militar (1964-1985) e contra políticas em defesa dos homossexuais.
O próprio Bolsonaro subiu à tribuna para defender a sua candidatura e criticar o governo de Dilma Rousseff. “Nossa bancada vai diminuir caso apoiem aqui a eleição da Dilma, caso dêem um minuto e vinte segundos para ela. E eu continuo candidato a presidente da República e espero que o partido coloque em votação o meu nome”, declarou Bolsonaro.
O ex-ministro das Cidades Aguinaldo Ribeiro foi um dos que discursou dedindo apoio à candidatura de Dilma. “O nosso PP comandou por dez anos o Ministério das Cidades. E como coordenador desse ministério, o nosso partido se apropriou de importantes políticas que mudaram a vida dos brasileiros. Não podemos agora relevar aquilo que foi construído […] Defendo que não tenhamos posição e mudemos agora. Nós somos governo, estamos do lado do governo e vamos ganhar as eleições com Dilma”, disse.
O PP tem hoje o comando do Ministério das Cidades, sob a chefia do ministro Gilberto Occhi. O partido também soma 39 deputados federais e forma na Câmara um bloco com o PROS (20 parlamentares) – que aprovou na terça-feira (24) o apoio a Dilma. Os 59 deputados do bloco representam a terceira maior bancada da Câmara. No Senado, o PP tem cinco representantes, de um total de 81 senadores.
A senadora Ana Amélia (PP-RS), candidata a governadora no Rio Grande do Sul, já anunciou apoio a Aécio Neves.
Do Farol de Notícias Para Sebastião Oliveira, terá tempo e momento, sem ansiedade, para conversar com Márcia Conrado e Breno Araújo sobre os acordos tratados em 2024 nos preparativos para eleições municipais. Na tarde deste sábado (6) o Programa do Farol, no YouTube recebeu o ex-deputado e presidente estadual do Avante, Sebastião Oliveira. Comentando sobre […]
Para Sebastião Oliveira, terá tempo e momento, sem ansiedade, para conversar com Márcia Conrado e Breno Araújo sobre os acordos tratados em 2024 nos preparativos para eleições municipais.
Na tarde deste sábado (6) o Programa do Farol, no YouTube recebeu o ex-deputado e presidente estadual do Avante, Sebastião Oliveira. Comentando sobre a pauta administrativa e política, Sebastião concedeu uma entrevista aberta sem titubear nas polêmicas.
“Eu fiz um convite público aí no Farol, que se ele [Breno] for realmente candidato. Ele é um profissional qualificado, não sei se é do ramo de política, mas como profissional ele é. E também não precisa, porque eu também era um profissional qualificado do ramo de saúde, como ele, e virei um político que acho que deu resultado. Então, isso pode acontecer. Agora, eu aguardo o momento certo, sem ansiedade, sem nenhuma rispidez, para que a gente sente com a prefeita e possa dizer o acordo que foi feito em 2024″, relembrou Oliveira, continuando:
“Tinha testemunhas, as testemunhas eram Duquinho, Faeca, Allan Pereira, e também Breno Araújo, no primeiro encontro que nós tivemos no Avante, junto com Márcia. Então, assim, eu aguardo para que a gente sempre esclareça todo esse movimento que está acontecendo e qual é a melhor maneira de equacionar. Eu não quero brigar, eu tenho demonstrado isso, quero ser parceiro. Waldemar colocou emendas aí, no orçamento, a pedido de Allan, a pedido de várias pessoas, de Antônio da Melancia, de Márcio Oliveira, meu primo, então mostrando que nós não temos nenhuma dificuldade em querer ajudar o município”.
O ex-deputado ainda acrescentou na equação os demais apoios que trouxe para o grupo da prefeita Márcia Conrado junto com o Avante.
“Pelo contrário, a gente trabalha pelo município, mas eu acho que no momento certo nós vamos precisar sentar e olhar olho no olho, porque foi olho no olho quando eu assumi a posição de apoia-la. E naquele movimento eu não só trouxe o Avante, como eu trouxe Marília Arraes, com o Solidariedade, e trouxe também União Pernambuco. Foram três partidos que eu trouxe para a base de Márcia”.
Por Juliana Lima O ex-prefeito Carlos Evandro (PSB), pré-candidato do grupo oposicionista em Serra Talhada, foi o terceiro entrevistado da série com os pré-candidatos a prefeito em 2020 que a Rádio Serra FM está promovendo no Programa Serra FM Notícias, das 11h às 12h. Nesta sexta-feira (26), ele disse aos comunicadores Juliana Lima e Joãozinho […]
O ex-prefeito Carlos Evandro (PSB), pré-candidato do grupo oposicionista em Serra Talhada, foi o terceiro entrevistado da série com os pré-candidatos a prefeito em 2020 que a Rádio Serra FM está promovendo no Programa Serra FM Notícias, das 11h às 12h.
Nesta sexta-feira (26), ele disse aos comunicadores Juliana Lima e Joãozinho Teles que está cumprindo normalmente sua agenda de trabalho na medicina e que tem recebido muitos convites para visitar comunidades e lideranças, mas considera cedo para fazer campanha. “Eu saí da prefeitura e dei continuidade ao meu trabalho como médico. Tenho relevantes serviços prestados como prefeito e como médico estamos pontuando nas pesquisas, mas não calço salto alto não. […] Vou deixar para fazer política na agenda política”.
Sobre o processo de escolha do grupo, garantiu que está trabalhando sem fazer imposição, mas defende o fator pesquisa como determinante para indicação. “Eu estou trabalhando, não estou botando o pé no bucho de ninguém, sempre digo isso, não estou impondo meu nome, digo que o critério de qualquer grupo e de qualquer cidadão que queira disputar é pesquisa. A gente já tem pesquisas internas, mas favos fazer outra, o prefeito está fazendo uma, e no fim do mês vamos fazer uma para situar como está nossa situação, meu nome e os outros nomes”.
Ele garante, no entanto, que ampliou a vantagem sobre Victor Oliviera. “Na última [pesquisa] que teve eu ampliei, mas não gosto de está tocando nisso porque dá a impressão que eu estou querendo menosprezar. Questionado acerca da troca de farpas públicas entre os dois e sobre as declarações de Victor de que ele (Carlos) não poderia ser candidato por impedimento legal, disparou: “Eu não conheço ele (Victor) como jurista. Quem não deve não teme. Eu não tenho mais nenhuma conta na Câmara. Se eu fosse um candidato inexpressivo não estariam incomodados, é porque Carlos Evandro incomoda. […] Eu respondo por mim, eu sei que eu posso, […] eu não estaria aqui par vender ilusão. Pelo gosto da minha família eu não era, mas estão me provocando tanto que agora eu sou”.
Quanto às críticas que vem sofrendo na emissora de seu aliado Victor Oliveira, foi enfático: “Não é ele. São os pau mandados dele. […] Que aliado é esse que está descendo a ripa no aliado?”. Ele negou, porém, ter dito que não queria Victor nem para vice. “Nenhum problema de minha parte, nenhum constrangimento se ele tiver ganhando de mim nas pesquisas. Agora eu não sou menino, Sebastião manda fazer (pesquisas) e eu também mando fazer. Ele tem o instituto dele e eu tenho o meu”.
Perguntado sobre a movimentação da base governista, disse não ter preferência de adversários, fez elogios a Márcia Conrado, Marcus Godoy e Faeca Melo, mas afirmou acreditar que o grupo de Luciano Duque já decidiu pela secretária de Saúde Márcia Conrado. “Na minha ótica a candidata é ela”.
Por André Luis A TV Nova, Radio Cultura do Nordeste, Diario de Pernambuco, Rádio Clube de Pernambuco, Estampa Mídia Exterior e a Associação das Empresas de Rádio e TV de Pernambuco (ASSERPE), promovem, nesta sexta-feira (21), a partir das 21h, mais um debate com as candidatas que disputam o Governo de Pernambuco no segundo turno. […]
A TV Nova, Radio Cultura do Nordeste, Diario de Pernambuco, Rádio Clube de Pernambuco, Estampa Mídia Exterior e a Associação das Empresas de Rádio e TV de Pernambuco (ASSERPE), promovem, nesta sexta-feira (21), a partir das 21h, mais um debate com as candidatas que disputam o Governo de Pernambuco no segundo turno.
O debate será transmitido pela Rádio Pajeú na sintonia 99,3 e também no RadiosNet, aplicativos próprios, YouTube e Facebook.
Marília Arraes e Raquel Lyra ficarão frente a frente pela terceira vez neste segundo turno das eleições para discutir Pernambuco do Litoral ao Sertão.
Nos dois últimos debates, realizados neste segundo turno, as postulantes disputaram um jogo de empurra fugindo do apoio do atual governador Paulo Câmara.
Ontem, o deputado federal Danilo Cabral chegou a criticar os ataques trocados entre elas e a disputa de quem teria ligação com Câmara. Segundo ele, faltaram propostas para o futuro de Pernambuco.
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