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Posse de Mário Amaral é adiada por erro em portaria de Val do Bar, diz Câmara

Por Nill Júnior

Câmara Vereadores de Tabira

Colaborou Juliana Lima

A Câmara de Vereadores de Tabira se reuniu na noite desta segunda-feira (29) para mais uma sessão ordinária. O presidente da casa, vereador Marcos Crente (PSB), esclareceu o adiamento da posse do suplente Mário Amaral, que substituirá o vereador Val do Bar na casa legislativa.

“Era uma sessão esperada em virtude da posse de Mário Amaral, porém, a portaria enviada à Câmara fere a Lei Orgânica do município, pois além de não citar a data de início da licença de Val do Bar, informa que o vereador ocupará o cargo de Assistente de Saúde, indo de encontro a Lei Orgânica que estabelece que o vereador será automaticamente licenciado se estiver investido no cargo de secretário municipal ou equivalente”, explicou.

Ainda segundo o presidente, o ofício foi retirado da pauta da sessão e enviado de volta à prefeitura. “Vamos aguardar que o executivo nos envie a portaria correta constando a nomeação prévia do vereador Val do Bar e a lei que determina que o cargo de Assistente de Saúde é equivalente ao de secretário municipal para podermos empossar o suplente Mário Amaral, respeitando a Lei Orgânica”, concluiu.

Durante a sessão, a Câmara prestou homenagens a Helena Tumenas e Vânia Brito, residentes em São Paulo, e ao empresário local Genival Galdino da Silva, em caráter de reconhecimento pelo trabalho voluntário de assistência às crianças do município de Tabira e cidades vizinhas, através da doação de kits com roupas, calçados, brinquedos e material escolar. A moção de aplauso foi solicitada por Joselito Rodrigues, presente na homenagem.

Em seus discursos, os vereadores também desejaram boa recuperação ao ex-prefeito Dinca Brandino, que sofreu um infarto no final de semana e encontra-se internado no hospital Dom Helder Câmara, na cidade do Cabo, onde se submeteu a um cateterismo e uma angioplastia.

Outras Notícias

Escritor e poeta de Afogados da Ingazeira lança livro de poesias em São Paulo

Wando Gomes nasceu no município de Carnaíba, região do Vale do Pajeú, sertão de Pernambuco. Para passar o tempo enquanto vigiava os animais no campo e como toda criança pobre, sempre criando seus próprios brinquedos, pregava alguns pregos nas extremidades de uma tábua e esticava alguns arames imitando um violão. Por volta dos seus doze […]

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Wando Gomes nasceu no município de Carnaíba, região do Vale do Pajeú, sertão de Pernambuco. Para passar o tempo enquanto vigiava os animais no campo e como toda criança pobre, sempre criando seus próprios brinquedos, pregava alguns pregos nas extremidades de uma tábua e esticava alguns arames imitando um violão.

Por volta dos seus doze anos, sua avó paterna lhe presenteou com um violão. Agora que tinha um violão, precisava escrever alguma coisa. Iniciou então nesta época sua viagem pelo mundo da arte da palavra, da poesia e da literatura.

CAPA DO LIVRO
“A poesia é a minha estrada, escrever é o meu carma, a palavra é minha arma, a caneta é minha espada”. Trecho do Livro “Palavras ao Vento”.

Após viver alguns anos na cidade de Afogados da Ingazeira, em 1993 mudou-se para São Paulo onde vive do sonho de sua arte até os dias atuais. Seus familiares e amigos residem nas cidades de Afogados de Ingazeira-PE, Povoado do Silvestre-PB, Tavares-PB, São José do Egito e São Paulo-SP.

O livro se encontra inicialmente no site da editora e em breve nos sites das livrarias Cultura e Travessa e no próximo dia 23 de janeiro de 2016 será lançado oficialmente em São Paulo capital.

 

Fala de Zeca sobre “piroca nenhuma” vira meme da campanha de LW

Uma reação de Zeca Cavalcanti no debate da Rádio Agnus Day em relação ao candidato Wellington da LW corre trecho nas redes sociais de Arcoverde. O Debate aconteceu no sábado e foi promovido e organizado pela emissora que tem assinatura do Padre Adilson Simões, com apoio do Colégio Cardeal Arcoverde. Claro, pela entidade que organiza […]

Uma reação de Zeca Cavalcanti no debate da Rádio Agnus Day em relação ao candidato Wellington da LW corre trecho nas redes sociais de Arcoverde.

O Debate aconteceu no sábado e foi promovido e organizado pela emissora que tem assinatura do Padre Adilson Simões, com apoio do Colégio Cardeal Arcoverde. Claro, pela entidade que organiza e nível da plateia que acompanhava, se esperava um debate sem termos pejorativos.

Mas, ao reagir com indignação a um pedido de Direito de Resposta, Zeca gerou a fala explorada pelos governistas. Na pergunta de Wellington a Zeca, ele o acusou de nada fazer por Arcoverde e ter processos. “A maioria das obras da suas gestões tem processos. Não consegui trazer o pacote de processos. Grande parte das suas obras tem problemas jurídicos”.

LW acusou Zeca de irregularidades em obras da gestão. LW disse que era só “dar um Google para saber os processos de Zeca, como da FUNASA, da DELTA, da duplicação, e que a justiça está cobrando milhões da prefeitura. “Eu iria trazer um documento, mas era muito pesado”.

Zeca tinha direito à tréplica, mas foi logo dizendo ao radialista Anchieta Santos que queria direito de resposta pela fala de LW. Anchieta lembrou que o candidato estava usando o tempo de sua réplica. Zeca disse que além da réplica queria direito de resposta. Anchieta alertou que seu tempo estava correndo e que entregaria o pedido para a coordenação do debate.

Daí Zeca veio com a frase:  “eu só queria dizer o seguinte, como ele é mal informado a gente tem que dar um desconto que ele não entende de piroca nenhuma de gestão pública“, dizendo que a gestão privada de Wellington era um desastre.

Em nota a Coligação de Welington da LW e Delegado Israel lamentou a postura.  “É de se lamentar que um candidato no auge do desespero ao perceber a chegada da derrota use termos pejorativos à frente de representantes da Agnus Day como o Padre Adilson Simões.

Não bastasse o episódio da ameaça ao padre Ayrton Freire, agora temos mais esse episódio na conta de uma candidatura que não respeita sequer os representantes da fé”.

Câmara e Bolsonaro juntos em lançamento de programa contra a violência

Em solenidade nesta quinta-feira (29), no Palácio do Planalto, o governador Paulo Câmara participou ao lado do presidente Jair Bolsonaro da assinatura dos contratos locais do Programa Em Frente Brasil, projeto piloto de enfrentamento à violência do Governo Federal, que promoverá ações integradas em cinco municípios brasileiros. De amplitude nacional, a iniciativa sediará uma de […]

Em solenidade nesta quinta-feira (29), no Palácio do Planalto, o governador Paulo Câmara participou ao lado do presidente Jair Bolsonaro da assinatura dos contratos locais do Programa Em Frente Brasil, projeto piloto de enfrentamento à violência do Governo Federal, que promoverá ações integradas em cinco municípios brasileiros.

De amplitude nacional, a iniciativa sediará uma de suas frentes na cidade do Paulista, na Região Metropolitana do Recife. As outras quatro selecionadas são Ananindeua (PA), Cariacica (ES), Goiânia (GO) e São José dos Pinhais (PR).

Em maio passado, durante o processo de construção do programa Em Frente Brasil, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, e o secretário nacional de Segurança Pública, general Guilherme Theophilo, estiveram em Pernambuco para acompanhar uma das reuniões semanais do Pacto pela Vida. Na época, Moro e Theophilo elogiaram a iniciativa estadual.

A cerimônia desta quinta, no Palácio do Planalto, contou com a presença do presidente da República, dos ministros envolvidos e dos governadores e prefeitos dos municípios selecionados para o projeto piloto. Paulo Câmara esteve acompanhado do secretário-executivo de Defesa Social, Humberto Freire, e do prefeito do Paulista, Júnior Matuto.

O programa Em Frente Brasil contará com ações multidisciplinares e transversais, articuladas entre a União, estados e municípios com o objetivo de reduzir o número de crimes violentos, principalmente os homicídios, atuando nas áreas de educação, esporte, lazer, cidadania, cultura e empreendedorismo, a partir de diagnósticos locais e planos integrados de ação.

O trabalho ainda incluirá uma atuação integrada da Força Nacional de Segurança Pública, Polícias Federal, Rodoviária Federal, Civil e Militar, dentro de estratégias específicas de policiamento ostensivo, inteligência, investigação criminal e operações integradas, estabelecidas pelo plano integrado criado em conjunto com os estados e municípios participantes.

Programa Minha Casa Minha Vida é reativado em Itapetim

O Governo Municipal, em parceria com a Secretaria de Assistência Social, reativou o programa e hoje foram entregues os cheques com a primeira parcela de R$ 1 mil para cada uma das 40 famílias contempladas (os deficientes receberam R$ 1.500). A segunda e última parcela será paga após a prestação de contas da primeira parte. […]

O Governo Municipal, em parceria com a Secretaria de Assistência Social, reativou o programa e hoje foram entregues os cheques com a primeira parcela de R$ 1 mil para cada uma das 40 famílias contempladas (os deficientes receberam R$ 1.500). A segunda e última parcela será paga após a prestação de contas da primeira parte.

As casas ficam localizadas no conjunto habitacional ao lado do CRAS. O Governo Municipal pediu uma suplementação no orçamento, e agora foram repassados os recursos às famílias para conclusão  das obras.

O prefeito Adelmo Moura agradeceu mais uma vez o apoio de todos da Câmara de Vereadores. “Foi um grande trabalho e luta para conseguir realizar este programa. Vamos continuar buscando cada vez mais melhorias para a nossa gente”. Disse.

A secretária de Assistência Social, Fia Cândido, agradeceu o apoio de todos e disse que continuará lutando por todos os itapetinenses.

Estiveram com o prefeito, o presidente da Câmara de Vereadores, nosso vice-prefeito, Junio Moreira e o ex-prefeito Arquimedes Machado. Construindo no presente, pensando no futuro.

Setor da construção civil em Pernambuco estima prejuízo de R$ 6 bi em dois meses

O ano de 2019 representou um pequeno alívio para a construção civil em Pernambuco. Após cinco anos acumulando resultados negativos, o setor verificou um crescimento de 1,1% no seu PIB ano passado – o número trouxe otimismo para os empresários do setor, que apostaram em um 2020 promissor. O sentimento, no entanto, durou pouco. Ao […]

O ano de 2019 representou um pequeno alívio para a construção civil em Pernambuco.

Após cinco anos acumulando resultados negativos, o setor verificou um crescimento de 1,1% no seu PIB ano passado – o número trouxe otimismo para os empresários do setor, que apostaram em um 2020 promissor. O sentimento, no entanto, durou pouco.

Ao chegar a Pernambuco, a Covid-19 provocou, além dos impactos na saúde, a assinatura do Decreto 48.834, que paralisou 70% das atividades de construção civil em andamento no Estado. Como consequência, desde 22 de março, 40 mil trabalhadores estão fora dos canteiros, o que deve causar, nas contas do Sindicato da Indústria da Construção Civil em Pernambuco (Sinduscon-PE), um prejuízo de R$ 6 bilhões em 2 meses.

De acordo com o decreto estadual, as únicas atividades da construção civil autorizadas a funcionar são as obras públicas, as obras de empresas concessionárias de serviços públicos, atividades urgentes que precisem ser executadas para evitar risco grave ou de difícil reparação e atividades decorrentes de contratos de obras particulares relacionadas à Covid-19. “Ou seja, apenas 30% dos trabalhadores estão atuando, de forma excepcional, mas nem essas obras estão a pleno vapor. Estamos com dificuldades para conseguir os materiais, os trabalhadores estão com medo e se atrasam ou faltam. O ritmo está menor em todas as obras”, detalha o presidente do Sinduscon-PE, Érico Furtado.

A expectativa é que a situação seja revertida nesta sexta-feira (17), data em que se encerra o prazo estabelecido pelo governador para a suspensão das atividades. “O que nós precisamos é que o Governo do Estado nos deixe trabalhar. Sabemos que a saúde do trabalhador precisa ser mantida e estamos tomando todas as medidas de prevenção para garantir essa segurança. Orientamos e afastamos das obras todas as pessoas que estão em grupos de risco e temos como conservar a saúde dos demais dentro dos nossos canteiros”, reforça Érico.

A posição de retorno às atividades também é defendida por José Antônio de Luca Simon, representante do Sinduscon junto à Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE), que destacou que determinações de paralisações parciais em obras da construção civil se repetem em apenas em outros três Estados do País, além de Pernambuco: Goiás, Piauí e Ceará. “Ao mesmo tempo que temos obras públicas e terraplanagem funcionando, somos impedidos em outros segmentos, como a incorporação. Precisamos de tratamento igualitário”, justifica.

Se o decreto não for revisto, o presidente do Sinduscon-PE acredita que medidas como a adesão à redução de carga horária ou à suspensão de contratos, elencadas na MP nº 927, poderão ser tomadas para evitar demissões do setor – embora estas não estejam descartadas. “Existem relatos de demissões, mas não estão sendo contabilizadas porque o Governo Federal parou de divulgar os dados. O que ocorre é que muitos empresários não gostam das inseguranças jurídicas causadas pelas medidas provisórias, uma vez que o Congresso Nacional pode alterar o texto. Entendemos que o momento é de crise, mas, para superá-la, precisamos de ponderação”, defende Érico Furtado.

Para ele, a solução de retomar o andamento das obras não só pode garantir a manutenção dos empregos como pode amenizar os efeitos causados pela paralisação das atividades. “O ritmo não irá voltar ao normal, porque o próprio consumo está prejudicado. Mas poderemos retomar nossos contratos, que têm prazo de entrega, e os nossos clientes ficarão mais animados. Esperávamos que o setor de construção representasse 2% do PIB de Pernambuco neste ano. Isso não vai mais acontecer. O retorno irá amenizar as perdas, mas, particularmente, só acredito em recuperação a partir do fim do ano que vem”, lamenta.