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População de Triunfo reclama de constantes quedas de energia

Por Nill Júnior

Prefeitura diz que já entrou em contato com a Celpe

As constantes quedas no fornecimento de energia elétrica no município turístico de Triunfo motivou nota da Secretaria de Obras e Serviços Públicos da cidade.

Segundo a nota, tem havido várias queixas  na ouvidoria com relação à atuação da CELPE. A prefeitura esclareceu que a empresa, embora prestadora de serviço público, não possui qualquer vínculo com o município, inclusive de subordinação.

“A fiscalização da qualidade da prestação de serviços da CELPE fica a cargo da ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica, que de acordo com a legislação em vigor tem como finalidade regular e fiscalizar a produção, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica”.

Ainda informou que a Prefeitura, através do seu gestor João Batista,  já recorreu diretamente aos gestores da Celpe, como também pelos canais formais da empresa.

“Apresentamos inúmeras reclamações acerca dos problemas na prestação do serviço em Triunfo, mas não temos obtido soluções no tocante às constantes quedas de energia”.

Outras Notícias

Bolsonaro diz que irá vetar novo fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou hoje em entrevista à TV Brasil que irá vetar o novo fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões, que foi aprovado no Congresso Nacional dentro do projeto da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2022.  “É uma cifra enorme que, no meu entender, está sendo desperdiçada, caso seja sancionada”, […]

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou hoje em entrevista à TV Brasil que irá vetar o novo fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões, que foi aprovado no Congresso Nacional dentro do projeto da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2022. 

“É uma cifra enorme que, no meu entender, está sendo desperdiçada, caso seja sancionada”, afirmou. “Posso adiantar para você que não será sancionada.”

O texto do relator, deputado federal Juscelino Filho (DEM-MA), aumentou o valor do fundo de R$ 1,7 bilhão para R$ 5,7 bilhões. O presidente disse ainda que não tem obrigação de aprovar tudo o que vem do Legislativo e, em uma segunda resposta sobre o tema, declarou que a “tendência” é não sancionar.

“Tenho que conviver em harmonia com o Legislativo. Nem tudo o que eu apresento ao Legislativo é aprovado, e nem tudo o que o Legislativo aprova eu tenho obrigação de aceitar. A tendência nossa é não sancionar, em respeito ao trabalhador e ao contribuinte brasileiro”, falou.

Os recursos do chamado “fundão” são divididos entre os partidos políticos para financiar as campanhas eleitorais. Ele foi criado após a proibição do financiamento privado, em 2015, pelo STF (Supremo Tribunal Federal), sob o argumento de que as grandes doações empresariais desequilibram a disputa eleitoral.

Entre os principais partidos beneficiados pelo fundão turbinado, estão o PSL, ex-partido de Bolsonaro, e o PT, donos das maiores bancadas do Congresso. O PSL se manifestou contra a proposta após a aprovação do texto. Entretanto, durante a votação, os parlamentares da legenda não fizeram objeção.

Tanto o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ) quanto o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), filhos do presidente, votaram a favor da matéria, ao aprovarem a LDO na semana passada.

Bolsonaro tem duas semanas para decidir

Bolsonaro tem mais duas semanas de prazo para sancionar ou vetar o fundão eleitoral. Segundo a colunista Carla Araújo, auxiliares do presidente disseram que a medida tem sido discutida com o Ministério da Economia e a esfera jurídica do governo, que aconselharam que o presidente use os 15 dias previstos para sanção para avaliar os impactos da sua decisão.

O discurso pelo veto é popular, mas pode causar desgaste especialmente com o chamado centrão, base de sustentação do governo do presidente.

Mais cedo, Bolsonaro atacou Marcelo Ramos, dizendo que ele é “insignificante”. O deputado respondeu e pediu a Arthur Lira (PP-AL) para que possa analisar os pedidos de impeachment que estão na gaveta.

Durante a definição da verba eleitoral para 2020, pouco após indicar que iria barrar o valor aprovado pelo Congresso, Bolsonaro sancionou a medida, argumentando que um veto poderia ser classificado como crime de responsabilidade. As informações são do UOL.

Serra Talhada divulga data da 6ª Corrida da Fogueira

A Prefeitura de Serra Talhada, através da Secretaria de Esportes e Lazer, divulgou nesta quinta-feira (25), a data de realização da 6ª Corrida da Fogueira 2017. O tradicional evento esportivo acontecerá no dia 18 de junho. A largada será às 07h30, no aeroporto, em direção à Estação do Forró. Esse ano os corredores usarão chips de cronometragem eletrônica, […]

A Prefeitura de Serra Talhada, através da Secretaria de Esportes e Lazer, divulgou nesta quinta-feira (25), a data de realização da 6ª Corrida da Fogueira 2017.

O tradicional evento esportivo acontecerá no dia 18 de junho. A largada será às 07h30, no aeroporto, em direção à Estação do Forró. Esse ano os corredores usarão chips de cronometragem eletrônica, que registram a marca de cada atleta de forma exata.

As inscrições são gratuitas e serão abertas na próxima segunda-feira (29), seguindo até o dia 16 de junho. No ato da inscrição cada corredor deverá doar dois quilos de alimentos não perecíveis. A corrida terá a presença do campeão da Maratona de São Paulo, Edson Amaro.

Lula encerrará campanha de Dilma em São Paulo

do Estadão Conteúdo Depois de ver o PT e a presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, amargarem uma derrota importante em São Paulo no primeiro turno, o padrinho político e principal fiador da campanha da petista, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, encerrará as atividades eleitorais de 2014 no tradicional berço político do […]

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do Estadão Conteúdo

Depois de ver o PT e a presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, amargarem uma derrota importante em São Paulo no primeiro turno, o padrinho político e principal fiador da campanha da petista, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, encerrará as atividades eleitorais de 2014 no tradicional berço político do partido: São Bernardo do Campo, no sábado (25). Antes disso, na sexta-feira (24), Lula participará de uma caminhada no centro da capital paulista.

Após rumores de que ele estaria distante de Dilma nesta segunda etapa de campanha, Lula dedicou-se a uma série de eventos nesta última semana. Na segunda-feira (20), no primeiro ato do segundo turno ao lado dela, o ex-presidente participou de um encontro com a juventude, em Itaquera, na zona leste da capital, e depois esteve com Dilma na reunião com artistas e intelectuais no palco do Teatro Tuca, na Pontifícia Universidade Católica (PUC), zona oeste da cidade.

Ele esteve ontem de novo ao lado da presidente e candidata do PT à reeleição em diversas agendas em Pernambuco, Estado do ex-governador Eduardo Campos, morto num acidente aéreo em agosto em Santos, no litoral paulista. Pernambuco é também a terra natal de Lula. A visita da dobradinha Lula-Dilma, que levou milhares de militantes ao local, teve como objetivo garantir que o candidato a presidente Aécio Neves (PSDB) não seja o herdeiro dos votos da ex-senadora Marina Silva (PSB) no Estado, principalmente, após o apoio da família de Campos ao tucano.

A ex-presidente continua a percorrer nesta quarta-feira o País para tentar fortalecer a candidatura de Dilma, mas focou também as candidaturas dos postulantes a governador. Para apoiar a reeleição do governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT), Lula seguiu, sem a presidente e candidata do PT, para Porto Alegre, onde fez um ato no centro histórico. Ainda nesta quarta, o ex-presidente fará um comício ao lado do candidato a governador de Mato Grosso do Sul Delcídio Amaral (PT), em Campo Grande.

Lula tem duas atividades amanhã de campanha no Rio. Às 10h30, ocorre uma caminhada no centro de São Gonçalo. Às 15h30, outra no bairro de Campo Grande, na zona oeste. Dilma, a princípio, também estará na capital fluminense, mas ainda não há confirmação se participará dos eventos ao lado do petista.

Ecleriston e Paulo Jucá debatem criação da Companhia Independente da PMPE para o Alto Pajeú

Nesta quinta-feira, o prefeito de São José do Egito, Eclériston Ramos e o Secretário de Planejamento, Paulo Jucá, estiveram reunidos com o Comandante Regional da PMPE, Major Julierme. Eles trataram do levantamento de viabilidade técnica para a implantação de uma Companhia Independente da PM em São José do Egito. Apesar de instalada em São José, […]

Nesta quinta-feira, o prefeito de São José do Egito, Eclériston Ramos e o Secretário de Planejamento, Paulo Jucá, estiveram reunidos com o Comandante Regional da PMPE, Major Julierme.

Eles trataram do levantamento de viabilidade técnica para a implantação de uma Companhia Independente da PM em São José do Egito. Apesar de instalada em São José, a companhia atenderia as demandas de Itapetim, Brejinho, Tuparetama e Santa Terezinha.

Sofrendo com o contingente reduzido para atender uma grande região, a Polícia Militar encontra dificuldades para garantir a segurança dos moradores dessa região. “Direito básico de todo o cidadão, nós, como gestores, não podemos medir esforços para buscar um serviço de segurança cada vez mais efetivo para nossa população”, afirmou Ecleriston.

Na próxima semana, Paulo Jucá estará na capital estadual se reunindo com o Governo do Estado para buscar essa ação para o Pajeú. “Acreditamos que o Governo Estadual se empenhará nessa implantação. As conversas estão sendo realizadas de forma responsável e com a seriedade necessária para esta demanda. Estamos confiantes”, completou Paulo Jucá.

Supremo reage a Raquel Dodge e mantém inquérito das ‘fake news’

Estadão Conteúdo Apesar da contundente manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), não deverá arquivar o inquérito aberto pelo presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, para apurar ameaças e fake news contra a instituição e seus integrantes, segundo apurou a reportagem. Nesta terça-feira, 16, a procuradora-geral […]

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Estadão Conteúdo

Apesar da contundente manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), não deverá arquivar o inquérito aberto pelo presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, para apurar ameaças e fake news contra a instituição e seus integrantes, segundo apurou a reportagem.

Nesta terça-feira, 16, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, informou ao STF que deve ser arquivado o processo. A manifestação foi encaminhada ao relator do inquérito, Alexandre de Moraes, após ter sido deflagrada uma operação para vasculhar residências de pessoas que criticaram o Supremo nas redes sociais.

Moraes também determinou a retirada do ar de reportagens dos sites da revista Crusoé e de O Antagonista que citavam o presidente da Corte, ministro Dias Toffoli. O general da reserva do Exército Paulo Chagas foi um dos alvos da ação da PF de hoje.

Em entrevista ao Estadão/Broadcast, o ministro Marco Aurélio classificou a decisão como “censura” e “retrocesso em termos democráticos”.

Raquel Dodge sustenta que apenas o Ministério Público Federal pode pedir medidas cautelares como a realização de busca e apreensão. Segundo ela, houve desrespeito ao devido processo legal. Ela afirmou que deveria ser respeitada a separação das funções no processo de persecução penal, em que o Ministério Público pede providências e o Judiciário as analisa, não devendo agir de ofício (espontaneamente).