Politicagem leva nome sem qualificação para o IPA em Sertânia, denunciam governistas
Por Nill Júnior
Em caso a que o blog teve acesso, Cyro Galindo é acusado de destratar e humilhar uma servidora.”Quem manda aqui sou eu. Não quero mais você aqui de jeito nenhum”.
Cyro Roberto Galindo de Araújo, esposo da vereadora Magaly Romão de Andrade, aliada da empresária Pollyana Abreu, está chefiando a Estação Experimental do IPA em Sertânia.
A função exige conhecimento técnico, pois é especializada em caprinos e ovinos, localizada na Fazenda Cachoeira.
Indicado pela empresária e pré-candidata Pollyanna Abreu, ele está estranhamente chefiando a Estação sem ser pesquisador e nem sequer ter formação na área de ciências agrárias, reclamam governistas na cidade. “Pura e exclusivamente indicação política”.
Cyro é auditor aposentado da Secretaria da Fazenda do Estado de Pernambuco. Um contracheque enviado ao blog indica um vencimento de R$ 48.459,36.
Destratou servidora: Em um áudio a que o blog teve acesso, Cyro chega a destratar uma servidora, Natália Maria Reis, ligada à empresa RM Terceirização e Gestão de Recursos Humanos. “Eu não quero você mais aqui de jeito nenhum”. Ele chega a informar que vai chamar a polícia caso ela não se retire. O áudio repercute na cidade.
O blog encaminhou a queixa à assessoria da précandidata Polyanna Abreu e aguarda um posicionamento. Também está a disposição de Cyro Roberto.
O Palácio do Planalto divulgou na noite desta sexta-feira (26) a agenda oficial de sábado da presidente Dilma Rousseff, na qual consta uma série de reuniões e encontros em Santiago, capital do Chile. Caso a agenda seja mantida, Dilma não deverá participar das comemorações de 36 anos do PT, que começaram nesta sexta-feira, no Rio […]
Dilma se reúne hoje novamente com a presidente chilena, Michele Bachelet
O Palácio do Planalto divulgou na noite desta sexta-feira (26) a agenda oficial de sábado da presidente Dilma Rousseff, na qual consta uma série de reuniões e encontros em Santiago, capital do Chile. Caso a agenda seja mantida, Dilma não deverá participar das comemorações de 36 anos do PT, que começaram nesta sexta-feira, no Rio de Janeiro, e seguem até sábado.
A presidente viajou ao Chile mais cedo, nesta sexta, para se reunir com a presidente chilena, Michele Bachelet. Ao longo do dia, o Planalto não confirmou se Dilma retornaria ao Brasil a tempo de participar das comemorações do partido ou se permaneceria na capital chilena ao longo da tarde de sábado. Apesar de divulgar a agenda oficial de Dilma diariamente com antecedência, o Palácio do Planalto também costuma informar sobre eventuais alterações no cronograma da presidente.
Conforme informou o Blog do Camarotti, emissários de Dilma na convenção do PT no Rio, sondaram nesta sexta o ambiente para a presidente. As informações repassadas davam conta de que o clima no local era hostil para a presença dela.
De acordo com o blog, Dilma chegou a receber convite para um almoço com a presidente chilena, mas não respondeu de imediato para que pudesse se decidir se iria ou não ao evento petista. A previsão era que, se ela tivesse uma sinalização positiva sobre sua ida ao Rio, iria a capital fluminense antes do retorno a Brasília.
As comemorações de 36 anos do PT começaram nesta sexta com a realização de reunião do diretório nacional do partido. No sábado, além de seminário do partido no Rio, com a participação de algumas das principais lideranças da sigla, haverá shows. De acordo com o PT, a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva está confirmada.
A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (5) o texto principal do projeto de lei que flexibiliza a lei de improbidade administrativa e passa a exigir a comprovação de dolo (intenção) para a condenação de agentes públicos. O projeto de lei foi aprovado pela Câmara em junho, mas voltou para análise dos deputados porque foi […]
A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (5) o texto principal do projeto de lei que flexibiliza a lei de improbidade administrativa e passa a exigir a comprovação de dolo (intenção) para a condenação de agentes públicos.
O projeto de lei foi aprovado pela Câmara em junho, mas voltou para análise dos deputados porque foi modificado pelo Senado. Por isso, na votação desta terça, os deputados analisaram somente as mudanças feitas pelos senadores — oito, no total.
A proposta foi votada pelos deputados menos de uma semana depois ter sido apreciada, no mesmo dia, pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e pelo plenário do Senado.
O relator, deputado Carlos Zarattini (PT-SP), disse que o texto já foi discutido e, por isso, não há que se falar em trâmite “acelerado” da matéria.
“Não tem nada acelerado. Já foi discutido o projeto e todos estão conscientes. Não tem problema não”, afirmou Zarattini ao g1.
Para a conclusão da votação, os deputados ainda precisam analisar os destaques (sugestões de alteração) apresentados pelos próprios deputados às emendas feitas pelos senadores.
Isso, porém, só deve ocorrer na sessão desta quarta-feira (6). Em seguida, a matéria seguirá para sanção presidencial. Leia a íntegra da reportagem no g1.
As principais áreas de alargamento em Afogados da Ingazeira foram vistoriadas nesta terça (03), visando a elaboração de um plano de ações duradouras. O Secretário municipal de Infraestrutura, Odílio Lopes, vistoriou áreas sujeiras à alagamento nas ruas Nelson Alves de Souza, Euclides Torres Nunes, Diomedes Gomes, dentre outras áreas da cidade. A vistoria contou com […]
As principais áreas de alargamento em Afogados da Ingazeira foram vistoriadas nesta terça (03), visando a elaboração de um plano de ações duradouras.
O Secretário municipal de Infraestrutura, Odílio Lopes, vistoriou áreas sujeiras à alagamento nas ruas Nelson Alves de Souza, Euclides Torres Nunes, Diomedes Gomes, dentre outras áreas da cidade. A vistoria contou com a presença do Engenheiro Moisés Freitas, especialista em obras de macrodrenagem.
“Estamos realizando serviços emergenciais nessas áreas de maior acúmulo de água, mas também já estamos fazendo o levantamento do que será necessário para as ações de macrodrenagem, que trarão um impacto mais duradouro no escoamento das águas,” afirmou Odílio Lopes.
G1 O Partido Liberal (PL) oficializou neste sábado (25), em São Paulo, a candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República. Em seu primeiro discurso como candidato, Flávio prometeu honrar o legado do pai, Jair Bolsonaro, fez ataques ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que […]
O Partido Liberal (PL) oficializou neste sábado (25), em São Paulo, a candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República. Em seu primeiro discurso como candidato, Flávio prometeu honrar o legado do pai, Jair Bolsonaro, fez ataques ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que o Brasil foi “sequestrado” e prometeu “libertar o país desse cativeiro”.
Também defendeu o endurecimento da legislação penal e disse esperar receber do ex-presidente a faixa presidencial em janeiro de 2027.
A convenção reuniu familiares, aliados e lideranças da direita. O evento teve um vídeo produzido com inteligência artificial para simular um pronunciamento de Jair Bolsonaro, uma manifestação de apoio da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e um discurso do presidente da Argentina, Javier Milei.
Esta é a primeira candidatura presidencial de Flávio, filho mais velho de Jair Bolsonaro. Senador eleito em 2018, foi deputado estadual no Rio de Janeiro por quatro mandatos e disputou a Prefeitura do Rio em 2016, quando terminou em quarto lugar.
Em um discurso de cerca de 15 minutos, Flávio afirmou que sua candidatura representa a continuidade do projeto político de Jair Bolsonaro e classificou o pai como “o maior líder da direita que esse país já teve”. Disse que o ex-presidente sofreu três tentativas de ser “eliminado”: a facada em 2018, a prisão e, agora, o isolamento imposto pela Justiça.
Ao longo da fala, o senador fez ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF), especialmente ao ministro Alexandre de Moraes, a quem voltou a acusar de perseguir adversários políticos e restringir a liberdade de expressão.
Também afirmou que, se Lula for reeleito, poderá indicar mais quatro ministros para a Corte e disse que isso colocaria em risco a liberdade de imprensa, a atuação de parlamentares de oposição e a manifestação de cidadãos nas redes sociais.
Flávio também atacou o governo Lula, afirmou que o Brasil foi “sequestrado” e prometeu “libertar o país desse cativeiro”. Segundo ele, a eleição de 2026 será uma disputa entre aqueles que defendem a liberdade e os que buscam concentrar poder.
Em tom emocionado, prometeu dar continuidade ao legado do pai. “Pai, eu vou te honrar. E você vai colocar essa faixa de presidente em mim em janeiro do ano que vem.”
Na reta final do discurso, apresentou propostas de campanha. Defendeu a redução de impostos, o fortalecimento de uma maioria de centro-direita no Congresso, penas mais duras para criminosos, a responsabilização de adolescentes autores de crimes graves, o aumento das penas para agressores de mulheres e a castração química para condenados por estupro de crianças.
Jair Bolsonaro aparece em vídeo criado por IA
A convenção exibiu um vídeo produzido com inteligência artificial para simular um pronunciamento de Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar.
Na gravação, o ex-presidente afirma estar “preso e calado por uma decisão arbitrária”, diz que “nenhuma prisão vai calar o sentimento de esperança” despertado por seu movimento e pede que os apoiadores recebam Flávio “de braços abertos” como candidato à Presidência.
“Estou preso e calado por uma decisão arbitrária. Nenhuma prisão vai calar o sentimento de esperança que despertamos.”
O vídeo também reforça que Flávio representa a continuidade do projeto político do pai.
Na sequência, a convenção exibiu uma mensagem gravada do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, que declarou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro e desejou sucesso ao senador na disputa pela Presidência.
Michelle Bolsonaro participou da convenção por meio de um vídeo, na primeira manifestação pública de apoio à candidatura do enteado desde o rompimento entre os dois, encerrado nesta semana após um pedido público de desculpas do senador.
Sem citar o desentendimento, a ex-primeira-dama afirmou que permaneceu em casa para cuidar de Jair Bolsonaro e disse que a ausência do ex-presidente “fala muito mais alto” por representar milhões de brasileiros que depositaram confiança nele.
Depois de eleger 52 deputados federais na esteira de Jair Bolsonaro, em 2018, e romper com o presidente no ano seguinte, o PSL fechou uma aliança estratégica com o MDB para tentar se manter relevante nas articulações políticas visando as eleições de 2022. A aproximação entre as legendas começou durante um jantar em São Paulo, […]
Depois de eleger 52 deputados federais na esteira de Jair Bolsonaro, em 2018, e romper com o presidente no ano seguinte, o PSL fechou uma aliança estratégica com o MDB para tentar se manter relevante nas articulações políticas visando as eleições de 2022.
A aproximação entre as legendas começou durante um jantar em São Paulo, no início de junho, que reuniu o ex-presidente Michel Temer, o presidente do MDB, deputado Baleia Rossi (SP), e o presidente do PSL, deputado Luciano Bivar (PE).
Pelo acerto inicial, as duas siglas vão lançar um programa conjunto produzido pelas fundações Indigo (PSL) e Ulysses Guimarães (MDB), e apresentar candidaturas presidenciais próprias com o intuito de convergir em uma chapa única no começo do ano que vem.
Os emedebistas apostam na senadora Simone Tebet (MT) e o PSL, no apresentador José Luiz Datena.
Nos bastidores, porém, Datena já avisou que prefere disputar o Senado. Bivar, então, seria indicado como vice de Simone nas negociações que buscam um nome da terceira via para enfrentar Jair Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2022.
“O MDB e o PSL largaram na frente e estarão irmanados. Lá na frente vamos conversar sobre quem será nosso candidato (a presidente)”, disse o deputado federal Júnior Bozella (SP), vice-presidente do PSL. Segundo ele, quem estiver “mais bem posicionado” vai indicar a cabeça de chapa.
Apesar das tratativas, há obstáculos. Um deles é a proximidade de emedebistas com Lula e o PT em palanques estaduais prioritários — incluindo Pará, com Jader e Helder Barbalho; e Alagoas, com Renan Calheiros e Renan Filho.
Existem dificuldades também na órbita bolsonarista. Foi Baleia Rossi quem articulou a ida de Datena para o PSL. O objetivo foi isolar a ala bolsonarista da sigla, que ainda tem influência do deputado Eduardo Bolsonaro (SP). “Há uma tentativa de juntar as fundações dos dois partidos em uma reflexão conjunta sobre os rumos do país. Até meados de setembro vamos apresentar um documento conjunto”, disse o presidente da Fundação Indigo, Marcos Cintra. O documento já tem nome: Ponto de Equilíbrio.
“A gente não se curvou. Seria mais fácil ter ficado no projeto de poder do Bolsonaro, como fez o Centrão. Mas não nos deixamos seduzir. Ficamos fiéis aos nossos objetivos: as bandeiras liberais”, afirmou Bozzella.
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