Polícia prende “quadrilha dos trilhos” em Carnaíba
Por Nill Júnior
Cinco homens foram presos nesta quarta-feira (12), suspeitos de envolvimento no furto de trilhos de aço da linha férrea da antiga Rede Ferroviária (RFFSA).
Policiais do 23º Batalhão de Polícia Militar (BPM) encontraram os suspeitos no Sítio Malhada Grande, na zona rural da cidade de Carnaíba. Segundo a polícia, o efetivo foi acionado pela Central de Operações.
Ao chegar no local indicado, o policiamento teria flagrado o grupo tentando desatolar um caminhão, que se encontrava carregado com 56 trilhos da linha férrea, que teriam sido furtados da localidade.
As peças tinham, aproximadamente, 12 metros e pesam, em média, 500 kg cada. A quadrilha foi detida no local.
De acordo com a Polícia Militar, um dos integrantes é reincidente na mesma prática criminosa. Dois dos membros foram presos por auxiliar na subtração dos trilhos.
O quarto suspeito detido afirmou que seria ‘apenas’ o motorista do caminhão, e teria sido contratado para receber R$ 15 mil pelo transporte da carga até São Paulo. O quinto homem seria seu ajudante.
Após ser dada voz de prisão, os suspeitos foram levados à delegacia de Polícia Civil, juntamente, com todo o material apreendido, para fossem adotadas as medidas legais cabíveis.
O deputado estadual Antonio Coelho e o superintendente do Incra em Pernambuco, Thiago Angelus, reuniram-se, nesta quarta-feira (21), em Parnamirim, no Sertão Central pernambucano, com membros do Sindicato Rural, do Sintraf e representantes de várias associações de assentados do município. O encontro teve como propósito acolher as demandas e esclarecer dúvidas das famílias assentadas. Na […]
O deputado estadual Antonio Coelho e o superintendente do Incra em Pernambuco, Thiago Angelus, reuniram-se, nesta quarta-feira (21), em Parnamirim, no Sertão Central pernambucano, com membros do Sindicato Rural, do Sintraf e representantes de várias associações de assentados do município.
O encontro teve como propósito acolher as demandas e esclarecer dúvidas das famílias assentadas.
Na ocasião, também foi anunciado o início, em agosto, de um trabalho de georreferenciamento na região e a montagem de uma força-tarefa do Incra-PE para colocar em dia os serviços pendentes.
O compromisso com o qual o Incra vem trabalhando no Estado para que as ações cheguem na ponta e contemplem cada vez mais pernambucanos assentados foi um dos pontos ressaltados pelo deputado durante a reunião.
“Estamos aqui, hoje, unidos e dispostos a dar sequência a esse trabalho que já vem sendo realizado pela Codevasf na região e que agora está sendo iniciado pelo Incra. Nosso foco é realizar conquistas ainda maiores, garantindo mais trabalho e renda ao agricultor familiar”, frisou o parlamentar.
O superintendente do Incra, por sua vez, comunicou uma parceria da autarquia federal com a Universidade Federal de Minas Gerais para a realização do trabalho de supervisão ocupacional, que vai ajudar a resolver o problema das famílias que estão fora da Relação de Beneficiários (RB). Neste primeiro momento, serão contemplados os assentamentos Nova Vida e Umburanas.
O gestor anunciou, ainda, a finalização de um processo licitatório para realizar um trabalho de georreferenciamento na região. Segundo Ângelus, a ação está prevista para começar em agosto e deve atender, inicialmente, os assentamentos Abel Moreira, Araguati, Entremontes, Miguel Bernardo, Né Laranjeira e Valeriano Dias.
“Então, temos algumas frentes que estão próximas de serem iniciadas, e isso vai trazer tranquilidade às famílias assentadas. São etapas necessárias até chegar àquela tão esperada, que é o título de posse da terra”, destacou Thiago Ângelus.
Na reunião também foram tratados assuntos referentes à atualização de CCUs (Contrato de Concessão de Uso), DAPs (Declaração de aptidão do Pronaf), Regularização de RB, dúvidas sobre processos e crédito habitacional. O encontro contou ainda com a presença do superintendente da Codevasf, Aurivalter Cordeiro, do ex-vice-prefeito de Parnamirim, Nivaldo Mendes, lideranças políticas, além de representantes da UFRPE.
Do UOL Na avaliação do juiz federal Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, a polêmica em torno do cumprimento de pena após a condenação em segunda instância –questão que se encontra em análise no STF (Supremo Tribunal Federal) devido a um habeas corpus impetrado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva […]
Sergio Moro no ‘Roda Viva’, da TV Cultura (TV Cultura/Reprodução)
Do UOL
Na avaliação do juiz federal Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, a polêmica em torno do cumprimento de pena após a condenação em segunda instância –questão que se encontra em análise no STF (Supremo Tribunal Federal) devido a um habeas corpus impetrado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)– não deve ser vista tendo em consideração apenas o caso do petista.
Em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, na noite desta segunda (26), Moro afirmou que uma eventual revisão do entendimento do STF, “que foi um marco no enfrentamento contra a corrupção, teria um efeito prático muito ruim”. Disse ainda que seria “uma pena”.
“São 114 penas executadas por mim e por minha colega, desde 2016, 114 condenações confirmadas pela segunda instância”, argumentou, afirmando que entre elas estão em sua maioria casos de corrupção do poder público, mas que há inclusive condenações de “traficante”, “pedófilo” e “doleiros”. A decisão do STF poderá afetar esses casos.
Segundo o magistrado, como o sistema judicial brasileiro é “extremamente generoso com recursos”, esperar o último julgamento de um réu para então determinar que ele cumpra sua pena é um processo que “leva à impunidade” –o que Moro classificou como “um desastre”.
Em 2016, o STF decidiu, por 6 votos a 5, autorizar a prisão após condenação em segunda instância – sem torná-la obrigatória. Atualmente, duas ações que tratam da revisão do tema aguardam julgamento no Supremo, mas a ministra Cármen Lúcia já afirmou que não pretende pautá-las por se tratar de uma jurisprudência recente.
Condenado em segunda instância no caso do tríplex do Guarujá, o ex-presidente Lula já pode ter expedido contra ele um mandado de prisão, ordenado por Moro. No entanto, o STF está julgando um pedido de habeas corpus do petista para aguardar em liberdade até que seu caso passe por todas as instâncias. Como a conclusão da análise do habeas corpus foi marcada para o dia 4 de abril, a Corte concedeu uma liminar para que Lula não seja preso até lá. Caso o recurso seja rejeitado, o ex-presidente poderá ir para a cadeia.
Moro disse acreditar que o entendimento sobre prisão após segunda instância não será alterado pelo STF–mas, caso seja, será reflexo de vivermos em uma democracia, “que tem uma certa dinâmica”.
Ele sugeriu que, caso o STF reveja a questão, o próximo presidente da República proponha uma emenda constitucional para colocar na Carta Magna do país a prisão após condenação em segunda instância. Hoje, a Constituição diz que uma pessoa só pode ser considerada culpada após o “trânsito em julgado”, isto é, quando o processo já tiver sido analisado em todas as instâncias. Críticos do atual entendimento do Supremo dizem que ele não respeita a Constituição. Para Moro e outros defensores da medida, ela combate a impunidade.
O juiz afirmou que é importante que as pessoas indaguem seus candidatos com relação a propostas sobre saúde e educação, “mas também para esse problema da corrupção”.
“Então se pode cobrar dos candidatos à Presidência qual é a posição em relação à impunidade e quais medidas eles pretendem estabelecer. Pode ser justamente substituir por uma emenda constitucional”, afirmou.
Prisão de Lula
O magistrado afirmou ainda que a questão do ex-presidente é um caso concreto “muito específico” e que não cabe a ele, mas sim ao TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), decidir pela prisão de Lula.
“Proferi a condenação na primeira instância, houve apelação, o tribunal julgou e, seguindo o STF, determinou a prisão. Se vier a decisão para mim, eu nem tenho opção de cumprir ou não cumprir, eu tenho que executar”, disse.
Questionado sobre a segurança de Lula caso seja determinada a sua prisão, Moro afirmou que é preciso ver se “vai chegar esse momento”, para então “fazer com que a ordem seja cumprida sem qualquer risco ao ex-presidente”.
Filmes e séries sobre a Lava Jato
Moro disse não se considerar um “crítico qualificado de cinema ou TV”, mas afirmou que tanto a série “O Mecanismo”, da Netflix, quanto o filme “Polícia Federal – A Lei é Para Todos”, ambos produzidos tendo como pano de fundo para suas histórias os desdobramentos da Lava Jato, “têm suas qualidades”.
“Nem a série e nem o filme retratam a realidade exatamente como aconteceu, mas existem pontos comuns, situações que conferem com o que aconteceu na realidade”, disse.
O magistrado disse ainda considerar que essas produções culturais cumprem o “importante” papel de chamar a atenção das pessoas para a questão da corrupção, “um problema muito grave entre nós” e que tem “uma dificuldade institucional de enfrentamento”.
“Mas não dá para se preparar com esses detalhes, se confere, se não confere. Vejo alguma coisa que reflete no meu trabalho, mas não exatamente”, disse.
Lançada há poucos dias, a série “O Mecanismo” tem sido alvo de polêmicas e inclusive de acusações de manipulação dos fatos reais.
Auxílio-moradia
Na entrevista desta segunda, Sergio Moro defendeu o pagamento de auxílio-moradia para juízes, mesmo tendo um imóvel próprio, como forma de compensar uma falta de reajuste nos salários dos magistrados.
O magistrado argumentou que o salário de juiz deve ser visto como uma “oportunidade de atrair boas pessoas para o mercado jurídico”, e que com vencimentos “não compatíveis com o que se encontra no mercado” se tem uma “magistratura de baixa qualidade”.
Mesmo assim, ele reconheceu que o benefício pode ser visto como “questionável”. “Compreendo as críticas das pessoas”, disse.
JC Online Durante uma comemoração de fim de ano que acontecia no Sítio Açudinho, na Zona Rural de Custódia, o cantor da festa foi surpreendido com vários tiros disparados em sua direção. O músico Robson Batista de Lima, 29 anos, não resistiu aos ferimentos causados pelos disparos e veio à óbito. O crime ocorreu por […]
O caso foi registrado no 3º Batalhão de Polícia Militar de Pernambuco
JC Online
Durante uma comemoração de fim de ano que acontecia no Sítio Açudinho, na Zona Rural de Custódia, o cantor da festa foi surpreendido com vários tiros disparados em sua direção.
O músico Robson Batista de Lima, 29 anos, não resistiu aos ferimentos causados pelos disparos e veio à óbito. O crime ocorreu por volta da 01h30 da madrugada desta segunda-feira (1).
O clima de confraternização cessou depois que um homem conhecido como “Naldo de Urubano” parou a moto e foi em direção ao cantor. Ele efetuou disparos de arma de fogo que atingiram a vítima.
Outro ferido: um rapaz que estava na festa tentou impedir a fuga do suspeito, mas foi atingido com um tiro na perna.
A polícia foi acionada e iniciou as buscas pelas redondezas. Durante a operação, foram encontrados um revólver calibre 38 com 6 munições, sendo quatro já disparadas e duas balas intactas, além de um punhal.
O acusado de cometer o crime segue foragido e a motivação do crime ainda é desconhecida.
A Prefeitura de Afogados iniciou a campanha de vacinação contra a gripe no último dia dez de abril. A estratégia de divulgação incluiu a presença de pessoas que representassem alguns dos grupos prioritários para serem vacinados, a exemplo do Bispo Dom Egídio Bisol. Os resultados, em menos de um mês de campanha, tem sido promissores. […]
A Prefeitura de Afogados iniciou a campanha de vacinação contra a gripe no último dia dez de abril. A estratégia de divulgação incluiu a presença de pessoas que representassem alguns dos grupos prioritários para serem vacinados, a exemplo do Bispo Dom Egídio Bisol.
Os resultados, em menos de um mês de campanha, tem sido promissores. Incluindo os números do dia “D” de vacinação, promovido neste final de semana, indicam que já foram vacinadas 7.946 pessoas das 10.693 que integram o público-alvo prioritário. Isso representa 74,31% da meta prevista para Afogados, ainda faltando mais de vinte dias para o fim da campanha, que se encerra no próximo dia 31 de Maio.
Para se ter ideia da importância desses números, antes do dia “D”, o Estado de São Paulo havia vacinado menos da metade do público-alvo, composto por crianças entre seis meses de idade e cinco anos incompletos; gestantes, puérperas (mães que deram à luz há menos de 45 dias); idosos; profissionais de saúde; professores das redes pública e privada e portadores de doenças crônicas.
“Estamos muito felizes com os números até agora alcançados, pelos parceiros que se dispuseram gratuitamente a ceder sua imagem para que pudéssemos fortalecer a divulgação, e a todos os profissionais da rede municipal de saúde, que tem se empenhado para atingirmos a meta até o final da campanha,” destacou o Secretário de Saúde, Artur Amorim.
Respondendo a uma pergunta desse jornalista na rede formada pelas rádios CBN Recifee Caruaru, representando a Rádio Pajeú e demais rádios da rede sertanejas, Gazeta FM (São José do Egito), Vilabella FM (Serra Talhada) , Salgueiro FM (Salgueiro) , Sertânia FM (Sertânia), Lagoa Grande FM e Custódia FM , o presidente Lula se defendeu de eventuais […]
Respondendo a uma pergunta desse jornalista na rede formada pelas rádios CBN Recifee Caruaru, representando a Rádio Pajeú e demais rádios da rede sertanejas, Gazeta FM (São José do Egito), Vilabella FM (Serra Talhada) , Salgueiro FM (Salgueiro) , Sertânia FM (Sertânia), Lagoa Grande FM e Custódia FM , o presidente Lula se defendeu de eventuais questionamentos sobre a queda de repasses do Fundo de Participação dos Municípios em 2023, se comparado com 2022.
Ao contrário, disse Lula, os repasses aumentaram. “Nunca antes na história do Brasil um presidente tratou os prefeitos como eu tratei de 2003 a 2010, e de todos os partidos políticos. A mesma coisa eu vou fazer agora. Todo mundo sabe o que o governo passado fez para ganhar as eleições. Diminuiu o ICMS dos estados e quando diminui, diminui o dinheiro da prefeitura. O que eu garanti em 2023? Que nenhum prefeito receberia em 2023 menos que recebeu em 2022. E vou dizer mais: nenhum município de Pernambuco teve queda de FPM em 2023. Ao contrário: os municípios de Pernambuco receberam R$ 7,4 bilhões em transferências de FPM em 2023. Foram R$ 345 milhões a mais que em 2022”.
Os prefeitos costumam se contrapor a essa fala dizendo que esse valor a mais foi carcomido pelos pisos, combustíveis e inflação. Mas Lula rebateu. “o prefeito que tiver chiando é que ele quer chiar. Que presidente da República chamou prefeitos para discutir projetos? Só em Pernambuco 90% se inscreveram para participar do projeto de escola em tempo integral. A gente quer fazer política junto com o prefeito, porque tem uma coisa que eu aprendi na campanha de 1985: uma cidade parece pequena se comparada a um país. Mas é na cidade que a gente é feliz. Porque é na cidade que o povo reclama, na cidade o povo quer escola, na cidade o povo quer saúde, porque eu não iria tratar bem os prefeitos?”
E concluiu: “Nós trataremos bem todos os prefeitos brasileiros. Eles sabem. Se quiser fazer política façam, se quiserem falar mal, falem. Se quiserem falar bem, falem. Mas o dado concreto é o seguinte: ninguém do governo Federal faltará com respeito a nenhum prefeito desse país independente do partido que ele for, do discurso que ele tiver. se tiver direito e tiver projeto, vai ter recurso”.
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