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Policia Civil nega que administrador do Colégio Maria Auxiliadora seja suspeito do assassinato de Beatriz

Por André Luis

Do blog do Carlos Britto

A Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) se manifestou, por meio de nota, sobre a repercussão, nas redes sociais, de que o suspeito de assassinar covardemente a menina Beatriz Angélica Mota, de 7 anos, dentro do Colégio Maria Auxiliadora, em Petrolina, esteja sendo associado ao administrador da instituição, Carlos André de Melo.

O crime ocorreu na noite de 10 de dezembro de 2015, durante uma festa de formatura do colégio. Os boatos foram veementemente desmentidos pela PCPE. Segundo a atual delegada responsável pelo caso, Polyanna Neri, o administrador permaneceu na quadra do colégio, no dia da festa.

Além disso ele tem 1,80 de altura, é branco e alto – portanto, bem diferente do suspeito, que de acordo com as investigações já realizadas, tem 20 centímetros a menos, é de pele escura e possui uma curvatura levemente acentuada na coluna vertical.

Ao Blog do Carlos Brito a delegada esclarece ainda que o suspeito de matar a menina foi visto por 12 testemunhas na noite do crime, dentro da área do bebedouro, próximo ao local onde o corpo foi localizado. Todas elas – inclusive o próprio Carlos André de Melo – estão colaborando com a identificação do verdadeiro suspeito.

Polyanna reitera que todas as informações são checadas pela polícia, mas os boatos atrapalham o trabalho. E alerta ainda que compartilhar notícias falsas é crime. “A Polícia Civil pede a colaboração da população no sentido de não alimentar boatos ou informações que envolvam a investigação. A instituição também solicita que as pessoas divulguem o máximo a imagem do real suspeito para ajudar na localização e captura do criminoso”, encerra a nota.

Outras Notícias

Fachin autoriza inquérito contra Renan, Sarney e Jucá na Lava Jato

O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, autorizou abertura de inquérito contra os senadores do PMDB Renan Calheiros (AL) e Romero Jucá (RR) e o ex-presidente José Sarney (AP) por suspeita de tentar barrar a maior investigação já deflagrada no País contra a corrupção. O inquérito inclui o ex-diretor […]

O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, autorizou abertura de inquérito contra os senadores do PMDB Renan Calheiros (AL) e Romero Jucá (RR) e o ex-presidente José Sarney (AP) por suspeita de tentar barrar a maior investigação já deflagrada no País contra a corrupção. O inquérito inclui o ex-diretor da Transpetro Sérgio Machado, que gravou conversas com os políticos – os diálogos sugerem que Renan, Jucá e Sarney tramaram contra a Lava Jato.

O pedido de abertura do inquérito foi apresentado na semana passada pelo procurador-geral da República Rodrigo Janot. Ele anexou ao pedido a transcrição das gravações realizadas por Sérgio Machado. É o primeiro inquérito autorizado pelo novo relator da Lava Jato no Supremo, Edson Fachin, que substituiu o ministro Teori Zavascki, morto em acidente aéreo no dia 19 de janeiro.

Quando Janot requisitou o inquérito, Renan divulgou nota em que afirmou não ter praticado ‘nenhum ato para embaraçar ou dificultar qualquer investigação e que sempre foi colaborativo, tanto que o Supremo Tribunal Federal já manifestou contrariamente à pedido idêntico’.

COM A PALAVRA, A DEFESA:
O criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que defende o senador Romero Jucá e o ex-presidente José Sarney disse que se houve crime ‘este foi praticado pelo ex-diretor da Transpetro Sérgio Machado, autor das gravações’.

Danilo cumpre agenda em Salgueiro

Pré-candidato a governador de Pernambuco, o deputado federal Danilo Cabral iniciou as atividades desta terça-feira (14) com uma entrevista à Executiva FM, em Salgueiro, no Sertão Central. Ele prometeu o fortalecimento da interiorização do desenvolvimento. “Terei, como governador, o olhar que sempre tive, de valorização daqueles que estão no interior. Sou filho do interior; nasci […]

Pré-candidato a governador de Pernambuco, o deputado federal Danilo Cabral iniciou as atividades desta terça-feira (14) com uma entrevista à Executiva FM, em Salgueiro, no Sertão Central. Ele prometeu o fortalecimento da interiorização do desenvolvimento.

“Terei, como governador, o olhar que sempre tive, de valorização daqueles que estão no interior. Sou filho do interior; nasci no interior e conheço essa realidade. Tive a oportunidade de, como secretário de Educação de Eduardo e depois como deputado federal, percorrer os 184 municípios do estado e a Ilha de Fernando de Noronha. Vamos avançar ainda mais nas conquistas que a Frente Popular iniciou”, pontuou Danilo, que estava ao lado do governador Paulo Câmara; do prefeito Marcondes Sá, de deputados e outros pré-candidatos, como Pedro Campos. 

Danilo argumentou que a parceria política e administrativa com o presidente Lula a partir de 2023 vai ser a base de aprofundamento da interiorização. 

“O Brasil vai voltar a ser um país confiável. Investidores voltarão a investir no Brasil; hoje ninguém acredita no Brasil porque temos um presidente que nem quer aceitar o resultado das eleições. As pessoas esperam estabilidade. E a devolução da estabilidade vai devolver a confiança”, salientou o pré-candidato, lembrando que, pela força do trabalho de Eduardo e Lula, Pernambuco assegurou investimentos importantes, como a fábrica da Jeep.

Na entrevista, Danilo também detalhou os compromissos já assumidos nessa pré-campanha, a exemplo do Pacto Pela Água; da duplicação da BR-232 até Serra Talhada; da paridade de gênero nos cargos de liderança do governo e dos investimentos no ensino profissional.

Jair Bolsonaro assina desfiliação do PSL, diz advogado; partido reconduz Bivar à presidência

Na próxima quinta, será lançado o Aliança pelo Brasil, partido criado por Bolsonaro. Além do presidente, o senador Flavio Bolsonaro (RJ), um dos filhos dele, também deixou a legenda. Por Paloma Rodrigues e Roniara Castilhos, TV Globo — Brasília Jair Bolsonaro assinou nesta terça-feira (19) a desfiliação do partido, segundo informou Admar Gonzaga, um dos […]

Foto: TV/Brasil/Reprodução

Na próxima quinta, será lançado o Aliança pelo Brasil, partido criado por Bolsonaro. Além do presidente, o senador Flavio Bolsonaro (RJ), um dos filhos dele, também deixou a legenda.

Por Paloma Rodrigues e Roniara Castilhos, TV Globo — Brasília

Jair Bolsonaro assinou nesta terça-feira (19) a desfiliação do partido, segundo informou Admar Gonzaga, um dos advogados do presidente. Bolsonaro se desfiliou no mesmo dia em que a convenção nacional do PSL reconduziu o deputado Luciano Bivar (PE) à presidência da sigla.

A saída de Bolsonaro do PSL foi motivada pela disputa entre ele e Bivar pelo comando da legenda. A divergência se tornou pública no começo do mês passado, quando Bolsonaro pediu a um apoiador, na portaria do Palácio do Alvorada, para esquecer o PSL e disse que Bivar estava “queimado para caramba”. No dia seguinte, Bivar respondeu: “A fala dele foi terminal, ele já está afastado. Não disse para esquecer o partido? Está esquecido”.

Nesta terça, após se reunir com Bolsonaro no Palácio do Planalto, o advogado Admar Gonzaga afirmou que a desfiliação está assinada. Na próxima quinta (21), uma convenção em Brasília fará o lançamento do Aliança pelo Brasil, novo partido, criado por Bolsonaro, mas que ainda terá de cumprir até março os requisitos legais para poder disputar as eleições municipais de 2020.

“A matéria está decidida, não tem volta. O presidente está se desfiliando hoje do PSL. Vamos fazer a convenção na quinta-feira e tocar o partido para a frente. A desfiliação dele será feita pelas vias formais da Justiça Eleitoral. A doutora Karina [Kufa] é quem vai cuidar disso, e já está assinada a desfiliação”, afirmou Gonzaga.

Além do presidente, um dos filhos dele, o senador Flavio Bolsonaro (RJ) também apresentou pedido de desfiliação. Com isso, deixa a presidência do diretório estadual do partido no Rio de Janeiro. No lugar dele, assumirá o posto o deputado federal Gurgel (PSL-RJ).

Na convenção desta terça-feira, o PSL reconduziu à presidência nacional do partido o deputado Luciano Bivar e também a maioria dos integrantes da comissão executiva. O deputado Junior Bozella (SP) assumiu a segunda vice-presidência no lugar do ex-ministro Gustavo Bebianno, que se filiou ao PSDB. Além de Flavio Bolsonaro, o deputado Eduardo Bolsonaro também deixou a executiva do partido.

Eduardo Bolsonaro já se manifestou afirmando que pretende deixar o PSL, mas somente depois da oficialização do partido Aliança pelo Brasil.

Por isso, a definição sobre a presidência do PSL em São Paulo, hoje com Eduardo, segue indefinida. “Em São Paulo ainda estamos decidindo. O Eduardo [Bolsonaro] não pediu a desfiliação. Então, estamos conversando para que a coisa seja transitada de forma extremamente amigável”, disse Bivar.

Conselho de ética

Bivar disse que o conselho de ética do partido se reunirá nesta quarta-feira (20), em Brasília, para receber a defesa dos parlamentares alvos de representações e pedidos de expulsão da legenda.

“O conselho está apto a receber qualquer manifestação escrita ou oral de qualquer dos notificados”, disse. Não foi apontado prazo para eventuais punições.

Questionado sobre o motivo de o PSL ter feito uma convenção discreta, sem festa, como tradicionalmente os partidos optam por fazer, Bivar afirmou que isso “pareceria que é um grande sentimento de confronto”.

“A gente não quer confronto de jeito nenhum”, disse. Sem mencionar diretamente o presidente Jair Bolsonaro nem a ala do PSL que deseja sair do partido, Bivar afirmou que “não é o momento de tripudiar, nem de um lado nem de outro, nem de fazer chacotas”.

“A gente está entristecido com isso tudo que está acontecendo. Eu acho que é o momento de a gente fazer nossos atos de forma muito discreta, de forma muito segura, com muita convicção”, afirmou.

Para Humberto Costa, matéria da IstoÉ contra Dilma é criminosa

O líder do Governo no Senado, Humberto Costa (PT-PE), defendeu abertura de inquérito para apurar crime de ofensa praticado pela revista IstoÉ contra a honra da presidenta da República, Dilma Rousseff (PT). Na edição desta semana, a revista publicou reportagem de capa sugerindo que a presidente “estaria fora de si” por conta da crise política […]

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O líder do Governo no Senado, Humberto Costa (PT-PE), defendeu abertura de inquérito para apurar crime de ofensa praticado pela revista IstoÉ contra a honra da presidenta da República, Dilma Rousseff (PT). Na edição desta semana, a revista publicou reportagem de capa sugerindo que a presidente “estaria fora de si” por conta da crise política no Brasil.

“O que nós vemos é uma tentativa mentirosa e machista de tentar convencer a população de que a presidenta Dilma não tem controle emocional para administrar a crise politica. Já passamos por várias crises no Brasil, mas nunca um presidente sofreu com tantas ofensas e calúnias. A revista usa subterfúgios e faz acusações levianas para ferir a mulher e a presidente da República, Dilma Rousseff (PT). Esse tipo de postura tem que ser combatida”, disse o senador Humberto Costa.

Segundo o senador, há setores da oposição e uma parte da mídia que tentam “jogar contra o Brasil” e não medem esforços para isso. “Tem uma torcida que não se preocupa mais em jogar limpo. O que eles querem a qualquer custo é acabar o campeonato, invadir o campo, mesmo que isso signifique prejudicar o país. Mas isso não vai acontecer. A mobilização nas ruas é crescente em defesa da democracia e da Constituição. E o Governo, apesar de todo esse jogo sujo, tem trabalhado muito e vai conseguir driblar a crise”, afirmou.

No sábado, a Advocacia-Geral da União (AGU) anunciou que irá acionar o Ministério da Justiça para apurar as ofensas e vai pedir direito de resposta junto ao Poder Judiciário, para garantir à presidenta “o mesmo espaço destinado pela revista à difusão de informações inverídicas e acusações levianas”.

Sertão do Pajeú passa dos 12,8 mil casos positivos e chega 213 óbitos

Solidão registrou mais um óbito pela doença. Por André Luis De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios da região nesta quarta-feira (09.12), o Pajeú totaliza 12.807 casos confirmados de Covid-19. Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua liderando o número de casos na região […]

Solidão registrou mais um óbito pela doença.

Por André Luis

De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios da região nesta quarta-feira (09.12), o Pajeú totaliza 12.807 casos confirmados de Covid-19.

Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua liderando o número de casos na região e conta com 5.187 confirmações, foram mais 40 nas últimas 24h. Logo em seguida, com 1.653 casos confirmados está Afogados da Ingazeira, foram mais 16 nas últimas 24h, Tabira confirmou mais 20 casos e conta com 1.384, São José do Egito confirmou mais 1 e está com 1.025, Santa Terezinha tem 534, foram mais 14 confirmações, Carnaíba confirmou mais 3 e está com 467 e Triunfo tem 399, o município registrou mais 1 caso nas últimas 24h.

Itapetim tem 388, foram mais 14, Flores – não divulgou boletim e continua com 338, Brejinho está com 243, foram mais 13, Calumbi – não divulgou boletim e continua com 227 casos, Iguaracy confirmou mais 3 e está com 213, Tuparetama – não registrou novos casos e continua com 192, Solidão confirmou mais 1 tem agora  173, Quixaba confirmou mais 1 caso e está com 162, Santa Cruz da Baixa Verde registrou mais 3 casos e está com 123 e Ingazeira confirmou mais 3 e está com 99 casos confirmados.

Mortes – Com mais um óbito confirmado em solidão, a região tem no total, 213 óbitos por Covid-19. Todas as dezessete cidades da região registraram mortes. São elas: Serra Talhada tem 66, Afogados da Ingazeira tem 20, Flores tem 16, Carnaíba tem 15,  Santa Terezinha, São José do Egito e Tabira tem 14 óbitos cada, Triunfo tem 13 óbitos, Iguaracy tem 10, Tuparetama tem 9, Itapetim tem 8, Quixaba tem 4, Brejinho tem 3, Calumbi, Santa Cruz da Baixa Verde e Solidão tem 2 cada e Ingazeira tem 1 óbito.

Recuperados – A região conta agora com 11.888 recuperados. O que corresponde a 92,82% dos casos confirmados.