Polêmica: Livro que fala sobre homossexualidade de Lampião é autorizado pela justiça a ser publicado
Por Nill Júnior
Após três anos de brigas na Justiça, o escritor e juiz aposentado Pedro de Morais teve autorização para lançar o livro Lampião, o mata sete, que, mesmo antes de ser publicado, tem causado polêmica. A principal revelação da obra é uma suposta homossexualidade de Virgulino Ferreira. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (1º/10) pela 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJ-SE), baseada na garantia do direito à liberdade de expressão.
No processo, o desembargador Cezário Siqueira Neto aponta que, no caso de familiares se sentirem ofendidos pelo conteúdo “podem se valer dos meios legais cabíveis”. Para o jurista, impedir a publicação seria “medida de censura”. A outra parte do processo é a neta de Lampião, Vera Ferreira.
O livro, de 306 páginas, ainda não tem data para ser lançado. Segundo o autor, há mil exemplares prontos e uma tiragem de 10 mil livros encomendada. Para o escritor e pesquisador Frederico Pernambucano de Mello, a obra traz uma distorção. “Pela biografia de Lampião, não acho esses elementos. Ele passou 20 anos vivendo em um Sertão preconceituoso, ao lado dos homens mais violentos. Se tivesse qualquer sintoma de efeminação, perderia toda a autoridade, o que nunca perdeu”.
Proprietários de dois sacolões são os “novos donos” das calçadas em Afogados da Ingazeira. Caixas com frutas e verduras estão ocupando o espaço dos pedestres e causando indignação da população. A informação é de Anchieta Santos ao blog. Ontem a noite comerciantes do ramo procuraram a produção dos programas Rádio Vivo e Cidade Alerta para […]
Proprietários de dois sacolões são os “novos donos” das calçadas em Afogados da Ingazeira. Caixas com frutas e verduras estão ocupando o espaço dos pedestres e causando indignação da população. A informação é de Anchieta Santos ao blog.
Ontem a noite comerciantes do ramo procuraram a produção dos programas Rádio Vivo e Cidade Alerta para protestar. Os proprietários de sacolões que respeitaram até agora as calçadas se mostram inconformados pois tem cobrado da fiscalização da Prefeitura e nenhuma providência foi tomada.
A indignação é tanta com a falta de ação da Secretaria de Agricultura da Prefeitura de Afogados da Ingazeira, comandada por Valberto Amaral que os comerciantes de frutas e verduras que tem comercio estabelecido ameaçam ocupar as calçadas como tem feito a concorrência.
E não são apenas os sacolões, na Avenida Manoel Borba lojas estão ocupando as calçadas, jogando o pedestre para disputar espaço com os carros na via publica. E aí Valberto, vai seguir de braços cruzados?
Presos em operação também são investigados em relação ao homicídio de Afonso Douglas Siqueira da Silva, que teve o corpo encontrado em janeiro às margens da PE 320. A Polícia Civil de Pernambuco, em colaboração com Policiais Militares, realizou uma operação nesta quinta-feira (22) em Afogados da Ingazeira, dando cumprimento a dois mandados de prisão preventiva. […]
Presos em operação também são investigados em relação ao homicídio de Afonso Douglas Siqueira da Silva, que teve o corpo encontrado em janeiro às margens da PE 320.
A Polícia Civil de Pernambuco, em colaboração com Policiais Militares, realizou uma operação nesta quinta-feira (22) em Afogados da Ingazeira, dando cumprimento a dois mandados de prisão preventiva. Os mandados foram expedidos pela Vara Criminal da Comarca local em relação a um caso de tortura ocorrido no final de dezembro de 2023, no qual uma mulher foi violentamente agredida dentro de uma residência na Rua São Judas Tadeu, no Beco da Rua Nova.
As prisões foram efetuadas no próprio Beco da Rua Nova, em Afogados da Ingazeira. Os indivíduos detidos são um homem e uma mulher, ambos com ligações estreitas com uma facção criminosa conhecida como OKAIDA, atuante nos estados da Paraíba e Pernambuco. Além disso, eles fazem parte de uma ramificação dessa organização denominada ADA, Amigos dos Amigos, responsável pelo tráfico de drogas na região de Afogados da Ingazeira.
Segundo informações da Polícia Civil, esses mesmos indivíduos estão sob investigação em relação ao homicídio de Afonso Douglas Siqueira da Silva, cujo corpo foi encontrado no dia 6 de janeiro de 2024, às margens da PE 320, em Afogados da Ingazeira.
A operação faz parte de uma série de medidas adotadas para combater o crime organizado na região, através de investigações conduzidas pela Delegacia de Polícia da 167ª Circunscrição de Afogados da Ingazeira, com o apoio operacional dos Policiais Militares do 23º BPM.
A Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira realizou uma grande discussão com lideranças urbanas sobre o Orçamento Participativo. Na reunião foi aprovado um calendário que prevê a visita da Câmara à todos os bairros do município, ouvindo a prioridade dos moradores para inserir nas leis orçamentárias (LDO e LOA). Ao início do encontro o […]
A Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira realizou uma grande discussão com lideranças urbanas sobre o Orçamento Participativo. Na reunião foi aprovado um calendário que prevê a visita da Câmara à todos os bairros do município, ouvindo a prioridade dos moradores para inserir nas leis orçamentárias (LDO e LOA).
Ao início do encontro o ex secretário de finanças de São José do Egito, Tarcísio Leite trouxe uma explanação rápida e objetiva de como funciona o Orçamento Participativo. Logo após a sua fala as lideranças urbanas e vereadores apresentaram propostas e sugestões para fechamento do calendário.
Moradores de Brotas lamentaram o fato do Conselho estar desacreditado. “Infelizmente os conselhos estão desestimulados, algumas metas são definidas e infelizmente o poder executivo não tem atendido, tem requerimentos nesta casa desde 2013 que são prioridades do bairro”, lamentaram os moradores.
O Presidente da Casa Igor Mariano e o vereador Augusto Martins entregaram para todos os participantes uma cópia da lei municipal que obriga a realização do orçamento participativo e uma cópia da cartilha Câmara nas escolas que contém o papel detalhado de cada vereador, o que pode e o que não pode ser feito pelo legislativo.
Augusto Martins como autor da proposta conduziu o encontro e fechouas datas que serão realizadas as reuniões nos bairros: “Vamos aos bairros ouvir o povo e inserir suas prioridades na lei, este é um compromisso da Câmara de Vereadores”, destacou Martins.
O vereador Daniel Valadares falou da importância de conselhos, associações e Câmara De Vereadores estarem juntos cobrando melhorias: “Nossa voz certamente será mais forte porque falaremos uma só voz, o executivo terá a sensibilidade de atender as demandas do povo”, frisou Valadares.
Agenda – A Câmara volta a se reunir em sessão ordinária na próxima segunda-feira (9), às 20h.
O grupo de oposição que concorrerá à mesa diretora da União dos Vereadores de Pernambuco (UVP), se reuniu na quinta-feira (18), em Igarassu, Região Metropolitana do Recife. Eles estiveram com a prefeita da cidade, Elcione Ramos, onde puderam trocar ideias de melhorias para a classe dos vereadores. Também estiveram presentes vereadores de Cumaru, Petrolina, Serra […]
O grupo de oposição que concorrerá à mesa diretora da União dos Vereadores de Pernambuco (UVP), se reuniu na quinta-feira (18), em Igarassu, Região Metropolitana do Recife.
Eles estiveram com a prefeita da cidade, Elcione Ramos, onde puderam trocar ideias de melhorias para a classe dos vereadores. Também estiveram presentes vereadores de Cumaru, Petrolina, Serra Talhada, João Alfredo, Bonito, Itamaracá, Araçoiaba, Abreu e Lima, Paulista e Igarassu, que declararam apoio à chapa oposicionista.
Os vereadores foram recebidos por Sileno Guedes, presidente estadual do PSB, onde declarou apoio e fortaleceu o grupo.
A chapa é composta por: Presidente – Zé Raimundo (vereador de Serra Talhada); 1º vice-presidente – João Chaves (vereador de São Caetano); 2ª vice-presidenta – Erica Uchôa (vereadora de Igarassu); Tesoureiro – Gilvan da Malhadinha (vereador de Cumaru) e Secretário-geral – Ronaldo Cancão (vereador de Petrolina).
“Nesta terça-feira não fomos ao local por conta lockdown e medo da pandemia”, revelou A brasileira filha de libaneses Syham Orra (na foto a segunda à direita com a família), falou ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, do drama que vive a população do Líbano e de sua capital Beirute, com a explosão de um […]
“Nesta terça-feira não fomos ao local por conta lockdown e medo da pandemia”, revelou
A brasileira filha de libaneses Syham Orra (na foto a segunda à direita com a família), falou ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, do drama que vive a população do Líbano e de sua capital Beirute, com a explosão de um depósito de produtos químicos, como nitrato de amônio, que matou mais de 100 pessoas, com outras dezenas de desaparecidos. Mesmo a 70 quilômetros do epicentro, ela sentiu a explosão.
Casada com um colombiano de descendência árabe, tem três filhos. Nascida em São Paulo, no ABC, viveu até seus 18 anos, “Quando me mudei para o Libano foi bem difícil a adaptação para quem morava na região metropolitana em São Paulo. Porém hoje eu amo o lugar onde moro e espero poder ficar por aqui. Meu maior desejo hoje é que a situação aqui no país melhore, pois aqui temos segurança, qualidade de vida, amo estar com minha família e amigos temos aqui uma vida saudável”. Ela vive no Valle do Bekaa, onde prevalece é a agricultura do país e a maioria dos moradores são estrangeiros.
Fale mais de sua relação com o Líbano e o Brasil…
Eu nasci no Brasil. Sou filha de libaneses e já moro aqui há 18 anos. Adoro, amo o país, a vida, o cotidiano, a infraestrutura, tudo. Só que faz um ano que estamos passando por muitas crises, começando com o protesto do povo contra a corrupção, Congelaram as contas dos libaneses. Não temos acesso ao dinheiro, a pandemia veio atras e estourou aqui. A inflação também explodiu. Pagamos dez vezes mais por tudo.
E como estão se virando nessa realidade?
As pessoas se sustentam bem são as pessoas que trabalham fora. Há grade numero de pessoas que vão trabalhar na Europa, Dubai, Brasil, Colômbia e outros países. Aqui os assalariados estão sofrendo muito e agora veio essa coisa terrível que foi essa explosão.
O que se fala sobre as causas horas depois da tragédia?
São muitas especulações , mas o fato é que estamos todos abalados, em casa, com medo. O governo pede pra gente ficar em casa para evitar que a fumaça tóxica venha a nos afetar e afetar nossa família.
Vocês estão a 70 quilômetros do epicentro da explosão. Ainda assim sentiram?
Todos escutamos o barulho da explosão. Esse barulho chegou até Chipre e Jordânia. A fumaça chegou a nós cerca de duas horas depois, antes do por do sol. Está um caos em Beirute. À noite ficaram sem energia com médicos e paramédicos atendendo com a luz do celular. Graças a Deus nenhum ferido entre os nossos familiares, amigos e conhecidos. Moramos relativamente longe mas sempre passamos por lá. Nesta terça-feira por ter dado aviso de novo lockdown não fomos porque o corona está mais forte lá. Por isso graças a Deus nenhum amá notícia com essa tragédia.
Você precisa fazer login para comentar.