PM não libera Arruda de novo e Santa x Afogados deve ir pra Arena
Por Nill Júnior
Continua a novela para liberação do estádio do Arruda para o Campeonato Pernambucano.
A Secretaria de Defesa Social informou em nota que o Laudo de Segurança do Batalhão de Choque da Polícia Militar de Pernambuco apontou irregularidades no estádio.
A vistoria técnica foi realizada hoje e manteve a reprovação para a prática de atividades desportivas no local.
Assim, Santa Cruz x Afogados nesta quinta entra no mesmo imbróglio da primeira rodada, quando foi adiado. Ou o jogo vai para a Arena, possibilidade mais provável no momento, ou será novamente adiado, mais improvável por conta do calendário.
Os bastidores prometem ferver. A primeira decisão adiou o jogo e colocou a Diretoria do Santa Cruz e o presidente Joaquim Bezerra em rota de colisão com a PM. Chegou a dizer que na Arena o Santa não jogaria.
Rádio Pajeú transmite: a Seleção do Povo da Rádio Pajeú transmite a partir das 8 da noite.
Você acompanha sintonizando 99,3, pelo www.radiopajeu.com.br , por aplicativo próprio e no RadiosNet.
A equipe terá Aldo Vidal, Júnior Cavalcanti, Augusto Martins, Marcony Pereira, Nill Júnior, Tito Barbosa, Leandro Simões, Samuelson Humberto e Tony Medeiros.
Os vereadores Flávio Jucá e Beto de Marreco falaram ao Debate do Sábado, na Gazeta FM, que não deverá haver novo racha em torno da escolha da nova Mesa Diretora em São José do Egito, em dezembro. Em 2020, as discussões com a participação de Evandro Valadares haviam escolhido Beto para presidir. Mas uma dissidência […]
Os vereadores Flávio Jucá e Beto de Marreco falaram ao Debate do Sábado, na Gazeta FM, que não deverá haver novo racha em torno da escolha da nova Mesa Diretora em São José do Egito, em dezembro.
Em 2020, as discussões com a participação de Evandro Valadares haviam escolhido Beto para presidir. Mas uma dissidência aliada a votos da oposição fez João de Maria presidente. Hoje, Beto e Flávio são cotados como prováveis candidatos governistas.
“Não vamos ser nós responsáveis por mais uma fissura. A gente precisa ter o comando alinhado com o governo. Nem eu nem Beto seremos problema. Só apos a eleição desse ano esse tema deve ser discutido. Estamos lutando para o Pajeú e São José do Egito ter de novo um representante na ALEPE com Paulo Jucá”, disse Flávio.
Já Beto defende trazer João de Maria de volta plena ao grupo. “Eu tô no meu quinto mandato. A gente tem que pensar em São José do Egito. Tenho conversado com Evandro, com Paulinho. Tem que ter diálogo com o prefeito. Mas depende de João”.
Os dois reconheceram que a condução de João de Maria melhorou muito. Só há uma divergência. Beto acha que ainda é possível o realinhamento de João com a gestão Evandro. “A gente já citou adversários históricos uncos”. Já Flávio acha mais difícil por posições como a de não colocar em votação o projeto de reformulação do regime próprio de previdência. “João foi claro dizendo que enquanto fosse presidente o projeto não iria pra pauta”.
Eles defenderam a gestão Evandro Valadares principalmente na área de saúde e falaram da importância de eleição do candidato da terra à ALEPE, Paulo Jucá, do PSB.
O auditório do IFPE ficou lotado ontem na abertura da VIII Conferência Municipal de Saúde, em Afogados da Ingazeira, para debater as necessidades e prioridades da população para subsidiar o Plano Municipal de Saúde no período 2018-2021. Participaram da abertura o Prefeito José Patriota, os Vereadores Augusto Martins, Luiz Besourão, Raimundo Lima, além de representantes […]
O auditório do IFPE ficou lotado ontem na abertura da VIII Conferência Municipal de Saúde, em Afogados da Ingazeira, para debater as necessidades e prioridades da população para subsidiar o Plano Municipal de Saúde no período 2018-2021.
Participaram da abertura o Prefeito José Patriota, os Vereadores Augusto Martins, Luiz Besourão, Raimundo Lima, além de representantes do Rotary Club e de diversos conselhos comunitários de bairro. O Estado foi representado pela coordenadora da X GERES, Mary Delânea. A palestra de abertura foi realizada pelo representante do Conselho de Secretários Municipais de Saúde de Pernambuco, Elídio Moura.
O Secretário de Saúde de Afogados, Artur Amorim, destacou a importância da participação popular na conferência. “esses dois dias, em parceria com o Conselho Municipal de Saúde, iremos debater com os usuários do SUS em Afogados, estratégias e ações para a melhoria da qualidade dos serviços de saúde inseridos no plano municipal de saúde para o próximo quadriênio,” avaliou Artur Amorim.
A Presidente do Conselho Municipal de Saúde, Anita Silva, policial militar, a conferência é um dos mais importantes momentos de construção de políticas públicas.“A partir das decisões tomadas aqui, construímos alternativas para a melhoria no sistema de saúde,” finalizou.
O Prefeito José Patriota destacou ações importantes como a redução da mortalidade infantil e a universalização da atenção básica em Afogados. “Ampliamos a nossa rede e qualificamos o atendimento em saúde. Mas ainda há muito que fazer. E ouvir a população nos ajuda a tomar as decisões corretas nesse sentido,”destacou o Prefeito Patriota. Os debates continuam durante todo o dia de hoje no auditório do IFPE.
*Por Edilson Fernandes de Souza Há muita injustiça nas fakenews disseminadas sobre a votação do Projeto de Lei 1.720/2020, que garantiu que 5 mil professores do estado de Pernambuco tivessem seus salários adequados ao piso nacional. O reajuste de 12.46%, concedido de forma retroativa a janeiro, aumentou de R$ 2,6 mil para R$ 2,9 mil […]
Há muita injustiça nas fakenews disseminadas sobre a votação do Projeto de Lei 1.720/2020, que garantiu que 5 mil professores do estado de Pernambuco tivessem seus salários adequados ao piso nacional.
O reajuste de 12.46%, concedido de forma retroativa a janeiro, aumentou de R$ 2,6 mil para R$ 2,9 mil os salários dos professores com 200 horas/aula e de R$ 1,9 mil para R$ 2,2 mil o vencimento dos professores com 150 horas/aula.
A aprovação desse projeto pela Assembleia Legislativa de Pernambuco garantiu, portanto, que esses professores não esperassem um prazo de quase dois anos para terem seus reajustes concedidos.
Os 12 deputados estaduais que votaram contra o projeto e contra o aumento desses 5 mil profissionais da educação pediram o reajuste de todos os cerca de 60 mil professores da rede estadual, o que é compreensível e justo, porém, por força de lei, é também impossível nesse momento.
A Lei Complementar nº 173 (Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus) proíbe, até o fim de 2021, a concessão de qualquer tipo de reajuste ou benefício salarial. Entre as exceções previstas pela Lei Complementar 173, estão justamente os professores que recebem menos que o piso salarial definido em janeiro.
É fato que o reajuste concedido aproximou mais a faixa salarial dos professores graduados à faixa dos pós-graduados, mas é preciso entender que é a garantia de que ninguém ficará com seus vencimentos defasados, abaixo do piso salarial federal.
Assim, configura-se uma grande injustiça deixar de adequar o salário de 5 mil profissionais por conta de um impedimento legal que não se aplica aos mesmos. Da mesma forma é uma grande injustiça as agressões aos parlamentares que votaram a favor do Projeto de Lei 1.720/2020.
O deputado estadual Professor Paulo Dutra, por exemplo, é uma pessoa que tem quase 40 anos dedicados à educação, que lutou pela implantação e expansão das políticas públicas de educação integral e profissional em Pernambuco, e que vem fazendo um mandato diferenciado na ALEPE colocando-se como uma voz da educação e das políticas públicas de transformação social.
Em 2020, por exemplo, o parlamentar protocolou 18 importantes indicações ao Governo do Estado visando o bem-estar da categoria, solicitando para os profissionais da educação, dentre outras pautas, equipamentos de informática, internet banda larga, testagem em massa de covid-19 e prioridade na vacinação contra o coronavírus. Mas todo esse histórico de entrega pela educação está sendo alvo de agressões por meio da disseminação de informações inverídicas.
É compreensível toda e qualquer luta pela valorização constante dos profissionais da educação, mas é preciso entender todo o contexto para não cair em fakenews e não cometer injustiças principalmente com os 5 mil professores que hoje não vão mais receber seus salários abaixo do salário mínimo do magistério.
A prefeitura de Tuparetama através da Secretaria de Saúde do Município realizou, na manhã desta quinta-feira (1°), o encerramento da Campanha Outubro Rosa com limpeza de pele, massagem e atendimento ginecológico. Este atendimento foi realizado pela ginecologista Drª Natália Magalhães. A Campanha do Outubro Rosa teve o objetivo de realizar a prevenção e o diagnóstico […]
A prefeitura de Tuparetama através da Secretaria de Saúde do Município realizou, na manhã desta quinta-feira (1°), o encerramento da Campanha Outubro Rosa com limpeza de pele, massagem e atendimento ginecológico. Este atendimento foi realizado pela ginecologista Drª Natália Magalhães. A Campanha do Outubro Rosa teve o objetivo de realizar a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama e do colo de útero.
A ação atendeu cerca de cem mulheres. O atendimento foi realizado na sede da Secretaria de Saúde de Tuparetama, na Rua Farmacêutico Aleixinho, nº 39, no Bairro do Centro, em Tuparetama. “Para atender a demanda reprimida do município e a demanda que surgiu durante a campanha”, disse Elizabeth Gomes, secretária de Saúde de Tuparetama.
Segundo Elizabeth, os 3 PSF do município realizaram várias ações intensificando esta campanha, entre estas, a que o PSF do Distrito de Santa Rita, realizou na Zona Rural do Cajueiro, em 18 de outubro de 2018. “A campanha foi abraçada por todos os PSFs que realizaram ações voltadas para a prevenção do câncer de mama e do colo do útero”, disse Elizabeth.
O Núcleo de Apoio à Saúde da Família (Nasf) da Secretaria de Saúde de Tuparetama foi quem realizou a massagem e a limpeza de pele com orientações sobre a necessidade das mulheres usarem o protetor solar. “Porque não deixa de fazer parte da atenção básica que é a questão da prevenção e promoção da saúde”, disse Camila Patriota, Coordenadora do Nasf da Secretaria de Saúde de Tuparetama.
Falta de estrutura causa atrasos na liberação de corpos e impõe sofrimento adicional às famílias enlutadas A história da família de Osiel Siqueira da Graça, 32 anos, que teve que esperar 70 horas para sepultar seu ente querido por falta de um Instituto Médico Legal (IML) no Sertão do Pajeú, se soma a outros tantos […]
Falta de estrutura causa atrasos na liberação de corpos e impõe sofrimento adicional às famílias enlutadas
A história da família de Osiel Siqueira da Graça, 32 anos, que teve que esperar 70 horas para sepultar seu ente querido por falta de um Instituto Médico Legal (IML) no Sertão do Pajeú, se soma a outros tantos casos e escancara a dura realidade enfrentada por milhares de pessoas na região.
A carência de uma estrutura básica para a realização de exames necroscópicos gera transtornos, atrasos e um sofrimento adicional às famílias já fragilizadas pela perda. Não são poucos os relatos de famílias que muitas vezes não tem tempo nem de velar o corpo do familiar, pois devido à demora na devolução do corpo, quando chega, muitas vezes vai direto para o cemitério, impedindo assim que familiares e amigos possam se despedir de forma correta e esperada.
Osiel estava desaparecido e seu corpo foi encontrado quatro dias após o seu sumiço dentro de um açude no Sítio Gavião, na zona rural de Itapetim, Sertão do Pajeú, na manhã da terça-feira (26).
A reivindicação por um IML no Sertão do Pajeú não é de hoje. Prefeitos, deputados e vereadores da região, como a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, o prefeito de Afogados da Ingazeira, Alessandro Palmeira, os deputados estaduais Luciano Duque e José Patriota, e diversos vereadores, já se manifestaram diversas vezes sobre a necessidade urgente dessa estrutura.
A ausência do IML não apenas causa transtornos às famílias, como também impacta negativamente a economia local. Os custos com translado de corpos para outras cidades, como Caruaru ou Recife, são altos e representam um pesado fardo para as famílias em situação de luto.
A comunidade do Sertão do Pajeú está mobilizada e cobrando providências das autoridades competentes. É urgente que o Governo do Estado assuma a responsabilidade por essa demanda e tome as medidas necessárias para a construção e instalação de um IML na região.
Ter acesso a serviços básicos de medicina legal é um direito fundamental de todos os cidadãos. A ausência do IML no Sertão do Pajeú configura-se como uma grave violação desse direito e uma flagrante desigualdade social.
Até quando as famílias da região precisarão passar por tamanho sofrimento? É hora de as autoridades darem um basta nessa situação e garantirem o acesso à justiça e à dignidade para todos os cidadãos do Sertão do Pajeú.
A mobilização da sociedade civil é fundamental para pressionar as autoridades e garantir a construção do IML no Sertão do Pajeú.
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