PM e Corpo de Bombeiros da Paraíba lançam edital para concurso com mais de mil vagas
Por André Luis
Por André Luis
No Diário Oficial do Estado da Paraíba desta sexta-feira (28), foi divulgado o edital do concurso destinado ao preenchimento de vagas na Polícia Militar da Paraíba (PMPB) e no Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba (CBM-PB).
O certame oferece um total de 1100 vagas para o cargo de soldado, sendo 900 para a PM (810 para homens e 90 para mulheres) e 200 para o CBM (180 para homens e 20 para mulheres).
É importante ressaltar que, de acordo com o edital, não serão reservadas vagas para pessoas com deficiência, devido à incompatibilidade com as atribuições da função. O serviço relacionado à segurança pública, preservação da ordem e incolumidade das pessoas e patrimônio exige dos militares estaduais plena capacidade física, visual, auditiva e mental, conforme estabelecido no Art. 38, inciso II do Decreto Federal n.º 3.298/99, em conjunto com o Artigo 4º da Lei n.º 7.605/2004 (Lei de Ingresso da PMPB).
Para candidatos autodeclarados negros, fica garantido o percentual de 20% das vagas oferecidas no concurso público, conforme previsto na Lei Estadual nº 12.169/2021.
As inscrições terão início na próxima terça-feira, 1º de agosto, e seguirão até o dia 30, podendo ser realizadas através do site da organizadora. O valor da taxa de inscrição é de R$ 120.
Os requisitos para participar do concurso são:
Idade mínima de 18 anos e máxima de 32 anos no ano de matrícula no curso de formação;
Altura mínima de 1,60 m para homens e 1,55 m para mulheres;
Ensino médio completo;
Não possuir antecedentes criminais.
O concurso será composto por quatro fases:
Exame intelectual;
Exame psicológico;
Exame de saúde;
Exame de aptidão física.
As provas serão aplicadas no dia 29 de outubro. O concurso é de nível médio e a remuneração inicial é de R$ 4.206,87.
Todos os detalhes e informações necessárias sobre o concurso estão disponíveis no edital, que pode ser acessado na página 28 do Diário Oficial do Estado (Diário Oficial 28-07-2023 Ctp.pdf).
A equipe do jurídico da Coligação “Pernambuco Com Força de Novo”, da candidatura de Miguel Coelho e Alessandra Vieira, conseguiu duas liminares junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Pernambuco suspendendo pesquisas que seriam divulgadas nesta semana. “Todos os candidatos possuem pesquisas internas e tracking eleitoral e nossas avaliações demonstram discrepâncias impressionantes com as mais […]
A equipe do jurídico da Coligação “Pernambuco Com Força de Novo”, da candidatura de Miguel Coelho e Alessandra Vieira, conseguiu duas liminares junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Pernambuco suspendendo pesquisas que seriam divulgadas nesta semana.
“Todos os candidatos possuem pesquisas internas e tracking eleitoral e nossas avaliações demonstram discrepâncias impressionantes com as mais diversas pesquisas já publicadas, por isso estamos redobrando as atenções com os novos registros”, explica o advogado Delmiro Campos, que coordena o jurídico da coligação.
Na primeira pesquisa, da empresa Francisco Virgulino de Amorim – IMAPE (Instituto Majoritário de Pesquisas e Estatísticas), existia no questionário uma pergunta sobre a intenção de votos para o cargo de Presidente da República, diferente do plano amostral pedido pela pesquisa, que se restringe aos cargos de governador, senador e deputados federal e estadual. O pedido de suspensão foi aceito pelo TRE-PE, sob pena de multa de R$ 30 mil em caso de desobediência.
Na segunda, proposta pelo Instituto Veritá Ltda., EPP, a solicitação era sobre pesquisa para Governador e Senador em Pernambuco, mas o plano amostral apresentava dados contraditórios no questionário aplicado nas entrevistas. Novamente, o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco suspendeu a publicação da pesquisa, aplicando nova multa de R$ 30 mil em caso de descumprimento.
“São decisões importantes que visam manter o equilíbrio do certame na medida que observamos uma série de irregularidades que sem sombra de dúvidas poderão trazer números e percentuais inconfiáveis com imediata repercussão no eleitor”, finaliza o advogado Paulo Santana, também da coordenação da Coligação “Pernambuco Com Força de Novo”. As informações são do Blog do Magno.
Em Serra Talhada, a notícia que circula é de que a prefeita Márcia Conrado (PT) mandou o vereador Vandinho da Saúde, em bom português, procurar rumo e deixar seu grupo, depois de mais críticas em redes sociais feitas por ele a seu candidato, Danilo Cabral. A informação foi publicada em redes sociais e também no […]
Em Serra Talhada, a notícia que circula é de que a prefeita Márcia Conrado (PT) mandou o vereador Vandinho da Saúde, em bom português, procurar rumo e deixar seu grupo, depois de mais críticas em redes sociais feitas por ele a seu candidato, Danilo Cabral.
A informação foi publicada em redes sociais e também no rádio em primeira mão pelo radialista Francys Maya. O blog checou com fontes governistas e confirmou a informação: Márcia não quer mais Vandinho em sua base. Pesou ainda um questionamento na tribuna à Secretária de Saúde, Lisbeth Rosa.
Na verdade, essa foi a gota d’água. Márcia Conrado, no campo político, sempre teve como grande desafio manter unida a vasta coalisão política que a elegeu. Mas era certo dizer que em seu bloco, um vereador era o exemplo do que há de mais extremo em se tratando de incoerência política: Evandro de Souza Lima, o Vandinho da Saúde, de 39 anos.
Vandinho é ligado ao Pastor Eurico e ao Patriotas. É o mais bolsonarista de todos os que frequentam a Casa. Ultra conservador, se elegeu em cima dessas pautas. Costuma se alimentar de polêmicas como o projeto que proíbe banheiros transgêneros. Criou essa e outras polêmicas para não perder apoio da dua base ideológica como fazem tantos outros conservadores. Até aí, uma estratégia diante de um direito, o de defender essas pautas.
Mas em todas as suas intervenções, o PT “é uma associação criminosa”, Lula e cia “um antro de bandidos da pior espécie”, Danilo Cabral, “o candidato do grupo que ajudou a quebrar Pernambuco”. E no plano local, onde Vandinho estava? Atolado com todas as benesses de aliado no governo do PT e PSB.
Se existem muitos políticos do Centrão que gritam “Mito” em Brasília e aqui escondem suas posições, Vandinho da Saúde ia muito além na incoerência. O PT não vale nada pra ele, que tem o direito de pensar assim, mas na prática estava com espaços importantes no governo de um dos nomes mais estratégicos para o partido no estado: a prefeita Márcia Conrado.
Lembra movimento parecido de lideranças de Afogados que demonizam Paulo Câmara, o socialismo, Danilo, no que tem todo direito, mas que na cidade, pra não perder a boquinha, apoiam Sandrinho Palmeira, do PSB. Paciência!
Políticos ultramoralistas como Vandinho tem que ter posição de cima a baixo. Não apenas até onde a conveniência política. Sempre estranhei como soava estranho posições tão antagonicas. Aliás, deveria ser ele honrando suas posições e não a prefeita a já ter tomado essa posição. Coube a Márcia Conrado, que já tinha administrado a polêmica com o ex-secretário bolsonarista Carlito Godoy, chamá-lo à baila. Se fosse coerente, teria se poupado de passar essa vergonha…
Registre-se, essa não é uma defesa de Márcia Conrado, do PT ou do PSB, também passíveis de questionamentos aqui mesmo no blog. Mas sim, a afirmação de um valor tão importante na política, cada vez mais ausente: a coerência. Resumindo, Vandinho tem todo direito de ser bolsonarista com suas pautas, mas obrigação de ter suas posições de cima a baixo
Na manhã desta sexta-feira (19), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em visita a Pernambuco desde a tarde de ontem, recebeu, em um hotel no Recife, a senadora Teresa Leitão, o deputado federal Carlos Veras e o deputado estadual e presidente do PT de Pernambuco, Doriel Barros, para um café da manhã estratégico. A […]
Na manhã desta sexta-feira (19), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em visita a Pernambuco desde a tarde de ontem, recebeu, em um hotel no Recife, a senadora Teresa Leitão, o deputado federal Carlos Veras e o deputado estadual e presidente do PT de Pernambuco, Doriel Barros, para um café da manhã estratégico.
A conversa entre Lula e as lideranças políticas pernambucanas, conforme relatado nas redes sociais dos participantes, centrou-se nas eleições municipais previstas para este ano. O encontro reforça a importância de diálogo e articulação política, elementos fundamentais para o fortalecimento do Partido dos Trabalhadores (PT) e para o alinhamento de estratégias visando os desafios eleitorais vindouros.
A presença do presidente no estado não se restringe apenas às discussões políticas. Na tarde de ontem, Lula anunciou, em Suape, a retomada de investimentos na Refinaria Abreu e Lima. O projeto, que promete gerar mais 30 mil empregos, sinaliza uma injeção significativa na economia local e evidencia o compromisso com a geração de empregos e o desenvolvimento econômico da região.
Hoje, Lula participou da assinatura do termo de cooperação para a construção da Escola de Sargentos. A iniciativa é considerada crucial para a economia pernambucana.
A agenda de Lula em Pernambuco destaca o papel estratégico do estado nas discussões políticas e nos projetos de desenvolvimento.
Nesta terça (28), a Alepe instalou e definiu os membros titulares e suplentes das três primeiras comissões permanentes da Casa: Justiça (CCLJ), Finanças e Administração Pública. As eleições dos presidentes e vices de cada um dos grupos parlamentares, entretanto, foram adiadas para esta quarta (1°), por falta de quórum nos encontros. Conforme estabelece o Regimento […]
Nesta terça (28), a Alepe instalou e definiu os membros titulares e suplentes das três primeiras comissões permanentes da Casa: Justiça (CCLJ), Finanças e Administração Pública.
As eleições dos presidentes e vices de cada um dos grupos parlamentares, entretanto, foram adiadas para esta quarta (1°), por falta de quórum nos encontros.
Conforme estabelece o Regimento Interno da Casa, os cargos são escolhidos por maioria absoluta, desde que todos os membros titulares estejam presentes na primeira convocação.
A ausência da deputada Débora Almeida (PSDB) inviabilizou a definição dos comandos da CCLJ e de Finanças, enquanto o pleito em Administração foi impedido com a não participação de Joãozinho Tenório (Patriota). A partir das próximas reuniões, entretanto, a eleição poderá ocorrer sem a presença de todos os membros titulares, exigindo-se apenas a maioria presente.
Parlamentares protestaram contra os adiamentos: “É lamentável esse episódio. A deputada Débora Almeida estava aqui há 10 minutos e é reconhecida por ser uma pessoa zelosa. Se algo grave tiver ocorrido para justificar a ausência, ela terá nossa solidariedade. Se não, nós começamos mal”, avaliou Waldemar Borges (PSB) durante a reunião de Justiça. “Pela seriedade do trabalho desenvolvido pela colega, entendo ter havido um motivo de força maior”, disse Coronel Alberto Feitosa (PL) ao presidir a reunião de Finanças.
Integrante dos colegiados de Finanças e Administração, a deputada Dani Portela (PSOL) ressaltou que a situação compromete as demais comissões. “Coincidentemente ou não, deputados alinhados ao Governo não chegaram para compor os grupos parlamentares. A sociedade pernambucana tem esperado que essa Casa ande”, expressou, defendendo a independência do Legislativo.
Líder do PSB, o deputado Sileno Guedes afirmou que Débora Almeida “chegou a assinar o livro de presença” e lembrou que Joãozinho Tenório é vice-líder do Governo na Casa. “Se não surgiu um assunto urgente, entendemos que houve uma manobra do Governo para atrasar a instalação dos trabalhos legislativos”, reforçou Guedes, membro dos colegiados de Finanças e Administração. As críticas foram endossadas pela deputada Rosa Amorim (PT).
Em um contraponto, Jeferson Timoteo (PP) afirmou que o Governo não pode ser responsabilizado pela ausência dos parlamentares. “O Poder Executivo tem todo interesse na instalação dessas comissões, já que o atraso prejudica o andamento da gestão da governadora Raquel Lyra”, sustentou.
Composições
Por indicação das lideranças das bancadas de legendas, federações e blocos partidários, integrarão a Comissão de Justiça, como titulares, os deputados Antonio Moraes (PP), Alberto Feitosa, Débora Almeida, João Paulo (PT), Luciano Duque (Solidariedade), Romero Albuquerque (União), Sileno Guedes, Waldemar Borges e William Brígido (Republicanos).
Como suplentes, foram indicados Eriberto Filho (PSB), Fabrizio Ferraz (Solidariedade), Joaquim Lira (PV), Joãozinho Tenório, Kaio Maniçoba (PP), Mário Ricardo (Republicanos), Renato Antunes (PL), Rodrigo Novaes (PSB) e Romero Sales Filho (União). Eles serão responsáveis por avaliar a constitucionalidade, a legalidade e a juridicidade de todas as proposições que tramitam na Alepe, exceto as leis orçamentárias.
A Comissão de Finanças, por sua vez, é responsável por analisar as proposições referentes a matérias financeira e orçamentária, emitindo parecer sobre a compatibilidade e adequação dos projetos de lei com as metas estabelecidas no Plano Plurianual (PPA), na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA). Caberá aos membros deste grupo opinar sobre as operações de crédito, dívida pública e outras operações financeiras.
Para integrá-lo, foram indicados os membros titulares Antonio Coelho (União), Alberto Feitosa, Débora Almeida, Henrique Queiroz Filho (PP), João de Nadegi (PV), Lula Cabral (Solidariedade), Pastor Júnior Tércio (PP), Rodrigo Farias (PSB) e Sileno Guedes. Os suplentes serão Aglailson Victor (PSB), Claudiano Martins Filho (PP), Cléber Chaparral (União), Izaias Régis (PSDB), Jarbas Filho (PSB), João Paulo Costa (PCdoB), Kaio Maniçoba, Luciano Duque e Renato Antunes.
Já a Comissão de Administração Pública tem como atribuições avaliar e opinar sobre proposições que tratem da organização e funcionamento da máquina estadual, além da política de recursos humanos. Também faz a análise de proposições que versem sobre o patrimônio, serviços públicos, licitações e contratos administrativos.
Esse último colegiado contará com os deputados Alberto Feitosa, Jeferson Timóteo, Joãozinho Tenório, Joaquim Lira, Rodrigo Farias, Romero Sales Filho e Waldemar Borges como titulares. Os suplentes serão Antonio Coelho, Claudiano Martins Filho, Delegada Gleide Ângelo (PSB), Luciano Duque, Renato Antunes, Rosa Amorim e Simone Santana (PSB).
Farol de Notícias – Foto: Celso Garcia Em março de 2018 centenas de pessoas participaram de um sorteio coletivo do programa Minha Casa Minha Vida, no Centro Esportivo Luiza Kerhle, levando esperança para 902 famílias que foram sorteadas e comemoram a conquista da chave no Residencial Vanete Almeida, em Serra Talhada. Cinco anos depois, parte […]
Em março de 2018 centenas de pessoas participaram de um sorteio coletivo do programa Minha Casa Minha Vida, no Centro Esportivo Luiza Kerhle, levando esperança para 902 famílias que foram sorteadas e comemoram a conquista da chave no Residencial Vanete Almeida, em Serra Talhada. Cinco anos depois, parte das moradias foram depredadas e nenhuma família beneficiada conquistou o sonho da casa própria.
Neste domingo (13), cerca de 50 pessoas realizaram um protesto pacífico na entrada do residencial, mas não houve bloqueio da BR-232.
Inclusive, o protesto contou como apoio das polícias Rodoviária Federal, Militar e STTrans. A maioria que integravam o movimento eram mulheres, donas de casa, ‘guerreiras’ do dia a dia, que não apontaram culpados direto, mas exigiram solução.
“O motivo é que queremos nossas casas, independente de políticos, quem chegar para ajudar é bem vindo. Estamos aguardando há muito tempo e como este ano é de política, e no Brasil, a maioria das coisas funcionam com política pelo meio, mas que fique bem claro que estamos lutando pelos nossos direitos, ninguém deve usar isso politicamente”, disse a desempregada Patrícia Ribeiro da Silva, 42 anos, uma das coordenadoras do movimento, durante entrevista ao Farol.
“Nós fomos sorteadas. A prefeitura deve cobrar, eu não acredito que somente agora a Compesa está em situação de resolver. O Banco do Brasil, os outros órgãos devem agilizar. Não queremos fazer nada de errado. Isso já deveria ser resolvido. Todos os envolvidos devem fazer a sua parte. Por parte da prefeitura, deveria ter tido mais comunicação do que estava acontecendo. Os vereadores de Serra Talhada também deveriam colocar isso em pauta”, concluiu Patrícia.
Já a dona de casa Francisca Rodrigues da Silva, 58 anos, apontou culpados, mas vai continuar lutando em busca de solução.
“A gente não pode pagar um aluguel, e estamos vendo as nossas casas se destruindo, porque ninguém faz nada por nós. Queremos respostas. Roubaram portas das casas, janelas, bacias de banheiro, e tudo mais. Esperamos há cinco anos. Aqui tem culpa de prefeitura, governo federal, de tudo. Eles devem se reunir e entregar as casas”, reforçou.
Entenda o caso – Dois anos após o sorteio das 902 casas, o então secretário de Desenvolvimento Social e Cidadania de Serra Talhada, Josenildo André, informou que a empresa abandonou a obra, e durante entrevista, declarou que a empresa ainda aguardava receber um saldo do Governo Federal.
“O que está acontecendo com o Vanete Almeida não é nada que dependa do município, temos nossas atribuições bem definidas. A secretaria de Assistência Social faz a inscrição, o sorteio e organização dos dossiês que encaminham para o Banco do Brasil, entidade financiadora, que aprova ou não os cadastros. Depois a gente entra com o trabalho técnico-social que acontece antes das pessoas entrarem nas casas e depois que entram. Paramos quando o banco parou a obra”, detalhou sobre o residencial.
“A terceira coisa é uma pergunta que qualquer cidadão deve fazer ao governo Bolsonaro: Por que a obra parou? Porque eles não pagaram a empresa que estava construindo. A empresa que estava construindo a obra não recebeu, por isso abandonou”, reforçou Josenildo André, durante uma entrevista a uma emissora de rádio em fevereiro de 2020.
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