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PlanificaSUS é lançado na X GERES para fortalecer atenção à saúde em todos os níveis

Por André Luis

Por André Luis

Nesta segunda-feira (21), um marco importante foi alcançado na área de saúde em Pernambuco com o lançamento oficial dos trabalhos do PlanificaSUS na X Região de Saúde. Essa iniciativa estratégica visa estabelecer uma abordagem coordenada e integrada para melhorar os serviços de saúde, alinhando desde a Atenção Primária até a atenção especializada.

A implementação do PlanificaSUS na X Região de Saúde é resultado de uma colaboração significativa entre várias entidades-chave na área de saúde. O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Estado de Pernambuco (Cosems-PE) e a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) uniram esforços para tornar essa iniciativa uma realidade.

O presidente do Cosems-PE, Artur Amorim, expressou sua gratidão e entusiasmo pelo comprometimento dos municípios da X GERES (Gerência Regional de Saúde) com essa ação. Em suas redes sociais, Amorim afirmou: “Agradeço aos municípios da X GERES que marcaram presença em peso na ação.” Essa forte adesão dos municípios reflete o reconhecimento da importância do PlanificaSUS para a melhoria da qualidade e eficácia dos serviços de saúde na região.

O PlanificaSUS é uma abordagem estratégica que busca fortalecer a integração entre os diferentes níveis de atenção à saúde, promovendo uma abordagem mais coordenada e eficaz no atendimento aos pacientes. Com a colaboração entre os diversos setores da saúde, desde os cuidados básicos até os serviços especializados, espera-se alcançar resultados mais positivos e abrangentes para a população.

Essa parceria entre instituições tão relevantes na área de saúde evidencia o compromisso em melhorar o sistema de saúde e garantir um atendimento mais completo e eficiente para os cidadãos. O lançamento do PlanificaSUS na X Região de Saúde em Pernambuco representa um passo significativo em direção a uma saúde mais integrada e acessível para todos.

Outras Notícias

Paulo Câmara 33% e Armando Monteiro 31%, segundo pesquisa da Maurício de Nassau

A nova pesquisa do Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (IPMN) sugere numericamente um empate técnico entre os candidatos a governador Paulo Câmara (PSB) e Armando Monteiro (PTB), num quadro de 33% das intenções de voto contra 31%, respectivamente. O cenário já era apontado pela última pesquisa divulgada, no dia 30 de agosto, na qual […]

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A nova pesquisa do Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (IPMN) sugere numericamente um empate técnico entre os candidatos a governador Paulo Câmara (PSB) e Armando Monteiro (PTB), num quadro de 33% das intenções de voto contra 31%, respectivamente. O cenário já era apontado pela última pesquisa divulgada, no dia 30 de agosto, na qual o socialista aparecia com 28% e o petebista com 32% – considerando a margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou menos, ambos poderiam chegar a 30% das intenções.

O destaque de agora é para o crescimento de Paulo, que subiu cinco pontos, contra a situação de estagnação de Armando, oscilando negativamente. A consulta foi encomendada pelo Portal Leia Já e publicada em parceria com o Jornal do Commercio.

Num recorte geográfico, Paulo Câmara ganha de Armando Monteiro em regiões importantes do Estado. No Recife, o candidato socialista pela Frente Popular apresenta 20 pontos percentuais de vantagem contra o petebista, da coligação Pernambuco Vai Mais Longe. Os números são: 42% contra 22%. Mesma vantagem aparece na Zona da Mata, onde Paulo tem 34% contra 26% de Armando. Na Região Metropolitana do Recife, excluindo a capital, a disputa pelo voto ainda é acirrada. O candidato do PSB tem 32%; o do PTB, 30%. O mesmo acontece no Agreste, onde Paulo conta com 33% e Armando com 31%

Armando Monteiro mantém a vantagem sobre o principal adversário nas regiões do Sertão e São Francisco. O petebista tem 51% contra 23% do socialista no Sertão. Nas cidades que margeiam o rio São Francisco, o quadro é de 30% das intenções para Armando e 24% para Paulo. O crescimento vertiginoso de Paulo Câmara começou a aparecer nas pesquisas após a morte do seu padrinho político, o ex-governador Eduardo Campos (PSB), no último dia 13 de agosto. Antes, o socialista aparecia com 10% das intenções de voto e Armando abria larga vantagem.

Apenas o candidato do PSOL, Zé Gomes, marcou 1% das intenções de voto. Os demais não pontuaram. O total de branco/nulo/nenhum com não sabe/não respondeu foi de 35%. Na última pesquisa do IPMN, 38% dos entrevistados não opinaram ou não sabiam. Registrada sob o número PE-00022/2014, a pesquisa foi realizada nos dias 8 e 9 de setembro.

Ministério da Integração Nacional promete retomar transposição em Cabrobó e Salgueiro a partir da próxima semana

O Ministério da Integração Nacional se manifestou em nota sobre repercussão de matéria do Estado de São Paulo, reproduzida pelo blog,  sobre a paralisação das obras da Transposição por parte da empresa Mendes Júnior. A matéria destacava que os funcionários da construtora Mendes Júnior estariam “sem crédito na praça e sem receber da estatal”. A […]

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O Ministério da Integração Nacional se manifestou em nota sobre repercussão de matéria do Estado de São Paulo, reproduzida pelo blog,  sobre a paralisação das obras da Transposição por parte da empresa Mendes Júnior.

A matéria destacava que os funcionários da construtora Mendes Júnior estariam “sem crédito na praça e sem receber da estatal”. A construtora não fez o pagamento da segunda parcela do 13º salário, previsto para 20 de dezembro, para os cerca de 500 empregados que continuam na obra.

Segundo nota do Ministério “de acordo com o cronograma de atividades da Mendes Júnior, responsável pelo trecho da Meta 1 Norte do Projeto São Francisco, a empresa ampliará a mobilização de funcionários nas frentes de serviço entre os municípios pernambucanos de Cabrobó e Salgueiro a partir da próxima semana”.

Diz ainda que “os pagamentos mais recentes efetuados por esta Pasta para empresa Mendes Júnior ocorreram em 30/12/2014 e em 5/1/2015 e totalizaram R$ 16,2 milhões.” Assim, negam relação entre a situação e a repercussão da Operação Lava Jato.

Boulos desiste do governo de São Paulo e será candidato a deputado federal

Desistindo da disputa pelo governo de São Paulo, Guilherme Boulos (PSOL) anunciou nesta segunda-feira (21) que será candidato a deputado federal. “Tomei a decisão de ser candidato a Deputado Federal por uma razão: ajudar a construir uma grande Bancada de Esquerda no Congresso. Hoje o Centrão governa o Brasil. Precisamos ter força para a Reforma Trabalhista, o […]

Desistindo da disputa pelo governo de São Paulo, Guilherme Boulos (PSOL) anunciou nesta segunda-feira (21) que será candidato a deputado federal.

“Tomei a decisão de ser candidato a Deputado Federal por uma razão: ajudar a construir uma grande Bancada de Esquerda no Congresso. Hoje o Centrão governa o Brasil. Precisamos ter força para a Reforma Trabalhista, o Teto de Gastos e aprovar mudanças populares”, escreveu o candidato nas redes sociais.

Na pesquisa Quaest/Genial, divulgada em primeira mão pela CNN na última quinta, o candidato do PSOL aparecia com 7% das intenções de voto para o governo de SP.

O candidato do PT, Fernando Haddad, está à frente nas intenções de voto, com 24%, seguido pelo ex-governador Marcio França (PSB), com 18%. Depois, aparece o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas (sem partido), seguido por Boulos.

Ao anunciar a desistência da disputa pelo governo de SP, o candidato defendeu a unidade da esquerda no estado para derrotar “os tucanos e o bolsonarismo”.

“O momento do Brasil é crítico e exige gestos políticos e generosidade. Depois de muito diálogo com companheiros de partido e analisar o cenário, decidi ser candidato a Deputado Federal. Defendo a unidade da esquerda para derrotar os tucanos e o bolsonarismo no estado de SP.”

Governadores pedem ao Congresso CPMF com alíquota de 0,38%

Do G1 Governadores de sete estados e uma vice-governadora fizeram um apelo nesta quarta-feira (16) a deputados e senadores da base aliada para que aprovem a proposta de recriar a CPMF com uma alíquota de 0,38%, maior do que a proposta de 0,2% feita pelo governo federal. Para eles, o imposto deveria ser divido entre […]

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Do G1

Governadores de sete estados e uma vice-governadora fizeram um apelo nesta quarta-feira (16) a deputados e senadores da base aliada para que aprovem a proposta de recriar a CPMF com uma alíquota de 0,38%, maior do que a proposta de 0,2% feita pelo governo federal. Para eles, o imposto deveria ser divido entre União, estados e municípios – 0,2% ficariam com a União e 0,18% para os Executivos locais.

Foram ao Congresso Nacional os governadores Luiz Fernando Pezão (RJ), Rui Costa (BA), Waldez Góes (AP), Camilo Santana (CE), Renan Filho (AL), Belivaldo Chagas (em exercício, SE), Marcelo Miranda (TO), Wellington Dias (PI) e a vice-governadora Nazareth Araújo (AC).

Após conversar com parlamentares e o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), argumentou que todos os estados do país vivem uma crise econômica difícil e precisam de mais receitas.

“Acho que dificilmente algum governador não precise desses recursos, tanto para a Previdência quanto para a saúde. E os municípios também precisam muito. Temos prefeituras fechadas. A gente quer ter essa chance. A Previdência é um gargalo de todos os governos estaduais”, disse.

O encontro com deputados ocorre dois dias depois de reunião dos governadores com a presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto para discutir as medidas do ajuste fiscal, propostas na última segunda (14). O pacote do Executivo, que já enfrenta resistência do Congresso, propõe a volta da CPMF com uma alíquota de 0,2%.

Os recursos iriam somente para a União e serviriam para suprir gastos com a Previdência Social. O novo imposto precisa ser instituído com a aprovação de uma proposta de emenda à Constituição (PEC, que o Planalto deverá enviar ao Congresso na próxima semana. Na reunião com governadores, a presidente sugeriu que eles procurassem suas bancadas para propor um aumento na alíquota e o compartilhamento dos recursos.

Audiência pública traz debate sobre revalidação dos diplomados no Mercosul

Na próxima segunda-feira (15) a Comissão de Educação e Cultura da Assembleia Legislativa realizará uma audiência pública sobre a admissão dos diplomas obtidos em países do Mercado Comum do Sul (Mercosul), em modalidade presencial e no país-sede da universidade estrangeira. O debate reunirá profissionais com graduação e pós-graduação realizadas no exterior, mas com situação ainda indefinida […]

Foto: Facebook
A Deputada Tereza Leitão

Na próxima segunda-feira (15) a Comissão de Educação e Cultura da Assembleia Legislativa realizará uma audiência pública sobre a admissão dos diplomas obtidos em países do Mercado Comum do Sul (Mercosul), em modalidade presencial e no país-sede da universidade estrangeira. O debate reunirá profissionais com graduação e pós-graduação realizadas no exterior, mas com situação ainda indefinida no Estado de Pernambuco em relação a esses títulos.

A partir do debate com especialistas, a Comissão de Educação pretende preparar uma sugestão de Projeto de Lei e enviar ao Governo do Estado, visto que a competência de legislar sobre esse tema é do Poder Executivo. A presidente do colegiado, deputada Teresa Leitão, espera contribuir com o Governo em trazer dados consistentes para a elaboração de um projeto e resolução deste problema no Estado. Em 2013 e 2014, a Alepe já havia levantado esse debate. Os brasileiros com diplomas nesta situação desejam obter direitos como progressão em planos de cargos e carreiras e lecionar, por exemplo.

Especialistas da Associação Nacional dos Pós-Graduados em Instituições Estrangeiras de Ensino Superior (ANPGIEES) consideram como aptos ao reconhecimento títulos de pós-graduação de cursos de especialização com carga horária presencial no país de origem não inferior a 360 horas. Já os graus acadêmicos de mestrado e doutorado, são considerados títulos obtidos de forma integralmente presencial no país-sede da universidade estrangeira.

A ANPGIEES sugere também que a admissão de títulos de mestrado e doutorado em universidades estrangeiras tem amparo na legislação federal e são atendidos por artigos da Constituição Federal, Decretos Legislativos e Presidenciais sobre o tema. Participarão do encontro o professor Vicente Celestino de França e outros membros da ANPGIEES.