PF vê indícios de lavagem de dinheiro relacionada a FBC
Por Nill Júnior
Época
O delegado federal Antônio José Silva Carvalho, encarregado de inquérito que apura o pagamento de propina ao senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), afirma que há indícios de que concessionárias de veículos foram “utilizadas para camuflar o dinheiro espúrio recebido” pelo parlamentar. Segundo a PF, as empresas pertencem a um servidor da Assembleia Legislativa de Pernambuco ligado ao parlamentar.
A manifestação do delegado foi enviada ao ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), com pedido de prorrogação do inquérito aberto para investigar as suspeitas de que Bezerra Coelho tenha recebido da Odebrecht dinheiro desviado de obras do Canal do Sertão, em Alagoas. O senador foi ministro da Integração Nacional do governo Dilma Rousseff. Mello concedeu mais 60 dias para a polícia.
Sobre os indícios, o senador divulgou a seguinte nota: “A defesa do senador Fernando Bezerra Coelho, representada pelo advogado André Luiz Callegari, afirma que estes ‘indícios’ são inverídicos e que o senador comprovará tal inverdade no curso da investigação”.
O ex-prefeito de Betânia, no Sertão de Pernambuco, Arthur Leite de Caldas, de 79 anos, morreu na manhã deste sábado (11) vítima da Covid-19. A informação foi repassada por familiares ao Jornal Desafio Online. Seu Arthur estava internado na UPAE de Garanhuns no Agreste de Pernambuco e passou 20 dias entubado. Arthur Leite se destacou na política municipal […]
O ex-prefeito de Betânia, no Sertão de Pernambuco, Arthur Leite de Caldas, de 79 anos, morreu na manhã deste sábado (11) vítima da Covid-19.
A informação foi repassada por familiares ao Jornal Desafio Online. Seu Arthur estava internado na UPAE de Garanhuns no Agreste de Pernambuco e passou 20 dias entubado.
Arthur Leite se destacou na política municipal durante 42 anos da sua vida, onde foi prefeito, vice e vereador por 10 mandatos na cidade. Ele era viúvo e deixa seis filhos, quinze netos e cinco bisnetos.
Foi realizado, nesta quarta-feira (28), o sorteio para ordem de participação dos candidatos à Prefeitura de Afogados da Ingazeira no Debate das Dez Especial Eleições, dentro da Manhã Total da Rádio Pajeú. Danilo Simões, do PSD, é o convidado desta quinta-feira (29). Na sexta (30), o convidado é Sandrinho Palmeira, do PSB. No primeiro bloco, […]
Foi realizado, nesta quarta-feira (28), o sorteio para ordem de participação dos candidatos à Prefeitura de Afogados da Ingazeira no Debate das Dez Especial Eleições, dentro da Manhã Total da Rádio Pajeú.
Danilo Simões, do PSD, é o convidado desta quinta-feira (29). Na sexta (30), o convidado é Sandrinho Palmeira, do PSB.
No primeiro bloco, serão feitas perguntas do comunicador Nill Júnior, com previsão das 10h00 às 10h20.
No bloco 2, perguntas dos ouvintes, até as 10h40. Só serão permitidas perguntas por escrito no WhatsApp da Rádio Pajeú, para garantir evitar perguntas com ataques à honra ou que extrapolem o nível exigido.
No bloco 3, das 10h40 às 11h15, perguntas dos jornalistas e blogueiros. Dada a demanda de profissionais na nossa região, a emissora terá seis perguntas gravadas a cada candidato, com sorteio de três para um dia e as três restantes no dia seguinte, garantindo participação de todos os profissionais:
Micael Lima (PanoramaPE), Marcelo Patriota, Romero Moraes (Mais Pajeú), Júnior Finfa (Blog do Finfa), Júnior Campos (Blog Júnior Campos), Pedro Araújo (PE Notícias) e Michelli Martins (Blog Michelli Martins).
Os profissional estão orientados a adotar o mesmo tom editorial nas duas perguntas, garantindo o que se pode chamar de “paridade de armas”, sem indução ou tratamento diferenciado.
No bloco 4, candidato pergunta a candidato.
Caso o roteiro seja esgotado sem que se alcance o tempo total até 11h30, a emissora poderá acrescentar novas perguntas dos ouvintes e do comunicador Nill Júnior, até chegar o tempo pactuado.
Há 80 anos o terrível encontro entre militares do Governo Getulista e cangaceiros liderados por Lampião e sua esposa, Maria Bonita, praticamente pôs fim à chamada Era do Cangaço. Essa história é contada em detalhes no espetáculo “O Massacre de Angico – A Morte de Lampião”. A peça com texto de Anildomá Willans de Souza […]
Há 80 anos o terrível encontro entre militares do Governo Getulista e cangaceiros liderados por Lampião e sua esposa, Maria Bonita, praticamente pôs fim à chamada Era do Cangaço. Essa história é contada em detalhes no espetáculo “O Massacre de Angico – A Morte de Lampião”. A peça com texto de Anildomá Willans de Souza e direção de José Pimentel será encenada entre os dias 25 e 29 de julho, sempre às 20h, na Estação do Forró (antiga Estação Ferroviária), em Serra Talhada, como parte da programação do “Tributo a Virgolino – A Celebração do Cangaço”, evento promovido pela Fundação Cabras de Lampião para recordar os 80 anos da morte do cangaceiro mais famoso.
Numa realização da Fundação Cultural Cabras de Lampião, com patrocínio do FUNCULTURA/Secretaria de Cultura/Governo do Estado de Pernambuco e Prefeitura Municipal de Serra Talhada, além de diversas empresas locais, a montagem, que teve sua estreia em julho de 2012, com absoluto sucesso, deve reunir mais de 50 mil pessoas nesses cinco dias da temporada. A entrada é franca.
São 50 atores e 70 figurantes, além de 40 profissionais na equipe técnica e administrativa. No elenco, atores da própria Serra Talhada, mas também do Recife e de Olinda, além da atriz e cantora Roberta Aureliano, que interpreta Maria Bonita e é natural de Maceió (AL) mas passou toda a infância em Serra Talhada.
O ator e dançarino Karl Marx, 27 anos, vive o protagonista. Integrante do Grupo de Xaxado Cabras de Lampião, ele comemora 13 anos à frente do mesmo papel, em outras montagens: “a responsabilidade é grande porque se trata de um personagem que mexe com a imaginação das pessoas, que influenciou a cultura popular sertaneja, os valores morais e até o modo de viver do nosso povo”. Para ele, é um orgulho revelar o lado humano de Lampião. “Este trabalho é mais do que um desafio profissional. É quase uma missão de vida, ainda mais quando se trata de Cangaço, tema polêmico que gera divergências, contradições e até preconceitos”, conta.
Foto: Manu
A história – “O Massacre de Angico – A Morte de Lampião” reconta a vida do Rei do Cangaço, Lampião, desde o desentendimento inicial de sua família com o vizinho fazendeiro, Zé Saturnino, ainda em Serra Talhada. Para evitar uma tragédia iminente, seu pai, Zé Ferreira, fugiu com os filhos para Alagoas, mas acabou sendo assassinado por vingança. Revoltados e querendo fazer justiça com as próprias mãos, Virgolino Ferreira da Silva e seus irmãos entregaram-se ao Cangaço, movimento que deixou muito político, coronel e fazendeiro apavorado nas décadas de 1920 e 1930 no Nordeste. Temidos por uns e idolatrados por outros, os cangaceiros serviram como denunciantes das péssimas condições sociais daquela época.
A peça conta a história de Lampião no cangaço até o trágico momento de sua morte. É que na madrugada do dia 28 de julho de 1938, na grota de Angico, em Sergipe, onze integrantes do bando de cangaceiros, inclusive os já então famosos líderes Lampião e Maria Bonita, foram mortos e tiveram suas cabeças decepadas pelos militares.
O “molho” que rege toda a história da peça é o perfil apresentado deste homem, símbolo do Cangaço, visto por um outro viés, mais humano. “Mostraremos ao público um Lampião apaixonado, que sentia medo e que era afetuoso. Vamos apresentar não somente a sua postura diante da guerra travada contra os coronéis e fazendeiros, contra a polícia e toda a estrutura de poder, mas também a postura de um homem que amava as poesias e sua gente”, revela Anildomá.
Ambientada em cima de uma ribanceira de terra batida, durante uma hora e meia, a encenação acontece, contando com uma arrojada trilha sonora – além das vozes gravadas dos intérpretes, inclui obras de Chico Science a Amelinha, além de músicas do cancioneiro popular como Mulher Rendeira e a canção Se Eu Soubesse, na voz da atriz e cantora Roberta Aureliano, intérprete da Maria Bonita. A iluminação é detalhista e há efeitos especiais que são assinados, assim como os cenários, pelo mago da cenografia pernambucana Octávio Catanho (Tibi), parceiro de José Pimentel em todos os seus outros trabalhos.
Ao lado do deputado federal, Danilo Cabral (PSB), de vereadores, secretários e diretores municipais, o prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota (PSB), inaugurou a nova Unidade Básica de Saúde (UBS) que irá atender os moradores do Distrito de Ibitiranga e comunidades vizinhas. O equipamento foi erguido na Rua João Jacinto, numa parceria entre a Prefeitura e […]
Ao lado do deputado federal, Danilo Cabral (PSB), de vereadores, secretários e diretores municipais, o prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota (PSB), inaugurou a nova Unidade Básica de Saúde (UBS) que irá atender os moradores do Distrito de Ibitiranga e comunidades vizinhas.
O equipamento foi erguido na Rua João Jacinto, numa parceria entre a Prefeitura e o Governo Federal, na ordem de R$ 343 mil. A UBS recebeu o nome do saudoso prefeito e vice do município, Manoel Teotônio do Nascimento, o popular Manoel de Louro. Familiares do homenageado prestigiaram a inauguração, a exemplo do filho, Vicente Teotônio.
O prédio conta com consultório médico, consultório odontológico, sala de espera, farmácia, sala de vacinas, sala de inalação, sala de enfermagem, sala de serviços administrativos, sala de curativos, sala de observação, sala de reuniões, expurgo, depósito, área de serviços e banheiros com acessibilidade.
O prefeito Anchieta Patriota afirmou que quando assumiu a prefeitura em janeiro passado encontrou o prédio com 30% das obras executadas. Ele destacou que, mesmo com dificuldades, concluiu a UBS em oito meses de governo. Também foi feita a entrega de uma ambulância que irá servir ao distrito e comunidades adjacentes.
Partidos de esquerda elogiaram Rogério Fraveto pelo decreto de soltura de Lula, mas políticos ligados a outras siglas criticaram a ação Do Terra A decisão do desembargador do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) de soltar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva repercutiu entre pré-candidatos à Presidência neste domingo. Nomes de partidos de […]
Partidos de esquerda elogiaram Rogério Fraveto pelo decreto de soltura de Lula, mas políticos ligados a outras siglas criticaram a ação
Do Terra
A decisão do desembargador do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) de soltar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva repercutiu entre pré-candidatos à Presidência neste domingo. Nomes de partidos de esquerda, como Guilherme Boulos (PSOL) e Manuela D’ávila (PCdoB), elogiaram a decisão, mas políticos ligados a outras siglas criticaram.
Álvaro Dias (Podemos) chamou a atenção para o passado do desembargador que assina a ordem de soltura e aponta “anarquia” no Judiciário. “Decisão de soltura de Lula, que anarquiza o Judiciário e causa indignação e revolta na sociedade, é responsabilidade de um desembargador aloprado que serviu a governos petistas, como o de Tarso Genro e do próprio Lula, além de ele mesmo ter sido filiado ao PT”, disse.
Líder nas pesquisas de intenção de voto em cenários sem Lula na disputa, Jair Bolsonaro (PSL) não se manifestou, mas seu coordenador de campanha, deputado Delegado Francischini (PSL-PR) divulgou vídeo em suas redes sociais informando que entrará com representação contra Favreto no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). “Lula foi solto por um desembargador que foi filiado ao PT por quase 20 anos e a pedido de dois deputados do PT”, afirmou o deputado.
Já Boulos, também em sua rede social, criticou o fato de o juiz Sérgio Moro divulgar despacho no qual diz que Favreto não tem competência para libertar Lula. “Não dá pra admitir chicana do juiz Sergio Moro”, disse Boulos.
A pré-candidata do PCdoB foi na mesma linha. “Depois de Sérgio Moro afirmar que não cumpriria a decisão de uma instância superior, atentando gravemente contra o Estado de Direito, o desembargador Rogério Favreto ordenou a imediata soltura do presidente Lula. Se ainda houver lei nesse país, Lula será solto”, disse ela.
Você precisa fazer login para comentar.