Petrolina, Salgueiro e Serra Talhada disputam base áerea da PM no Sertão
Por Nill Júnior
Carlos Britto
As cidades de Petrolina, Salgueiro e Serra Talhada – no Sertão de Pernambuco – estão na disputa pela instalação de uma base de grupamento de apoio aéreo da Polícia Militar (PM). Na última quinta-feira (27), um helicóptero da Secretaria de Defesa Social do Estado começou a sobrevoar Serra Talhada.
A instalação do grupamento de apoio aéreo seria uma resposta da SDS aos criminosos que estão explodindo agências bancárias e carros-fortes, e praticando assaltos a caminhões nas cidades e estradas que cortam o Sertão.
O objetivo do sobrevoo é mapear possíveis rotas de fuga dos bandidos e planejar futuras ações de apoio a equipes da PM que estão em terra. Esse mesmo estudo também será feito em Petrolina e Salgueiro.
Por André Luis O Debate das Dez da Rádio Pajeú FM tem buscado ouvir em uma série de entrevistas às terças-feiras, personagens importantes na política de Afogados da Ingazeira. Nesta terça (03), foi a vez do vereador Augusto Martins. O nome de Augusto é tido como uma das peças importantes do quebra-cabeça político nas eleições […]
O Debate das Dez da Rádio Pajeú FM tem buscado ouvir em uma série de entrevistas às terças-feiras, personagens importantes na política de Afogados da Ingazeira. Nesta terça (03), foi a vez do vereador Augusto Martins.
O nome de Augusto é tido como uma das peças importantes do quebra-cabeça político nas eleições de 2020. Ele já foi presidente da Câmara de Vereadores e vice-prefeito do município, faz parte do conjunto de forças denominado de Frente Popular e é da base governista, sendo, portanto, aliado ao prefeito José Patriota, que segundo especulações, já teria escolhido como seu sucessor, o vice-prefeito, Alessandro Palmeira.
Augusto, que tem tido o seu nome defendido por alguns para encabeçar a majoritária é uma grande incógnita. Para onde vai Augusto nas eleições do ano que vem? Segundo ele, isso só será definido após o prefeito José Patriota, líder da Frente Popular no município der a definição. Mas garantiu que caso haja o “racha” entre Totonho e Patriota, continuará na Frente Popular. “Sou Frente Popular, sempre fui e vou continuar sendo”, garantiu.
Augusto também falou durante a entrevista ao comunicador Nill Júnior, que se sente preparado para ser candidato a qualquer cargo eletivo no município e fora dele, como deputado por exemplo. “Eu me sinto preparado e isso não é arrogância, nem prepotência, na verdade é uma preparação que eu tenho por estar militando no campo político há muito tempo”, afirmou.
O vereador defendeu que Sandrinho tem bagagem para encabeçar uma chapa majoritária, disse torcer pela unidade do grupo e quando questionado se acha que exista má vontade com relação ao seu nome não ser colocado nas pesquisas, disse que não, que a polarização em torno da disputa Totonho/Sandrinho se dá por conta da expectativa do “racha”, que muitos torcem para que aconteça.
Estive em Riacho do Meio, município de São José do Egito, conhecer o Joel Ferreira e seu sonho, o de um museu dos costumes sertanejos, construído com recursos próprios e muito esforço. O Museu da Saudade fica em dois cômodos de sua casa, simples como a de qualquer sertanejo, mas com um tesouro dentro dela. […]
Estive em Riacho do Meio, município de São José do Egito, conhecer o Joel Ferreira e seu sonho, o de um museu dos costumes sertanejos, construído com recursos próprios e muito esforço.
O Museu da Saudade fica em dois cômodos de sua casa, simples como a de qualquer sertanejo, mas com um tesouro dentro dela.
Rádios antigos, tevês, potes, ferro de passar, monóculos, oratórios históricos, móveis, bicicletas, pilão, quartinhas, sanfonas, malas antigas, muita, muita coisa. Uma espécie de ajuntado das histórias e costumes sertanejos.
Ele detalha que sua grande paixão é o rádio, a partir de sua condição de ouvinte da Rádio Pajeú. “Ouvia muito Dom Francisco. Aquilo era uma aula”. Também não esconde sua frustração em não poder ter recebido Anchieta Santos, falecido em 2021. “O chamei e ele disse que vinha, mas o destino não quis”.
Certamente, em sua luta para reunir peças históricas, Joel deve ter sido ridicularizado, ouviu dizer que aquilo era coisa de louco, mas manteve sua força e reuniu um acervo único, que caberia muito bem em um Museu do Sertanejo, ajudando a contar nossos hábitos e costumes. Precisa de apoio e incentivo de setores da cultura do município, prefeitura, sociedade civil, para um local adequado que receba seu acervo, único na região. Dei um abraço e um grande parabéns pra ele! Para mais informações, 87 9-9953-3085.
Veja vídeo com Joel contando sua história, na NJTV:
No último sábado (4), a pré-candidata a deputada estadual, Regina da Saúde, ampliou sua base de apoio em Pesqueira com a adesão do pré-candidato a deputado federal, João Prudêncio. Com a parceria, Regina fortalece sua articulação no município, onde já conta com o apoio do ex-deputado estadual João Eudes e da ex-prefeita Maria José. A […]
No último sábado (4), a pré-candidata a deputada estadual, Regina da Saúde, ampliou sua base de apoio em Pesqueira com a adesão do pré-candidato a deputado federal, João Prudêncio.
Com a parceria, Regina fortalece sua articulação no município, onde já conta com o apoio do ex-deputado estadual João Eudes e da ex-prefeita Maria José. A aliança promete construir uma atuação conjunta em defesa de pautas estratégicas para Pesqueira e a região, segundo nota.
“João Prudêncio compartilha dos mesmos valores que defendemos: trabalho, diálogo e responsabilidade. Essa união representa um compromisso com as pessoas e com o desenvolvimento de Pesqueira e da região. Agradeço ao amigo por acreditar em nosso projeto”, destacou Regina da Saúde.
João Prudêncio, por sua vez, afirmou que a parceria com Regina nasce da convergência de ideias. “Quero construir um projeto sólido junto com Regina, capaz de atrair investimentos e defender as demandas de Pesqueira e da região”, afirmou.
Para o colegiado, a acusação apresentou elementos suficientes para a abertura de ação penal. Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu abrir ação penal contra os acusados de planejar o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 2018. Na avaliação do colegiado, a denúncia da Procuradoria-Geral da […]
Para o colegiado, a acusação apresentou elementos suficientes para a abertura de ação penal.
Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu abrir ação penal contra os acusados de planejar o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 2018. Na avaliação do colegiado, a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), apresentada no Inquérito (INQ) 4954, reuniu elementos suficientes para justificar a abertura da ação.
Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ), João Francisco (“Chiquinho”) Brazão, deputado federal, Rivaldo Barbosa, delegado da Polícia Civil do Rio de Janeiro, e o ex-policial Ronald Paulo de Alves se tornam réus por homicídio qualificado e tentativa de homicídio da assessora Fernanda Chaves. Os irmãos Brazão e o ex-assessor Robson Calixto Fonseca, conhecido como “Peixe”, também se tornaram réus por organização criminosa.
Isso significa que os cinco acusados vão ser julgados pelos crimes pelos quais foram denunciados pelo Ministério Público. A próxima fase é a instrução processual, em que a acusação e a defesa dos réus vão tentar provar se os fatos são verdadeiros ou falsos. Somente depois será julgado o mérito, ou seja, a Primeira Turma decidirá se condena ou absolve os réus a partir do que for comprovado a partir de agora.
Denúncia fundamentada em provas
Em seu voto, o relator, ministro Alexandre de Moraes, apontou que a PGR trouxe diversas provas que comprovam as declarações feitas na colaboração premiada do ex-policial militar Ronnie Lessa, que confessou ter sido o executor do assassinato. Isso é essencial, pois o Supremo definiu que não é possível o recebimento de denúncia somente com base nas declarações do delator.
“A denúncia está fundamentada não apenas na colaboração premiada de Ronnie Lessa. Está fundamentada em diversos elementos indiciários, depoimentos, documentos que corroboram essas imputações iniciais feitas pela Procuradoria-Geral da República”, afirmou.
Os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e Luiz Fux e a ministra Cármen Lúcia acompanharam o relator integralmente.
Sustentações orais
Antes da votação, o subprocurador da República Luiz Augusto Santos Lima, que falou pela acusação, apontou como motivação para o crime a atuação política de Marielle Franco, que resistia a propostas defendidas pelos irmãos Brazão que beneficiariam a grilagem de terras e grupos milicianos. Segundo ele, a vereadora se tornou a principal opositora e símbolo da resistência aos interesses econômicos dos irmãos. “Matá-la significava eliminar de vez o obstáculo e dissuadir outros políticos do grupo de oposição a imitar-lhe a postura”, afirmou o representante da PGR.
A defesa dos acusados rejeitam as acusações e argumentaram, entre outros pontos, que a denúncia não tinha provas suficientes para a abertura de uma ação penal.
O advogado Marcelo Ferreira de Souza, que defende o delegado Rivaldo Barbosa, acusado de utilizar do cargo de chefe da Polícia Civil para obstaculizar as investigações, afirmou que a ascensão dele ao posto não teve relação com o caso Marielle. “Rivaldo foi nomeado para o cargo pelo governo Michel Temer, durante a intervenção federal, sem nenhuma interferência política local”, alegou.
Já o advogado Cléber Lopes de Oliveira, que representou Chiquinho Brazão, afirmou que o político mantinha relação respeitosa com Marielle, descartando suposta motivação para o crime. “Não havia animosidade alguma entre Marielle Franco e Chiquinho Brazão, isso é, com todo o respeito, uma criação”, disse.
Novo inquérito
Ainda nesta terça-feira (18) o ministro Alexandre de Moraes determinou a abertura de novo inquérito para apurar o suposto crime de obstrução de investigação dos irmãos Brazão, do delegado Rivaldo Barbosa e dos policiais civis Giniton Lages e Marco Antônio de Barros Pinto. O relator ainda determinou o desmembramento, com envio dos autos para o Ministério Público do Rio de Janeiro, da apuração sobre os supostos crimes de organização criminosa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro em relação a Rivaldo Barbosa. Leia a íntegra do voto do ministro Alexandre de Moraes.
Chefes dos Executivos estaduais se solidarizaram com o Espírito Santo e afirmaram que postura dos agentes de segurança é “inaceitável e ilegal” A Segurança Pública foi o principal tema federativo da reunião do Fórum Permanente dos Governadores, realizada nesta quarta-feira (15/02), na residencial oficial do Governo do Distrito Federal, com a presença do governador Paulo […]
Chefes dos Executivos estaduais se solidarizaram com o Espírito Santo e afirmaram que postura dos agentes de segurança é “inaceitável e ilegal”
A Segurança Pública foi o principal tema federativo da reunião do Fórum Permanente dos Governadores, realizada nesta quarta-feira (15/02), na residencial oficial do Governo do Distrito Federal, com a presença do governador Paulo Câmara. Ao término da reunião, o grupo divulgou uma nota à Imprensa, na qual foi prestada solidariedade ao povo e ao Governo do Espírito Santo, que enfrenta um motim da Polícia Militar.
“Tal postura dos agentes de segurança (do Espírito Santo) é considerada inaceitável e ilegal, uma vez que atenta contra a integridade da população e a própria Constituição Federal”, afirmam os governadores no texto. Os governadores também solicitaram ao Congresso Nacional e ao Governo Federal que não seja aprovado nenhum tipo de anistia aos policiais militares que tiverem sido punidos pelos atos considerados inconstitucionais. “Neste momento de instabilidade e insegurança, é preciso agir com firmeza para que situações semelhantes não se expandam para outras regiões do País”.
Na avaliação de Paulo Câmara, a questão da segurança pública tem que constar nas prioridades federativas do Brasil. “A população quer que os governantes assegurem a tranquilidade para andar nas ruas, com paz e segurança. Temos essa responsabilidade e precisamos fazer o que estiver ao nosso alcance para vencer mais esse desafio, pois a crise econômica e o crescimento do tráfico de drogas agravaram ainda mais a questão da segurança pública. Esse enfrentamento da violência e da criminalidade será efetivo de forma integrada e federativa. A disciplina e a hierarquia das polícias militares também precisam ser respeitadas”, ressaltou.
Para o Fórum dos Governadores, é “imperioso” que o Governo Federal aprofunde as discussões com todos os Governos Estaduais e implemente o Plano Nacional de Segurança Pública. “Esse conjunto de medidas deve conter ações e estratégias que garantam não só a segurança nas cidades, mas o controle as nossas fronteiras, de forma a combater, principalmente, o tráfico de drogas e de armas”.
A nota dos governadores conclui afirmando que esse Plano Nacional deve vir acompanhado da fonte de financiamento das ações previstas, com a implantação do Fundo Nacional de Segurança. “Os governadores acreditam que apenas com a atuação conjunta do Governo Federal e dos Governos dos Estados será possível garantir à sociedade brasileira a paz e a tranquilidade”, informa a nota.
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