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Petrobras informa nome de empresas que farão auditoria

Por Nill Júnior

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do Estadão Conteúdo

A Petrobras enviou na manhã desta quinta-feira (30) comunicado ao mercado confirmando os nomes das consultorias que contratou para ajudar na apuração de acusações feitas pelo ex-diretor Paulo Roberto Costa. As empresas independentes especializadas em investigação são a banca Trench, Rossi e Watanabe Advogados e a americana Gibson, Dunn & Crutcher.

Em nota, a Petrobras explica que as empresas vão ajudar na apuração da extensão e impacto das ações que porventura tenham sido cometidas no contexto das alegações feitas pelo ex-diretor de Abastecimento, “bem como apurar fatos e circunstâncias correlatos que tenham impacto material sobre os negócios da companhia”.

Na terça-feira, dia 28, o escritório de advocacia Trench, Rossi e Watanabe havia informado ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, que era uma das duas empresas independentes contratadas pela Petrobras. Em nota, o escritório diz que assinou contrato de prestação de serviços de consultoria jurídica para “apurar a licitude das condutas ou ocorrências relacionadas a Operação Lava Jato”.

Um dia antes, a petroleira havia informado sobre a contratação de duas empresas para investigar internamente as denúncias de corrupção feitas pelo ex-diretor Paulo Roberto Costa e pelo doleiro Alberto Youssef, sem revelar seus nomes.

Outras Notícias

Prefeitos do Sertão seguirão estado em decisão sobre o carnaval

Prefeitos das cidades sertanejas que tem polo carnavalesco estão aguardando posição do estado para segui-lo integralmente.  Cidades como Triunfo, Arcoverde, Pesqueira,  Afogados, Petrolina e Salgueiro só autorizarão a festa se o estado disser sim. A informação foi da Coluna do Domingão com base em depoimentos de prefeitos e assessores. Hoje, há vários motivos que explicam […]

Prefeitos das cidades sertanejas que tem polo carnavalesco estão aguardando posição do estado para segui-lo integralmente.  Cidades como Triunfo, Arcoverde, Pesqueira,  Afogados, Petrolina e Salgueiro só autorizarão a festa se o estado disser sim.

A informação foi da Coluna do Domingão com base em depoimentos de prefeitos e assessores.

Hoje, há vários motivos que explicam porque,  se tivessem que tomar a decisão hoje, Paulo Câmara,  André Longo e cia estariam decididos a não realizar a festa de momo.

O primeiro é sanitário e epidemiológico. Há um número importante de pessoas que não tomaram a segunda dose, praticamente 600 mil pessoas em Pernambuco,  grande parte no público alvo que costuma participar da festa de momo.

Como um dos maiores polos de folia do mundo, Pernambuco costuma atrair milhares de turistas de outros estados e de fora, inclusive países europeus, alguns no foco da chamada quarta onda. A notícia da chegada de uma nova variante africana, ainda mais transmissível,  é o que se pode chamar de pá de cal no desejo e na esperança de quem vive ou participa de alguma forma da festa.

O que falta é uma declaração mais incisiva de Paulo Câmara,  como já fizeram Rui Costa na Bahia e Camilo Santana,  no Ceará.  Aqui, pressionado pelo setor de eventos, o governador ainda não bateu o pé.  Deveria.

Faltou só explicar o fator político,  também presente na decisão: 2022 é ano eleitoral.  O staff do governo avalia que não vale a pena correr o risco de,  após a festa, administrar um novo surto em virtude das aglomerações e pagar um preço eleitoral em outubro.

Jornalista pede demissão ao vivo por não poder perguntar a Bolsonaro

  Do Congresso em Foco O jornalista Juremir Machado pediu demissão ao vivo da Rádio Guaíba na manhã de hoje (23) após ser impedido de fazer perguntas ao candidato à presidência da República Jair Bolsonaro (PSL). Ao aceitar ser entrevistado pela rádio, Bolsonaro disse que responderia apenas as perguntas do âncora do programa, Rogério Mendelski. […]

 

Do Congresso em Foco

O jornalista Juremir Machado pediu demissão ao vivo da Rádio Guaíba na manhã de hoje (23) após ser impedido de fazer perguntas ao candidato à presidência da República Jair Bolsonaro (PSL).

Ao aceitar ser entrevistado pela rádio, Bolsonaro disse que responderia apenas as perguntas do âncora do programa, Rogério Mendelski. Juremir e outros dois jornalistas, Jurandir Soares e Voltaire Porto, acompanharam a entrevista, não puderam fazer perguntas.

Ao final do programa, o âncora explicou que o silêncio dos presentes foi uma “condição” do candidato. “Vou só avisar aos nossos ouvintes que o silêncio de vocês aí foi uma condição do candidato que queria conversar com o apresentador”, disse Mendelski.

“Nós podemos dizer que o candidato nos censurou?”, questionou Juremir. “Não, não diria isso”, disse o âncora. “Eu achei humilhante e, por isso, estou saindo do programa. Foi um prazer trabalhar aqui dez anos”, rebateu Juremir, que se levantou e saiu do estúdio.

“Não podemos dizer nada, Juremir, desculpe. Foi uma condição do candidato”, disse o âncora depois que o jornalista se levantou. Mendelski questionou Voltaire sobre o que ele achava do episódio. O jornalista disse que respeitava a posição do âncora e emendou: “Eu preciso trabalhar, né? Preciso de emprego”.

Juremir é crítico do candidato à Presidência. No mês passado, ele publicou um texto no blog Correio do Povo, em que diz que Bolsonaro é uma “mentalidade”. “Jair Bolsonaro não é um candidato como outro qualquer. É pior. Ele é um imaginário, uma mentalidade, uma visão de mundo obscurantista”, escreveu o jornalista.

Professor do curso de Jornalismo da Faculdade de Comunicação Social da PUCRS, Juremir é formado em jornalismo e em história. É doutor em Sociologia pela Universidade de Paris V: René Descartes sob a orientação de Michel Maffesoli. De 1993 a 1995, foi colunista e correspondente do jornal Zero Hora em Paris. Juremir fez pós-doutorado na França orientado por Edgar Morin, Jean Baudrillard e Michel Maffesoli.

As perguntas que ficaram sem respostas nestes primeiros dias da gestão de Nelson Teich

Blog do Camarotti O silêncio do novo ministro da Saúde, Nelson Teich, nesses primeiros sete dias desde que foi confirmado pelo presidente Jair Bolsonaro como substituto do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta, aumentou de forma exponencial a expectativa em Brasília diante da primeira entrevista coletiva dele, finalmente, prevista para esta quarta-feira (22). Nessa primeira semana, as […]

Foto: Reprodução/YouTube

Blog do Camarotti

O silêncio do novo ministro da Saúde, Nelson Teich, nesses primeiros sete dias desde que foi confirmado pelo presidente Jair Bolsonaro como substituto do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta, aumentou de forma exponencial a expectativa em Brasília diante da primeira entrevista coletiva dele, finalmente, prevista para esta quarta-feira (22).

Nessa primeira semana, as dúvidas só aumentaram em relação ao combate à pandemia do novo coronavírus, principalmente quando o país já estava se acostumando a uma rotina de transparência com coletivas diárias da equipe técnica do Ministério da Saúde.

Do dia 16 de abril, quando apareceu ao lado de Bolsonaro no Planalto, até esta quarta, o país só acompanhou monólogos do ministro em ambientes controlados, seja em dois pequenos discursos no Palácio do Planalto ou em rápidas transmissões gravadas via internet.

Nesta terca-feira (21), o ministro recebeu um treinamento para conceder entrevistas.

Nesse pequeno período, muitas perguntas se acumularam em plena pandemia. Esse hiato – apenas com informações controladas – foi uma eternidade para quem acompanha com preocupação o avanço do coronavírus.

Algumas questões sem respostas:

Qual a posição do ministro em relação à participação de Jair Bolsonaro em aglomerações ocorridas neste fim de semana?

Quando os testes para diagnóstico do coronavírus chegarão ao Brasil?

O isolamento social permanece até a execução dessa testagem em massa ou, independente dos testes, haverá uma flexibilidade acelerada do isolamento como Bolsonaro tem cobrado publicamente do ministro da saúde?

Uma outra questão ainda não respondida é sobre a influência do Palácio do Planalto na nova gestão do Ministério da Saúde. Tudo indica que o secretário-executivo da pasta será o general Eduardo Pazuello, muito elogiado entre os colegas do Exército pela capacidade na operação logística.

Porém, a confirmação de Pazuello indica um controle maior do próprio Bolsonaro nas ações do ministério? Não seria normal que Teich tivesse mais liberdade para montar sua equipe?

São perguntas e mais perguntas que ficaram sem resposta nesses últimos dias.

Bolsonaro decide retornar a Brasília e passar Ano Novo no Alvorada

A Secretaria de Comunicação Social da Presidência informou nesta segunda-feira (30) que o presidente Jair Bolsonaro decidiu retornar nesta terça (31) a Brasília e passar o Ano Novo na residência oficial do Palácio da Alvorada. Bolsonaro viajou para a Base Naval de Aratu (BA) no último dia 27, e a previsão inicial era ele retornar a Brasília somente em […]

Bolsonaro cercado por apoiadores apos deixar o Farol da Barra

A Secretaria de Comunicação Social da Presidência informou nesta segunda-feira (30) que o presidente Jair Bolsonaro decidiu retornar nesta terça (31) a Brasília e passar o Ano Novo na residência oficial do Palácio da Alvorada.

Bolsonaro viajou para a Base Naval de Aratu (BA) no último dia 27, e a previsão inicial era ele retornar a Brasília somente em 5 de janeiro.

Conforme a assessoria, o presidente decidiu antecipar o retorno para passar o Ano Novo com a família.

Isso porque a primeira-dama Michelle Bolsonaro não viajou com o presidente, somente a filha deles. Na semana passada, Bolsonaro informou que ela não iria em razão de uma cirurgia.

Segundo a assessoria da Presidência, a cirurgia ainda não foi realizada, e Michelle não será submetida a procedimento antes do réveillon.

Mais cedo, nesta segunda-feira, Bolsonaro esteve em Salvador, onde visitou alguns pontos turísticos, entre os quais o Farol da Barra, um dos principais da capital. No local, cumprimentou apoiadores e tirou fotos com alguns deles.

Chuva caiu em todo Pajeú

Meteorologia indica que choveu também em boa parte do Nordeste Do domingo até esta segunda, choveu em praticamente toda a região do Pajeú. Ouvintes do programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, relataram chuvas em praticamente todas as cidades da região e do estado vizinho da Paraíba. A média oscilou entre 50 e 60 milímetros. Em […]

Chuva em Itapetim. Foto de Marcello Patriota

Meteorologia indica que choveu também em boa parte do Nordeste

Do domingo até esta segunda, choveu em praticamente toda a região do Pajeú. Ouvintes do programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, relataram chuvas em praticamente todas as cidades da região e do estado vizinho da Paraíba.

A média oscilou entre 50 e 60 milímetros. Em Afogados da Ingazeira, foram 50 milímetros. Em Carnaíba, foram 63 milímetros. Choveu bem em Tabira (85 milímetros), Iguaracy, Solidão, Ingazeira e em outras áreas da região do Pajeú. No Moxotó, Arcoverde e Custódia registraram chuvas.

Teve chuva em Brejinho, com 50 milímetros. Em Itapetim foram 52 milímetros, São José do Egito recebeu volume de 48 milímetros. Choveu ainda em Flores (60 milímetros),  Quixaba (34 milímetros), Tuparetama (58 milímetros).

Na Paraíba, registro de chuva em Tavares, Água Branca e Juru. Considerando cidades que receberam chuvas em outros horários, como Serra Talhada, pode-se dizer que choveu em praticamente toda a região.

Como noticiado, a Apac emitiu alerta para a possibilidade de pancadas de chuvas moderadas a fortes na Região Metropolitana do Recife, Sertão, Agreste e toda Zona da Mata.

Em um novo alerta feito no decorrer da tarde deste domingo (26), a Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC) avisou que as chuvas moderadas e fortes se estendem até às 23hs desta segunda-feira (27). O alerta serve para o Grande Recife, Zona da Mata, Agreste e Sertão do Estado de Pernambuco. A Agência disse, ainda, que população deve seguir as orientações da Defesa Civil.