Petistas compartilham vídeo em que Temer diz que dá as tarefas mais difíceis “à fé do Cunha”
Por Nill Júnior
Petistas como Lindbergh Farias tem divulgado um vídeo em que o vice-presidente Michel Temer (PMDB) afirma ter um “auxílio extraordinário” na Câmara do atual presidente da Casa, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e que confia na fé do correligionário para as “tarefas mais complicadas”. O depoimento foi dado a religiosos e remete a um encontro do vice com membros da Assembleia de Deus.
“Eu tenho do Eduardo Cunha um auxílio extraordinário na Câmara Federal. Se você quiser dar uma tarefa das mais complicadas para o deputado Eduardo Cunha, ele simplifica porque trabalha muito”, diz Temer. Ele completa afirmando que “as tarefas mais difíceis eu entrego à fé do deputado Eduardo Cunha”.
Ao postar o vídeo, o senador petista ataca a dupla, chama o depoimento de “tocante” e diz que os dois são “irmãos siameses”. Lindbergh, no post, não informa a data da gravação do depoimento.
Uol O empresário e advogado Ricardo Andrade Magro tem sido figura recorrente nas páginas de revistas e jornais brasileiros. Primeiro, ganhou destaque no noticiário de negócios, quando, em 2008, comprou a Refinaria de Manguinhos, no Rio, e ensaiou uma milagrosa recuperação econômica do empreendimento. Depois, passou a despontar em seções menos desejadas: amigo e ex-advogado […]
O empresário e advogado Ricardo Andrade Magro tem sido figura recorrente nas páginas de revistas e jornais brasileiros. Primeiro, ganhou destaque no noticiário de negócios, quando, em 2008, comprou a Refinaria de Manguinhos, no Rio, e ensaiou uma milagrosa recuperação econômica do empreendimento.
Depois, passou a despontar em seções menos desejadas: amigo e ex-advogado do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Magro já foi relacionado a acusações de evasão fiscal na gestão da refinaria e a supostas compras de decisões na Justiça paulista. Seu nome apareceu agora em uma nova lista: a dos brasileiros que mantêm offshores em paraísos fiscais.
Nos documentos do Panama Papers, há menções sobre 6 offshores ligadas ao empresário paulistano, várias delas diretamente gerenciadas pela firma panamenha Mossack Fonseca, especializada em abrir empresas de fachada em paraísos fiscais.
Todas foram criadas em lugares que cobram pouco ou nenhum imposto sobre o patrimônio de pessoas jurídicas ou que facilitam a ocultação dos seus verdadeiros donos, como as Ilhas Cayman ou as Ilhas Virgens Britânicas. Três delas também aparecem ligadas ao escritório do banco HSBC em Mônaco, considerado um paraíso fiscal europeu, que procurou a filial suíça da MF para tratar da criação ou gestão dessas empresas.
Os papéis foram obtidos após a reportagem ter acesso a centenas de e-mails trocados entre a agente de Magro e a Mossack. As mensagens começaram a ser enviadas em maio de 2012. A agente em questão é uma funcionária da consultoria Intercorp, um grupo com sedes em Miami e Londres que afirma em seu site fazer “proteção de investimentos” de famílias ricas, “diversificando” a distribuição de recursos em diversos países para “mitigar obrigações tributárias”.
A série Panama Papers, que começou a ser publicada no domingo (3.abr.2016), é uma iniciativa do ICIJ (Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos), organização sem fins lucrativos e com sede em Washington, nos EUA. Os dados foram obtidos pelo jornal Süddeutsche Zeitung. O material está em investigação há cerca de 1 ano. Participam desse trabalho com exclusividade no Brasil o UOL, o jornal “O Estado de S.Paulo” e a RedeTV!.
No primeiro e-mail, a funcionária da consultoria Intercorp pede que a Mossack Fonseca abrs 2 offshores para o empresário com o objetivo de adquirir imóveis na Flórida de uso pessoal: uma nas Ilhas Virgens Britânicas e outra em Nevada, nos Estados Unidos. Os diretores seriam de fachada, nomeados pela firma panamenha.
Arcoverde, Pernambuco e o país tem muito respeito pela obra do Padre Airton Freire. Mas esse blog teve a coragem de condenar a participação do sacerdote em spots da campanha de Madalena Brito defendendo a candidata, à época apoiada por Zeca Cavalcanti. O nosso questionamento soou quase como uma heresia, tamanha sua aceitação e de Madalena […]
Padre Airton no último encontro com Zeca, Júlio, Madalena e Armando: palanque dividido pode impedir posicionamento do sacerdote em 2016. Foto : Júnior Finfa
Arcoverde, Pernambuco e o país tem muito respeito pela obra do Padre Airton Freire. Mas esse blog teve a coragem de condenar a participação do sacerdote em spots da campanha de Madalena Brito defendendo a candidata, à época apoiada por Zeca Cavalcanti. O nosso questionamento soou quase como uma heresia, tamanha sua aceitação e de Madalena à época. Nas peças, o padre era ouvido pedindo orações e obviamente atraindo votos para a petebista.
Como muitos lembram, o blog afirmou que diante da facilidade da eleição da atual prefeita, aferida por várias pesquisas, nem ela, muito menos o respeitado sacerdote da Fundação Terra precisavam desse artifício. Além do mais, a própria Igreja orienta no sentido de que padres, ligados a Dioceses ou não, evitem tal posicionamento, para evitar confusão de que trata-se da posição da Igreja e não individual, da mesma forma que condena que religiosos entrem na política como candidatos.
Tendência parecida já havia sido verificada há quatro anos, com Zeca como candidato. Agora, com o “apartar” de Zeca e Madalena fica a dúvida. Primeira, de saber se o querido e atuante padre vai evitar ou não usar sua voz em inserções políticas, sempre torcendo para que se abstenha de emitir opinião publicamente preservando seu nome e a instituição católica. Mas se optar pelo mesmo modus operanti de dois anos atrás, fica a dúvida, com a divisão de Zeca e Madalena: para quem o padre vai rezar?
“Não é deputado é capacho da governadora”, diz presidente do sindicato Por André Luis A presidenta do Sintepe, Ivete Caetano, afirmou que os deputados que apoiaram recurso da proposta do Governo do Estado para piso dos professores não escaparão ilesos. “Suas fotos não serão apenas divulgadas em todo o estado; vídeos serão feitos e uma […]
“Não é deputado é capacho da governadora”, diz presidente do sindicato
Por André Luis
A presidenta do Sintepe, Ivete Caetano, afirmou que os deputados que apoiaram recurso da proposta do Governo do Estado para piso dos professores não escaparão ilesos.
“Suas fotos não serão apenas divulgadas em todo o estado; vídeos serão feitos e uma luta será travada para desgastá-los o máximo possível. Afinal, um deputado que reconhece que o Projeto de Lei é ruim e mesmo assim vota a favor do requerimento para dar andamento à tramitação desse projeto não é um deputado, mas sim um capacho da governadora. Precisamos dizer isso abertamente, pois sabemos que ela chamou os deputados individualmente para conversar”, destacou Ivete.
As afirmações foram feitas nesta quarta-feira (21), durante Assembleia Geral da categoria realizada na Alepe logo após o fim da votação. Dezenas de profissionais da educação de Pernambuco acompanharam a votação no Plenário da Alepe e protestaram muito com o resultado da votação.
“Teve gente que não se vendeu, mas com certeza. Teve gente que se vendeu sim e nós vamos denunciar ou politicamente ou de outra forma, mas estão nesse sentido sim rendidos há uma governadora que com seis meses não fez absolutamente nada. Ainda não disse a que veio”, afirmou Ivete Caetano.
Por Anchieta Santos Entre o “pára e continua”, a Barragem de Ingazeira tem sua obra avançando. Os contornos do seu tão sonhado barramento sobre o leito do Rio Pajeú, já aparecem positivamente. Homens, máquinas e uma incrível obra de ferro e concreto vai se firmando conforme imagens. Alegria daqueles que sonharam um dia está com ação […]
Entre o “pára e continua”, a Barragem de Ingazeira tem sua obra avançando. Os contornos do seu tão sonhado barramento sobre o leito do Rio Pajeú, já aparecem positivamente.
Homens, máquinas e uma incrível obra de ferro e concreto vai se firmando conforme imagens.
Alegria daqueles que sonharam um dia está com ação determinante para o progresso dos municípios banhados por suas águas como Ingazeira, Tabira, Tuparetama e São José do Egito e toda região do Pajeú.
O pagamento dos chamados supersalários a servidores públicos pode estar com os dias contados. Na noite dessa terça-feira (13), com o apoio do líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), o plenário da Casa aprovou três projetos de lei que visam dar fim aos salários acima do teto estabelecido na Constituição Federal de 1988. As […]
O pagamento dos chamados supersalários a servidores públicos pode estar com os dias contados. Na noite dessa terça-feira (13), com o apoio do líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), o plenário da Casa aprovou três projetos de lei que visam dar fim aos salários acima do teto estabelecido na Constituição Federal de 1988. As propostas seguem, agora, para a Câmara dos Deputados.
A Carta Magna determina que nenhum agente público no país pode receber subsídio mensal superior, em espécie, ao dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que hoje é de R$ 33,7 mil.
Para Humberto, que votou a favor de todas as propostas ontem no Senado, os projetos são moralizadores e garantem a extinção de privilégios e penduricalhos que são pagos a poucos que descumprem o teto constitucional vigente no país e ferem a dignidade de todos os trabalhadores e aposentados brasileiros.
“Temos de acabar de uma vez por todas com esses desrespeitos à nossa Constituição. Em um país onde o salário mínimo é R$ 800, não pode haver alguém ganhando acima do teto, que já é alto. Em outros países, essa diferença é muito menor”, comentou o senador.
Os senadores aprovaram também o projeto de lei que altera a Lei da Transparência, tornando obrigatório que os Poderes e os órgãos coloquem, abertamente, o nome do servidor com seus salários na internet para consulta pública de qualquer cidadão, sem necessidade de cadastramento prévio.
Os dados ainda terão de ser disponibilizados de maneira manipuláveis, para que as pessoas ou instituições possam fazer estudos desses salários e do custo da máquina pública brasileira. “Do jeito que está hoje em muitos lugares, em PDF, por exemplo, ninguém consegue mexer”.
O terceiro e último projeto trata da imputação do crime de responsabilidade a todos os ordenadores de despesa e todos os gestores que pagarem o extrateto, assim como obriga a devolução dos recursos por parte dos servidores de má-fé que tenham recebido valores acima da lei.
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