Pesquisa Kantar Ibope e cenários para 2024 no Encontro ASSERPE
Por Nill Júnior
O último Encontro ASSERPE de 2024 tem data, hora e local: quinta-feira, dia 14 de dezembro, no auditório do Hotel Vila D’oro, Boa Vista, às 9 da manhã.
Na pauta, um balanço das atividades em 2023, a votação do Plano de Atividades para 2024, além de duas importantes palestras.
Renata de Paula Marques, Gerente Comercial Norte e Nordeste da Kantar IBOPE Media fala sobre a recente pesquisa Kantar Ibope Media: um raio x da audiência no rádio em Pernambuco e na região.
Os números foram animadores: o Rádio está em constante evolução e presente na jornada dos ouvintes. Por meio de formatos inovadores, ele pulsa nas mentes, nos ouvidos e corações, uma vez que é consumido por oito em cada 10 brasileiros.
O Inside Audio 2023 aborda o consumo do meio no Brasil, seus formatos e as oportunidades de inserção para as marcas.
Ainda Ecio Costa, Professor Titular de Economia da UFPE e Sócio Fundador da CEDES Consultoria e Planejamento. Ele fala sobre as perspectivas da economia para 2024, além dos impactos para o mercado da radiodifusão.
Serviço
Encontro ASSERPE
Dia 14 de dezembro, 9h
Local: Vila D’oro Hotel
Avenida João de Barros, 886
Boa Vista
Recife
Informações: 81 9-9761-8641/3231-1492 ou 87 9-9606-3543.
Sertânia comemora 145 anos de emancipação política, no próximo dia 24 de maio. Para comemorar a data, o Governo Municipal, além da festa de aniversário, que acontece na véspera do feriado, no dia 23, na Praça de Eventos Olavo Siqueira, anunciou em nota as atividades na agenda da semana do aniversário da cidade. O prefeito […]
Sertânia comemora 145 anos de emancipação política, no próximo dia 24 de maio.
Para comemorar a data, o Governo Municipal, além da festa de aniversário, que acontece na véspera do feriado, no dia 23, na Praça de Eventos Olavo Siqueira, anunciou em nota as atividades na agenda da semana do aniversário da cidade.
O prefeito Ângelo Ferreira visitará obras na sede do município e em distritos e povoados, além de inaugurar a pavimentação de ruas. Missa, corte de bolo, apresentação de bandas de música, jogos de futebol e ainda uma corrida de rua completam a programação.
Festa:o Poeta do Sertão: Nico Batista e a banda Forró do Muído apresentam seus shows na quarta-feira, dia 23, a partir das 21h30.
Agenda – Sertânia 145 anos
21/05 – segunda
15h30 Visita obra da quadra de Rio da Barra
22/05 – terça
15h30 Visita obra quadra de Cruzeiro do Nordeste
23/05 – quarta
8h Hasteamento de bandeira (Prefeitura) e apresentação da banda de música Sebas Mariano
15h Visitas às obras na sede do município: pavimentação da rua Edson Leite (Alto de Céu), Creche Alto do Céu, casas populares, Escola Municipal Presidente Vargas, UBSFs Ferro Novo, 13 de maio e Nova Sertânia.
21h30 Festa na Praça de Eventos Olavo Siqueira: Nico Batista e Forró do Muído
24/05 – quinta
Jogos festivos
14h Seleção de Sertânia Campeã de 2003 x Seleção Master (Estádio Odilon Ferreira)
15h30 Jogo Flamengo de Arcoverde x Sertânia (Estádio Odilon Ferreira)
19h Missa
20h30 Apresentação da banda da Escola de Música Demétrio Dias Araujo e corte do bolo
25/05 – sexta
16h Entrega pavimentação das ruas da Nova Sertânia
27/05 – domingo
Corrida de Emancipação Política
Concentração às 7h no pátio da Secretaria de Juventude, Esporte, Cultura e Turismo (Antiga Estação Ferroviária)
Blog do Magno Em entrevista ao programa Frente a Frente, a presidente da Câmara de Arcoverde, Célia Galindo (PSB), reaparece, depois de sumir, inesperadamente, falando da CPI destinada a investigar corrupção na gestão da prefeita Madalena Brito, também do PSB. Justifica seu sumiço do plenário na segunda-feira, quando quatro vereadores, à sua revelia, instalaram a […]
Em entrevista ao programa Frente a Frente, a presidente da Câmara de Arcoverde, Célia Galindo (PSB), reaparece, depois de sumir, inesperadamente, falando da CPI destinada a investigar corrupção na gestão da prefeita Madalena Brito, também do PSB.
Justifica seu sumiço do plenário na segunda-feira, quando quatro vereadores, à sua revelia, instalaram a CPI, e também seu ato anulando a mesma investigação, no dia seguinte, com o pretexto de que só iria servir de palanque eleitoral.
“A gente ia fazer uma investigação que depois teria que voltar para o mesmo Ministério Público que investigou. Isso não está certo, só ia atender a quem está querendo palanque para oposição”, desabafou.
Galindo disse que não cumpriu a palavra de que iria instalar a CPI porque os vereadores que convocou se recusaram a compor a comissão. “O regimento aqui é diferente da Câmara dos Deputados. Não são os partidos que indicam os integrantes da CPI, mas o presidente”, afirmou.
A presidente da Casa Legislativa de Arcoverde cuidou de salvar a pele da prefeita Madalena Brito. Disse que, em nenhum momento, ela fez qualquer tipo de pressão ou pedido para não instalar a CPI.
“Há mais de dez dias que não falo nem vejo a prefeita e jamais, recebi qualquer tipo de orientação para contrariar os interesses da Câmara”, garantiu.
Pesquisa do Instituto DataTrends divulgada nesta segunda-feira (30), pelo Blog do Finfa, mostra o candidato Dr. Pedro, liderando a disputa pela eleição da Prefeitura de Iguaracy. No levantamento espontâneo, Dr. Pedro aparece com 73% das intenções de voto, contra 22% de Albérico Rocha. Não sabe/não respondeu 5%. Na estimulada, Dr. Pedro aponta 73%, seguido por […]
Pesquisa do Instituto DataTrends divulgada nesta segunda-feira (30), pelo Blog do Finfa, mostra o candidato Dr. Pedro, liderando a disputa pela eleição da Prefeitura de Iguaracy.
No levantamento espontâneo, Dr. Pedro aparece com 73% das intenções de voto, contra 22% de Albérico Rocha. Não sabe/não respondeu 5%.
Na estimulada, Dr. Pedro aponta 73%, seguido por Albérico Rocha com 23%. Brancos e nulos 2%. Não sabe/não respondeu 2%.
Em votos válidos, Dr. Pedro tem 76% e Albérico Rocha 24%.
Potencial de voto de Albérico Rocha – Votaria com certeza (22%), poderia votar (8%), não votaria de jeito nenhum (65%), não conhece suficiente (3%) e não sabe ou não respondeu (2%).
Potencial de voto de Dr. Pedro – Votaria com certeza (74%), poderia votar (4%), não votaria de jeito nenhum (20%), não conhece suficiente (1%) e não sabe ou não respondeu (1%).
Avaliação da gestão – O governo do prefeito Zeinha é aprovado por 87% e rejeitado por 11% da população de Iguaracy. Não sabe/não respondeu 2%.
A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número PE-09106/2024. A margem de erro é de 4,90 pontos percentuais e o grau de confiança de 95%. Foram ouvidos 400 eleitores nos dias 23 e 24 de setembro.
POOL DE VEÍCULOS – A Pesquisa DataTrends é divulgada por um pool de blogs composto por Alberes Xavier, Edmar Lyra, Edenevaldo Alves, FalaPE, Finfa, Giro Mata Norte, Silvinho, Roberto Gonçalves, Pernambuco Urgente, Roberto Almeida, Didi Galvão e Bocão.
Movimento busca aglutinar parceiros para projetos de valorização do ritmo no período junino O presidente da Associação de Secretários de Turismo de Pernambuco – ASTUR-PE, Edygar Santos e o cantor e produtor Armando Dantas, o Armadinho da Banda Fulô de Mandacaru, estiveram nesta quinta-feira (10), visitando a Associação das empresas de Rádio e Televisão de […]
Movimento busca aglutinar parceiros para projetos de valorização do ritmo no período junino
O presidente da Associação de Secretários de Turismo de Pernambuco – ASTUR-PE, Edygar Santos e o cantor e produtor Armando Dantas, o Armadinho da Banda Fulô de Mandacaru, estiveram nesta quinta-feira (10), visitando a Associação das empresas de Rádio e Televisão de Pernambuco – ASSERPE e a União de Vereadores de Pernambuco – UVP.
Armandinho esteve em nome de músicos e demais artistas defensores do forró no estado apresentando o movimento “Somos Forró”.
O Presidente da ASSERPE, o jornalista e comunicador Nill Júnior, fechou o apoio institucional pela tradição da radiodifusão pernambucana em valorizar o gênero e os artistas.
A ASSERPE irá produzir em parceria com o movimento peças para rádio e TV como forma de valorizar a iniciativa e vai reforçar a importância de inclusão da pauta do #somosforró nos espaços editoriais e de jornalismo das emissoras.
“A radiodifusão de Pernambuco e o forró são irmãos siameses. Toda iniciativa que valorize o setor no período de pandemia tem que cuidar com o nosso apoio”, disse o Presidente da entidade. “Saímos muito satisfeitos e gratos com o apoio da ASSERPE e consequentemente das rádios e TVs do Estado”, comemorou Armandinho.
Na UVP a dupla conversou com o presidente Léo do Ar. O objetivo do encontro foi criar laços com a entidade para levar para suas câmaras afiliadas recomendação para criação de Projeto de Lei que promova apresentações virtuais remuneradas com recursos municipais.
O presidente da UVP se comprometeu em analisar o projeto piloto que cria auxílio emergencial para os artistas e o mais breve possível destiná-lo aos gestores de câmaras.
O movimento Somos Forró busca aglutinar parceiros para projetos de valorização do ritmo no período junino como rádios e TVs do Estado, além de políticas de fomento, capacitação e apoio para liberação do auxílio emergencial do São João, liberação de recursos da Lei Aldir Blanc 2 e suporte para capacitação para acesso ao recurso.
Ainda, adesão à legalização da contratação dos artistas e grupos, pelas prefeituras, de lives-show e ações correlatas, apoio de TCE e ALEPE e criação de Auxílio Emergencial Municipal onde não existir.
A ASTUR deve protagonizar formação continuada para os gestores de turismo, bem como presidentes de câmaras, para que as medidas aprovadas pelo Poder Legislativo sejam criadas dentro da legalidade, de forma rápida e que contemplem os artistas que estão sofrendo com as medidas restritivas decorrentes da pandemia da Covid-19.
Segundo Edygar e Armandinho, já está tramitando na Assembleia Legislativa de Pernambuco – ALEPE, Projeto de Lei que cria auxílio emergencial para os músicos que habitualmente se apresentam no ciclo junino.
Em dois anos, completam-se na próxima quinta-feira, a operação Lava Jato virou do avesso negociatas envolvendo políticos, empresários e executivos da Petrobras, levando para cadeia alguns dos nomes mais poderosos do país. Em dois anos, que para especialistas representam apenas uma fração de toda investigação, termos como “delação premiada”, “acordo de leniência” e “condução coercitiva” […]
O juiz Sérgio Moro comanda as investigações. A última fase teve o ex-presidente Lula como alvo e foi criticada por vários magistrados
Em dois anos, completam-se na próxima quinta-feira, a operação Lava Jato virou do avesso negociatas envolvendo políticos, empresários e executivos da Petrobras, levando para cadeia alguns dos nomes mais poderosos do país. Em dois anos, que para especialistas representam apenas uma fração de toda investigação, termos como “delação premiada”, “acordo de leniência” e “condução coercitiva” deixaram de ser apenas uma apropriação do universo jurídico para se incorporarem ao cotidiano dos brasileiros. Em dois anos, embora enfrente duras críticas de advogados de defesa dos investigados e pontuais questionamentos de outros magistrados, a Lava Jato, para especialistas ouvidos pelo JC, mostra – até agora – o amadurecimento de instituições e da democracia no país. O “até agora” é uma constante nas análises.
Como se estivesse no Triste Fim de Policarpo Quaresma, obra literária de Lima Barreto, a sociedade assiste que a cada fase da narrativa o esquema de corrupção – ou os esquemas – foi se ramificando, profissionalizando. Com o pagamento só de propina na ordem de R$ 6,4 bilhões. Porém, argumenta o advogado e doutor em Direito Constitucional Marcelo Figueiredo, esse “profissionalismo” aconteceu dos dois lados.
“As nossas instituições também evoluíram. Não é uma operação da Polícia Federal(PF) ou do Ministério Publico Federal(MPF) ou da Receita Federal. O que nós vemos são as três trabalhando juntas, buscando apoio inclusive internacional”, afirma Figueiredo, especialista em administração pública. Correlações de forças fundamentais, salienta ele, para desvendar o caminho até chegar aos grandes beneficiários das propinas. Formados, sobretudo, por partidos e parlamentares da base do governo Federal e alguns políticos da oposição(entenda mais na arte), segundo delações tornadas públicas e nas sentenças dos já condenados. O uso do instrumento da delação premiada – ou colaboração premiada – é apontado como outro diferencial para o avanço das investigações, mas também motivo de críticas contra o juiz federal Sérgio Moro, que comanda as investigações.
Mesmo evitando criticar a operação, o juiz federal da 10ª Região de São Paulo, Silvio Luís Rocha, salienta que os vazamentos dos conteúdos das delações terminam criminalizando o suspeito antes mesmo da sentença. “Pois é uma declaração unilateral de uma pessoa. Por Lei, a delação não pode ser usada para condenar ninguém”, frisa. Outro ponto que ele toca como alvo de possíveis questionamentos está no uso das prisões preventivas, que já foi criticado inclusive pelo ministro do Supremo Gilmar Mendes. “A prisão é uma exceção, não uma regra. É preciso pressupostos legais, como perigo de fuga ou risco para as investigações, para a manutenção de alguém preso preventivamente.”
Mas o procurador da força-tarefa da Lava Jato Roberson Pozzobon defende a forma como o mecanismo está sendo empregado. “Mais de 70% das delações foram firmadas com réus em liberdade. É falácia dos advogados que a prisão é feita com o intuito da delação”, assevera. Ao invés de só “falácia”, é uma “prepotência” crescente da PF e do MPF que aponta a cientista política e professora da PUC-SP Vera Chaia. “A própria condução coercitiva do Lula, repreendida também pelo ministro do Supremo Marco Aurélio, é um reflexo disso. É preciso atenção para que os tantos ganhos obtidos até aqui não sejam perdidos”, pontua a pesquisadora, que possui diversos livros sobre escândalos de corrupção.
Legado ainda incerto
Na literatura, Policarpo Quaresma – antes um defensor das incorruptíveis qualidades brasileiras – acaba tombando desiludido. Um fim que para Marcelo Figueiredo não pode ser ainda descartado no caso da Lava Jato. Segundo ele, as investigações revelam que quem aparelhou o Estado e dá as cartas foi o poder político e o econômico. Essas forças, afirma Marcelo, continuam dando as cartas, sendo preciso mais tempo para que se defina um legado permanente.
Já o procurador do MPF-PE João Paulo de Albuquerque, diz que uma conquista segura já está numa percepção da sociedade. “De que “ninguém está acima da Lei, seja político, executivo ou empresário”, assegura João Paulo, antes de concluir: “Eram pessoas que se viam acima da Lei e não esperavam ser penalizadas.”
Você precisa fazer login para comentar.