Foram confirmados em Pernambuco, neste domingo (28), 1.018 novos casos da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, e 43 óbitos.
Com isso, o estado passou a ter 58.107 casos já confirmados e 4.751 mortes pela doença, registros que começaram a ser contabilizados em março, no início da pandemia.
Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), neste domingo (28), ocorreu a confirmação de 876 casos leves, ou seja, pacientes que não precisaram se internar em hospitais e estavam na fase final da doença, ou já curados.
Os outros 142 casos se enquadram como Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag). No acumulado, Pernambuco tem, até essa data, 19.268 quadros graves e .38.839 casos leves da doença.
Com relação ao número de curas clínicas, Pernambuco contabilizou, até este domingo (28), 39.956 pessoas recuperadas da Covid-19. Desse total, 9.182 são de casos graves e 30.774 são de casos leves.
Com relação aos 43 óbitos confirmados neste domingo (28), 23 mortes ocorreram entre o dia 11 de maio e 24 de junho, e 20 nos últimos três dias. Entre os novos óbitos registrados no estado, 20 foram de pessoas do sexo feminino e 23 indivíduos do sexo masculino. Eles tinham idades entre 35 e 101 anos.
Essas novas mortes confirmadas são de pessoas residentes nos municípios de Afogados da Ingazeira (1), Araripina (1), Carpina (1), Caruaru (6), Chã de Alegria (1), Condado (1), Feira Nova (1), Iguaraci (1), Ipojuca (2), Ipubi (1), Jaboatão dos Guararapes (11), João Alfredo (1), Joaquim Nabuco (1), Lagoa do Itaenga (1), Limoeiro (1), Palmares (4), Passira (1), Paudalho (1), Recife (3), Riacho das Almas (1), Tracunhaém (1) e outro Estado (1). Com isso, o Estado totaliza 4.751 mortes pela doença.
A Prefeitura de Serra Talhada entregou, neste fim de semana, a passagem molhada da Fazenda Jurema, uma obra que promete trazer mais segurança e comodidade aos moradores da região. A construção, aguardada por anos pela população local, agora garante o tráfego seguro, especialmente durante o período de chuvas, beneficiando diretamente as famílias da zona rural. […]
A Prefeitura de Serra Talhada entregou, neste fim de semana, a passagem molhada da Fazenda Jurema, uma obra que promete trazer mais segurança e comodidade aos moradores da região.
A construção, aguardada por anos pela população local, agora garante o tráfego seguro, especialmente durante o período de chuvas, beneficiando diretamente as famílias da zona rural.
“Nossa gestão está comprometida em garantir o direito de ir e vir da população, especialmente nas áreas rurais, onde a infraestrutura é fundamental para melhorar a qualidade de vida. Ver a satisfação dos moradores com essa entrega nos motiva a continuar trabalhando por um futuro melhor para todos”, destacou a prefeita Márcia Conrado.
A obra, que teve um investimento de R$ 76 mil, foi viabilizada por meio de uma Emenda Parlamentar do deputado estadual Fabrício Ferraz. Márcia Conrado, conhecida por seu empenho em firmar parcerias, reforça que essas colaborações são essenciais para o desenvolvimento de Serra Talhada e para a melhoria das condições de vida dos seus habitantes.
Solução será outra licitação. Etapas das Praças no anel viário tem sequência sem interrupções O engenheiro da prefeitura de Afogados da Ingazeira, Libny Angelim, confirmou hoje em entrevista ao Debate das Dez, da Rádio Pajeú, que está paralisada parte da obra de requalificação da Avenida Rio Branco, na reforma dos canteiros centrais. “A empresa recebeu […]
Solução será outra licitação. Etapas das Praças no anel viário tem sequência sem interrupções
O engenheiro da prefeitura de Afogados da Ingazeira, Libny Angelim, confirmou hoje em entrevista ao Debate das Dez, da Rádio Pajeú, que está paralisada parte da obra de requalificação da Avenida Rio Branco, na reforma dos canteiros centrais.
“A empresa recebeu o boletim de medição, mas parou alegando problemas no orçamento”, explicou. Segundo Libny, o Departamento Jurídico foi acionado. “A empresa alegou problema de incompatibilidade entre orçamento, projeto e obra. Achamos ser problemas por parte da empresa”.
A Lei 8.666 diz que a obra só pode ser paralisada após 90 dias sem repasses, o que segundo ele, não ocorreu. A empresa responsável é a executar, do Recife. A perspectiva é de que uma nova licitação seja feita. As praças no sistema viário, responsabilidade da empresa DNJ, seguem seu curso.
A assinatura da ordem de serviço aconteceu em setembro deste ano. A obra está dividida em duas etapas: a revitalização do canteiro central, a construção de uma praça (nas proximidades do monumento do Rotary Club) e a completa requalificação das Praças Padre Carlos Cottart e Nélson Oliveira (Correios). A obra está orçada em R$ 1,2 milhão, com maior parte dos recursos da CEF.
Da Agência Brasil A preocupação com as chamadas notícias falsas também mobilizou parlamentares dos mais variados partidos. Tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado Federal, foram apresentadas iniciativas buscando alterar legislações como o Código Penal e o Marco Civil da Internet para instituir formas de coibir a disseminação de conteúdos falsos e punir responsáveis, […]
A preocupação com as chamadas notícias falsas também mobilizou parlamentares dos mais variados partidos. Tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado Federal, foram apresentadas iniciativas buscando alterar legislações como o Código Penal e o Marco Civil da Internet para instituir formas de coibir a disseminação de conteúdos falsos e punir responsáveis, dos que elaboram aos que compartilham. Mas as propostas estão longe de serem consensuais dentro do Parlamento.
Boa parte dos projetos apresentados propõe regras de dois tipos: ou criminalizam os usuários que produzem ou difundem as chamadas notícias falsas ou impõem às plataformas digitais (como Facebook, Google e Instagram) a obrigação de fiscalizar o conteúdo que circula em seu interior, sujeitando essas empresas a multas caso não removam mensagens falsas ou consideradas prejudiciais. Em regra, alteram leis como o Código Penal, o Código Eleitoral e o Marco Civil da Internet.
Há polêmicas em relação às duas soluções. No caso da criminalização de produtores e distribuidores, os defensores apontam a medida como eficiente para coibir a prática, com sanções proporcionais, uma vez que a difusão desses conteúdos tem potencial de arruinar reputação de pessoas, marcas e instituições, bem como de influenciar eleições.
Já os críticos pontuam que não há necessidade de tipificar a prática, pois a legislação brasileira já prevê os crimes contra a honra – calúnia, injúria e difamação. Além disso, consideram a prisão, por exemplo, uma penalidade desproporcional em um cenário em que a capacidade de checagem dos usuários é reduzida.
Já a proposta de responsabilizar as plataformas, punindo Facebook e Google caso não removam notícias falsas, é defendida pelos autores como a forma mais eficaz diante da lentidão da Justiça para determinar a exclusão de um conteúdo e da rapidez da disseminação dessas mensagens. Os favoráveis a essa proposta se inspiram em legislação aprovada na Alemanha, com regras neste sentido.
Os segmentos contrários alertam para dois problemas nessa medida. O primeiro seria a incapacidade de as plataformas definirem o que é verdade e o que não é ou julgar as diferentes formas de desinformação. O segundo seria o estímulo a uma cultura de censura, já que as plataformas podem, com receio das multas, passar a derrubar qualquer conteúdo que possa ser levemente apontado como notícia falsa.
Câmara
Mais de 10 projetos de lei sobre o tema tramitam na Câmara. O PL 8.592 de 2017, do deputado Jorge Corte Real (PTB-PE), inclui no Código Penal a prática de “divulgar ou compartilhar, por qualquer meio de comunicação social capaz de atingir um número indeterminado de pessoas, informação falsa ou prejudicialmente incompleta, sabendo ou devendo saber que o são”. O texto prevê penas menores, de um a dois anos de prisão.
O PL 7.604 de 2017, do deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), prevê a responsabilização de provedores de conteúdo nas redes sociais em casos de divulgação de informações falsas, ilegais ou prejudicialmente incompletas. A multa nesses casos seria de R$ 50 milhões no caso de a plataforma não retirar o conteúdo em até 24 horas.
Na opinião de Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), a necessidade de regulação é justificada pelo alcance deste tipo de conteúdo atualmente, a despeito do fenômeno das mentiras e desinformação ser uma marca história da política. “É um momento em que o Brasil e toda a humanidade estão preocupados com os efeitos negativos que recaem sobre a sociedade, empresas, pessoas e poderes. No processo eleitoral não é diferente”, comenta.
Já o deputado Celso Pansera (PT-RJ), relator de alguns projetos sobre o tema, considera que a legislação atual, em especial o Marco Civil da Internet e o Código Civil (que prevê os crimes de calúnia, injúria e difamação), já têm instrumentos suficientes para punir os autores de fake news. Ele cita a provável aprovação da Lei de Proteção de Dados Pessoais, que já está na pauta do Senado, como outra legislação importante. Além disso, acrescenta o parlamentar, a Justiça Eleitoral vem adotando medidas, e se multiplicam os projetos de checagem de dados e informações – patrocinados inclusive pelos veículos de imprensa. “Há uma mobilização para enfrentar essas eleições com instrumentos que já temos disponíveis”, disse à Agência Brasil.
Contudo, a regulação do tema tem um aliado de peso. Em audiência sobre o tema realizada na Câmara dos Deputados no dia 19 de junho , chamada de comissão geral, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), posicionou-se entre os que defendem a necessidade de estabelecer regras sobre o assunto. “Se as pessoas estão sendo manipuladas por notícias falsas, precisamos encarar este fenômeno e regulá-lo”, pontuou. Em seu texto, Maia convocou os presentes a debater uma “legislação de consenso” sobre as notícias falsas e o discurso de ódio na internet.
Senado
No Senado, Ciro Nogueira (PP-PI) também apresentou um PL alterando o Código Penal tornando crime “divulgar notícia que sabe ser falsa e que possa distorcer, alterar ou corromper a verdade sobre informações relacionadas à saúde, à segurança pública, à economia nacional, ao processo eleitoral ou que afetem interesse público relevante”, com pena de um a três anos no caso de uso da internet.
Para além da proposição, na Casa, o principal palco de discussões sobre o tema vem sendo o Conselho de Comunicação Social (CCS), órgão criado pela Constituição para auxiliar o Congresso nas matérias na área. No início de junho, o CCS aprovou relatório sobre as matérias em discussão no Parlamento.
O parecer apresentado pelo relator, Miguel Matos, integrante do conselho e editor do Portal Migalhas, concluiu que “as referidas matérias não conseguem abarcar a complexidade do fenômeno das notícias fraudulentas” e sugeriu a continuidade das discussões dentro do Legislativo sobre a temática.
Riscos
A Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e o Direito à Comunicação com Participação Popular (Frentecom) divulgou documento em que alerta para o risco de medidas de combate às fake news provocarem violações à liberdade de expressão e ao direito à informação por criminalizar a difusão de informações e fomentar uma cultura de remoção de conteúdos pelas plataformas . “A nossa democracia precisa, sim, se debruçar sobre este fenômeno sem, entretanto, incorrer em medidas que cerceiem a liberdade de expressão e a privacidade dos usuários da internet no Brasil”, opina.
Em vez das propostas de legislação, a frente defende combater as notícias falsas com mais informação, fomentando a diversidade na internet; reconhecendo a legislação brasileira e fortalecendo-a com a aprovação da Lei de Proteção de Dados; garantindo neutralidade e transparência nas plataformas e promovendo programas de educação para a mídia e as tecnologias digitais.
Calendário apertado
A falta de consenso é um dos obstáculos à aprovação de uma legislação ainda a tempo das eleições deste ano. Nenhum dos muitos projetos de lei está na pauta do plenário nas duas Casas. Em razão do pleito de outubro, o Congresso deve ter um calendário apertado com uma disputada pauta de votações. Embora a aprovação de uma legislação tenha no presidente da Câmara um aliado, na avaliação do deputado Celso Pansera dificilmente proposições sobre o assunto devem ser votadas a tempo da disputa eleitoral.
O deputado federal Silvio Costa Filho (Republicanos) comemorou a divulgação de um aviso de licitação, no Diário Oficial da União, para obras na BR-423. Desde o início do mandato, Silvio tem trabalhado pela duplicação e restauração da rodovia, no trecho entre as cidades de São Caetano e Garanhuns. O objetivo da licitação é contratar serviços […]
O deputado federal Silvio Costa Filho (Republicanos) comemorou a divulgação de um aviso de licitação, no Diário Oficial da União, para obras na BR-423. Desde o início do mandato, Silvio tem trabalhado pela duplicação e restauração da rodovia, no trecho entre as cidades de São Caetano e Garanhuns.
O objetivo da licitação é contratar serviços para elaboração do projeto de execução das obras de duplicação e restauração da rodovia. Silvio participou, em setembro, de uma reunião com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, que se comprometeu em trabalhar para dar início às obras já no primeiro semestre de 2021.
“O aviso da licitação é uma excelente notícia para a população do Agreste Meridional. Essa licitação atende o primeiro lote da obra, entre as cidades de Caruaru e São Caetano. No mês de Setembro, estivemos com o ministro Tarcísio de Freitas e do prefeito de Garanhuns, Izaías Régis, para tratar sobre a execução e importância da obra para o escoamento da produção da região, para o turismo, além de ajudar no desenvolvimento econômico de Pernambuco”, pontuou SIlvio.
Além de trabalhar junto ao ministro para dar celeridade no início da duplicação da BR-423, o parlamentar tem conversado com toda a bancada de deputados federais de Pernambuco e com os prefeitos do Agreste Meridional. “Esse é um tema que une todos nós. Vamos seguir discutindo e trabalhando junto à bancada federal e aos prefeitos do Estado, pelo desenvolvimento da região”, frisou.
Da Folha Política – Betânia Santana Sem posicionar-se publicamente sobre a disputa pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), a governadora Raquel Lyra (PSDB) afaga dois dos candidatos que já colocaram seus nomes à disposição: Marcelo Gouveia (Podemos), ex-prefeito de Paudalho, e Pedro Ermírio Freitas (PP), prefeito eleito de Aliança. Dois municípios da Mata Norte. Dois […]
Sem posicionar-se publicamente sobre a disputa pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), a governadora Raquel Lyra (PSDB) afaga dois dos candidatos que já colocaram seus nomes à disposição: Marcelo Gouveia (Podemos), ex-prefeito de Paudalho, e Pedro Ermírio Freitas (PP), prefeito eleito de Aliança. Dois municípios da Mata Norte. Dois partidos na base do Governo.
A agenda de ontem na região começou pela cidade de Lagoa de Itaenga, onde a governadora inaugurou a Escola de Referência Tristão Ferreira Bessa.
Quatro deputados se pronunciaram e Marcelo Gouveia, atual presidente da Amupe, falou em nome dos sete prefeitos presentes.
Estava com o irmão, o deputado Gustavo Gouveia; a cunhada, a prefeita de Carpina, Eduarda Gouveia; e a sucessora em Paudalho, Paulinha da Educação.
Fez um discurso breve. Exaltou o apoio do Governo na construção de creches, na merenda, no transporte escolar. Não seguiu para o segundo compromisso com a governadora.
Em Condado, encontrou Pedro Ermírio. Vistoriou obras de requalificação da PE-062, até o município de Aliança, e anunciou a ampliação dos serviços que agora vão chegar à BR-101, em Goiana.
A requalificação tem investimento de R$ 65 milhões e previsão de ser concluída em maio. Cerca de 140 mil moradores serão beneficiados diretamente.
Não houve evento formal e o prefeito, em seu primeiro mandato, usou as redes sociais para agradecer.
Destacou que ao esticar a recuperação da estrada, atingindo o polo automotivo de Goiana, vai facilitar o deslocamento de funcionários e atrair investimentos para Aliança e região.
O futuro presidente da Amupe terá dois meses para organizar o 8º Congresso da entidade, marcado para 28, 29 e 30 de abril, no Centro de Convenções, em Olinda. O tema será Gestão de Sucesso: planejamento e ação. A eleição para a nova diretoria acontece no próximo dia 27.
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