Pelo que tem dito o governador Paulo Câmara, Pernambuco não pretende aderir ao Regime de Recuperação Fiscal dos Estados e do Distrito Federal, caso o projeto enviado anteontem (23) pelo presidente Michel Temer seja aprovado pelo Congresso.
O projeto, como se sabe, se originou da necessidade de a União socorrer pelo menos três estados em situação de calamidade financeira: Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. O socorro tem que partir mesmo da União, mas ela exige dos estados contrapartidas que muitos não têm condições de atender.
Pernambuco não está vivendo num “mar de rosas” do ponto de vista financeiro, haja vista ter fechado suas contas de 2016 com um déficit de R$ 1 bilhão. Mas se recusa a solicitar ajuda federal em troca de contrapartidas como privatização da Compesa, fim de incentivos fiscais para atrair novas empresas e elevação da contribuição previdenciária dos servidores para 14%. A nota é de Inaldo Sampaio.
Vinicius Torres Freire – Folha de S.Paulo Marília Arraes investiu no PT quando o petismo entrava em baixa acelerada. Rompeu com o PSB em 2014, filiou-se ao novo partido em 2016 e em fevereiro deste ano marcava 20% nas pesquisas para o governo de Pernambuco, atrás apenas do governador, Paulo Câmara (PSB). Marília, 34, vereadora […]
Marília Arraes investiu no PT quando o petismo entrava em baixa acelerada. Rompeu com o PSB em 2014, filiou-se ao novo partido em 2016 e em fevereiro deste ano marcava 20% nas pesquisas para o governo de Pernambuco, atrás apenas do governador, Paulo Câmara (PSB).
Marília, 34, vereadora do Recife, é uma rara novidade no Partido dos Trabalhadores. Ainda assim, se fez pré-candidata ao custo de embates duros na cúpula local do partido, que tendia a se aliar ao governador.
O PSB foi o partido do final da vida de Miguel Arraes (1916-2005), avô de Marília, governador de Pernambuco por três vezes, a primeira em 1963-1964, quando foi cassado e preso pela ditadura. Foi o partido de Eduardo Campos, seu primo e também neto de Arraes, morto em acidente de avião quando candidato a presidente, em 2014.
Marília desentendeu-se de vez com o PSB em meados de 2014. Comentaristas da política pernambucana dizem que Campos escanteava a prima, privilegiava seu ramo da família e sabotou candidatura dela a deputada federal. Depois do rompimento, foi vítima de ataques sórdidos.
A vereadora evita citar o nome do primo e atribui sua saída a vários conflitos políticos e ideológicos. “Sou muito uma pessoa de partido”, “socialista”, diz, “e o PSB derivava à direita, entre muitos outros problemas”.
Na carta pública em que comunicava seu desligamento, dizia que o PSB teria aparelhado os três Poderes no Estado, que a cúpula do partido era autoritária e bajulava a família Campos.
Em 2014, o PSB local aliou-se ao que Marília chama de “partidos reacionários” (DEM, PSDB, MDB e PPS) e ao PSDB de Aécio Neves e “à curriola da direita”. No estado, fez campanha pelo candidato apoiado pelo PT, o senador Armando Monteiro (PTB), ex-ministro de Dilma Rousseff, ex-presidente da Confederação Nacional da Indústria e um seu provável adversário em 2018.
Marília parece petista de raiz. Critica o “linchamento midiático” de Lula da Silva, “condenado sem provas por Sergio Moro”, parte de uma campanha para barrar nova vitória do ex-presidente, promover uma agenda “antipovo” e destruir as “conquistas” dos anos petistas.
O programa antipovo são as reformas da Previdência e trabalhista, o teto de gastos públicos, a privatização da Eletrobras. Marília é contra a venda das companhias estaduais de água e gás, cogitada pelo governo atual, diz.
O ministro da educação, Mendonça Filho irá ao Sertão assinar a autorização para a abertura do Campi Salgueiro da Universidade do Vale do São Francisco(Univasf). O projeto de expansão proposto pelo MEC foi aprovado pelo Conselho Universitário da Univasf, na última sexta-feira(14) e deve garantir dois novos cursos, de Ciência da Computação e Engenharia da Produção […]
O ministro da educação, Mendonça Filho irá ao Sertão assinar a autorização para a abertura do Campi Salgueiro da Universidade do Vale do São Francisco(Univasf).
O projeto de expansão proposto pelo MEC foi aprovado pelo Conselho Universitário da Univasf, na última sexta-feira(14) e deve garantir dois novos cursos, de Ciência da Computação e Engenharia da Produção para a região.
“Faço questão de ir ao Sertão autorizar a instalação do novo campi de Salgueiro ” afirmou Mendonça, ressaltando que está fechando uma data com o prefeito da cidade, Clebel Cordeiro .
Segundo o ministro, foi notada a necessidade do desenvolvimento científico, em especial na área de tecnologia, para o desenvolvimento da região e após os três meses do processo de tramitação no Conselho, o campi sairá do projeto.
Serão 40 vagas para cada curso e duração de 4 anos e meio, totalizando 360 estudantes. O fato dos cursos serem da área de exatas, na prática, também implicaria numa maior retenção de estudantes, indicando que no novo campus poderiam ter mais que 360 alunos matriculados ao longo dos anos.
O valor do Campus de Salgueiro gira em torno de R$12 milhões. Previamente, espera-se a construção de prédios com salas de aula e laboratórios. Ao todo, são 3.100m², capaz de atender com folga alunos, professores efuncionários do Campus Salgueiro.
O ministro Mendonça Filho afirmou que a interiorização do ensino superior é um de seus compromissos. E lembrou que trabalhou pela criação da Univasf desde que era deputado federal, ao lado do saudoso Osvaldo Coelho idealizador da universidade do sertão.
Como Governador assinou convênio para cessão de uso do prédio do Departamento de Estradas e Rodagens(DER) para a UNIVASF. Na época o prédio foi cedido para ser usado como Centro Interativo de Ciências.
Fotos de Cláudio Gomes O Baile Municipal de Afogados da Ingazeira aconteceu neste sábado em sua décima quinta edição, organizado pela Secretaria de Cultura e Esportes, capitaneada por Edgar Santos. Pela primeira vez, no Espaço Rosa Barros do Hotel Brotas, aprovado pelas dimensões. A maior observação, necessidade de climatizar o espaço, como no […]
O Baile Municipal de Afogados da Ingazeira aconteceu neste sábado em sua décima quinta edição, organizado pela Secretaria de Cultura e Esportes, capitaneada por Edgar Santos.
Pela primeira vez, no Espaço Rosa Barros do Hotel Brotas, aprovado pelas dimensões. A maior observação, necessidade de climatizar o espaço, como no Wilson Brito. Mas nada que manchasse o brilho da festa, que contou com shows de Orquestra Show de Frevo, Araketu e Patusco.
Houve concurso de fantasias na categoria coletiva e individual. A Orquestra Show de Frevo foi anunciada como grande homenageada do carnaval desse ano.
Após a entrega da premiação o prefeito José Patriota falou do crescimento do evento e quanto agrega para o município. Foi o último Baile Municipal de seu ciclo de duas gestões.
Ele esteve acompanhado do vice-prefeito Alessandro Palmeira e dos vereadores Igor Mariano, Augusto Martins, Luiz Bizorão e Rivelton Santos. O vereador Daniel Valadares esteve no evento mas não participou da solenidade. A prefeitura diz que todos foram convidados no microfone e que depois foram registrados os que compareceram ao palco. Daniel dia que não. “Não participei porque não fui chamado”.
O deputado estadual Romero Sales Filho participou, na noite desta quarta-feira (11), da entrega de equipamentos agrícolas destinados a associações rurais de Afogados da Ingazeira. A atividade ocorreu na Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira e reuniu representantes das entidades beneficiadas, moradores das comunidades e lideranças políticas locais. A iniciativa é resultado de articulação […]
O deputado estadual Romero Sales Filho participou, na noite desta quarta-feira (11), da entrega de equipamentos agrícolas destinados a associações rurais de Afogados da Ingazeira. A atividade ocorreu na Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira e reuniu representantes das entidades beneficiadas, moradores das comunidades e lideranças políticas locais.
A iniciativa é resultado de articulação do parlamentar junto ao Governo de Pernambuco, sob a gestão da governadora Raquel Lyra, e investiu cerca de R$ 300 mil em equipamentos voltados ao fortalecimento da agricultura familiar no município.
Foram contempladas seis associações rurais: Associação de Portazio, Associação de Minador, Associação de Mocororé, Associação de Capoeiras e Gangorra, Associação de Monte Alegre e Associação de Pajeú Mirim.
Também participaram da mesa do evento os vereadores de oposição Edson do Cosmético e Zé Negão, o gerente de articulação da Casa Civil Edson Henrique e o líder da oposição em Afogados da Ingazeira, Danilo Simões.
Durante o discurso, Romero Sales informou que a entrega inclui seis tratores de pequeno porte, seis ensiladeiras e cinco roçadeiras destinadas às associações rurais. O parlamentar também afirmou que novos equipamentos devem ser enviados ao município por meio de emendas parlamentares.
“Já enviamos emenda parlamentar para 40 forrageiras e 70 roçadeiras que também serão entregues para o povo do campo”, afirmou.
O deputado mencionou ainda outras ações destinadas ao município, como a perfuração de poços e a destinação de recursos de emendas parlamentares para investimentos locais.
No pronunciamento, Romero Sales também citou investimentos do governo estadual em infraestrutura e logística, incluindo projetos ligados ao Porto de Suape e obras em rodovias estaduais. Segundo ele, essas iniciativas podem contribuir para o desenvolvimento econômico do estado e das regiões do interior.
Ao final, o parlamentar afirmou que pretende continuar levando demandas do município para a Assembleia Legislativa de Pernambuco, com foco em ações voltadas à zona rural e ao abastecimento de água para comunidades do sertão.
Um não à tentativa de impor o rolo compressor. Esta é a leitura que o deputado federal Tadeu Alencar (PSB) faz do placar desfavorável obtido ontem pelo Governo Federal, ao tentar aprovar, no Plenário da Câmara dos Deputados, a aceleração da tramitação da reforma trabalhista. Para o parlamentar, que votou contra a tramitação em regime […]
Um não à tentativa de impor o rolo compressor. Esta é a leitura que o deputado federal Tadeu Alencar (PSB) faz do placar desfavorável obtido ontem pelo Governo Federal, ao tentar aprovar, no Plenário da Câmara dos Deputados, a aceleração da tramitação da reforma trabalhista.
Para o parlamentar, que votou contra a tramitação em regime de urgência, temas relevantes como as propostas de alterações na legislação trabalhista, não podem ser tratados a toque de caixa. A opinião se estende à discussão de outros temas como as reformas da Previdência, Política e Tributária.
Veja a análise de Tadeu Alencar sobre derrota do governo ontem na Câmara:
“Temos insistido que assuntos dessa relevância devem ser amplamente discutidos. Infelizmente, quer-se promover a alteração de uma centena de artigos da CLT, a toque de caixa, subtraindo a oportunidade de promover alterações importantes nas relações de trabalho no Brasil. Não é um debate construtivo, é um rolo compressor que nos obriga a cerrar fileiras contra essa compulsão por reformas. Nesse formato e com este conteúdo, efetivamente essa proposta deixa de atender aos interesses do País. Estamos desperdiçando a oportunidade de um debate honesto, de reformas na medida certa, nem tanto ao mar, nem tanto à terra. É pena”.
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