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Pernambucano promete cumprir 50% da pena de Lula. “Achei do cacete”, diz petista

Por Nill Júnior

Autor da “promessa” é de Serra Talhada. Vereador petista já foi contatado por assessoria de Lula para falar com ele

Circula nas redes sociais um vídeo em que o ex-presidente Lula comenta um depoimento de um pernambucano que teria prometido cumprir 50% de sua pena caso condenado.

A promessa é creditada ao serra-talhadense Pedro Marcolino, o Pedrinho, figura conhecida no boca a boca da Capital do Xaxado. Até o vereador Sinézio Rodrigues, do PT local, foi contactado pela assessoria de Lula para fazer a ponte com o autor da promessa. A conversa entre Lula e Pedrinho deve ocorrer neste sábado.

Clique aqui e veja a promessa de Pedrinho.

“Hoje eu vi um zap que mandaram pra mim de Pernambuco. O cara dizendo pra mim o seguinte: se o Lula roubou, roubou um pouquinho pra dar pra nós“.

Lula disse que o pernambucano prometeu cumprir metade de sua pena. “Ele dizia, eu quero dizer pro juiz,  eu quero dizer pra policia, se o Lula for condenado, metade da pena dele eu quero cumprir pra ele. se ele for condenado a dez anos, eu quero ficar cinco, se ele for condenado a vinte eu quero ficar dez no lugar dele. Porque se ele roubou, roubou pra nóis“.

Conclui Lula: “eu achei tão do cacete. Eu vou até depois ligar pra ele e dizer, ô seu filho da puta, eu não roubei não (risos)”.

Essa semana,  o Superior Tribunal de Justiça (STJ) informou nesta quarta-feira (28) que foi adiado para a próxima terça (6) julgamento de um habeas corpus em que a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pede ao tribunal que impeça a prisão do ex-presidente.

O julgamento estava previsto para esta quinta-feira (1º). O tribunal não informou o motivo do adiamento. Em 30 de janeiro, um pedido de liminar (decisão temporária) foi negado pelo vice-presidente do STJ, Humberto Martins. Agora a turma deve julgar o mérito do habeas corpus.

No final de janeiro, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), responsável pelos processos da Operação Lava Jato em segunda instância, condenou Lula a 12 anos e 1 mês de prisão em regime inicialmente fechado no caso do Triplex do Guarujá.

Outras Notícias

Deputados descumprem orientação de PP, PDT e PR sobre impeachment

Parte dos deputados de PDT, PP e PR desobedeceu neste domingo (17) a orientação de seus partidos na votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara. Dos 19 deputados do PDT, que fechou questão contra o impeachment, 6 (31%) votaram a favor: Giovani Cherini (RS), Hissa Abrahão (AM), Flávia Morais (GO), Sergio Vidigal (ES), […]

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Do G1

Parte dos deputados de PDT, PP e PR desobedeceu neste domingo (17) a orientação de seus partidos na votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara.

Dos 19 deputados do PDT, que fechou questão contra o impeachment, 6 (31%) votaram a favor: Giovani Cherini (RS), Hissa Abrahão (AM), Flávia Morais (GO), Sergio Vidigal (ES), Mário Heringer (MG) e Subtenente Gonzaga (MG).

Entre os 45 do PP, que determinou voto a favor do impeachment, votaram contra Waldir Maranhão (MA), Macedo (CE), Roberto Britto (BA) e Ronaldo Carletto (BA). Também favoreceram Dilma, com abstenção, Beto Salame (PA), Cacá Leão (BA) e Mário Negromonte Jr. (BA). No total, 7 (15%) contrariaram o partido, mantendo apoio ao governo.

O PR, que orientou a bancada de 40 deputados a votar contra o impeachment, teve 26 deputados votando a favor do afastamento (65%), 10 contra, 3 abstenções e 1 ausência. Entre os que votaram a favor do impeachment, está o próprio presidente da sigla, Alfredo Nascimento (AM), que, por discordar da decisão do partido, renunciou à presidência da sigla.

PDT e PP decidiram fechar questão sobre o impeachment na última sexta (15), com orientação válida tanto para deputados quanto para senadores. A decisão previu punições para os infiéis, mas os presidentes das duas siglas disseram que avaliariam as traições caso a caso.

A decisão da bancada do PDT na Câmara contra o impeachment já tinha sido anunciada no dia 12 pelo líder da legenda na Casa, deputado Weverton Rocha (MA). Como houve manifestações contrárias de parlamentares, a executiva se reuniu para “aparar as arestas” do acordo.

Já o PP vinha demonstrando racha na bancada nas últimas semanas quanto ao processo de impeachment e a cúpula do partido negociava cargos com o governo em troca de apoio. O Planalto chegou a cogitar entregar o Ministério da Saúde à legenda, umas das pastas mais cobiçadas por causa do alto orçamento. No entanto, parcela dos deputados pressionava fortemente por um rompimento.

Roberto Tavares comemora em carta aberta legado a frente da COMPESA

Caros Amigos, Ontem encerrei um ciclo importante em minha carreira. No mês passado concluímos nossa missão à frente da AESBE, depois de 5 anos dirigindo a entidade nacional que congrega todas as Empresas Estaduais de Saneamento. Foram anos difíceis, com crise econômica, turbulência política a nível federal e 2 Medidas Provisórias que exigiram muito envolvimento […]

Caros Amigos,

Ontem encerrei um ciclo importante em minha carreira. No mês passado concluímos nossa missão à frente da AESBE, depois de 5 anos dirigindo a entidade nacional que congrega todas as Empresas Estaduais de Saneamento. Foram anos difíceis, com crise econômica, turbulência política a nível federal e 2 Medidas Provisórias que exigiram muito envolvimento de nossa parte.

Na COMPESA, encerramos ontem um ciclo de 12 anos e 8 meses de muita dedicação ao Saneamento.  Quem conheceu nossa Empresa antes de 2007, percebe o quanto avançou num setor tão difícil quanto o nosso.

Sou grato ao Saudoso Governador Eduardo Campos, que não mais está entre nós, e ao Governador Paulo Câmara, por terem acreditado e dado condições para fazermos o que fizemos, uma mudança estrutural que preparou a COMPESA para o futuro.
Gratidão, esse é o meu sentimento.

Agradeço a todos que de perto ou longe, sempre estiveram na torcida para que tudo desse certo.  A COMPESA está em boas mãos. Manuela Marinho, para quem transmitimos o cargo ontem, é Engenheira Civil, Auditora Fiscal da Paraíba e tem o mesmo perfil técnico que caracterizou a gestão da COMPESA nos últimos 12 anos.

Volto para a Secretaria da Fazenda de Pernambuco, onde sou Auditor de Carreira, com a certeza de que continuarei sendo um defensor do Saneamento como indutor da melhoria na qualidade de vida da nossa população.

Abraços,

Roberto Tavares

Felipe Carreras prestigia São Pedro de Tuparetama

A chuva não atrapalhou a segunda noite do São Pedro de Tuparetama, nesta sexta-feira (06). A festa começou com o Forró do ZD e Galego do Pajeú, recebendo o público no Pátio de Eventos assim que a chuva deu uma trégua. A terceira atração da noite foi a ex-Calcinha Preta, Michele Menezes. Encerrando a noite, […]

A chuva não atrapalhou a segunda noite do São Pedro de Tuparetama, nesta sexta-feira (06). A festa começou com o Forró do ZD e Galego do Pajeú, recebendo o público no Pátio de Eventos assim que a chuva deu uma trégua.

A terceira atração da noite foi a ex-Calcinha Preta, Michele Menezes. Encerrando a noite, Glaydson Gavião.

O deputado federal, Felipe Carreras, visitou a “Princesinha do Pajeú” e foi recebido pelo prefeito Sávio Torres e seu grupo político. Durante a visita, o deputado reafirmou seu compromisso em apoiar as candidaturas de Diógenes Patriota e Luciana Paulino.

Em uma conversa com o secretário de Cultura, Fernando Marques, o parlamentar anunciou que destinará uma emenda para o Beco das Artes, para reforçar ainda mais o desenvolvimento cultural da cidade.

Marília Arraes terá encontro com Lula, em São Paulo, diz blog

Parlamentar vinha tentando encontro com presidente Lula, sem sucesso O blog de Jamildo apurou que, depois de uma semana de muita polêmica em torno da ameaça de sair do PT, indo para o Solidariedade, mas mantendo o voto em Lula, a deputada federal Marília Arraes foi convidada para uma conversa pessoal com o ex-presidente, na […]

Parlamentar vinha tentando encontro com presidente Lula, sem sucesso

O blog de Jamildo apurou que, depois de uma semana de muita polêmica em torno da ameaça de sair do PT, indo para o Solidariedade, mas mantendo o voto em Lula, a deputada federal Marília Arraes foi convidada para uma conversa pessoal com o ex-presidente, na próxima segunda-feira (21), em São Paulo.

Até a semana que passou, a petista, que se vê prejudicada nas articulações para a indicação do nome ao Senado na Frente Popular, não conseguia agendar um encontro com o ex-presidente. Ela chegou a enviar uma carta pessoal a Lula, mas não se conhece o teor.

A dúvida que remanesce, neste momento, é se a deputada federal vai comunicar a decisão de deixar o PT, algo que era dado como irreversível na quinta-feira (17), ou ouvir dele o que pensa das articulações no Estado, de olho nas eleições de outubro.

No plano local, neste domingo haverá uma reunião com a presidente do partido para tentar uma pacificação. Marília já avisou que não participa, conforme informou mais cedo o blog de Jamildo.

A presidente nacional do partido, Gleisi Hoffmann, procurou a correligionária na quinta-feira para tentar demovê-la da ideia de sair do partido, mas não teve sucesso. Gleisi pediu a Marília que lhe desse um tempo para resolver a questão eleitoral no Estado. No entanto, Marília deixou claro que estava irredutível.

Ela reclamava da resistência do senador Humberto Costa, que defende o nome do deputado Carlos Veras. A atuação de Humberto Costa é apontada como a principal razão para a desfiliação do PT.

Em 2018, Marília foi a segunda mais votada para a Câmara dos Deputados em Pernambuco, com quase 200 mil votos, atrás apenas de João Campos (PSB), seu primo. Os dois disputaram a Prefeitura do Recife em 2020 no segundo turno, e ele venceu a eleição.

Relator do caso Lula no TRF-4 não estipula data do julgamento

O relator da Lava Jato no Tribunal Regional Federal da 4ª região, desembargador João Pedro Gebran Neto, disse que não tem como estipular um prazo para quando ocorrerá o julgamento do caso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Gebran ressaltou, no entanto, que, no que depender dele, não vai retardar o processo. O desembargador […]

O relator da Lava Jato no Tribunal Regional Federal da 4ª região, desembargador João Pedro Gebran Neto, disse que não tem como estipular um prazo para quando ocorrerá o julgamento do caso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Gebran ressaltou, no entanto, que, no que depender dele, não vai retardar o processo. O desembargador afirmou ainda que não se preocupa com “consequências políticas” do caso.

Caberá ao TRF-4, com sede em Porto Alegre, analisar recursos da sentença proferida nesta semana pelo juiz Sérgio Moro, da primeira instância, que condenou Lula a 9 anos e 6 meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e de lavagem de dinheiro. Lula nega as acusações, e na avaliação dos advogados que o representam, Moro teve atuação política na sentença. A defesa do ex-presidente entrou com recurso neste sábado.

O recurso irá para a 8ª Turma do tribunal, formada por Gebran Neto e mais dois desembargadores. Eles podem rejeitar, aceitar ou modificar a decisão de Moro.

Se for condenado também na segunda instância, Lula fica inelegível, de acordo com a lei da Ficha Limpa. Por isso, há grande expectativa no meio político se a decisão do TRF-4 sairá antes das eleições de 2018.

“Nós não temos compromisso nenhum [em terminar antes da eleição]. Temos compromisso em tentar julgar todos os processos, e esse é mais um processo, da melhor forma possível e mais rápido possível […] Tudo demanda algum tempo, eu vou tentar fazer esse processo dentro do tempo do processo, não é um tempo meu. O processo não vai correr nas minhas mãos, mas também não vou retardar das minhas mãos. Eu vou levar o tempo do processo”, disse Gebran Neto em entrevista à repórter Malu Mazza, da RPC, afiliada da TV Globo em Curitiba.

“Eu não tenho como fazer prazo”, completou o desembargador. Ele disse ainda que vai respeitar o tempo do processo, sem atropelos e observando os direitos das partes.

“O modo jurídico é respeitar o processo, as partes, a defesa, e não permitir que ninguém atropele, nem atrase indevidamente o tempo desse processo. Mas eu não estou preocupado com as consequências políticas, estou preocupado com as consequências jurídicas”, afirmou.

No entendimento do desembargador, uma condeção na turma já impediria uma eventual candidatura, sem que o caso precisasse ir ao plenário do TRF-4.

“Na turma é o suficiente. Em direito é muito difícil a gente falar em é. A gente sempre tem de falar em pode ser, porque nada impede que tenham incidentes dentro da Justiça Federal ou fora, lá na Justiça Eleitoral. Mas, em princípio, o que eu tenho que dizer é que o julgamento da turma é o suficiente para fins e consequências eleitorais”, concluiu o desembargador.