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Pedro Alves discute políticas de saúde em reunião com Secretaria Estadual

Por André Luis

O prefeito de Iguaracy, Pedro Alves, esteve nesta quarta-feira (24) na sede da Secretaria de Saúde de Pernambuco, no Recife, onde se reuniu com a secretária estadual Zilda do Rego. O encontro teve como pauta a avaliação de projetos em andamento e o alinhamento de ações voltadas à saúde pública no município.

Pedro Alves participou da agenda acompanhado do secretário executivo de Gestão Estratégica, Anderson Oliveira, que destacou a necessidade de integração entre diferentes áreas da saúde.

Também estiveram presentes Gabriela Santana, diretora geral de Relações Institucionais, e Rinaldo Albuquerque, assessor do deputado estadual e secretário de Turismo e Lazer, Kaio Maniçoba.

Durante a reunião, o prefeito afirmou que a parceria com o governo estadual é fundamental para avançar na área.

“Estamos trabalhando com foco em resultados reais para a população. Unir forças com o Governo do Estado é essencial para transformar a saúde pública e melhorar a qualidade de vida do nosso povo”, declarou Pedro Alves.

Outras Notícias

Fernando Bezerra Coelho participa de seminário promovido pelo PSB‏

Compreender as diferenças regionais do Brasil, para desenvolver políticas públicas que tenham a capacidade de enfrentar as desigualdades, promovendo o crescimento. Foi a lógica defendida pelo senador Fernando Bezerra Coelho (PSB) durante o seminário “Diálogo Brasil: Reflexões Sobre a Crise e Caminhos Democráticos”, promovido pela Fundação João Mangabeira (PSB), em parceria com as fundações Astrogildo […]

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Compreender as diferenças regionais do Brasil, para desenvolver políticas públicas que tenham a capacidade de enfrentar as desigualdades, promovendo o crescimento. Foi a lógica defendida pelo senador Fernando Bezerra Coelho (PSB) durante o seminário “Diálogo Brasil: Reflexões Sobre a Crise e Caminhos Democráticos”, promovido pela Fundação João Mangabeira (PSB), em parceria com as fundações Astrogildo Pereira (PPS) e Herbert  Daniel (PV), nesta sexta-feira (03/07) no Recife.

Fernando apresentou recentemente ao Senado uma proposta criando o Plano Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR). Quando ocupou o ministério da Integração Nacional, Fernando coordenou diversas conferências regionais, e uma nacional, para tratar do assunto. O resultado dos debates, promovidos em 2012, apontou para a criação do Plano Nacional de Desenvolvimento Regional, proposta que Fernando Bezerra Coelho apresentou ao Senado no mês passado.

Uma das mais importantes pesquisadoras do país e palestratante do seminário, a economista Tânia Bacelar apresentou gráficos que demonstravam a desigualdade regional do Brasil. Para ela, se não houver um direcionamento no sentido de promover o desenvolvimento nas regiões mais pobres do país, as diferenças podem ser ainda mais aprofundadas. “Precisa ser uma definição política para que isto aconteça”, destacou. A convite do senador, Tânia fará uma palestra na próxima quarta-feira, no Senado Federal, sobre a questão.

O Diálogo Brasil reuniu na capital pernambucana importantes lideranças políticas nacionais, como o vice-governador de São Paulo, Márcio França (PSB), a senadora Marta Suplicy (sem partido-SP), o senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), o governador Paulo Câmara, o prefeito do Recife Geraldo Júlio, o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, os ex-governadores João Lyra Neto e Wilma de Faria (PSB-RN) e o líder socialista na Câmara dos Deputados, Fernando Filho.

Sertão reprovado em isolamento social

Ingazeira hoje caiu para última posição no ranking no Sertão Como divulgado, Pernambuco registrou 46,2% da população em isolamento social na quinta-feira (7). Na última segunda-feira (4), o índice era de 50%. Os dados são de um painel lançado esta semana pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE), em parceria com o instituto inLoco. O levantamento usa dados […]

Ingazeira hoje caiu para última posição no ranking no Sertão

Como divulgado, Pernambuco registrou 46,2% da população em isolamento social na quinta-feira (7).

Na última segunda-feira (4), o índice era de 50%. Os dados são de um painel lançado esta semana pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE), em parceria com o instituto inLoco.

O levantamento usa dados de geolocalização dos celulares da população e contabiliza os 184 municípios pernambucanos e o distrito de Fernando de Noronha.

Só que o dado tem piorado. Nesta manhã de sábado, o índice chegou a 40% em média. Veja em algumas cidades sertanejas como caiu o índice:

Cidade Percentual de Isolamento
Santa Filomena 45,5%
Brejinho 42,9%
Serrita 42,3%
Santa Terezinha 41,8%
Parnamirim 41,1%
Santa Cruz 40,9%
Solidão 40,3%
Inajá 40,2%
Cedro 39,6%
Ibimirim 39%
Ouricuri 38,9%
Triunfo 38,6%
Bodocó 38,4%
Iguaracy 38,4%
Manari 38,3%
Exu 38%
Verdejante 37,2%
Quixaba 37,1%
Santa Cruz da Baixa Verde 37%
Ipubi 36,7%
Itapetim 36,7%
Arcoverde 36,5%
Araripina 35,7%
Granito 35,5%
São José do Egito 35,5%
Salgueiro 35,4%
Calumbi 35,3%
São José do Belmonte 35,2%
Flores 34,7%
Sertânia 34,6%
Custódia 34,6%
Serra Talhada 33,8%
Afogados da Ingazeira 33,8%
Mirandiba 33,5%
Trindade 32,7%
Carnaíba 32,4%
Betânia 32,4%
Tabira 30,3%
Tuparetama 29%
Ingazeira 28,8%
O blog e a história: quando a gasolina custava menos de R$ 2,50 o litro

Em 28 de setembro de 2010: em queda há uma semana, os preços da gasolina comum voltaram a recuar em alguns postos, atingindo um dos menores preços desde março de 2010, quando o litro do produto era comercializado por R$ 2,449. Um dia após o governo Federal decretar a redução da Cide (Contribuição de Intervenção no […]

Em 28 de setembro de 2010: em queda há uma semana, os preços da gasolina comum voltaram a recuar em alguns postos, atingindo um dos menores preços desde março de 2010, quando o litro do produto era comercializado por R$ 2,449.

Um dia após o governo Federal decretar a redução da Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) de R$ 0,23, para R$ 0,19, por litro, o combustível já pode ser encontrado por menos de R$ 2,50.

Há estabelecimentos, porém, que mantém os valores inalterados, no pico, com os preços da gasolina, girando em torno de R$ 2,69, e do álcool hidratado, entre R$ 2,149 e R$ 2,19.

Segundo o presidente do Sindipostos-CE, Guilherme Meireles, os descontos são pontuais e a tendência é de que voltem à “normalidade”, a partir de 1º de outubro, quando entrar em vigor a nova composição da gasolina, com participação do álcool reduzida de 25% para 20%.

Quanto ao preço do álcool, ele prefere não fazer prognósticos, mas avalia que, em tese, deveria baixar. “Precisamos ver, antes, as notas fiscais das distribuidoras, para saber se vão baixar mesmo”, justifica.

Para o secretário de Acompanhamento Econômico do governo Federal, Antônio Henrique Silveira, a redução da Cide não significará, necessariamente, redução no preço da gasolina. “Estamos preocupados única e exclusivamente em manter neutralizado o preço da gasolina”, afirmou, diante da nova composição do produto a partir de outubro. Ele negou que a medida tenha como objetivo dar margem maior de lucro à Petrobras, cujos preços vêm sendo pressionados pela alta do dólar.

O Blog e a história: estátua de Arruda Câmara substituída

Em 11 de setembro de 2006 A atual estátua do Monsenhor Arruda Câmara na Praça que tem seu nome será substituída por uma nova de bronze. A informação foi passada pelo prefeito Totonho Valadares. A nova estátua ficará em nova localização. A dúvida, diz o prefeito, é saber se ela será uma estátua de corpo […]

Antiga perspectiva da Praça Arruda Câmara com antiga imagem voltada para a Catedral

Em 11 de setembro de 2006

A atual estátua do Monsenhor Arruda Câmara na Praça que tem seu nome será substituída por uma nova de bronze. A informação foi passada pelo prefeito Totonho Valadares. A nova estátua ficará em nova localização.

A dúvida, diz o prefeito, é saber se ela será uma estátua de corpo inteiro como a anterior de concreto ou só um busto. “Estamos vendo com a arquiteta”, disse o prefeito.

Contas aprovadas sem ressalvas: o prefeito de Carnaíba Anchieta Patriota está comemorando a aprovação das contas do ano de 2005 sem ressalvas pelo TCE.

A relatora, Tereza Duere, não viu motivos para indicar ressalvas. Apenas três municípios no estado conseguiram tal aprovação.

Recomposição do FPM cai nesta quinta nas contas dos municípios

A informação que começa a circular confirma que cai amanhã nas contas dos municípios a recomposição de perdas do FPM e antecipação do ICMS dos municípios. Segundo a CNM, Confederação Nacional dos Municípios,  os Municípios vão receber o repasse da recomposição para as perdas do FPM ocorridas entre julho e setembro. O valor total a […]

A informação que começa a circular confirma que cai amanhã nas contas dos municípios a recomposição de perdas do FPM e antecipação do ICMS dos municípios.

Segundo a CNM, Confederação Nacional dos Municípios,  os Municípios vão receber o repasse da recomposição para as perdas do FPM ocorridas entre julho e setembro. O valor total a ser disponibilizado corresponde a R$ 4.171.170.607,96.

O dinheiro cai junto com a cota de novembro,  quando a União deposita nas contas bancárias das prefeituras do país, um total de R$ 3.361.483.980,94 relativo à terceira parcela de novembro do FPM.

A recomposição foi sancionada quarta-feira, 22 de novembro, pelo presidente Lula, como Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 40/2023, que abriu crédito orçamentário para viabilizar as medidas. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) atuava exatamente para o valor entrar até o dia 30 de novembro.

Em junho de 2022, Bolsonaro enviou para o Congresso uma medida que previa a redução do teto do ICMS sobre combustíveis e energia, em um movimento para aumentar sua popularidade às vésperas da campanha eleitoral.

À época, o ex-capitão também vetou medidas para ressarcir os estados e municípios pela diminuição de arrecadação.

Segundo o “prefeito fonte”, nome que não pode ser revelado nem sob tortura, o fim de 2023 vai representar um bom momento para os gestores, considerando também a cota do dia 10 de dezembro.

Mas os municípios alegam que não é bem assim, em virtude das perdas com inflação,  pisos e queda na média dos repasses, além da situação fiscal agravada pelos fundos de previdência própria quebrados.  Ou seja, alivia, mas não resolve.