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PE: Aumento nas contas de energia começa a valer neste sábado

Por Nill Júnior

G1PE

A conta de energia elétrica fica mais cara a partir deste sábado (29) em Pernambuco, com um aumento médio de 7,62%. O pedido de revisão das tarifas de energia foi feito pela Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) e aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta semana.

Para os clientes residenciais, os aumento é de 8,87%. Também foram incluídos os moradores que pagam a tarifa social. Um consumidor residencial convencional que consome 100 kWh/mês, por exemplo, tem sua conta reajustada de R$ 60,70 para R$ 66,12.

Para consumidores atendidos em alta tensão, como indústrias e comércio de médio e grande porte, o aumento ficou em 4,85%, em função da estrutura tarifária. Em Pernamnbuco, a revisão tarifária ocorre a cada quatro anos, conforme contrato de concessão estabelecido entre a Celpe e a União.

Em 2017, o índice final da revisão tarifária sofreu impacto de dois itens de custos não administrados pela distribuidora: a indenização com a transmissão, com 3,62%, e o risco hidrológico, com 3,13%, sobre o índice final. Ou seja, esses componentes provocaram aumento de 6,75%, o que representa 89% sobre o índice final das tarifas.

Com mais de 3,6 milhões de clientes, a Celpe distribui energia elétrica para os 184 municípios de Pernambuco e para a cidade de Pedras de Fogo, na Paraíba. Também é responsável pela geração e distribuição de energia elétrica no Arquipélago de Fernando de Noronha. Desse total de clientes, 3,2 milhões são residenciais. E 25% deles são classificados como baixa renda.

Além do aumento da Celpe, o consumidor deve ficar atento ao gasto com energia: a bandeira tarifária permanecerá na cor vermelha, patamar 1, durante o mês de maio, com combrança extra, nas contas de luz, de R$ 3 a cada 100 kWh de energia consumidos.

É o segundo mês seguido de bandeira vermelha, que passou a vigorar em abril, após mais de um ano sem ser acionada. Em março, a bandeira estava na cor amarela.

Outras Notícias

CNM reúne gestores municipais em Brasília

Nesta terça-feira (9), a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) convocou gestores municipais de todo o país para mais uma reunião crucial em sua sede, na capital federal.  O objetivo principal do encontro é buscar uma solução definitiva para a desoneração da folha de pagamento dos Municípios.  Com uma pauta urgente e relevante, a CNM destaca […]

Nesta terça-feira (9), a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) convocou gestores municipais de todo o país para mais uma reunião crucial em sua sede, na capital federal. 

O objetivo principal do encontro é buscar uma solução definitiva para a desoneração da folha de pagamento dos Municípios. 

Com uma pauta urgente e relevante, a CNM destaca a importância da participação maciça dos municipalistas nessa discussão, que será levada tanto ao Congresso Nacional quanto ao Executivo. 

A mobilização ganha ainda mais força considerando o histórico recente de engajamento dos prefeitos: em 6 de março, mais de 250 líderes municipais marcaram presença na capital federal em um protesto.

Entre os pontos em destaque nesta nova rodada de debates estão a desoneração da folha, o parcelamento especial da dívida com Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) e o limite de pagamento para precatórios, conforme previsto na PEC 66/2023.

Além disso, a ampliação da Reforma da Previdência para os Municípios com RPPS (PEC 38/2023) e a inclusão das despesas com Organizações Sociais (OS) fora do limite de pessoal, conforme proposto no PLP 98/2023, também estão em pauta.

Outro tema crucial a ser discutido é a Reforma Tributária, que impacta diretamente as finanças municipais e a capacidade dos gestores de atenderem às demandas da população.

Com a representatividade e o empenho dos gestores municipais, a CNM espera avançar significativamente na busca por soluções que beneficiem as administrações locais e contribuam para o desenvolvimento sustentável das cidades brasileiras.

Danilo Simões e Edson Henrique realizam carreata em Afogados da Ingazeira

Nesta quarta-feira (25), a União Pelo Povo realizou uma carreata protagonizada pelo candidato a prefeito Danilo Simões (PSD) e seu vice Edson Henrique (PP). Segundo nota, contou com a participação de centenas de veículos, que seguiram pelas ruas da cidade em direção ao Comício Acelera 55, realizado no bairro Sobreira. A concentração teve início no […]

Nesta quarta-feira (25), a União Pelo Povo realizou uma carreata protagonizada pelo candidato a prefeito Danilo Simões (PSD) e seu vice Edson Henrique (PP).

Segundo nota, contou com a participação de centenas de veículos, que seguiram pelas ruas da cidade em direção ao Comício Acelera 55, realizado no bairro Sobreira.

A concentração teve início no Estádio Vianão, de onde a militância partiu em direção ao evento, acompanhada por moradores que acenavam e demonstravam apoio ao projeto da Coligação União Pelo Povo.

Durante o comício, Edson Henrique discursou destacando o ato e falando em mudança.

“Primeiramente, gostaria de expressar a alegria de estar aqui no bairro Sobreira nesta noite. Danilo, posso afirmar que, até o momento, fizemos o maior ato da campanha de 2024. Esse evento reflete no brilho do olhar de cada cidadão e cidadã, em cada rua e casa por onde passamos. Ao chegar aqui, sentimos a energia e o brilho no olhar dos moradores deste bairro, que refletem alegria e o resgate da esperança por dias melhores. O Sobreira está dando exemplo com o maior ato da campanha até agora. Minha gratidão ao bairro Sobreira”, disse.

Edson também mencionou suas ações como vereador e criticou a atual gestão pelo descaso com a educação e a saúde. “Estive presente neste bairro durante os quatro anos do meu mandato. Por meio de uma emenda impositiva, destinei recursos para a Escola Petronila, para que pudesse ser reformada. No entanto, o prefeito, sem sensibilidade e sem humildade, ao invés de reformar a escola, tirou as crianças daqui e as mandou para outra escola, distanciando-as de suas famílias.”

Ele também falou em problemas enfrentados pelo transporte escolar e a saúde. “Muitas crianças precisam se deslocar a pé, e isso é lamentável. Enquanto isso, o transporte escolar está sendo usado em eventos de campanha do prefeito, que, em desespero, tenta não perder a eleição. Além disso, há pessoas que esperam há mais de um ano pela marcação de exames. Algumas, infelizmente, morreram esperando. Enquanto isso, o prefeito asfalta ruas já pavimentadas, em uma obra de caos e desperdício de recursos.”

Em seguida, Danilo Simões assumiu o microfone e falou em “crescente adesão popular à sua campanha e as propostas para transformar a cidade”.

“É uma grande alegria ver que, a cada dia que passa, nossa campanha cresce. O que mais me impressiona não é só o fato de vocês estarem aqui por vontade própria, mas o carinho que recebo nas ruas. Mesmo aqueles que, por medo, precisam se esconder, nos acenam e demonstram que querem mudança. Querem libertar Afogados da Ingazeira do atraso.”

Danilo disse que há dependência dos empregos da prefeitura e enfatizou a necessidade de gerar novas oportunidades.

“Afogados da Ingazeira não merece mais empregos que dependem de favores políticos, onde só há trabalho para quem vota no candidato do prefeito. Nossa cidade precisa gerar empregos de verdade, trazer empresas, fazer com que o comércio local cresça e, assim, gerar oportunidades para os jovens. Só dessa maneira libertaremos o povo dessa dependência”, falando ainda em “abandono em diversos bairros e promessas não cumpridas da atual gestão”.

Para finalizar, Danilo Simões fez uma homenagem à sua mãe, Giza Simões.

Disse que hoje, quando completam-se 11 anos da sua morte, o Guia Eleitoral terá uma homenagem para ela.

“Será um guia especial, em homenagem à maior política da história do Pajeú e, talvez, de Pernambuco. A partir de amanhã, caminhamos rumo à vitória, não minha, mas de vocês, do povo de Afogados da Ingazeira.”

Ministro Gilberto Occhi na estará em encontro da Comissão Externa da Seca

O Ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, vai à Câmara dos Deputados debater sobre as ações federais para gestão de desastres naturais em relação à seca nordestina. A discussão acontece nesta quinta, dia 11.06, e faz parte das iniciativas da Comissão Externa da Seca no semiárido nordestino, presidida pelo deputado Zeca Cavalcanti (PTB-PE). Segundo o […]

Ministro Gilberto Occhi1_FinalO Ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, vai à Câmara dos Deputados debater sobre as ações federais para gestão de desastres naturais em relação à seca nordestina. A discussão acontece nesta quinta, dia 11.06, e faz parte das iniciativas da Comissão Externa da Seca no semiárido nordestino, presidida pelo deputado Zeca Cavalcanti (PTB-PE).

Segundo o parlamentar, a audiência pública pretende esclarecer as ações do Ministério da Integração Nacional no combate a Seca. “Desde a criação desta Comissão Externa, o Ministro Gilberto Occhi se prontificou a colaborar para elaborarmos um relatório que contribuirá no monitoramento e na criação de sugestões de medidas para a convivência com a seca”, ressaltou Zeca Cavalcanti.

O Palácio do Planalto já disponibilizou para a Comissão Externa as primeiras informações sobre as três obras do governo federal: o projeto de Integração do São Francisco com investimento R$ 8,2 bilhões, no eixo Norte e Leste, com execução física de 73% do total da obra.

Também o Projeto da Adutora do Agreste orçada em R$ 1,1 bilhão, sendo R$ 1 bi do orçamento geral da União e R$ 117 milhões da contrapartida do Estado; além do Projeto da Transnordestina, com 48% da obra ainda em andamento. “Estamos atentos ao prazo de conclusão. Essas obras são de suma importância para Pernambuco e para o nordeste”, acrescentou o deputado.

Redução da jornada não é “fim do mundo”, diz Toledo ao citar estudo do Ipea

O jornalista José Roberto de Toledo afirmou que a eventual redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas não deve provocar os efeitos econômicos negativos apontados por críticos da proposta. A análise foi feita nesta sexta-feira (13), durante comentário no podcast A Hora, do UOL, apresentado ao lado da jornalista Thais Bilenky. […]

O jornalista José Roberto de Toledo afirmou que a eventual redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas não deve provocar os efeitos econômicos negativos apontados por críticos da proposta. A análise foi feita nesta sexta-feira (13), durante comentário no podcast A Hora, do UOL, apresentado ao lado da jornalista Thais Bilenky.

Segundo Toledo, estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), vinculado ao Ministério do Planejamento, indica que o impacto da mudança é menor do que se imagina. A proposta em debate envolve não apenas a alteração da escala de trabalho, de seis dias trabalhados para um de descanso, mas também a redução da carga horária semanal.

De acordo com o levantamento citado, a mudança representaria, em tese, um aumento de cerca de 10% no custo da hora trabalhada. O impacto, porém, não seria uniforme entre os setores, afetando mais áreas como serviços e segurança privada do que a indústria ou o comércio.

Toledo destacou que o estudo não aponta para cenário de “fim do mundo”, nem para disparada inflacionária ou aumento automático do desemprego. Ele lembrou que, quando a Constituição reduziu a jornada de 48 para 44 horas semanais, não houve os efeitos negativos previstos à época.

Para o jornalista, embora existam análises que indiquem possíveis impactos adversos, não há evidências de que a eventual aprovação da mudança pelo Congresso resulte em colapso econômico, desde que a alteração envolva a redução efetiva das horas trabalhadas na semana.

Sem salários, funcionários do Abatedouro ameaçam cruzar os braços em Afogados da Ingazeira

Por Anchieta Santos O clima é de preocupação no Abatedouro Regional de Afogados da Ingazeira. Cerca de 35 funcionários estariam sem receber os salários do mês de maio que deveriam ter sido pagos no último dia 10 de junho. Notícias que chegam ao programa Rádio Vivo dão conta de que não recebendo hoje, dia 19 […]

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Por Anchieta Santos

O clima é de preocupação no Abatedouro Regional de Afogados da Ingazeira. Cerca de 35 funcionários estariam sem receber os salários do mês de maio que deveriam ter sido pagos no último dia 10 de junho.

Notícias que chegam ao programa Rádio Vivo dão conta de que não recebendo hoje, dia 19 de junho, os profissionais poderão paralisar suas atividades.

Preocupação também que atinge os marchantes de Afogados da Ingazeira. Amanhã é dia de feira livre e se o abate for suspenso, a feira de carne ficará impedida de acontecer.

Detalhe: desde o dia 1º de junho que houve majoração de R$ 60,00 para R$ 80,00 pelo abate de cada animal.

Com a palavra a direção do Abatedouro Regional de Afogados da Ingazeira que também atende cidades como Quixaba, Ingazeira, Iguaracy, Tabira e o distrito de Jabitacá.