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Paulo Matricó inicia luta para voltar a tocar

Por Nill Júnior

Artista disse á Rádio Pajeú que inicia processo de fisioterapia para recuperar dedos reimplantados. Poeta fará live solidária dia 17 de fevereiro

O cantor Paulo Matricó deu detalhes ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, do acidente sofrido dia 30 em sua casa, em Paulista, Região Metropolitana do Recife.

Segundo ele, que trabalha com abelhas nativas, de uma espécie sem ferrão, foi tudo muito rápido. “Estava preparando umas caixas e de repente houve o acidente com a serra. Foi muito traumático e grave”.

Ele sofreu lesões nos dedos 3 e 5 da não esquerda e precisou ser submetido a uma cirurgia de reimplante no Hospital SOS Mão, em procedimento comandado pelo ortopedista Rui Ferreira. “Minha filha chegou a trabalhar lá e descobrimos que Irah Caldeira tinha o contato e fez a ponte”. O profissional tem uma relação de proximidade com o sertão, natural de Sertânia. “Foi muito atencioso comigo”.

Ao  contrário do que alguns pensam, a mão esquerda é mais exigida na arte de Paulo, pois além de segurar o braço, dedilha os acordes do violão. “O médico disse que conseguiu restaurar nervos, vasos, tecidos, mas houve perda óssea. Esse é o maior desafio na minha recuperação. Mas sou saudável, não uso drogas, não bebo, não fumo e tenho fé na minha recuperação”. A fisioterapia deve durar seis meses e promete ser um período muito duro para o artista.

Live solidária: Paulo agradeceu às inúmeras manifestações de solidariedade e confirmou a realização de uma live solidária dia 17 de fevereiro. Amigos que quiserem contribuir para o custeio do tratamento podem fazer as transferências via PIX na chave: 184.190.624-72, que é o seu CPF. Vamos ajudar o poeta!

 

Outras Notícias

Delações em série: com 12 acordos fechados, Lava-Jato tem colaboração recorde

Do O Globo RIO – Responsável por investigar o esquema de corrupção na Petrobras, a força-tarefa da Operação Lava-Jato não conseguiu apenas identificar desvios de, pelo menos, R$ 286 milhões na estatal, mas também, pela primeira vez, amarrar mais de uma dezena de acordos de delação premiada. Dado inédito do Ministério Público Federal (MPF) no […]

Do O Globo

RIO – Responsável por investigar o esquema de corrupção na Petrobras, a força-tarefa da Operação Lava-Jato não conseguiu apenas identificar desvios de, pelo menos, R$ 286 milhões na estatal, mas também, pela primeira vez, amarrar mais de uma dezena de acordos de delação premiada. Dado inédito do Ministério Público Federal (MPF) no Paraná mostra que, até semana passada, foram firmados 12 acordos.

INFOGRÁFICO: Os doze delatores da Lava-Jato

Trata-se da maior quantidade de delações premiadas numa investigação de um grande caso de corrupção recente. Os primeiros acordos — fechados com o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e com o doleiro Alberto Youssef — são tidos como fundamentais para o sucesso da investigação e levaram a novas colaborações. Uma vez incriminados, não restou a alguns dos acusados relatar o que sabiam em troca de uma possível redução de pena.

Além deles, os empresários Julio Camargo e Augusto Mendonça, ambos da Toyo Setal; Pedro Barusco, ex-gerente da diretoria de Serviços da Petrobras; Carlos Alberto Pereira da Costa, gestor de empresas de Youssef; e Luccas Pace Júnior, assistente da doleira Nelma Kodama, já fizeram acordo. Os demais cinco nomes são sigilosos. Mas não é só. Empresas do grupo Toyo Setal, seis no total, firmaram acordos de leniência com o MP, pelos quais se comprometem a colaborar para tentar evitar punições como a de serem proibidas de firmar novos contratos públicos.

COSTA DELATOU 28 POLÍTICOS

Procurador que encabeça a força-tarefa da Lava-Jato, Deltan Dallagnol (leia entrevista na pág. 4), de 34 anos, é direto ao explicar a importância da delação:

– A gente não teria chegado aos resultados alcançados sem as colaborações.

Para se ter uma ideia do impacto que os acordos podem ter, apenas Costa delatou 28 nomes de políticos. Segundo o ex-diretor, eles teriam se beneficiado do esquema montado na diretoria de Abastecimento da estatal.

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A lista entregue por ele deve embasar três dezenas de inquéritos, a serem abertos em fevereiro, quando o Judiciário retonar do recesso. Na lista do delator, constam os ex-ministros Antonio Palocci (PT-SP), Gleisi Hoffmann (PT-SC) e Mário Negromonte (PP-BA); o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL); o presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN); o atual ministro Edison Lobão, da pasta de Minas e Energia; os ex-governadores Eduardo Campos (PSB), morto em acidente de avião, e Sérgio Cabral (PMDB-RJ); o ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra, já falecido; além de senadores e deputados.

Ainda pouco difundida no Brasil, a delação premiada é prevista em lei desde a década de 90, quando a redução de pena do delator passou a figurar na Lei de Crimes Hediondos. No entanto, foi em agosto do ano passado que a delação foi institucionalizada na Lei das Organizações Criminosas. Assim, pela 1ª vez, falou-se em termo de colaboração por escrito e, com isso, foi permitida maior eficácia nas investigações.

BANESTADO, MENSALÃO DO DEM, ALSTON

O doleiro Youssef já havia lançado mão desse instrumento em 2003, quando foi investigado na Operação Farol da Colina, da Polícia Federal. À época, a força-tarefa, que também incluía o procurador Dallagnol, apurou remessas ilegais de dinheiro ao exterior envolvendo agências do Banestado. No acordo, Youssef se comprometeu a abandonar atividades relacionadas à movimentação financeira clandestina. O juiz Sérgio Moro, hoje à frente da Lava-Jato, trabalhou nesse caso. Em 2009, Durval Barbosa, secretário do governo do Distrito Federal, tornou-se o delator da Operação Caixa de Pandora. O caso ficou conhecido como mensalão do DEM e tornou-se notório em razão dos vídeos feitos por Durval, em que aparecia entregando maços de dinheiro a integrantes do governo, entre eles o então governador, José Roberto Arruda.

– Sem esse modelo (de colaboração premiada), não teria sido possível (avançar tanto). Era um sistema de corrupção acobertado por aparência de legitimidade – lembra o juiz Alvaro Ciarlini, destacando que a delação premiada “é uma tendência inexorável em casos que envolvem organizações criminosas”:

– Mas tem uma questão ética. Para ter o perdão judicial, o delator tende a fazer a acusação. O juiz tem que medir o grau de confiança verificando se o depoimento, em tese, está conectado com os demais elementos de provas. Tem que levar em consideração se o delator confessa espontaneamente ou se confessa porque as provas são consistentes, depois de ter sido obstinado em mentir o quanto pôde.

No Brasil, além de Youssef e Barbosa, o ex-diretor da Siemens Everton Rheinheimer se tornou delator do Caso Alstom, deflagrado no ano passado. A Alstom é acusada de ter pago R$ 23,3 milhões de propina entre 1998 e 2003 durante os governos de Mário Covas e Geraldo Alckmin, ambos do PSDB, em São Paulo.

No mensalão, que resultou na condenação de 25 acusados, entre elas o ex-ministro José Dirceu (PT) e o operador Marcos Valério, dois réus fizeram acordo de delação: Lucio Bolonha Funaro e José Carlos Batista. Eles foram assistidos pela advogada Beatriz Catta Preta, que hoje está à frente do acordo de Costa.

RESSALVAS À DELAÇÃO PREMIADA

Advogado de Marcos Valério, Marcelo Leonardo diz ter feito duas propostas de delação durante a investigação. Agora, ainda que a lei permita que a delação seja feita quando a sentença já está sendo cumprida, Leonardo acredita que essa possibilidade é “mais difícil”. Valério foi condenado a 40 anos de prisão.

– Fiz uma proposta em 15 de julho de 2005, mas o procurador-geral não quis examinar. Depois, em setembro de 2012, o procurador-geral (Roberto Gurgel), também não quis acordo. Agora, depois da pena, é mais difícil. A delação implica em identificar o coautor, em recuperar valores. Então, por enquanto, eu e o Marcos Valério não conversamos sobre isso — diz Leonardo, que acredita que o julgamento pode ter influenciado no grande número de acordos na Lava-Jato: – Com o grupo político do mensalão obtendo prisão domiciliar e ficando presos os do banco e o publicitário…

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Alguns advogados fazem ressalvas em relação à delação. Nélio Machado deixou a defesa de Costa quando o cliente decidiu pela colaboração:

– Minha formação repudia a delação, o Estado reconhece a ineficácia para apurar e a benesse ao delator não contribui para uma sociedade melhor.

– A delação é legítima, mas me preocupa o mau uso. A lei fala que tem que ser algo espontâneo, voluntário. É evidente que tanto juiz, polícia e MP precisam garantir essa liberdade do colaborador. Fico preocupado de que as pessoas sejam submetidas a constrangimentos ou a pressões – diz o criminalista Pierpaolo Bottini. (Colaborou: Cleide Carvalho).

Confirmada programação do Carnaval dos Tabaqueiros

A abertura oficial do carnaval “tradição dos tabaqueiros” será no sábado. Apesar disso, a folia de momo começa já nesta sexta, em Afogados da Ingazeira. Os últimos detalhes da programação foram fechados e a programação promete manter o carnaval de Afogados como um dos mais animados do interior do Estado, ancorado na tradição desse personagem […]

A abertura oficial do carnaval “tradição dos tabaqueiros” será no sábado. Apesar disso, a folia de momo começa já nesta sexta, em Afogados da Ingazeira.

Os últimos detalhes da programação foram fechados e a programação promete manter o carnaval de Afogados como um dos mais animados do interior do Estado, ancorado na tradição desse personagem que já é uma marca do nosso carnaval: o tabaqueiro.

“Valorizar a tradição é potencializar a divulgação do nosso carnaval no que ele tem de mais autêntico, de mais genuíno, de diferente de todos os outros carnavais. Essa tem sido uma política implantada desde o início de nossa gestão e que tem se mostrado acertada tendo em visto o sucesso de público e crítica que tem sido o nosso carnaval de Afogados. Que a nossa festa seja mais uma vez marcada pela alegria, pela animação e pela paz,” destacou o Vice-prefeito Alessandro Palmeira.

Confira a programação

Zona rural de Itapetim ganha melhorias sanitárias

O prefeito Adelmo Moura anunciou a construção de 21 melhorias sanitárias para as famílias dos sítios Cacimba de Pedra, Caiana, Lagoa de Dentro, Ambó e Bonita. A ação é uma parceria do Governo Municipal com o Ministério da Saúde e Funasa, através do Programa de Educação em Saúde e Mobilização Social de uma emenda parlamentar […]

O prefeito Adelmo Moura anunciou a construção de 21 melhorias sanitárias para as famílias dos sítios Cacimba de Pedra, Caiana, Lagoa de Dentro, Ambó e Bonita.

A ação é uma parceria do Governo Municipal com o Ministério da Saúde e Funasa, através do Programa de Educação em Saúde e Mobilização Social de uma emenda parlamentar do deputado federal Gonzaga Patriota.

A secretária de Saúde, Jussara Araújo também esteve presente junto com o coordenador da Vigilância da Saúde, Cleber.

“Estou muito feliz por poder proporcionar estas construções para as famílias do nosso município! Também quero agradecer a presença de todos os moradores que estiveram no local”, disse o prefeito.

Críticas a Lula dividem candidatos à presidência do PT

Do jornal O Globo Pressionado pelas pesquisas que apontam baixa aprovação ao governo Lula, o PT vai às urnas no próximo domingo para eleger seu novo presidente. Dos quatro postulantes ao cargo, três cobram mudanças no Planalto e na política de alianças para 2026. A exceção é o favorito Edinho Silva, que atribui os problemas […]

Do jornal O Globo

Pressionado pelas pesquisas que apontam baixa aprovação ao governo Lula, o PT vai às urnas no próximo domingo para eleger seu novo presidente.

Dos quatro postulantes ao cargo, três cobram mudanças no Planalto e na política de alianças para 2026. A exceção é o favorito Edinho Silva, que atribui os problemas de Lula à polarização política e ao avanço do Congresso sobre o Orçamento.

“O maior patrimônio do PT é o governo Lula. Se não fosse ele, o partido não teria superado as crises que viveu. O PT tem que ter posição, tem que disputar os rumos da coalizão. Mas não defender o governo Lula é um imenso erro”, afirma o ex-ministro da Secretaria de Comunicação Social.

Três vezes presidente do PT, Rui Falcão diz que deseja voltar ao cargo para resgatar os “princípios fundadores” do partido e garantir sua independência em relação ao governo.

“O partido deve apoiar e dar sustentação política. Mas, para ser forte, precisa ter direito de criticar quando acha que o rumo não está bom. Essa divisão de papéis tem que ficar muito clara, se não o PT vira puxadinho do governo, o que nunca foi”, afirma o deputado.

Candidato mais à esquerda no partido, Valter Pomar se apresenta como opção de ruptura com a política atual.

“O PT está numa encruzilhada. Edinho representa a manutenção da política atual, de conciliação com o modelo primário-exportador e com o capital financeiro. Eu represento a mudança. A política atual já nos levou a uma derrota em 2024, na eleição municipal. Mantê-la vai nos levar a outra derrota em 2026”, diz o historiador.

Romênio Pereira, da corrente Movimento PT, também defende uma atitude mais crítica em relação ao Planalto.

“Nossa bancada tem que votar 100% com o governo, mas o partido precisa ter liberdade para conversar e dizer que é preciso mudar. Sem mudar, vai ser difícil alcançar uma nova vitória em 2026”, afirma.

Zeinha Torres participa do lançamento de programa ao lado de Raquel Lyra

Cada vez mais próximo, o prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres, marcou presença ao lado da Governadora Raquel Lyra no lançamento do programa “Mães de Pernambuco”, realizado na tarde desta segunda-feira (25), no Palácio do Campo das Princesas. O programa social, idealizado pela Governadora Raquel Lyra, tem como objetivo beneficiar 100 mil mulheres em situação de […]

Cada vez mais próximo, o prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres, marcou presença ao lado da Governadora Raquel Lyra no lançamento do programa “Mães de Pernambuco”, realizado na tarde desta segunda-feira (25), no Palácio do Campo das Princesas.

O programa social, idealizado pela Governadora Raquel Lyra, tem como objetivo beneficiar 100 mil mulheres em situação de vulnerabilidade no estado. Zeinha Torres destacou a importância da iniciativa, que busca amparar mães com filhos de 0 a 6 anos, inseridas no Cadastro Único do Governo Federal (CadÚnico) e com renda média abaixo dos parâmetros da extrema pobreza.

Para serem contempladas pelo programa, as mães devem cumprir todos os requisitos estipulados, incluindo a comprovação da faixa etária dos filhos, a inscrição no CadÚnico e a comprovação de renda. As beneficiadas receberão um auxílio mensal no valor de R$ 300, além da renda proveniente do Bolsa Família.

“A iniciativa do programa ‘Mães de Pernambuco’ é de extrema importância para garantir o amparo e a segurança financeira das mães em situação de vulnerabilidade. Estamos comprometidos em apoiar e promover ações que visem o bem-estar e o desenvolvimento de nossa comunidade”, afirmou Zeinha Torres em suas redes sociais.

O programa representa um passo significativo na promoção da igualdade social e no combate à pobreza, reforçando o compromisso do governo estadual em garantir oportunidades e dignidade para todas as famílias pernambucanas. A parceria entre os governos estadual e municipal demonstra o esforço conjunto em prol do progresso e do bem-estar da população de Iguaracy e de todo o estado de Pernambuco.