Segundo informações do blogueiro Júnior Finfa ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, o socialista Paulo Jucá queria, mas não ficou lamentando não ter sido apoiado por Adelmo Moura em Itapetim.
Adelmo, que definiu apoio a José Patriota após solicitação do prefeito do Recife João Campos, deixou Aglailson Victor após sua família migrar para a candidata Marília Arraes, do Solidariedade.
Havia uma expectativa de que pelo caráter geográfico, Paulo, que é do Alto Pajeú, fosse o ungido. Mas de acordo com o blogueiro, o socialista já tinha o apoio de quatro vereadores da base de Adelmo. Além disso, também herda votos pela influência regional.
“Conversei com ele e o sentimento é de respeito à decisão. E de toda forma ele será votado lá “, disse. Em 2018, Adelmo e o grupo deram 3.253 votos a Aglailson Victor, que foi o majoritário.
Em busca de uma vida saudável e maior satisfação estética, a maioria das pessoas se concentram nos resultados da balança. No entanto, já se sabe atualmente que esse não é dos critérios mais confiáveis para basear um programa de exercícios, uma dieta ou outros procedimentos relacionados ao corpo. Para superar essa limitação, temos outras possibilidades, […]
Em busca de uma vida saudável e maior satisfação estética, a maioria das pessoas se concentram nos resultados da balança. No entanto, já se sabe atualmente que esse não é dos critérios mais confiáveis para basear um programa de exercícios, uma dieta ou outros procedimentos relacionados ao corpo.
Para superar essa limitação, temos outras possibilidades, como o IMC (Índice de Massa Corporal) e o adipômetro. No entanto, nenhum desses métodos são apurados e completos o suficiente para que a pessoa tenha informações precisas sobre a sua composição corporal.
A boa notícia é que existe uma solução para essa situação: o exame de bioimpedância. Veja a dica acima com a nutricionista Mayhara Pires. Siga Mayhara nas redes sociais, no Instagram @mayharapires. Para marcar uma avaliação, ligue (87) 9 9611-8098.
Pré-candidata ao Governo de Pernambuco pretende aplicar, no mínimo, 1% da receita corrente líquida anualmente para programas de habitação popular A pré-candidata ao Governo de Pernambuco, Marília Arraes, participou, na manhã desta segunda-feira (13), de uma entrevista na Rádio Jornal, e apresentou algumas de suas ideias sobre políticas públicas relacionadas à prevenção de desastres em […]
Pré-candidata ao Governo de Pernambuco pretende aplicar, no mínimo, 1% da receita corrente líquida anualmente para programas de habitação popular
A pré-candidata ao Governo de Pernambuco, Marília Arraes, participou, na manhã desta segunda-feira (13), de uma entrevista na Rádio Jornal, e apresentou algumas de suas ideias sobre políticas públicas relacionadas à prevenção de desastres em áreas de riscos, habitação popular, planejamento urbano e investimentos em obras estruturantes que garantam a qualidade de vida da população da Região Metropolitana e do interior do Estado.
Marília deixou claro que é fundamental criar e estabelecer uma política de convivência com os morros, afinal, na Região Metropolitana do Recife, mais de um terço da população vive nessas áreas.
“É preciso investimento permanente. Aplicaremos, no mínimo, 1% da receita corrente líquido em habitação em cada ano do nosso mandato. Também é fundamental estruturar a Defesa Civil e promover uma política metropolitana, comandada pelo Estado, para proteger essas pessoas”, afirma a pré-candidata.
Em 2021, a receita corrente líquida de Pernambuco foi de R$ 31,3 bilhões.
É importante frisar que Pernambuco é o estado do Nordeste com o maior déficit habitacional, com mais de 300 mil habitações para serem construídas. Recife, inclusive, possui mais de 70 mil habitações em déficit.
“É por isso que tem tanta gente morando em palafitas e outras áreas de riscos. Quem não lembra do incêndio que aconteceu nas palafitas no bairro do Pina há algumas semanas?”.
As chuvas que caíram no Estado nos últimos dias escancararam a vulnerabilidade da população que vive em áreas de risco. Há a estimativa de que 2,51% da área da RMR possui alta suscetibilidade a deslizamentos e que 47,8% possui suscetibilidade média.
“É necessário ampliar os recursos para habitação e que o estado volte a ter protagonismo na coordenação em ações metropolitanas.”
Marília também falou sobre a importância de reestruturar o Condepe Fidem e de fortalecer a Compesa, que tem sido abandonada nos últimos anos.
Entrevista para o Brasil 247
Ainda na manhã desta segunda-feira, Marília participou de uma entrevista no canal Brasil 247. A deputada federal explicou um pouco sobre a atuação da Comissão Externa formada na Câmara dos Deputados, que fez sua primeira visita à duas das áreas atingidas – UR-10 e Jardim Monteverde – no último sábado.
“Conseguimos viabilizar uma Comissão Externa para acompanhar as ações de mitigação dessa tragédia. Vamos conversar com ministérios e entes locais e cobrar um planejamento metropolitano para aplicar o dinheiro que o Governo Federal irá enviar. Esses recursos precisam ser direcionandos para o que precisa ser feito, seja para amparar a situação de emergência das famílias e também para pensar em um planejamento de curto, médio e longo prazo.”
G1 O deputado federal Sergio Zveiter (PMDB-RJ) pediu nesta sexta-feira (11) desfiliação do PMDB. O pedido foi entregue ao diretório do partido no Rio de Janeiro. Em julho, Zveiter apresentou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara parecer favorável ao prosseguimento da denúncia da Procuradoria Geral da República contra o presidente Michel Temer. O pedido […]
O deputado federal Sergio Zveiter (PMDB-RJ) pediu nesta sexta-feira (11) desfiliação do PMDB. O pedido foi entregue ao diretório do partido no Rio de Janeiro.
Em julho, Zveiter apresentou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara parecer favorável ao prosseguimento da denúncia da Procuradoria Geral da República contra o presidente Michel Temer.
O pedido de desfiliação do deputado ocorre um dia após o PMDB anunciar a suspensão das funções partidárias dos parlamentares que se posicionaram contra Temer na análise da denúncia, entre os quais Zveiter. Com a decisão, seis deputados serão retirados de comissões em que representam o partido.
“Após a divulgação do parecer de minha relatoria, passei a sofrer ameaças de represálias e ameaças de expulsão oriundas da direção do partido e de outros membros do PMDB que atuaram em prol do arquivamento sumário das denúncias”, afirma o deputado no pedido de desfiliação.
Zveiter está no segundo mandato de deputado federal. Quando foi reeleito para a atual legislatura, era filiado do PSD e, em março de 2016, se transferiu para o PMDB.
Segundo o colunista do G1 e da GloboNews, Zveiter tem recebido convites para se filiar a outros partidos, entre os quais PDT. Segundo a assessoria do parlamentar, porém, ainda não há definição sobre o novo partido de Sergio Zveiter.
Antes de a denúncia ser analisada pela Câmara, fechou questão para barrar a peça da PGR, ou seja, poderia punir quem votasse diferentemente dessa orientação. Zveiter criticou a decisão ao pedir a desfiliação, argumentando que a imposição não poderia ser feita quando o que está sob análise é uma matéria criminal.
“Causa maior espanto o autoritarismo com que esse posicionamento foi adotado, em postura abusiva, como se a Câmara e seus deputados estivessem subjugados aos interesses de outro poder”, afirmou.
Na carta, o deputado usou, ainda, uma previsão da lei para sair do partido sem perder o mandato. “Resta evidente discriminação pessoal e perseguição política praticada pela direção nacional do PMDB.”
O deputado conclui a carta afirmando que, para barrar a denúncia, foram oferecidos a deputados cargos e emendas parlamentares. “Aos que se recusaram a manter seus votos votando de acordo com sua consciência, o caminho foram as intimidações e constrangimentos.”
Mais cedo, nesta sexta, o presidente do PMDB de Alagoas, senador Renan Calheiros, criticou, a decisão do partido de suspender os deputados que votaram contra Temer.
“Suspender deputado porque não colocou o presidente acima da Constituição é antidemocrático. Ninguém está imune à investigação, seja procurador-geral da República, seja presidente ou senador. E quem abusar tem que ser penalizado pelo que fez, na forma da lei”, declarou o ex-presidente do Senado.
O cantor Moacyr Franco foi a grande estrela da noite desse sábado do Natal Luz de Triunfo, no Sertão do Pajeú. A apresentação aconteceu no belo Cine Theatro Guarany, no centro da cidade. Com sua simpatia, Moacyr desfilou seu grandes sucessos e atendeu carinhosamente os fãs. A participação com sua banda, diferente de quando esteve […]
O cantor Moacyr Franco foi a grande estrela da noite desse sábado do Natal Luz de Triunfo, no Sertão do Pajeú. A apresentação aconteceu no belo Cine Theatro Guarany, no centro da cidade.
Com sua simpatia, Moacyr desfilou seu grandes sucessos e atendeu carinhosamente os fãs.
A participação com sua banda, diferente de quando esteve em Afogados e Tabira, onde pelo formato trouxe apenas um músico, já que a apresentação misturava histórias de sua vida e seus sucessos, deu um brilho especial à apresentação.
Moacyr fez valer sua condição de showman. Brincou com a plateia, dançou, percorreu toda área do espaço reservado para o show, mexeu com o prefeito João Batista e ainda chamou o filho da terra, o tenor Igor Alves para participar do show.
Antes, a Banda Forró do Candeeiro com Igor Alves, Fátima Barros e Thiago Alexandre deu outro show. Até o dia 6 de janeiro, a programação natalina continua em Triunfo, quando será encerrada com a Queima da Lapinha.
Na pauta política, o prefeito João Batista reuniu uma penca de autoridades e personalidades. Estavam lá Luciano Duque e Karina Rodrigues, José Patriota e Madalena Leite, o ex-prefeito Luciano Bonfim, os vereadores Zé Raimundo, Augusto Martins, o Deputado e Presidente da Empetur, Rodrigo Novaes, o jornalista Magno Martins e nomes do empresariado. Ele aproveitou para inaugurar a orla da cidade.
Ainda tem festa: ao término da missa do Dia de Reis, um cortejo com grupos artísticos tomará as ruas da cidade, partindo da Igreja Matriz Nossa Senhora das Dores para a Igreja do Rosário, com a participação do Pastoril Viver de Goiana, Maracatu de Baque Solto e Orquestra Isaias Lima.
Sobre o atraso na descida do último bloco, a prefeitura informou que a banda Fulô de Mandacaru já se encontrava na cidade desde o início da tarde. “A banda optou por sair para atender uma demanda de última hora em uma cidade do Agreste, se comprometendo em estar aqui às 22h”. A nota diz que, […]
Sobre o atraso na descida do último bloco, a prefeitura informou que a banda Fulô de Mandacaru já se encontrava na cidade desde o início da tarde.
“A banda optou por sair para atender uma demanda de última hora em uma cidade do Agreste, se comprometendo em estar aqui às 22h”.
A nota diz que, marcada concentração para as 20h com descida às 22h tratava-se de “um atraso normal para o carnaval”.
Foi a justificativa para os questionamentos por não ter informado antes da alteração de horário, cujo conhecimento já se tinha no início da tarde, como revelou a nota da banda ao blog, o que certamente minimizaria as críticas. Isso porque somado o “atraso normal” de duas horas, mas as intercorrências encontradas pela equipe técnica da banda no trio, foram quase quatro horas.
“Tal decisão fez com o que o show só tivesse início às 23h30”, concluiu. Ao fim, escreve: “Pedimos desculpas a todos os foliões que se sentiram prejudicados e iremos ajustar para que no próximo ano isso não ocorra novamente”.
Ainda que “no mais, a banda Fulô de Mandacaru cumpriu rigorosamente o seu tempo de show, dando um banho de simpatia e talento pelas ruas de nossa cidade, fechando com um brilho todo especial o carnaval 2023”.
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