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Paulo Câmara prestigia São João Solidário da Comunidade Obra de Maria

Por André Luis

O evento aconteceu na noite deste sábado, na sede da associação, em São Lourenço da Mata, e foi realizado em prol das obras sociais da Comunidade

O governador Paulo Câmara prestigiou, na noite deste sábado (09.06), o São João Solidário, promovido pela Comunidade Católica Obra de Maria. O evento, realizado na sede, no município de São Lourenço da Mata, Região Metropolitana do Recife (RMR), teve como objetivo arrecadar recursos para serem enviados à área rural de Moçambique e ajudar na manutenção de hospitais, creches e escolas que a Comunidade mantém no país africano. Entre as pessoas que serão beneficiadas estão 2 mil alunos e, diariamente, cerca de 300 pessoas que passam pelos hospitais mantidos pela associação católica.

“Tenho a oportunidade de acompanhar esse trabalho que tem feito tão bem a Pernambuco, ao Brasil e ao mundo que é o da Comunidade Obra de Maria. Um trabalho que busca levar solidariedade e que trabalha, incansavelmente, contra as desigualdades, em favor dos mais pobres, levando a palavra de Deus e a fé de Nossa Senhora. Nosso país vive um momento muito difícil e a unidade, a tolerância e a busca pela paz é um exercício que nós temos que buscar fazer. Quem acompanha o trabalho e quem atua na Comunidade, sabe que ela cumpre um papel fundamental para melhorar nosso povo, as relações e para que as pessoas possam viver com mais paz”, afirmou o governador Paulo Câmara.

O presidente e fundador da Comunidade Obra de Maria, Gilberto Barbosa, detalhou que a associação está presente em 17 países e tem como objetivo promover a evangelização das pessoas e, acima de tudo, realizar ações sociais. “É uma alegria grande para o São João Solidário receber pessoas que valorizam nosso trabalho, como o governador Paulo Câmara, que veio nos prestigiar. Isso nos honra bastante”, destacou.

Acompanharam o governador o secretário e o executivo da Casa Civil, José Neto e Marcelo Canuto, respectivamente. Também participaram do evento o arcebispo de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido; e o presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), desembargador Adalberto de Oliveira Melo.

Outras Notícias

Água da transposição poderia representar acréscimo de 0,8% na conta de água dos pernambucanos

A secretária de Infraestrutura, Fernandha Batista, disse que o Estado vai absorver este custo durante 2021 por ser um período muito difícil JC Online O Estado de Pernambuco vai começar a pagar pela conta de água do projeto da Transposição do São Francisco em outubro. E, no primeiro momento, isso poderia representar um acréscimo de […]

A secretária de Infraestrutura, Fernandha Batista, disse que o Estado vai absorver este custo durante 2021 por ser um período muito difícil

JC Online

O Estado de Pernambuco vai começar a pagar pela conta de água do projeto da Transposição do São Francisco em outubro. E, no primeiro momento, isso poderia representar um acréscimo de 0,8% na conta de água dos pernambucanos, segundo simulações feitas pela Secretaria Estadual de Infraestrutura. “Isso não será repassado aos consumidores no ano de 2021, porque está sendo um período muito difícil. É inoportuno”, disse a secretaria estadual de Infraestrutura, Fernandha Batista.

O aumento na conta de água é autorizado, uma vez por ano, pela Agência Reguladora de Pernambuco (Arpe) baseado nas informações de despesas e investimentos apresentados pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). O último reajuste ocorreu em janeiro deste ano. Atualmente, cerca de 400 mil pernambucanos do semiárido usam a água deste projeto. Até o final deste ano, serão 800 mil usuários. 

A cobrança pelo custo de operação do projeto da transposição vai aumentar, gradativamente, nos próximos cinco anos. Pelo contrato firmado entre o governo federal e o governo estadual, somente 5% do custo total do projeto será cobrado aos Estados beneficiados em 2021, o primeiro ano de operação comercial do mesmo. 

No segundo ano (2022), serão cobrados 15%, indo para 35% no terceiro ano; 65% no quarto ano e 100% no quinto ano, em 2025. A preços de hoje, quando o Estado estiver pagando 100% desse custo isso poderia trazer um aumento de 3,5% na conta de todos os clientes da Compesa ou de 16% caso fosse cobrado somente dos consumidores do semiárido, segundo simulações da Seinfra.

“A nossa ideia é dividir esse custo por todos os consumidores da Compesa. Mas não estamos levando em conta esses percentuais, porque vamos pedir uma revisão desses custos no quarto ano da operação do projeto”, conta Fernandha, acrescentando que isso vai ser colocado no contrato que será assinado entre os representantes do Estado e do governo federal. 

ALERTA

O problema é que a maior despesa do projeto da transposição é um bem que o preço aumenta mais do que a inflação no Brasil: a energia elétrica. A conta de luz do projeto há chegou a ser estimada em R$ 600 milhões por ano, quando ele tivesse fornecendo toda a água prevista. 

Atualmente, ele fornece água para sete cidades de Pernambuco, algumas na Paraíba e outras no Ceará. A expectativa é de que 1,4 milhão de pessoas consuma a água transportada somente no Eixo Leste, um dos canais do projeto que começa em Floresta e vai até a cidade de Monteiro, na Paraíba.

Quanto mais gente usar, maior será o gasto da conta de energia. Além de Pernambuco, os Estados que vão pagar as despesas do projeto, proporcionalmente, são os que vão receber a água do mesmo: Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará. A transposição é formada por dois grandes canais: o Eixo Leste – citado no parágrafo acima – e o Norte, que capta a água em Cabrobó e segue até a região de Barro Branco, no Ceará, e também chega ao extremo oeste do Rio Grande do Norte. 

BARATEAR

“Os Estados estão querendo que o governo federal reduza o PIS cobrado na conta de energia do projeto, que tem que ser tratado como uma ação de desenvolvimento regional. Isso deixaria a conta de energia mais barata”, comenta Fernandha, acrescentando que esse assunto está tramitando num projeto de lei no Congresso Nacional. 

A única coisa que poderia tornar o custo da energia da transposição mais barata seria utilizar as áreas dos canais para gerar energia via radiação solar. Uma parte desta energia seria consumida pelo próprio projeto e poderia reduzir o custo operacional do projeto em até 80%, segundo informações apresentadas pelo então Ministério da Integração Nacional em dezembro de 2018.

O governo federal analisa esta possibilidade desde 2017, mas não saiu do papel. A geração de energia fotovoltaica poderia alcançar 3,54 gigawatts, segundo informações do ministério. Na época, o investimento seria de R$ 15,7 milhões, preço que está ultrapassado, pois uma das principais despesas neste tipo de empreendimento são as placas fotovoltaicas importadas que ficaram mais caras com a alta do dólar, a qual vem ocorrendo desde o ano passado.

E, mais uma vez, vai sobrar pra quem é mais pobre, os consumidores dos quatro Estados do Nordeste, bancarem os custos operacionais do projeto que é a única alternativa de água para uma parte setentrional da região. E tem outra: os Estados que não pagarem essa conta poderão ter a suspensão dos repasses do Fundo de Participação dos Estados (FPE).

Vereador Marcos Crente será eleito hoje Presidente da Câmara de Tabira

por Anchieta Santos Em eleição de chapa única, acontece nesta segunda (15) a eleição da nova mesa diretora da Câmara de vereadores de Tabira. Marcos Crente Presidente, Dra. Nely Sampaio 1ª Secretária e Aristóteles Monteiro 2º Secretário formam a chapa. A possibilidade é de que a chapa receba o voto de todos os integrantes da […]

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por Anchieta Santos

Em eleição de chapa única, acontece nesta segunda (15) a eleição da nova mesa diretora da Câmara de vereadores de Tabira. Marcos Crente Presidente, Dra. Nely Sampaio 1ª Secretária e Aristóteles Monteiro 2º Secretário formam a chapa.

A possibilidade é de que a chapa receba o voto de todos os integrantes da casa legislativa da Cidade das Tradições. Expectativa apenas para o voto do vereador Djalma das Almofadas que reclama a quebra de acordo da bancada de oposição para lhe apoiar.

Inscrições no Sisu são prorrogadas até domingo

As inscrições no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) foram prorrogadas até 22h59 do próximo domingo (27), no horário de Pernambuco. Inicialmente, o prazo acabaria nesta sexta-feira (25). O Ministério da Educação informou, por meio de nota, que a ampliação do período é para garantir o acesso e a inscrição de todos os estudantes. O resultado está […]

As inscrições no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) foram prorrogadas até 22h59 do próximo domingo (27), no horário de Pernambuco. Inicialmente, o prazo acabaria nesta sexta-feira (25). O Ministério da Educação informou, por meio de nota, que a ampliação do período é para garantir o acesso e a inscrição de todos os estudantes. O resultado está mantido para sair na segunda-feira (18).

O MEC decidiu também suspender a atualização das notas de corte cinco vezes ao dia. A partir desta quinta-feira (24), conforme o órgão, a divulgação só ocorrerá à zero hora, como acontecia em outras edições do sistema. Portanto, estão suspensas as atualizações das 7h, 12h, 17h30 e 20h.

As próximas atualizações das notas de corte só serão realizadas mais três vezes: à zero hora desta sexta-feira (25), do sábado (26) e do domingo, dia 27.

A  medida, diz o ministério, “foi adotada para não prejudicar os estudantes que ainda não realizaram sua inscrição e melhorar o acesso devido ao alto tráfego existente”. Desde que começaram as inscrições, na madrugada de terça-feira, houve muitas queixas dos candidatos que não conseguiam entrar na página.

O MEC assegura que o sistema está funcionando de forma estável nesta quinta-feira. “A  lentidão eventualmente registrada resulta do volume massivo de acessos simultâneos. O MEC continua realizando todos os procedimentos técnicos para que o sistema continue estável”, diz o ministério, em nota.

SEGURANÇA

Além da dificuldade em acessar o site, muitos estudantes relataram que estavam entrando na página de outros candidatos. Ao colocar senha e número de inscrição, o sistema direcionava para uma conta diferente.

JC Online

Prefeito de Iguaracy participa da inauguração de Cozinha Comunitária em Tuparetama

O prefeito de Iguaracy, Pedro Alves, participou no sábado (27) da inauguração da Cozinha Comunitária de Santa Rita, no município de Tuparetama. O ato contou com a presença da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra. A unidade integra o programa estadual voltado ao fortalecimento da segurança alimentar, com a oferta de refeições a famílias em situação […]

O prefeito de Iguaracy, Pedro Alves, participou no sábado (27) da inauguração da Cozinha Comunitária de Santa Rita, no município de Tuparetama. O ato contou com a presença da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra.

A unidade integra o programa estadual voltado ao fortalecimento da segurança alimentar, com a oferta de refeições a famílias em situação de vulnerabilidade.

Durante a solenidade, o prefeito destacou a importância da ação conjunta entre Estado e municípios.

“Estar ao lado da governadora Raquel Lyra em um momento como esse reforça nosso compromisso com políticas públicas que realmente chegam na ponta. Alimentação é um direito, e essa cozinha representa um passo importante na luta contra a fome e pela dignidade das pessoas”, afirmou.

A inauguração reuniu autoridades regionais, lideranças comunitárias e moradores. Entre os presentes, também esteve o ex-vereador de Iguaracy, Neguinho de Irajaí.

Vazão de Sobradinho cai a 600 metros cúbicos por segundo e pode prejudicar Adutora do Pajeú

O Reservatório de Sobradinho chegou à nova redução de vazão, agora com 600 metros cúbicos por segundo. Sobradinho funciona como reservatório de estabilização do sistema hidráulico de geração de energia e regulação dos demais reservatórios. O índice é tido como crítico e havia um grande receio de que se chegasse ao número. A notícia interessa […]

O Reservatório de Sobradinho chegou à nova redução de vazão, agora com 600 metros cúbicos por segundo. Sobradinho funciona como reservatório de estabilização do sistema hidráulico de geração de energia e regulação dos demais reservatórios. O índice é tido como crítico e havia um grande receio de que se chegasse ao número.

A notícia interessa também às cidades atendidas pela Adutora do Pajeú. “Todos os reservatórios tem uma relação direta com a vazão de Sobradinho. Quem estabiliza o reservatório de Itaparica, ponto de captação da Adutora da Pajeú  e consequentemente impacta todas as comunidades ribeirinhas ao longo do trecho até chegar a foz em Sergipe”, diz o Presidente do Conselho Municipal de meio Ambiente e integrante das discussões da Câmara Consultiva Regional do Comitê de Bacias do São Francisco, Elias Silva, ouvido pelo Blog.

O rio vem passando por uma situação crítica. A própria contribuição a lençóis freáticos ao longo do seu trecho passa por uma crise. “Essa contribuição vem diminuindo por causa de fatores como ausência de mata ciliar e exagerado número de perfurações de poços principalmente em regiões de grandes aquíferos subterrâneos como o do Urucuia e o do Jatobá.

“O aquífero do Jatobá em regiões como Ibimirim e Mirandinha, tinha poços de vazão superior a 100 mil litros. Hoje são vazões encontradas em poços cristalinos considerados de baixa vazão”, diz.

Para que se tenha ideia desse impacto, em novembro do ano passado, essa vazão já causava preocupação, quando reduzida de 800m3/s para 700 m3/s. Como Sobradinho é um lago estabilizador compromete o nível dos demais. Hoje a captação já é crítica, mas ainda não necessita de balsas flutuantes.

O nível já estava muito baixo, com a vazão em vazão de Sobradinho  a 900 metros cúbicos por segundo. Já foi de 1.300, 1.100 e 1.000. Em novembro do ano passado, chegou a  700. Com isso, as cidades sofrem, pois  o que chega está em níveis bem abaixo do mínimo proposto para manter o abastecimento.

Todas as cidades que dependem da Adutora para complementação ou como sistema principal são afetadas. Mas quão mais distante a cidade da captação, maiores as dificuldades, porque podem ocorrer outras intercorrências como problemas nas estações de bombeamento. A rede ainda é afetada pelos ramais, necessários para socorrer cidades em colapso total.

Elias Silva adverte: “Como a vazão de Sobradinho caiu para 600 m3/s o sistema de captação será repensado. Aí teremos uma grande possibilidade de ter o sistema Pajeú paralisado por dias pra implantar as balsas de captação flutuantes”.