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Custódia: vereador cobra concurso público

Por André Luis

O vereador de Custódia, Cristiano Dantas (MDB), divulgou vídeo em suas redes sociais afirmando que seguirá cobrando do prefeito Manuca (PSD) a realização de concurso público na cidade.

Cristiano alega, inclusive, que a realização do certame pode ajudar na sustentabilidade do Custoprev, que é o Fundo Previdenciário do Município de Custódia.

“Será nossa bandeira em 2023. Para maior eficiência no serviço público, e, principalmente pela sustentabilidade do CUSTOPREV”.

Cristiano diz que pautará o tema em todas as oportunidades que tiver, seja nas sessões, seja em outros espaços públicos. “Estou com o mesmo posicionamento, acredito na política como instrumento de transformação.”

Outras Notícias

Flores: Pagamento do Garantia Safra 2016/2017 está disponível

A Prefeitura de Flores, através da Secretaria de Agricultura informa aos beneficiários do Garantia-Safra que o pagamento de 2016/2017 já está disponível para saque nas Casas Lotéricas e Caixa Econômica Federal. Os pagamentos estão sendo realizados nas mesmas datas definidas pelo calendário de pagamento de benefícios sociais da Caixa Econômica Federal. A Prefeitura de Flores […]

A Prefeitura de Flores, através da Secretaria de Agricultura informa aos beneficiários do Garantia-Safra que o pagamento de 2016/2017 já está disponível para saque nas Casas Lotéricas e Caixa Econômica Federal.

Os pagamentos estão sendo realizados nas mesmas datas definidas pelo calendário de pagamento de benefícios sociais da Caixa Econômica Federal.

A Prefeitura de Flores quitou a contrapartida do município no valor total de R$ 93.585,00, o que irá garantir aos agricultores inscritos um benefício de R$ 850,00, a ser pago àqueles que sofreram perdas agrícolas provocadas pela estiagem em cinco parcelas de R$ 170,00.

Prefeito de Tabira formaliza adesão à REDESIM

O prefeito de Tabira, Flávio Marques, assinou nesta quinta-feira (20) o termo de adesão para a implantação da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (REDESIM). A ação ocorreu durante reunião com representantes da Junta Comercial do Estado de Pernambuco (JUCEPE), entre eles o secretário geral André Ayres […]

O prefeito de Tabira, Flávio Marques, assinou nesta quinta-feira (20) o termo de adesão para a implantação da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (REDESIM).

A ação ocorreu durante reunião com representantes da Junta Comercial do Estado de Pernambuco (JUCEPE), entre eles o secretário geral André Ayres Bezerra de Costa. A articulação foi conduzida pelo secretário municipal da Fazenda, Afonso Amaral.

Durante o encontro, a gestão municipal colocou à disposição uma equipe formada por servidores dos setores de Tributos, Contabilidade, Convênios e Administração. Eles participaram de um treinamento ministrado pela equipe técnica da JUCEPE, que vai permitir que o sistema seja operado diretamente pela Prefeitura, agilizando processos de abertura, alteração, baixa e licenciamento de empresas.

Disponibilizada gratuitamente pela JUCEPE, a REDESIM integra procedimentos entre órgãos municipais, estaduais e federais, garantindo mais agilidade e menos burocracia para quem deseja empreender. A adesão representa um avanço importante para Tabira, com impacto direto no fortalecimento da economia local.

Entre os benefícios previstos estão a criação de uma base de dados centralizada e compartilhada, o aumento da arrecadação por meio da formalização de novos negócios, a redução de custos operacionais e a modernização dos serviços públicos voltados ao setor empresarial. O sistema também assegura que nenhuma empresa seja aberta sem o conhecimento do município, ampliando o controle e a transparência das atividades econômicas.

Com a assinatura do Termo de Adesão, a Prefeitura inicia agora os procedimentos necessários para a instalação e o funcionamento da REDESIM no município.

Opinião: teto da AMUPE é respeitado por uns e ignorado por outros

Na opinião para as rádios Itapuama FM,  Pajeú FM e Cultura FM,  falo sobre a distorção após recomendação da AMUPE em relação ao teto para contratação de artistas. Tem prefeitos anunciando grades festivas dizendo que cumprirão a orientação da AMUPE e do TCE. As atrações têm cachês no limite de R$ 350 mil cada. Mas […]

Na opinião para as rádios Itapuama FM,  Pajeú FM e Cultura FM,  falo sobre a distorção após recomendação da AMUPE em relação ao teto para contratação de artistas.

Tem prefeitos anunciando grades festivas dizendo que cumprirão a orientação da AMUPE e do TCE. As atrações têm cachês no limite de R$ 350 mil cada. Mas tem cidades onde os gestores não estão nem aí.

Uma das questões é que o teto para shows trata-se de um acordo, um pacto, não uma obrigação. Ele foi feito justamente pela queixa de gestores cobrados por eventos, mas exaustos de cachês que sacrificam investimentos em outras áreas.

A ideia foi justamente criar um parâmetro e um discurso para que os gestores justifiquem não ter como gastar mais de R$ 350 mil por atração. Problema agora é que parte dos prefeitos é que tem furado o acordo. Têm prefeitos aderindo, outros não.

Deva Pessoa convoca população de Tuparetama para derrotar o que ele chama de “clã” liderado pelo prefeito

Como forma de justificar a sua candidatura a Prefeitura de Tuparetama, cidade que governou de 2013 a 2016, Deva Pessoa declarou a Rádio Cidade FM ontem que atendeu um chamamento do grupo político.  Garantiu que muito foi feito com ações prioritárias na saúde e educação, mas por ser uma época difícil, reconhece que ainda deixou […]

Como forma de justificar a sua candidatura a Prefeitura de Tuparetama, cidade que governou de 2013 a 2016, Deva Pessoa declarou a Rádio Cidade FM ontem que atendeu um chamamento do grupo político. 

Garantiu que muito foi feito com ações prioritárias na saúde e educação, mas por ser uma época difícil, reconhece que ainda deixou muito por fazer. 

Reclamou que Tuparetama que em 2016 tinha cerca de 8.300 eleitores e com tantos jovens que se tornaram aptos a votar a cidade perdeu para esta eleição 463 votos. Por isso disse não responsabilizar a população por sua derrota na disputa da reeleição, mesmo estando com a caneta na mão. 

Depois de prometer campanha propositiva, foi questionado por música de baixo nível que passou a circular nas redes sociais, logo após a entrevista do prefeito Sávio Torres ao programa Cidade Alerta. Deva disse que a Coordenação de Campanha não aprova a prática e que, ao mesmo tempo, não tem como coibir manifestações da militância. 

Entre outros questionamentos do apresentador, Deva respondeu à prática de não atender ligações, nem mesmo dos correligionários, a perda de aliados como alguns secretários que formaram em seu governo, a quebra dos protocolos de saúde na convenção, a possibilidade de ficar sem recursos do Fundo Partidário por não ter chapa de vereadores no PSD e duas contas rejeitadas em 4 anos de mandato.  

Tratando das contas, Deva disse que 2015 apresentou falhas orçamentárias e 2017 nem se sabe ainda quais são as possíveis irregularidades. Criticou o TCE de ter sentado sobre as contas de 2007 de seu adversário, com distorções gravíssimas, como fraude em licitações e crime de dolo nos repasses. 

Acusou a zona rural de estar abandonada, e que a única obra da atual gestão é uma escola em obras, cujo terreno até hoje não foi pago a proprietária. 

Sem citar o nome da vereadora Vandinha da Saúde, citou que a parlamentar deve explicações a sociedade por ter sido eleita no palanque da oposição e aderido ao governo. E disse que o povo não vai se deixar enganar com o Prefeito, que se em 12 anos não fez concurso publico, como promete agora? 

Enalteceu as ações realizadas durante sua gestão os prêmios Unicef e de Práticas Inovadoras. Aproveitou para defender a Câmara, que foi criticada por Sávio no dia anterior. Deva encerrou afirmando que ouvindo o povo e com transparência, vencerá a eleição derrotando o “clã que pensa ser dono de Tuparetama”.

Ministério Público Eleitoral opina por cassação de diplomas da chapa Sebastião Dias e Zé Amaral

Agora, análise será do TRE. Para Procurador, vice já era inelegível quando decidiu disputar e episódio afeta toda a chapa. Se entendimento prevalecer na votação final, Nicinha Brandino assumirá O Ministério Público Eleitoral emitiu parecer opinando pela procedência do Recurso Contra Expedição de Diploma da Coligação Frente Popular para Tabira Avançar e Maria Claudenice de […]

Segundo parecer do MPE, inelegibilidade de Zé Amaral também afeta Sebastião Dias

Agora, análise será do TRE. Para Procurador, vice já era inelegível quando decidiu disputar e episódio afeta toda a chapa. Se entendimento prevalecer na votação final, Nicinha Brandino assumirá

O Ministério Público Eleitoral emitiu parecer opinando pela procedência do Recurso Contra Expedição de Diploma da Coligação Frente Popular para Tabira Avançar e Maria Claudenice de Melo Cristóvão, Nicinha Brandino, contra a chapa eleita em Tabira, com Sebastião Dias Prefeito e José Amaral vice.

Como principal motivo, a alegação de inelegibilidade do vice, José Amaral por condenação vinculada à uma ação de improbidade administrativa. Dente as alegações da defesa de Sebastião e José Amaral através de seus advogados, a de que não ocorreu o trânsito em julgado da condenação, e não houve configuração de inelegibilidade porque o acórdão proferido pelo Tribunal de Justiça da Paraíba data de 17/05/2016, antes do registro da candidatura. Também alegam que, caso venha a ser essa a interpretação, a cassação do vice não atinge o titular, sendo “personalíssima”.

Zé Amaral foi alvo de ação envolvendo Luiz Diniz Sobreira, então prefeito de Santa Cruz, na Paraíba, que, segundo a denúncia, em 2015 pagou dívidas por meio fraudulento, usando cheques da prefeitura em nome do vice-prefeito eleito de Tabira e de Francisco Fernandez Filho. “Um cheque de R$ 2.500,00 foi emitido em nome de José Amaral Alves Morato e um de R$ 712,00 em nome de Francisco Fernandes Filho. Porém ambos os cheques foram depositados inexplicavelmente na conta de Expedito Lopes Filho, sem comprovação dos contratos firmados”.

Diz o procurador Antonio Carlos Campelo no seu parecer que a alegação inicial deve ser afastada, alegando que Zé Amaral fora condenado por colegiado, o que já geraria nota de inelegibilidade, tendo seu registro feito depois da condenação. “Por outro lado, verifica-se que houve a condenação na suspensão dos direitos políticos do vice-prefeito eleito, o qual não recorreu à decisão do TJPB”.

E segue em determinado trecho: “Assim, diante do trânsito em julgado, é decisão plenamente exequível (executável, realizável) ao requerido,  inclusive a suspensão dos direitos políticos. O recorrido não satisfaz todas as condições de elegibilidade, motivo pelo qual é cabível a cassação do seu diploma”.

O Procurador explica porque a decisão afeta a chapa inteira e não apenas o candidato a vice. “Se um dos integrantes da chapa majoritária, à data da eleição, encontrava-se impedido de concorrer, aplica-se o princípio da indivisibilidade. Verifica-se que o trânsito em julgado da condenação na suspensão dos direitos políticos ocorreu em 26/08/2016, data a partir da qual o candidato a vice deixou de preencher o requisito legal da elegibilidade. Isso significa que o referido candidato não poderia ter concorrido ao cargo público, não estando a chapa (inteira) apta a receber votos”.

Ele ainda acrescenta que, como a chapa vencedora e na opinião dele, apta a nulidade, não atingiu 50% dos votos, assume a segunda colocada, Maria Claudenice  Brandino, a Nicinha de Dinca. Não haverá, caso a sua leitura prevaleça no Tribunal, nova eleição.

E conclui: “Pelo exposto, opina o MPE pela procedência do pedido constante do Recurso Contra Expedição de Diploma (RCED), para que sejam cassados os diplomas dos Srs. Sebastião Dias Filho e José Amaral Alves Morato.

Ainda faltam importantes capítulos: registre-se, o parecer do MPE é opinativo. A palavra final será dos Desembargadores do Tribunal Regional Eleitoral, restando ainda o voto do relator, a análise da defesa e a discussão em plenário. Trata-se de derrota importante, mas não definitiva, pois ainda há muita água a rolar no debate jurídico do tema, inclusive com fases recursais no TSE, caso necessário.

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