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Paulo Câmara emite nota de pesar pelo falecimento de Gilberto Marques

Por André Luis

Pernambuco perdeu hoje um dos seus mais brilhantes advogados, o criminalista Gilberto Marques. Ele deixou para Pernambuco um precioso legado na área dos Direitos Humanos, como integrante da Comissão da Memória e Verdade Dom Hélder Câmara, que investigou crimes cometidos no Estado durante a ditadura militar. Quero, neste momento, externar o meu profundo pesar e minha solidariedade aos seus familiares, amigos e colegas.

Paulo Câmara

Governador de Pernambuco

Outras Notícias

Pajeú encerra período mais restritivo com disciplinamento de reabertura do comércio

Para o coordenador da 3ª Circunscrição Ministerial, Promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto, a Região do Pajeú encerra os cinco dias das medidas da quarentena mais restritivas, 24 a 28 de março, com atingimento da meta de retirar as pessoas das ruas e diminuir a pressão no sistema de saúde, especialmente demanda por leitos de […]

Para o coordenador da 3ª Circunscrição Ministerial, Promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto, a Região do Pajeú encerra os cinco dias das medidas da quarentena mais restritivas, 24 a 28 de março, com atingimento da meta de retirar as pessoas das ruas e diminuir a pressão no sistema de saúde, especialmente demanda por leitos de terapia intensiva. 

A partir da segunda-feira (29), os doze municípios do Pajeú, mais Sertânia no Moxotó, municípios que compõem a referida circunscrição ministerial passam a adotar estratégia a fim de disciplinar as filas e fluxo no comércio local reaberto (permitidos pelo Decreto Estadual vigente), para o devido cumprimento dos protocolos sanitários principais: distanciamento social, uso de máscara e higienização. 

Nesta nova fase, há uma atenção especial para os Bancos, lotéricas e os mercados, o “esforço coletivo conta com a participação do Ministério Público de Pernambuco, por meio das Promotorias Locais, Secretarias Municipais de Saúde e Vigilâncias Sanitárias, Guardas Municipais, Polícia Militar e Bombeiros Militares e Civis, além dos seguranças privados contratados pelas Prefeituras”, explicou o promotor Lúcio Almeida, coordenador da 3ª Circunscrição Ministerial.

Medidas mais restritivas (e não lockdown) – Os 13 municípios editaram ao mesmo tempo decretos, com igual teor, definindo medidas mais restritivas no período de 24 a 28 de março, com base nas orientações técnicas dos infectologistas da Fundação Oswaldo Cruz, que publicaram o Boletim Extraordinário, em 16 de março, afirmando ser este momento de enfrentamento da pandemia da Covid-19 a maior crise sanitária e de saúde da história do Brasil.

De fato, o que aconteceu foi a suspensão das atividades com atendimento presencial em todo o comércio, que vendeu com a modalidade “delivery”. Exceção para as atividades englobando todas de saúde, farmácias, postos e borracharias, transporte individual e mototaxistas.  Permaneceram também com funcionamento regular as atividades da construção civil e as industriais, sem atendimento presencial. 

Os principais fatos que fundamentaram a decisão dos prefeitos e promotores de Justiça da Região: 1) 100% de lotação dos leitos de UTI dos Hospitais de referência de Afogados da Ingazeira e de Serra Talhada, com fila no Estado; 2) Possibilidade de, em poucos dias, faltar oxigênio, anunciada pelo General Ridauto Fernandes, Diretor de Logística do Ministério da Saúde; e 3) Risco da falta de medicamentos, anunciado pelo Conselho Federal de Farmácia e outras entidades ligadas à Saúde – AMB, ANAHP, CONASS, entre outros.

“Verificou-se na região, que, mesmo depois da vigência da quarentena do Estado, com diversos estabelecimentos fechados, o povo continuava na rua. Isso gerou, de um lado, um impacto negativo na economia com situação de concorrência desleal, porque comerciantes ficaram com seu estabelecimento fechado, vendo outros abertos vender os mesmos produtos que eles comercializam. Por outro lado, na região, não se estava conseguindo atingir o objetivo esperado na saúde, com a retirada das pessoas da rua e o isolamento e distanciamento social esperados para causar a redução da transmissão do coronavírus pretendida. Nesse sentido, o que motivou a decisão, foi dar um tratamento mais linear e mais isonômico com as restrições e por menos tempo, em vez de ficar prorrogando indefinidamente as medidas, sem surtir o efeito almejado”, pontuou o coordenador da 3ª Circunscrição Ministerial. 

Por fim, ao analisar os cinco dias como medidas mais restritivas, o promotor de Justiça de Afogados da Ingazeira Lúcio de Almeida Neto afirmou que “seguramente, não houve qualquer outro município de Pernambuco com maior grau de isolamento do que os 13 municípios, da 3º Circunscrição, devendo ser desconsideradas notícias com base no monitoramento da empresa In Loco, que como já comunicado em nota oficial pelo MPPE, não monitorou o referido período em Pernambuco”.

treze municípios da 3ª Circunscrição Ministerial – Afogados da Ingazeira (sede), Iguaraci, Carnaíba, Quixaba, Itapetim, Brejinho, São José do Egito, Santa Terezinha, Sertânia, Tabira, Solidão, Tuparetama e Ingazeira.

A três anos do pleito, Diógenes Patriota lidera cenários em Tuparetama

O Instituto Múltipla realizou a primeira pesquisa com intenção de votos para Tuparetama em 2024. Apesar de faltar muita água para correr por baixo da ponte, o Instituto aferiu o cenário desenhado para esse pleito, quando o prefeito Sávio Torres não disputa a reeleição. Pelo levantamento, o vice Diógenes Gomes se destaca na largada da […]

O Instituto Múltipla realizou a primeira pesquisa com intenção de votos para Tuparetama em 2024.

Apesar de faltar muita água para correr por baixo da ponte, o Instituto aferiu o cenário desenhado para esse pleito, quando o prefeito Sávio Torres não disputa a reeleição.

Pelo levantamento, o vice Diógenes Gomes se destaca na largada da corrida, inclusive em uma simulação com o ex-prefeito Dêva Pessoa. Claro, ainda há trê anos para o pleito, mas o levantamento mostra cenário interessante.

A pesquisa foi feita dias 20 e 21 de novembro com 220 entrevistas. A margem de erro para mais ou menos é de 6,6%. Há avaliação administrativa e questões eleitorais. Foram 76% das entrevistas na cidade e 24% na zona rural.

No cenário 1, quando os candidatos são Diógenes Patriota e Moisés, o nome do Solidariedade tem 68,2% contra 14,5% de Moisés. Um total de 9,5% disseram votar branco ou nulo. Indecisos e não opinaram são 7,8%.

No cenário 2, quando os candidatos são Diógenes Patriota e Domênico Perazzo, Diógenes vai a 70,9%% contra 9,5% de Perazzo. Um total de 12,7% disseram votar branco ou nulo. Indecisos e não opinaram são 6,9%.

No cenário 3, foram apresentados Diógenes Patriota e Deva Pessoa. Diógenes tem 60% contra 28,2% de Dêva. Um total de 6,8% disseram votar branco ou nulo. Indecisos e não opinaram são 5%.

Marília lidera pra governadora – apesar de ter poucas chances de ser candidata pelo PT, Marília Arraes lidera o cenário espontâneo para governadora. Ela tem 28,6%, contra 8,2% de Raquel Lira, 2,3% de Anderson Ferreira, 1,8% de Geraldo Júlio, 1,4% de Gilson machado Neto e Miguel Coelho. Brancos e nulos são 16,4%. Indecisos ou não opinaram são 39,9%.

Para presidente, o ex-presidente Lula chega a 82,7% das intenções de voto contra apenas 5,5% do presidente Jair Bolsonaro. Ciro Gomes tem 2,7%; Sérgio Moro tem 1,8%; brancos e nulos são 4,1% e não pinaram ou estão indecisos apenas 3,2%.

Aprovação de Sávio Torres: a aprovação da gestão do prefeito do PTB chega  a 76,8%. Já 15,5% desaprovam e 7,7% não opinaram.

Quando a população é chamada a classificar a gestão,  31,4% acham o governo ótimo, 38,2% o consideram bom, 20% dizem ser regular, 2,3% ruim, 5,5% péssimo e 2,6% não opinaram.

Auxílio para agricultores familiares é aprovado na Câmara e vai ao Senado

Brasil de Fato A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (20) o projeto de lei para socorrer agricultores familiares enquanto perdurar a crise da covid-19. A proposta prevê pagamento de R$ 3 mil, em parcela única, para agricultores que não tenham recebido o auxílio emergencial aprovado pelo Congresso em abril. Para mulheres agriculturas chefes de família, o valor […]

Brasil de Fato

A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (20) o projeto de lei para socorrer agricultores familiares enquanto perdurar a crise da covid-19.

A proposta prevê pagamento de R$ 3 mil, em parcela única, para agricultores que não tenham recebido o auxílio emergencial aprovado pelo Congresso em abril. Para mulheres agriculturas chefes de família, o valor é de R$ 6 mil, também em uma só parcela.

Além do auxílio, o PL garante a criação de um plano de ajuda financeira a agricultores familiares que implantarem projetos elaborados por Serviço de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater).

Assim, permite-se a construção de cisternas ou outras tecnologias de acesso à água para consumo humano e a produção de alimentos por famílias atingidas pela seca.

Também estão contempladas no texto políticas de renegociação de dívidas, como a prorrogação por um ano de parcelas vencidas do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e de operações de crédito rural, tanto em bancos comuns como por meio do Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF).

O texto também autoriza o Conselho Monetário Nacional a criar linhas de crédito específicas aos agricultores familiares, permitindo manter os níveis de produção e abastecimento alimentar.

O PL 735/2020 de autoria dos deputados Paulo Pimenta (PT/RS) e Enio Verri (PT/PR) foi aprovado na Câmara após intensa pressão dos movimentos sociais. Por semanas, a votação do PL foi adiada.

Um dos principais obstáculos era a posição da equipe econômica do governo Bolsonaro, relutante em liberar mais verbas. Os agricultores familiares, entretanto, não figuram entre os grupos atendidos pelas políticas de auxílio emergencial do governo Bolsonaro.

Apesar de desprotegidos pelo governo, estes agricultores produzem 70% dos alimentos consumido no país. Por isso, a  demora em votar a medida trazia “enorme angústia em virtude do cenário enfrentado pelas populações do campo”, afirmaram movimentos ligados à questão agrária em carta aberta.

Estas organizações – Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Movimento Pela Soberania Popular da Mineração (MAM), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) e Articulação Semiárido Brasileiro (ASA) – promoveram nesta segunda (20) um tuitaço com as hashtags #PL735 #PL735contrafome para dar visibilidade ao tema.

A matéria segue agora para análise no Senado Federal. Se aprovada, vai para sanção presidencial.

Após discurso de Lula, Bolsonaro muda o tom sobre a vacina

Foto: Alan Santos/PR Durante evento no Palácio do Planalto, nesta quarta-feira (10), Bolsonaro até usou máscara Durante cerimônia para sancionar a lei que facilita a compra de vacinas contra a Covid-19, nesta quarta-feira (10), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) mudou o seu discurso sobre o imunizante. Além da mudança de tom, o chefe do […]

Foto: Alan Santos/PR

Durante evento no Palácio do Planalto, nesta quarta-feira (10), Bolsonaro até usou máscara

Durante cerimônia para sancionar a lei que facilita a compra de vacinas contra a Covid-19, nesta quarta-feira (10), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) mudou o seu discurso sobre o imunizante. Além da mudança de tom, o chefe do Executivo, que questiona a eficácia do uso da máscara no combate ao coronavírus, e seus ministros apareceram de máscaras no salão do Palácio do Planalto. As informações são da Folha de Pernambuco.

Até para discursar, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e o presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres, permaneceram usando o equipamento de proteção. Normalmente, Bolsonaro e seus ministros não utilizam máscaras em eventos.

A mudança pública ocorreu após o ex-presidente Lula (PT) fazer críticas ao governo federal sobre a condução da crise sanitária e ainda mandar os brasileiros não fazerem nada que o presidente manda. 

Ainda pela manhã, Bolsonaro chegou a afirmar aos seus apoiadores que comprou a vacina em agosto do ano passado, quando assinou Medida Provisória (MP) que abriu crédito para 100 milhões de doses do imunizante da AstraZenaca e alegou que não é negacionista e nem contra as vacinas.

Análise

Para o cientista político Alex Ribeiro, a mudança do discurso do presidente Bolsonaro se dá estrategicamente devido uma ameça política. “Com a elegibilidade do ex-presidente Lula a oposição preenche um vácuo na corrida eleitoral de 2022. Pelo menos, teoricamente. Isso se dar por alguns fatores como, a falta de lideranças no País para confrontar Bolsonaro, seja no campo da esquerda ou no centro; e pela figura de Lula ser mais representativa do que o PT, ou seja, o anti-petismo hoje é maior que o anti-lulismo”, destacou.

Já na avaliação do cientista político Antônio Lucena, a equipe do presidente percebeu que o discurso da vacina “garante voto” e agora o governo está correndo atrás do prejuízo. 

“Aquele discurso de negação de vacina passou a ser um discurso de afirmação a vacina. Então esse processo colocou, digamos assim, uma pressão maior em cima do próprio governo federal”, explicou.

Gasolina a R$ 2,60 em Petrolina é disputada a peso de ouro e já rende até reclamações em filas

Blog do Carlos Brito Quase quatro horas depois da ação entre o Prodecon e o Sindicombustíveis, que viabilizou o litro da gasolina a R$ 2,60 em 16 postos de Petrolina, a movimentação ainda é grande na cidade. Os carros e motos que foram abastecer no Posto Orla 2 começaram a chegar logo cedo. Às 6h30 […]

Ação formou filas enormes. Foto: Blog do Carlos Britto

Blog do Carlos Brito

Quase quatro horas depois da ação entre o Prodecon e o Sindicombustíveis, que viabilizou o litro da gasolina a R$ 2,60 em 16 postos de Petrolina, a movimentação ainda é grande na cidade. Os carros e motos que foram abastecer no Posto Orla 2 começaram a chegar logo cedo. Às 6h30 já havia mais de 100 veículos na fila. Devido ao limite de senhas, vários motoristas retardatários tiveram que procurar outros dos 16 postos que estão participando da campanha do ‘Dia sem Imposto’.

Por volta das 9h, a fila continuava grande: metade dos veículos não tinha sido atendidos ainda, conforme apurado pela reportagem do Blog. Também houve posto que colocou uma placa no último veículo da fila para informar que a ação encerrava-se ali.

Enquanto isso, a Autarquia Municipal de Mobilidade (AMMPLA) recebeu reclamações de que os motoristas da fila estavam obstruindo a passagem próximo ao viaduto. Um PM e um agente reordenaram os veículos para liberar o fluxo para os demais populares.