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Patriota inaugura Centro Integrado de segurança sem João Lyra

Por Nill Júnior

files_10533_tn_20140610201943c14fAgora é oficial: o Governador João Lyra não vem mais a Afogados da Ingazeira para a inauguração amanhã da área integrada de Segurança.

A agenda do governador definida anteriormente não pode ser alterada. A informação é do comunicador Anchieta Santos no programa Rádio Vivo.

O Secretario de Defesa Social Alessandro Carvalho Liberato de Mattos representará o governo do estado e ao lado do Prefeito Patriota fará a inauguração.

Outras Notícias

Lucas Ramos mais cotado para Estadual de Carlos Evandro

Nos bastidores da Exposerra, pelo que o blog apurou, Lucas Ramos,  filho do ex-secretário e atual Conselheiro do TCE Ranilson Ramos, é o nome mais cotado para ser anunciado pelo ex-prefeito de Serra Talhada, Carlos Evandro (PSB). Apenas alguns detalhes estariam sendo amarrados para o anúncio, que deve acontecer até esta segunda-feira. De qualquer forma, […]

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Nos bastidores da Exposerra, pelo que o blog apurou, Lucas Ramos,  filho do ex-secretário e atual Conselheiro do TCE Ranilson Ramos, é o nome mais cotado para ser anunciado pelo ex-prefeito de Serra Talhada, Carlos Evandro (PSB).

Apenas alguns detalhes estariam sendo amarrados para o anúncio, que deve acontecer até esta segunda-feira. De qualquer forma, as recentes mudanças de rumo do socialista ainda abrem margem para mais especulações.

Carlos falou ao blog quando acompanhou os candidatos socialistas Paulo Câmara e Fernando Bezerra Coelho e falou ao blog sobre a questão. “Vou anunciar neste sábado”, resumiu-se a dizer. Quando perguntado se o nome seria mesmo o de Lucas Ramos disse que “era um nome forte”. Ele adiantou que já foi procurado por inúmeros candidatos em busca de seu apoio, como o blog antecipou. “Só hoje recebi ligações de Rodrigo Novaes, Romário Dias, Manuca de Custódia e Anchieta Patriota”, revelou.

Vale lembrar que Carlos Evandro em um período muito curto anunciou sua candidatura a Estadual, recuou por conta da presença do nome na lista de gestores com contas reprovadas entregue pelo TCE ao TRE, anunciou apoio a Rogério Leão, deixou o apoio e disse que em 24 horas anunciaria o novo nome, em prazo que venceu esta manhã.

Virou hit : na Rádio A Voz do Sertão, o assunto foi tratado com humor pelo radialista Francys Maya. Nas vezes em que anuncia que ouvirá o ex-prefeito, Maya elegeu tema próprio para a conversa. É um trecho da música “Já sei Namorar”, de Tribalistas. O trecho diz: não sou de ninguém/eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também… “Até ele acha engraçada a música, garante o comunicador”.

Em Tabira, mesmo em crise, prefeitura antecipa 50% do 13% dos professores‏

O prefeito de Tabira, Sebastião Dias (PTB) autorizou a Secretaria de Educação a antecipar 50% do 13% salário dos professores da rede municipal de ensino para o dia do professor. A secretária de educação, professora Aracelis Batista, juntamente com a diretora de finanças, professora Lúcia Santos, em reunião com a equipe, estabeleceu ainda uma  programação […]

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O prefeito de Tabira, Sebastião Dias (PTB) autorizou a Secretaria de Educação a antecipar 50% do 13% salário dos professores da rede municipal de ensino para o dia do professor.

A secretária de educação, professora Aracelis Batista, juntamente com a diretora de finanças, professora Lúcia Santos, em reunião com a equipe, estabeleceu ainda uma  programação para contemplar o professorado, no mês de outubro.

Além da antecipação de 50% do 13% salário dia 13, haverá Festa no Clube de Campo ao som de Tuninho dos teclados dia 14 e alvorada em homenagem a todos os professores de Tabira dia 15.

O prefeito Sebastião Dias aproveitou o anúncio para parabenizar a equipe da secretaria de educação pelo empenho e a todos os profissionais da educação, em especial aos professores pelo trabalho, dedicação e comprometimento. “Tabira tem uma boa equipe de profissionais que se desdobram e precisamos reconhecer o esforço de todos” elogiou.

“Aqui nós buscamos e fazemos, sem medir esforços, tudo o que está ao nosso alcance para melhorar o atendimento aos colegas professores”, destacou a secretária Aracelis Batista.

José Pimentel: “É desse Ariano que eu gostaria de falar, o Ariano humano, simples”

por Bruna Verlene Na tarde desta sexta (25) o Blog foi recebido por um dos mestres do teatro Pernambucano, José Pimentel. Em entrevista exclusiva, Pimentel falou sobre os desafios e o convite para dirigir “O Massacre de Angicos, a morte de Lampião”, ele falou ainda sobre sua demissão de Nova Jerusalém e sua amizade com […]

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por Bruna Verlene

Na tarde desta sexta (25) o Blog foi recebido por um dos mestres do teatro Pernambucano, José Pimentel. Em entrevista exclusiva, Pimentel falou sobre os desafios e o convite para dirigir “O Massacre de Angicos, a morte de Lampião”, ele falou ainda sobre sua demissão de Nova Jerusalém e sua amizade com Ariano Suassuna.

Pimentel como você recebeu o convite de Anildomá Williams e Cleonice para dirigir “O Massacre de Angicos” ?

Faz tempo, eu tinha vindo aqui a convite deles também para participar de um festival de teatro para ser jurado e ia dar uma oficina também, então meu conhecimento em Serra Talhada começou por aí. Um ano depois, dois anos, não me lembro mais, Domá me procura para dirigir um espetáculo dele, no começo ainda fiquei meio assim, porque eu não gosto de dirigir teatro ao ar livre, eu gosto de dirigir um texto que eu faço, porque eu já fico imaginando cenário, como vai ser isso aquilo, então era um desafio, um texto alheio, mas vim embora para cá.

Peguei um texto, fiz uma ligeira adaptação para servir, porque eu tinha que fazer um espetáculo, eu digo sempre que texto de teatro enquanto não é montado é literatura. Então, vim para cá e comecei a cuidar do espetáculo, e graças a Deus deu certo, hoje a gente já tá no terceiro ano é um sucesso e que ninguém pode negar.

Qual foi o seu maior desafio no espetáculo?

Primeiro atores que eu não conhecia, mesmo alguns atores do Recife que estavam no elenco, o elenco também já tinha sido mais ou menos arranjado aqui. Eu tive que ajeitar esse elenco, a experiência de alguns, como a Maria Bonita, a Roberta Aureliano, e outros que vinheram do Recife, mas o restante era um pessoal daqui que não conhecia esse tipo de teatro, que é um teatro dublado, um teatro ao ar livre, e a dublagem nem todo ator consegui fazer a dublagem, é um problema de ritmo, se o ator não tem o ritmo interno dele, ele dificilmente vai conseguir dublar. Mas eu tive sorte nisso, os atores daqui conseguiram.

Aí eu vim, teve um cronograma complicado, vim uma primeira vez para ensaiá-los e depois ir para o estúdio e gravar, depois tive que colocar trilha sonoras, músicas, acordes e tudo que compõe um espetáculo. E depois disso eu voltei aqui para ensaiar as marcas, já tinha as vozes, e aí eles tomaram um susto, porque quem dava o ritmo era eu, há essa pausa tá muito grande, e ia lá no computador e cortava ou aumentava, agora eu estava pensando  no espetáculo, na concepção do espetáculo.

Quando voltei foi uma surpresa, porque eles dublaram bem, e aí comecei a fazer as marcas. Os cenários eu já tinha uma ideia do que precisava, depois uma iluminação boa, porque em um espetáculo desse você tem que se agarrar a profissionais, você tem que usar equipamentos bons, um espetáculo desse é complicado, e era a primeira vez, e havia uma responsabilidade sobre os meus ombros, e dar vida há um texto de Anildomá, eu acredito que correu tudo bem, consegui ajustar as equipes, tanto de atores e atrizes, quanto a de infraestrutura, mas até nisso eu tive sorte.

A primeira vez que eu vim eu fui entrevistado em rádio, eu disse até um coisa presunçosa, a gente vai estar fazendo o melhor espetáculo do sertão Pernambucano, mas eu fui além, e eu não conheço outro espetáculo parecido, então eu disse dos sertões. Aí a profecia se cumpriu e hoje a gente está fazendo o melhor e maior espetáculo.

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Ao acrescentar a última cena, onde Lampião “ressuscita”, houve toda uma polêmica, qual foi a mensagem que vocês quiserem passar?

Eu acho que por eu ter feito a Paixão de Cristo e ter um elevador, as pessoas ligaram isso a ressurreição, só que não tem nada haver com isso. O texto no final diz, “o homem morreu, mas o mito se eternizou”, Ariano morreu mas a sua memória e as suas obras vão ser lembradas, Lampião vai ser lembrado pelas coisas más e boas que ele fez.

A polêmica eu acho que existe, ela ficou, era um desejo de Domá, e eu disse a ele você tem criar uma polêmica no seu texto, e eu como diretor não podia ir além, aí você mexe com a base do texto. A música de Amelinha por exemplo, eu não poderia colocar só porque era mais sertaneja, antes era uma música Francesa, e que todos já sabiam o que ia acontecer, então eu peguei só a parte que fala de Lampião, e criei uma cena em cima disso.

A cena final o elenco entra todo em cena, uma coisa meio louca, que eu misturo realidade, com fantasias, e depois eu disponho todos eles de uma ponta a outra do cenário, até para o publico ter ideia da grandiosidade do que a gente está fazendo.

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 O porque de deixar Nova Jerusalém?

Eu não deixei Nova Jerusalém, eu fui demitido. É uma história que eu ainda conto um dia antes de morre, ainda espero ter tempo e paciência para escrever um livro sobre isso, porque ninguém sabe direito a história. Eu não sair porque quis, eu fazia parte da sociedade, era o diretor do espetáculo, fazia Cristo, fiz Pilatos, fiz demônios.

Fiz Cristo por uma necessidade, porque o ator Carlos Reis não queria mais fazer. Um ano implorei para ele fazer o Cristo, e isso foi na minha casa. No ano seguinte eu disse Plínio, Carlos é muito interesseiro diz aí um valor para oferecer a ele, e foi na minha casa de novo, e era um cachê jamais pago em Nova Jerusalém, e Carlos aceitou.

No outro ano, Carlos Reis chega no primeiro ensaio com um rapaz dizendo, “está aqui o Cristo, já ensaiei e ele está prontinho”, eu parei e disse como é rapaz? Devia ter falado comigo primeiro, e aí foi um ano terrível, todo grupo ficou contra a mim, mas como eu sou brigador eu fui lá e fiz o Cristo, e nesse ano quando terminou o espetáculo eu chorei feito um “bezerro desmamado”.

A minha saída foi terrível também, era uma sexta, todo mundo reunido em Nova Jerusalém. Eu disse olhe, vocês tão brigando tanto, e eu faço parte da sociedade, então vou dirigir os atores que vocês querem, aí ficou acertado que eu iria viajar para o Rio de Janeiro para ensaiar os atores. Quando foi na segunda liguei para Nova Jerusalém, e quem atendeu foi o filho de Plínio, e ele perguntou o que eu queria, e eu disse eu quero acertar com ele a minha viajem pro Rio, e o filho de Plínio respondeu que ele não estava.

Quando foi meio dia, Tibi, que cuida dos cenários daqui de Serra Talhada e de Nova Jerusalém, me liga dizendo que eu não era mais o diretor do espetáculo, e eu disse que a ele não estava tudo certo, e Tibi disse que Plínio falou que eu ia causar problemas.

Um jornalista depois foi e publicou que eu ia pedir demissão, e Plínio depois me enviou uma carta dizendo que aceitava o meu pedido de demissão, querendo mudar toda história.

Ariano Suassuna – Ao ser perguntado sobre a importância de Ariano Suassuna na sua vida José Pimentel, foi  enfático ao recordar da sua história de guando saiu de Sertânia, e que devido a morte do seu pai ter ido para o Recife, e ao chegar lá foi estudar na Escola Comércio Prático, onde o seu professor de Português era Ariano Suassuna.

“Ariano soube da minha história, e me colocou para fazer a chamada nos dias das aulas dele, e com isso ele me dava um dinheiro para me ajudar”.

Pimentel relata que antes de terminar os estudos na Escola de Comércio, Ariano lhe disse que tinha um emprego, com três engenheiros amigos dele, “eu fazia de tudo nessa empresa de construção”, declarou Pimentel.

Após um certo tempo distante de Ariano, aparece a oportunidade para estrear “O Auto da Compadecida”, peça montada pelo Teatro Adolescente do Recife, onde houve a reaproximação dos dois.

“Quando eu escrevi meu primeiro poema, eu levei para Ariano, e aí o professor de estética, uma aula do que era poesia. Eu disse Ariano e teatro, ele disse, está aqui esse conto de Balzac teatralize, aí inventei umas coisas para solucionar, levei para ele e ele disse é por aí”, declarou Pimentel.

Qualquer livro de peça de teatro de Ariano que você pegar vai está o meu nome, como o criador de Benedito, João Grilo.

“Ninguém conhece o homem Ariano como eu conheço. O meu primeiro dicionário quem me deu foi ele, com uma dedicatória “arretada”, e é desse Ariano que eu gostaria de falar, o Ariano humano, simples”.

Arcoverde: vereadores justificam ausência em sessão

Da Itapuama FM A sessão da Câmara Municipal de Arcoverde desta segunda-feira, 11 de maio, foi marcada pela ausência de cinco parlamentares. Em nota enviada à reportagem da Itapuama FM, o vereador Rodrigo Rôa detalhou os motivos que levaram o bloco governista a faltar à reunião plenária, classificando a organização do evento como uma tentativa […]

Da Itapuama FM

A sessão da Câmara Municipal de Arcoverde desta segunda-feira, 11 de maio, foi marcada pela ausência de cinco parlamentares.

Em nota enviada à reportagem da Itapuama FM, o vereador Rodrigo Rôa detalhou os motivos que levaram o bloco governista a faltar à reunião plenária, classificando a organização do evento como uma tentativa de transformar a Casa James Pacheco em um “espetáculo político” para promoção pessoal.

​De acordo com o parlamentar, a decisão foi tomada em conjunto com os outros quatro vereadores ausentes: Célia Galindo, Luiza Margarida, Paulinho Galindo e Wellington Siqueira.

O grupo critica a estrutura montada para a sessão, que incluiu a presença de parlamentares de outras cidades e a instalação de um telão na área externa do prédio legislativo — medida considerada inédita e desnecessária pelos críticos.

​Na nota, Rôa enfatiza que o Legislativo deve focar nos interesses da população e não em “entretenimento” ou “ataques e tensionamentos”.

O vereador argumentou que o ambiente criado para a sessão fugia da normalidade democrática.

​”A Casa James Pacheco é do povo, não é palco para promoção pessoal de ninguém. A mobilização feita transformou uma sessão legislativa em um espetáculo político”, afirmou o vereador.

​Outro ponto crucial para o esvaziamento da bancada foi a informação, recebida antecipadamente pelos parlamentares, de que a tribuna seria utilizada para proferir ataques diretos à instituição e aos próprios membros do Legislativo.

Diante do cenário de possível hostilidade, o grupo entendeu que a ausência seria a medida mais “coerente” para preservar a seriedade do cargo.

​Os vereadores signatários da decisão reforçaram que continuarão a exercer seus mandatos com foco na fiscalização e na apresentação de projetos, mas que não compactuam com o que chamaram de “ambiente de ataques”.

Carro de Alcymar Monteiro furtado em Patos

O cantor Alcymar Monteiro teve o veículo furtado na madrugada desse domingo (20) em Patos, na Paraíba. O crime ocorreu em frente a um hotel onde o artista estava hospedado. Ele e a equipe estavam dormindo no local após um show da cidade de Catingueira, no mesmo Estado. A produção do cantor confirmou o caso, […]

O cantor Alcymar Monteiro teve o veículo furtado na madrugada desse domingo (20) em Patos, na Paraíba. O crime ocorreu em frente a um hotel onde o artista estava hospedado.

Ele e a equipe estavam dormindo no local após um show da cidade de Catingueira, no mesmo Estado. A produção do cantor confirmou o caso, mas não deu maiores detalhes do ocorrido.

A Polícia Civil paraibana teve acesso a imagens das câmeras de segurança nas proximidades do hotel, que registraram o momento do furto.

O carro, modelo Ford Ranger, foi levado por uma mulher, ainda não identificada. Ela sai de outro carro, onde estariam outros comparsas. Depois, destravou o veículo sem maiores dificuldades e levou o carro embora, dirigindo