Parceria entre prefeitura e Clisertão incentiva leitura nas escolas municipais de Petrolina
A Prefeitura de Petrolina vem buscando alternativas para incentivar as boas práticas ligadas à literatura. Exemplo disso, foi uma parceria entre as escolas municipais e o Congresso Internacional do Livro, Leitura e Literatura do Sertão (Clisertão) que promove até esta sexta-feira (11) diversas atividades educativas abertas ao público.
Durante o evento, estão sendo realizadas nas unidades escolares, minicursos, palestras, cordel, debates, doação de livros, apresentação de trabalhos e atividades lúdicas para crianças. Uma dessas atividades conta com a presença da turminha ‘Ser-Tão Literário’ da Secretaria de Educação do município. A turma é composta por professores que dão vida à família de bonecos: Vovó Ótima, Tia Última e os primos Pedro e Lina. A turma compartilha contos, anedotas, músicas e fábulas de forma criativa para envolver as crianças no mundo literário.
Para a diretora de Ensino da Sedu, Joelma Reis, a parceria do município com o Clisertão é uma ação que auxilia no processo de alfabetização das crianças e faz o município se tornar mais leitor. “Todas as atividades direcionadas aos pequenos da rede municipal e estadual têm o objetivo de tornar a vivência deles com a leitura mais prazerosa. E para os adultos visitantes, acreditar que os livros têm capacidade de ampliar a visão de mundo, e que isso abre portas”, conclui a diretora.




A Feira de Negócios do Alto Pajeú – FENAP 2024, realizada pela CDL/ACIAGRO, em parceria com o SEBRAE foi realizada nos dias 12 a 14 de setembro na cidade de São José do Egito e superou as expectativas de público e movimentação econômica. Foram mais de 30 mil visitantes e cerca de R$ 4,3mi em negócios concretizados ou prospectados para curto prazo.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, nesta segunda-feira (20/1), que o Brasil precisa mais do país que os americanos do aliado. A afirmação foi realizada a jornalistas durante a assinatura dos primeiros atos de governo do republicano.

Empolgado com a publicação, Adreildo, de 46 anos diz que nunca imaginou em ter um texto de sua autoria num livro com circulação nacional. “É gratificante e emocionante saber que minha história e de vários outros companheiros está sendo lida por tanta gente. Só tenho a agradecer aos professores e ao Instituto pela oportunidade”, concluiu.
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