Pandemia não acabou: Serra Talhada ultrapassa 170 mortes por Covid-19
Por Nill Júnior
A Secretaria de Saúde de Serra Talhada informou no boletim epidemiológico desta segunda-feira (26/07) que o município atingiu a marca dos 9.858 pacientes recuperados da Covid-19.
Foram confirmados 13 novos casos positivos da doença nas últimas 72h, sendo seis pacientes do sexo masculino e sete do sexo feminino, com idades entre um e 75 anos. Os novos casos foram diagnosticados através de quatro Swabs, um exame particular e oito testes rápidos.
O município tem 57 casos em investigação, 10.078 casos confirmados,
50.932 casos descartados, 39 pacientes em tratamento domiciliar, 10 pacientes em internamento hospitalar, 49 casos ativos e 171 óbitos.
Foram registrados mais dois óbitos, fazendo a cidade romper o número de 170 mortes. Um deles, de um paciente de 75 anos, morador do Ipsep. Comorbidades (diabetes, doença cardiovascular crônica e doença de chagas). Faleceu no dia 25/07/21, no Hospital Eduardo Campos – HEC.
O Óbito 171 é de paciente do sexo feminino, 40 anos, moradora do bairro Vila Bela. Comorbidades (hipertensão, diabetes e obesidade). Faleceu no dia 25/07/21, no Hospam.
A cidade de Serra Talhada tem hoje um total de 28 pacientes internados, incluindo pacientes de Serra Talhada e de outras cidades pernambucanas.
O Hospital Eduardo Campos está com 26% de ocupação dos leitos de UTI, com 21 pacientes internados, sendo 06 serra-talhadenses. Há 02 pacientes na enfermaria da unidade, sendo 01 serra-talhadense.
O HOSPAM está com 40% de ocupação, com 04 pacientes na UTI, sendo 04 serra-talhadenses. Há 01 paciente serra-talhadense na enfermaria da unidade.
Nos Leitos de Retaguarda do Hospital São José não há nenhum serra-talhadense internado.
Portanto, são 10 serra-talhadenses internados na rede pública de Serra Talhada, sendo oito em leitos de UTI.
Cumprindo agenda em Serra Talhada, um dos principais compromissos do deputado federal Sebastião Oliveira, nesta sexta-feira (16), foi acompanhar o governador Paulo Câmara durante a inauguração da nova sede da UPE. O parlamentar, que é formado em medicina pela própria UPE e também foi professor da instituição de ensino, que é uma das mais importantes […]
Cumprindo agenda em Serra Talhada, um dos principais compromissos do deputado federal Sebastião Oliveira, nesta sexta-feira (16), foi acompanhar o governador Paulo Câmara durante a inauguração da nova sede da UPE.
O parlamentar, que é formado em medicina pela própria UPE e também foi professor da instituição de ensino, que é uma das mais importantes do estado na área de saúde, relembrou os caminhos trilhados para que a ideia de levar o curso de medicina à Capital do Xaxado saísse do papel para se tornar realidade. Sebastião explicou que a jornada vitoriosa iniciou, em 2006, na primeira gestão do governador Eduardo Campos.
“Muitas mãos ajudaram a construir esse sonho. Tenho orgulho de fazer parte do time, junto com Inocêncio Oliveira e outras lideranças políticas, que trabalhou à época para que Serra Talhada fosse contemplada com uma unidade da UPE. Tive a honra de ter participado da aula inaugural e de voltar aqui, hoje, para participar desta entrega tão importante. Já posso encerrar a minha carreira de homem púbico, com muita honra, dignidade e felicidade. O povo sertanejo não precisa ir longe para se tornar doutor”, ressaltou o emocionado Sebá.
G1 O Juiz Sérgio Moro negou, nesta terça-feira (18), que tenha havido omissões, obscuridades ou contradições na sentença quecondenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Lula pode recorrer em liberdade. Na Operação Lava Jato, o ex-presidente foi condenado no processo que investigou se o triplex em Guarujá, […]
O Juiz Sérgio Moro negou, nesta terça-feira (18), que tenha havido omissões, obscuridades ou contradições na sentença quecondenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Lula pode recorrer em liberdade.
Na Operação Lava Jato, o ex-presidente foi condenado no processo que investigou se o triplex em Guarujá, no litoral de São Paulo, era propina paga pela OAS a Lula por meio de contratos firmados pela empresa na Petrobras.
Lula negou as acusações. Na avaliação dos advogados que o representam, Moro teve atuação política na sentença. Esta foi a primeira vez na história que um ex-ocupante da Presidência foi condenado por um crime comum no Brasil.
Depois da sentença, a defesa do ex-presidente, então, solicitou esclarecimentos sobre 10 tópicos da decisão de Moro. Esse recurso apresentado chama-se “embargos de declaração” e é usado como instrumento por advogados justamente para solicitar ao juiz revisão de pontos da sentença. Segundo o juiz, inexistem omissões, obscuridades ou contradições na sentença.
Sobre o questionamento dos advogados de que o juiz desqualificou instrumentos de auditoria, interna e externa, que não detectaram atos de corrupção ligados ao ex-presidente, Moro rebateu afirmando que, nesse critério, ex-diretores da Petrobras que admitiram ter cometido crimes também deveriam ser absolvidos.
“A seguir o critério da Defesa de Luiz Inácio Lula da Silva, os Diretores da Petrobrás Paulo Roberto Costa, Renato de Souza Duque e Nestor Cuñat Cerveró, que mantinham contas secretas com saldos milionários no exterior e confessaram seus crimes, também deveriam ser absolvidos porque as auditorias internas e externas da Petrobrás, inclusive também a Controladoria Geral da União – CGU, não detectaram na época os crimes”, escreveu o juiz.
Moro também comparou o caso de Lula ao do ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, condenado na Lava Jato.
“Assim não fosse, caberia, ilustrativamente, ter absolvido Eduardo Cosentino da Cunha (…) Ele também afirmava como álibi que não era o titular das contas no exterior que haviam recebido depósitos de vantagem indevida, mas somente “usufrutuário em vida”.
Moro acrescentou que “em casos de lavagem, o que importa é a realidade dos fatos segundo as provas e não a mera aparência”.
Ao protocolarem os embargos de declaração, os advogados do ex-presidente afirmaram que Moro foi omisso quanto à transferência do empreendimento para a OAS que, segundo a defesa, indica que Lula não é dono do tríplex.
Inicialmente, o condomínio onde está localizado o triplex era um empreendimento da Cooperativa dos Bancários do Estado de São Paulo (Bancoop). Porém, a Bancoop quebrou e transferiu o empreendimento para o grupo OAS.
Moro reconheceu que outros proprietários de cota-parte do empreendimento também não informaram, no prazo previsto, se ficariam ou não com o apartamento, na ocasião, sob responsabilidade da OAS.
Entretanto, no entendimento de Moro, a ex-primeira dama Marisa Letícia e Lula estavam consolidados como donos do tríplex.
“(…) A falta de referência ao nome destes mais um elemento probatório no sentido de que, para BANCOOP e a OAS, a situação deles já estava consolidada, como proprietários de fato do apartamento triplex e não como pessoas que não teriam realizado a opção de desistência. Aliás, sobre esse documento, assim como sobre outros, nada falou a Defesa de Luiz Inácio Lula da Silva em suas alegações finais”.
De acordo com o juiz, “a corrupção perfectibilizou-se com o abatimento do preço do apartamento e do custo reformas da conta geral de propinas, não sendo necessário para tanto a transferência da titularidade formal do imóvel”.
Outro aspecto questionado pela defesa foi, de acordo com os advogados, a omissão quanto à origem do dinheiro usado para o custeio do triplex e para as reformas.
Moro argumentou que não afirmou que os valores obtidos pela Construtora OAS, nos contratos com a Petrobras, foram utilizados para pagamento da vantagem indevida para o ex-presidente.
“Aliás, já no curso do processo, este Juízo, ao indeferir desnecessárias perícias requeridas pela Defesa para rastrear a origem dos recursos, já havia deixado claro que não havia essa correlação”.
Segundo o juiz, nem a corrupção, nem a lavagem exigem ou exigiriam que os valores pagos ou ocultados fossem originários especificamente dos contratos da Petrobras.
Moro afirmou, que algumas questões da defesa “não são próprias de embargos de declaração”. O juiz cita como exemplo as críticas às afirmações feitas pelo Juízo de que os advogados de Lula adotaram “táticas bastante questionáveis”, “de intimidação” ou “diversionismo”.
Para Moro, tais questionamentos “não são centrais ao julgamento do caso” e devem ser levados à Corte de Apelação”.
O juiz declarou, ainda, que a defesa deve ser combativa, mas “deve igualmente manter a urbanidade no tratamento com as demais partes e com o julgador, o que, lamentavelmente, foi esquecido por ela em vários e infelizes episódios”.
A Secretaria de Saúde da Prefeitura de Arcoverde, por meio do Centro de Testagem e Aconselhamento – CTA/COAS, promove na próxima sexta-feira, 24 de maio, na Praça da Bandeira, mais uma ação noturna mensal, com testes rápidos de HIV e Sífilis. A iniciativa itinerante começa às 18h e os interessados em se submeterem aos testes […]
A Secretaria de Saúde da Prefeitura de Arcoverde, por meio do Centro de Testagem e Aconselhamento – CTA/COAS, promove na próxima sexta-feira, 24 de maio, na Praça da Bandeira, mais uma ação noturna mensal, com testes rápidos de HIV e Sífilis. A iniciativa itinerante começa às 18h e os interessados em se submeterem aos testes devem levar Cartão SUS, RG ou outro documento com foto, além de comprovante de residência.
O resultado sai em apenas 20 minutos e a equipe disponível no local, pronta para atender ao público de todas as idades, é composta por enfermeiro, biomédico, assistente social e farmacêutica. “Resolvemos implantar esse serviço noturno no nosso município, para dar oportunidade aquelas pessoas que estão com os seus horários comprometidos durante todo o dia. Com a abertura do serviço do CTA/COAS à noite, as pessoas não terão mais desculpas em realizar os seus exames”, explica a secretária municipal de Saúde, Andréia Brito.
O CTA/COAS fica localizado na Av. Agamenon Magalhães, nº 156, no bairro do Sucupira, ao lado do Hospital Regional Arcoverde. Outras informações sobre testes e serviços disponíveis, podem ser obtidas pelo telefone: (87) 3821-0265.
O ano de 2019 representou um pequeno alívio para a construção civil em Pernambuco. Após cinco anos acumulando resultados negativos, o setor verificou um crescimento de 1,1% no seu PIB ano passado – o número trouxe otimismo para os empresários do setor, que apostaram em um 2020 promissor. O sentimento, no entanto, durou pouco. Ao […]
O ano de 2019 representou um pequeno alívio para a construção civil em Pernambuco.
Após cinco anos acumulando resultados negativos, o setor verificou um crescimento de 1,1% no seu PIB ano passado – o número trouxe otimismo para os empresários do setor, que apostaram em um 2020 promissor. O sentimento, no entanto, durou pouco.
Ao chegar a Pernambuco, a Covid-19 provocou, além dos impactos na saúde, a assinatura do Decreto 48.834, que paralisou 70% das atividades de construção civil em andamento no Estado. Como consequência, desde 22 de março, 40 mil trabalhadores estão fora dos canteiros, o que deve causar, nas contas do Sindicato da Indústria da Construção Civil em Pernambuco (Sinduscon-PE), um prejuízo de R$ 6 bilhões em 2 meses.
De acordo com o decreto estadual, as únicas atividades da construção civil autorizadas a funcionar são as obras públicas, as obras de empresas concessionárias de serviços públicos, atividades urgentes que precisem ser executadas para evitar risco grave ou de difícil reparação e atividades decorrentes de contratos de obras particulares relacionadas à Covid-19. “Ou seja, apenas 30% dos trabalhadores estão atuando, de forma excepcional, mas nem essas obras estão a pleno vapor. Estamos com dificuldades para conseguir os materiais, os trabalhadores estão com medo e se atrasam ou faltam. O ritmo está menor em todas as obras”, detalha o presidente do Sinduscon-PE, Érico Furtado.
A expectativa é que a situação seja revertida nesta sexta-feira (17), data em que se encerra o prazo estabelecido pelo governador para a suspensão das atividades. “O que nós precisamos é que o Governo do Estado nos deixe trabalhar. Sabemos que a saúde do trabalhador precisa ser mantida e estamos tomando todas as medidas de prevenção para garantir essa segurança. Orientamos e afastamos das obras todas as pessoas que estão em grupos de risco e temos como conservar a saúde dos demais dentro dos nossos canteiros”, reforça Érico.
A posição de retorno às atividades também é defendida por José Antônio de Luca Simon, representante do Sinduscon junto à Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE), que destacou que determinações de paralisações parciais em obras da construção civil se repetem em apenas em outros três Estados do País, além de Pernambuco: Goiás, Piauí e Ceará. “Ao mesmo tempo que temos obras públicas e terraplanagem funcionando, somos impedidos em outros segmentos, como a incorporação. Precisamos de tratamento igualitário”, justifica.
Se o decreto não for revisto, o presidente do Sinduscon-PE acredita que medidas como a adesão à redução de carga horária ou à suspensão de contratos, elencadas na MP nº 927, poderão ser tomadas para evitar demissões do setor – embora estas não estejam descartadas. “Existem relatos de demissões, mas não estão sendo contabilizadas porque o Governo Federal parou de divulgar os dados. O que ocorre é que muitos empresários não gostam das inseguranças jurídicas causadas pelas medidas provisórias, uma vez que o Congresso Nacional pode alterar o texto. Entendemos que o momento é de crise, mas, para superá-la, precisamos de ponderação”, defende Érico Furtado.
Para ele, a solução de retomar o andamento das obras não só pode garantir a manutenção dos empregos como pode amenizar os efeitos causados pela paralisação das atividades. “O ritmo não irá voltar ao normal, porque o próprio consumo está prejudicado. Mas poderemos retomar nossos contratos, que têm prazo de entrega, e os nossos clientes ficarão mais animados. Esperávamos que o setor de construção representasse 2% do PIB de Pernambuco neste ano. Isso não vai mais acontecer. O retorno irá amenizar as perdas, mas, particularmente, só acredito em recuperação a partir do fim do ano que vem”, lamenta.
A Comissão Organizadora da 224ª Festa de Setembro, em Serra Talhada, anunciou nesta quarta-feira (2) mudanças na grade de atrações da festa. Segundo nota, “tais mudanças, acontecidas de última hora, independem da vontade da organização, e sim, devido a agendas de alguns artistas”. Os organizadores, buscando solucionar o problema tomaram as providências a fim de […]
Mateus Fernandes é uma das novidades, com a saída de Thaene e Thiago
A Comissão Organizadora da 224ª Festa de Setembro, em Serra Talhada, anunciou nesta quarta-feira (2) mudanças na grade de atrações da festa.
Segundo nota, “tais mudanças, acontecidas de última hora, independem da vontade da organização, e sim, devido a agendas de alguns artistas”.
The Fevers
Os organizadores, buscando solucionar o problema tomaram as providências a fim de continuar com uma grade atrativa para o público que prestigia o evento.
A principal alteração foi a saída da dupla Thaene e Thiago. Foram anunciados como novas atrações Matheus Fernandes e a banda The Fevers.
Confira abaixo a nova grade de atrações de hoje (quarta-feira) até o dia 08, no Palco Cultural e No polo da Lagoa Maria Timóteo:
Dia 03.09.2014 – QUARTA FEIRA (Palco Cultura Viva)
Grupo As Belas da Vila
Tico Gonçalo
Doppamina
Dia 04.09.2014 – QUINTA FEIRA (Palco Cultura Viva)
Teatro de Bonecos – Miro dos Bonecos, de Carpina
Caravana Cultura Viva
Gean Mota
Dia 05.09.2014 – SEXTA FEIRA (Palco Cultura Viva)
Grupo de Xaxado Cabras de Lampião
Expresso Pau de Arara
Dia 06.09.2014 – SÁBADO (Palco Cultura Viva)
Grupo Luar do Sertão
Josildo Sá Acústico
Dia 07.09.2014 – DOMINGO (Palco Cultura Viva)
08:00 hs – Desfile Cívico.
11:00 hs – Samba de Raiz, com Kakazinho.
21:00 hs.
Coco Trupé de Arcoverde
Rai di Serrat
23horas – No Batukão / Restaurante Aristania: Orquestra Super Oara
Dia 08.09.2014 – SEGUNDA FEIRA (Palco Cultura Viva)
Show Batista Lima
1º à 5 de setembro, das 14 às 17 horas: OFICINA DE CINEMA – REALIZANDO EM UM MINUTO, com Alice Gouveia, na Sala Multimídia do Museu do Cangaço.
Durante toda a Programação haverá FEIRA DE ARTESANATOS, produzido na região, na área central da Praça Sérgio Magalhães.
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