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Abstenção nas eleições de 2026 é a maior desde 1998

G1 O primeiro turno das eleições terminou com 33 milhões de brasileiros deixando de exercer o direito ao voto. Em uma eleição acirrada como a presidencial, a abstenção impacta diretamente nos resultados: foram 21,08% dos brasileiros que deixaram de votar neste ano. O percentual dos eleitores que não votaram é o maior para o primeiro […]

G1

O primeiro turno das eleições terminou com 33 milhões de brasileiros deixando de exercer o direito ao voto. Em uma eleição acirrada como a presidencial, a abstenção impacta diretamente nos resultados: foram 21,08% dos brasileiros que deixaram de votar neste ano.

O percentual dos eleitores que não votaram é o maior para o primeiro turno presidencial desde as eleições de 1998. Naquele ano, com a reeleição de Fernando Henrique Cardoso (FHC), 21,49% dos eleitores faltaram à eleição.

Depois disso, houve uma recuperação, com mais brasileiros indo às urnas escolher não só seus presidentes, como governadores, senadores, deputados federais e estaduais.

Mas em 2018, o percentual de brasileiros que preferiram não exercer o direito ao voto ultrapassou 20% e tem crescido pouco a pouco nos últimos pleitos.

O eleitor que não votar no primeiro turno pode sim votar no segundo, já que, para a Justiça Eleitoral, cada turno é um novo pleito e, portanto, faltar ao primeiro não impede que o eleitor vote no segundo.

No Brasil, o voto é obrigatório para cidadãos maiores de 18 anos e menores de 70 alfabetizados, segundo a Constituição Federal.

Os motivos para um eleitor deixar de comparecer na chamada “festa da democracia” são variados. Mas uma marca que permeou essa eleição foi o desânimo da população.

Para Murilo Medeiros, cientista político da Universidade de Brasília (UnB), o desânimo tem como um dos motivos a polarização. Com os dois principais candidatos, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), com altos índices de rejeição, há um “ambiente de desalento” com a política.

“A percepção de que o voto já não é capaz de produzir mudanças concretas favorece o afastamento do eleitor das urnas. A abstenção elevada é um sinal desse distanciamento entre a política e o eleitor”, diz Medeiros.

Carlos Veras, Humberto Costa e Ivan Moraes apontaram que governadora teria ciência dos avanços conquistados com Lula, apesar de não se manifestar Do Diário de Pernambuco  A posição de neutralidade adotada pela governadora Raquel Lyra (PSD) em relação à disputa presidencial voltou a ser criticada por integrantes da campanha presidente Luiz Inácio Lula da Silva […]

Carlos Veras, Humberto Costa e Ivan Moraes apontaram que governadora teria ciência dos avanços conquistados com Lula, apesar de não se manifestar

Do Diário de Pernambuco 

A posição de neutralidade adotada pela governadora Raquel Lyra (PSD) em relação à disputa presidencial voltou a ser criticada por integrantes da campanha presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em Pernambuco. Reunidos em uma plenária de mobilização, nesta sexta-feira (9), no bairro de Santo Amaro, região central do Recife, aliados do líder petista compararam as parcerias atuais entre o estado e a gestão federal com o cenário de um eventual governo de Flávio Bolsonaro (PL).

Para o deputado federal reeleito Carlos Veras (PT), que coordena a campanha de Lula em Pernambuco desde o primeiro turno, obras importantes para a região seriam impactadas diretamente no caso do presidenciável liberal assumir o poder.

“É um direito dela, mas eu tenho certeza que ela sabe e tem consciência de que, com Flávio Bolsonaro, a BR-232 não termina a sua duplicação até a Serra Talhada, como nós queremos. O Arco Metropolitano não sai. As barragens que tem ainda para fazer, a quantidade de estradas que precisamos duplicar, moradias populares. A quantidade de recursos que ela recebe através do governo do presidente Lula, ela não receberá de outro governo”, afirma.

O senador reeleito Humberto Costa (PT) também argumentou que as parcerias entre estado e União deveriam ser suficientes para que Raquel anunciasse, de forma natural, o apoio a Lula no segundo turno.

“Não só porque ele [Lula] fez muitos investimentos em Pernambuco, isso pesou para a própria popularidade dela. Também é fato que, se por acaso Flávio Bolsonaro vencesse a eleição, as primeiras coisas que ele cortaria seriam as obras do PAC e as ações que estão mudando a realidade de Pernambuco nesse momento. Até por interesse da defesa do nosso estado, ela deveria estar com Lula”, disse.

Para Ivan Moraes (PSOL), que foi derrotado na disputa pelo Governo de Pernambuco e se somou à campanha estadual de Lula no segundo turno, ainda há expectativa em torno de uma mudança de posicionamento.

“Acho que a governadora ainda está devendo para o povo pernambucano. Não existe neutralidade numa campanha importante como essa. Ela sabe, mais do que ninguém, a diferença de governar com Lula presidente e com Bolsonaro presidente. Tenho certeza, pelo menos esperança, de que ao longo do tempo ela vai chegar junto e vai dizer junto com a gente que no segundo turno tem que ser Lula”, afirmou.

Um dia após a confirmação da renovação do mandato à frente do Executivo estadual, Raquel Lyra reforçou a posição de neutralidade adotada desde o início da campanha eleitoral, apesar de agradecer de forma recorrente às parcerias desenvolvidas com Lula. A governadora afirmou que foi procurada por representantes de ambas as campanhas, mas optou por manter o seu foco em Pernambuco.

Emerson Saboia – Blog da Folha As campanhas dos candidatos à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) iniciam a corrida pelo segundo turno com estratégias voltadas à ampliação de suas bases eleitorais e à disputa por narrativas da eleição. Enquanto o senador do PL busca consolidar alianças políticas e explorar a vantagem […]

Emerson Saboia – Blog da Folha

As campanhas dos candidatos à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) iniciam a corrida pelo segundo turno com estratégias voltadas à ampliação de suas bases eleitorais e à disputa por narrativas da eleição.

Enquanto o senador do PL busca consolidar alianças políticas e explorar a vantagem obtida no primeiro turno, o presidente petista aposta na mobilização de aliados e no reforço de sua comunicação digital. Nesse cenário, os eleitores indecisos e os brasileiros que se abstiveram da primeira votação ganham importância para os dois lados.

Táticas

Segundo analistas, Flávio busca consolidar sua força no Sudeste, estreitando alianças com governadores eleitos pelo PL e deputados com votações expressivas, como Lucas Pavanato (PL), Nikolas Ferreira (PL) e Eduarda Campopiano (PL), que, juntos, somam mais de oito milhões de eleitores. A neutralidade da governadora Raquel Lyra (PSD) também pode ser explorada pelos bolsonaristas. Para a cientista política Priscila Lapa, Flávio “administra a vantagem”.

Já Lula busca ampliar seu alcance nas redes sociais e conquistar eleitores que ainda não definiram o voto. Os eleitores de baixa renda e escolaridade também são apontados como uma base importante para o petista, assim como os votos de Augusto Cury (Avante), que declarou apoio a Flávio na última quinta-feira (8).

Alvo comum

Os cerca de 33 milhões de brasileiros que não votaram no primeiro turno representam um desafio para as duas campanhas. Para Lula, a mobilização desse grupo pode abrir caminho para uma recuperação. Para Flávio, manter esses eleitores afastados das urnas pode ajudar a preservar a vantagem.

Aliados

O apoio dos candidatos Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Augusto Cury (Avante) a Flávio já era esperado, segundo Elton Gomes. Para o professor, o que surpreendeu foi a rapidez com que os acordos foram formalizados.

Ana Elisa desativa conta no X após receber ameaças de morte e violência sexual

A deputada federal eleita por Minas Gerais Ana Elisa Santos Silva (PT), de 21 anos, desativou sua conta na rede social X após relatar uma sequência de ameaças de morte e violência sexual. Os ataques já haviam sido denunciados por ela à Polícia Civil de Minas Gerais. Segundo Ana Elisa, as mensagens recebidas incluem ataques […]

A deputada federal eleita por Minas Gerais Ana Elisa Santos Silva (PT), de 21 anos, desativou sua conta na rede social X após relatar uma sequência de ameaças de morte e violência sexual. Os ataques já haviam sido denunciados por ela à Polícia Civil de Minas Gerais.

Segundo Ana Elisa, as mensagens recebidas incluem ataques machistas e racistas, além de ameaças de estupro. A parlamentar eleita também denunciou a exposição de informações pessoais, como endereço residencial, telefone e documentos.

Ana Elisa esteve em Brasília nessa quinta-feira (8) para participar de atividades relacionadas à campanha do presidente Lula no segundo turno. De acordo com seu relato, após a agenda seus perfis passaram a receber novos ataques.

Em uma publicação feita em outra rede social, a deputada eleita afirmou que sua equipe decidiu retirar do ar a conta no X diante da frequência das ameaças.

“Eu acredito que ninguém mereça sofrer ameaças de morte por estar politicamente engajado e tentando defender o que acha melhor para o país. O debate político para mim nunca foi sobre isso”, declarou.

Ana Elisa afirmou ainda que as ameaças de morte e estupro estavam sendo recebidas em intervalos muito curtos e disse se sentir vulnerável por ainda não contar com escolta naquele momento.

As ameaças começaram a ser denunciadas publicamente ainda durante a campanha eleitoral. Em setembro, ela divulgou a imagem de um e-mail cujo remetente se apresentava como integrante da Ku Klux Klan, organização supremacista branca, e fazia ameaças racistas e de violência sexual.

O caso foi comunicado à Polícia Civil de Minas Gerais. O PT também providenciou reforço de segurança para a deputada eleita.

Aos 21 anos, Ana Elisa recebeu 524.219 votos para deputada federal e foi a segunda candidata mais votada para o cargo em Minas Gerais. Ela se tornou a mulher com maior votação para a Câmara dos Deputados na história do estado e a deputada federal mais jovem já eleita no país.

A violência política contra mulheres também foi alvo de denúncias encaminhadas ao Tribunal Superior Eleitoral durante a campanha de 2026. Segundo dados citados pela reportagem, o número de registros de violência política de gênero aumentou em relação às eleições anteriores.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Reprodução/Instagram

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A Polícia Federal negou nesta sexta-feira (9) que Daniel Vorcaro tenha prestado depoimento no qual teria relatado a liberação de dinheiro para financiar um filme sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A corporação se manifestou após a publicação de reportagem da revista Veja sobre o caso. Em nota oficial, a PF afirmou […]

A Polícia Federal negou nesta sexta-feira (9) que Daniel Vorcaro tenha prestado depoimento no qual teria relatado a liberação de dinheiro para financiar um filme sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A corporação se manifestou após a publicação de reportagem da revista Veja sobre o caso.

Em nota oficial, a PF afirmou que o ex-banqueiro não prestou depoimento com o conteúdo descrito pela publicação e também não entregou anexos, documentos ou informações que sustentem a versão apresentada na reportagem.

“A Polícia Federal esclarece […] que Daniel Vorcaro não prestou depoimento com o teor relatado na matéria, tampouco entregou à instituição anexos, documentos ou informações com o conteúdo ali descrito”, informou a corporação.

A PF acrescentou que propostas de colaboração premiada apresentadas anteriormente pela defesa de Vorcaro não foram aceitas por não atenderem aos requisitos legais.

A corporação informou ainda ter recebido nesta sexta-feira uma notícia-crime com pedido de providências urgentes para apuração de fatos relacionados à publicação. O material foi encaminhado à área técnica para adoção das medidas de polícia judiciária.

À Agência Brasil, o advogado Daniel Bialski, que representa Vorcaro, afirmou não ter conhecimento do suposto financiamento citado pela reportagem. Ele esclareceu que não estava à frente da defesa quando as propostas de colaboração foram apresentadas, mas disse que não houve novo depoimento do cliente à PF ou a outro órgão sobre o assunto.

O advogado acrescentou que não teve acesso a documentos que comprovem o suposto financiamento e afirmou que Vorcaro nunca tratou do tema com ele.

A Advocacia-Geral da União (AGU) informou que pedirá direito de resposta e a correção das informações divulgadas pela revista. Segundo o órgão, a medida ocorre diante da publicação de informações consideradas inverídicas e ofensivas a autoridades federais.

O grupo Prerrogativas também acionou a Polícia Federal e pediu perícia em um áudio divulgado pela Veja e atribuído a Vorcaro. Os juristas levantaram a hipótese de que a gravação possa ter sido adulterada por montagem de trechos ou uso de inteligência artificial.

O grupo afirmou que não há informações públicas sobre quando, onde ou em quais circunstâncias a gravação teria sido feita. A autenticidade e a integridade do áudio, portanto, ainda precisam ser verificadas tecnicamente.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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O site e o aplicativo da rede de supermercados Mambo, de São Paulo, exibiram nesta sexta-feira (9) imagens adulteradas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no lugar de produtos do catálogo. A empresa atribuiu o episódio a um ataque hacker e informou que retirou a plataforma do ar. Consumidores que pesquisavam itens como […]

O site e o aplicativo da rede de supermercados Mambo, de São Paulo, exibiram nesta sexta-feira (9) imagens adulteradas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no lugar de produtos do catálogo. A empresa atribuiu o episódio a um ataque hacker e informou que retirou a plataforma do ar.

Consumidores que pesquisavam itens como leite e queijo encontraram entre os resultados uma montagem de Lula usando maquiagem, peruca rosa, laço, unhas postiças e orelhas de gato.

As imagens apareceram misturadas aos produtos oferecidos pela rede durante a manhã desta sexta-feira.

Após a repercussão, o Mambo divulgou uma nota afirmando que seu site foi alvo de uma invasão durante a madrugada. Segundo a empresa, o ataque ocorreu por meio dos sistemas de parceiros responsáveis pelo comércio eletrônico.

A rede informou que imagens de produtos foram substituídas por montagens envolvendo figuras políticas e negou ter produzido ou autorizado o conteúdo.

“O Supermercados Mambo informa que, nesta madrugada, seu site foi alvo de uma invasão por meio dos sistemas de parceiros responsáveis pelo e-commerce, resultando na substituição indevida de imagens de produtos por imagens adulteradas de figuras políticas”, informou a empresa.

O Mambo também disse ter adotado medidas de segurança e iniciado, junto aos parceiros, uma investigação para identificar as circunstâncias da invasão e restabelecer o funcionamento da plataforma.

Após o episódio, o site foi retirado do ar e passou a exibir uma mensagem de manutenção.

A rede possui lojas na Grande São Paulo e em Alphaville, em Barueri.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução/Redes Sociais

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A senadora Teresa Leitão (PT-PE), líder do governo no Senado, concentrou parte da agenda desta semana na articulação pela proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 e também participou de reuniões voltadas à campanha do presidente Lula (PT) no segundo turno. Na primeira semana de atividades do Congresso após o primeiro turno […]

A senadora Teresa Leitão (PT-PE), líder do governo no Senado, concentrou parte da agenda desta semana na articulação pela proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 e também participou de reuniões voltadas à campanha do presidente Lula (PT) no segundo turno.

Na primeira semana de atividades do Congresso após o primeiro turno das eleições, Teresa manteve conversas em Brasília para tentar acelerar a tramitação da proposta sobre a jornada de trabalho.

A senadora dialogou diretamente com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), sobre o andamento da matéria. A proposta ainda precisa cumprir etapas regimentais antes de ser submetida às votações no plenário.

Teresa também se reuniu com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin. Segundo a publicação, o encontro tratou de pautas de interesse comum entre o Senado e a Corte.

Além da agenda institucional, a parlamentar participou de reuniões convocadas pelo presidente Lula com ministros, senadores e integrantes da articulação política para o segundo turno.

A programação também incluiu encontros com deputados federais eleitos e representantes da coordenação nacional da campanha, em meio à reorganização das atividades eleitorais para a etapa final da disputa presidencial.

Nesta sexta-feira (9), Teresa retomou a agenda em Pernambuco, com compromissos institucionais e atividades relacionadas à mobilização pela reeleição de Lula.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Carlos Moura/Agência Senado

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O prefeito de Solidão, Mayco da Farmácia (PSB), destacou o desempenho dos candidatos apoiados por seu grupo político nas eleições de 2026 e afirmou que pretende ampliar a mobilização pela reeleição do presidente Lula (PT) no segundo turno. Em conversa com Marcelo Patriota, Mayco citou os resultados alcançados por seus candidatos no município. Lula foi […]

O prefeito de Solidão, Mayco da Farmácia (PSB), destacou o desempenho dos candidatos apoiados por seu grupo político nas eleições de 2026 e afirmou que pretende ampliar a mobilização pela reeleição do presidente Lula (PT) no segundo turno.

Em conversa com Marcelo Patriota, Mayco citou os resultados alcançados por seus candidatos no município. Lula foi o mais votado para presidente em Solidão, com 3.621 votos, o equivalente a 84,52% dos votos válidos.

Na disputa pelo Governo de Pernambuco, João Campos (PSB) liderou no município com 2.562 votos, ou 63,97%. Para o Senado, os dois mais votados foram Humberto Costa (PT), com 3.231 votos, e Marília Arraes (PDT), com 3.043.

Carlos Veras (PT) liderou a votação para deputado federal, com 2.653 votos, enquanto Bruno Marques (PSB) foi o mais votado para deputado estadual, com 2.092. Os dois foram eleitos.

Mayco também mencionou a abstenção registrada no primeiro turno e avaliou que, entre os eleitores que compareceram às urnas, os candidatos apoiados por seu grupo tiveram resultados expressivos no município.

Com Lula no segundo turno da eleição presidencial, o prefeito disse que pretende ampliar a mobilização em Solidão.

“Agora vamos trabalhar, fazer o nosso dever de casa para que, em vez de 85, a gente possa aumentar essa margem de votação do presidente Lula”, afirmou.

Durante a entrevista, Mayco relacionou o apoio ao presidente a investimentos federais destinados ou previstos para Solidão. Segundo ele, o município conta com recursos relacionados a habitação popular, turismo e construção de cisternas, além de equipamentos destinados à saúde.

O prefeito citou ainda veículos recebidos por meio de programas federais, entre eles ônibus, van, ambulância e unidade do Samu.

“Tem muito investimento e a gente vai continuar trabalhando para que ele seja majoritário e muito bem majoritário aqui no nosso município”, declarou.

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, o vídeo com a entrevista de Mayco da Farmácia a Marcelo Patriota.

Vídeo : Marcelo Patriota

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Atlas/Bloomberg aponta Flávio com 52,8% e Lula com 47,2% nos votos válidos

Pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta sexta-feira (9) aponta Flávio Bolsonaro (PL) à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa do segundo turno pela Presidência da República. Considerando apenas os votos válidos, Flávio Bolsonaro aparece com 52,8% das intenções de voto, enquanto Lula registra 47,2%. A diferença entre os dois candidatos é de […]

Pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta sexta-feira (9) aponta Flávio Bolsonaro (PL) à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa do segundo turno pela Presidência da República.

Considerando apenas os votos válidos, Flávio Bolsonaro aparece com 52,8% das intenções de voto, enquanto Lula registra 47,2%. A diferença entre os dois candidatos é de 5,6 pontos percentuais.

Nos votos totais, que incluem as respostas de quem pretende votar em branco, anular o voto ou ainda não decidiu, Flávio tem 51,1% e Lula, 45,7%. Branco, nulo e não sei somam 3,2%.

Pela margem de erro do levantamento, de um ponto percentual para mais ou para menos, os dois candidatos não estão tecnicamente empatados.

Esta é a primeira pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada após o primeiro turno da eleição presidencial, realizado no domingo (4). Lula e Flávio Bolsonaro voltam às urnas no segundo turno, marcado para 25 de outubro.

A pesquisa ouviu 5.026 eleitores com 16 anos ou mais em todo o país, entre os dias 3 e 8 de outubro, por meio de recrutamento digital aleatório.

A margem de erro é de um ponto percentual para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi realizado com recursos do próprio instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-03663/2026.

Imagem: Reprodução/AtlasIntel

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Decreto assinado por Zeca Cavalcanti prevê revisão de contratos e cargos, suspensão de diárias e restrições a festividades custeadas com recursos públicos; Natal está mantido como exceção. A Prefeitura de Arcoverde publicou o Decreto nº 073/2026, que estabelece medidas de racionalização e controle das despesas públicas para o encerramento do exercício financeiro de 2026. Assinado […]

Decreto assinado por Zeca Cavalcanti prevê revisão de contratos e cargos, suspensão de diárias e restrições a festividades custeadas com recursos públicos; Natal está mantido como exceção.

A Prefeitura de Arcoverde publicou o Decreto nº 073/2026, que estabelece medidas de racionalização e controle das despesas públicas para o encerramento do exercício financeiro de 2026. Assinado pelo prefeito Zeca Cavalcanti, o documento prevê cortes de gastos, revisão de contratos e medidas de contenção para buscar o equilíbrio das contas municipais.

De acordo com o decreto, as despesas dos órgãos da administração direta e indireta deverão ficar limitadas ao essencial, com a preservação dos programas sociais e das despesas consideradas prioritárias pela gestão. A medida tem validade até 31 de dezembro de 2026, podendo ser prorrogada.

Entre as principais medidas está a suspensão de festividades e confraternizações financiadas com recursos públicos, além de subvenções a eventos particulares, cessão de estruturas físicas municipais e compra de fogos de artifício. O decreto estabelece uma exceção para as festividades natalinas, considerando sua importância cultural e econômica.

O documento também suspende a participação de servidores em capacitações, cursos, seminários, feiras, congressos, visitas de cooperação e outros eventos que gerem despesas com diárias, hospedagem e passagens. A concessão de diárias e ajudas de custo ficará restrita aos serviços considerados imprescindíveis.

O decreto determina a revisão da estrutura de cargos comissionados e contratados, com o objetivo de realizar o contingenciamento de pessoal. A análise também abrange serviços prestados por terceiros, pessoas físicas.

Outra medida estabelece que a Secretaria de Finanças promova a anulação de empenhos discricionários, conforme avaliação dos gestores municipais, além daqueles que ainda não tenham sido processados.

O decreto prevê tratamento diferenciado para demandas emergenciais devidamente justificadas, obras de mobilidade urbana e manutenção de serviços públicos essenciais. Nesses casos, as despesas poderão ser autorizadas ou mantidas mediante análise do prefeito.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, realizou nesta sexta-feira (9), em Ceilândia, no Distrito Federal, seu primeiro ato de rua do segundo turno. Ao lado do candidato ao governo do DF, Leandro Grass (PT), Lula defendeu o fim da escala 6×1, abordou as investigações envolvendo o Banco Master e o […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, realizou nesta sexta-feira (9), em Ceilândia, no Distrito Federal, seu primeiro ato de rua do segundo turno. Ao lado do candidato ao governo do DF, Leandro Grass (PT), Lula defendeu o fim da escala 6×1, abordou as investigações envolvendo o Banco Master e o BRB e retomou críticas à ampliação do acesso a armas.

Durante a caminhada, Lula afirmou que a redução da jornada de trabalho será uma das pautas defendidas por sua campanha nesta etapa da eleição. A proposta que trata do fim da escala 6×1 está em discussão no Senado.

“Essa é a passeata que quer reduzir a jornada de trabalho, para as pessoas trabalharem cinco dias e descansarem dois. Fim da escala 6×1”, declarou.

O presidente também levou para o discurso as investigações envolvendo o Banco de Brasília (BRB) e o Banco Master. Lula afirmou que o ato era também para cobrar a responsabilização dos envolvidos nas operações investigadas.

“Esta é a passeata para prender os ladrões do BRB”, afirmou.

Em outro momento, Lula disse que o Brasil não será governado por “sócios do Banco Master” ou por “parentes do Vorcaro”, em referência ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro. A declaração foi feita sem que Flávio Bolsonaro fosse citado nominalmente.

Flávio, adversário de Lula no segundo turno, já confirmou ter buscado recursos privados para financiar “Dark Horse”, documentário sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. O senador afirma que o financiamento foi privado e nega a existência de contrapartidas relacionadas à captação dos recursos.

No ato, Lula também retomou o discurso contrário à ampliação do acesso a armas e associou o tema ao combate à violência.

“Essa é a passeata de quem não quer distribuir armas, mas quer distribuir livros para nossas crianças e adultos”, disse.

O petista ainda afirmou que pretende participar de debates durante o segundo turno e comentou a mudança de estratégia de sua campanha nas redes sociais. Em tom de brincadeira, disse estar virando o “rei da selfie” e um “internauta”.

Além de Leandro Grass, participaram da caminhada a primeira-dama Janja Lula da Silva e Dora Gomes (PV), candidata a vice-governadora na chapa de Grass.

Lula também confirmou uma nova agenda de campanha neste sábado (10), em Natal, no Rio Grande do Norte.

Fonte: O Globo
Foto: Cristiano Mariz

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Renan Santos chama Augusto Cury de “comédia” após apoio a Flávio Bolsonaro

O ex-candidato à Presidência Renan Santos (Missão) criticou a decisão de Augusto Cury (Avante) de apoiar Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial. Em transmissão pelas redes sociais, Renan ironizou a mudança de posição do escritor, que havia anunciado que permaneceria em silêncio na etapa final da disputa. Augusto Cury terminou o primeiro […]

O ex-candidato à Presidência Renan Santos (Missão) criticou a decisão de Augusto Cury (Avante) de apoiar Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial. Em transmissão pelas redes sociais, Renan ironizou a mudança de posição do escritor, que havia anunciado que permaneceria em silêncio na etapa final da disputa.

Augusto Cury terminou o primeiro turno na terceira colocação, com 2,89% dos votos válidos, e havia afirmado, após a votação de domingo (4), que não se posicionaria em favor de nenhum dos dois candidatos classificados para o segundo turno.

A posição mudou nessa quinta-feira (8), quando Cury declarou apoio a Flávio Bolsonaro após uma conversa por videochamada com o candidato do PL.

Renan Santos reagiu à decisão durante uma transmissão ao vivo e relembrou as declarações anteriores do escritor.

“Não opino mais sobre política, não faço mais política. Agora, declara apoio. ‘Vou para Portugal, não vou.’ Esse cara… esse cara é um comédia, cara. As pessoas aí votaram num comédia”, afirmou Renan.

O ex-candidato do Missão também alegou que a mudança estaria relacionada a interesses políticos do partido de Cury.

“Não é o acordo que ele fez, é o partido dele querendo cargos no governo, estão negociando posições. Que país doente, cara”, declarou.

Renan não apresentou, na manifestação reproduzida pela reportagem, provas de que exista uma negociação de cargos. A afirmação foi feita por ele ao criticar a adesão de Cury à candidatura de Flávio.

Após o primeiro turno, Cury chegou a dizer que não autorizava ninguém a declarar apoio em seu nome e afirmou que pretendia abandonar a atividade política. Dias depois, sinalizou que voltaria a se pronunciar sobre a disputa e, nessa quinta-feira, confirmou o apoio a Flávio Bolsonaro.

Fonte: Diário de Pernambuco
Fotos: Reprodução/Redes Sociais

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O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta sexta-feira (9) ter recebido trechos de um relatório de segurança da Corte com milhares de mensagens contendo ameaças de agressão e assassinato contra ministros do tribunal. Dino divulgou nas redes sociais imagens de algumas das mensagens reunidas pelo relatório. Entre elas, há publicações que […]

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta sexta-feira (9) ter recebido trechos de um relatório de segurança da Corte com milhares de mensagens contendo ameaças de agressão e assassinato contra ministros do tribunal.

Dino divulgou nas redes sociais imagens de algumas das mensagens reunidas pelo relatório. Entre elas, há publicações que defendem violência física e morte de integrantes do Supremo.

Ao comentar o conteúdo, o ministro atribuiu as ameaças à disseminação de informações falsas e a discursos que, segundo ele, estimulam violência contra integrantes do Judiciário.

Dino afirmou que pessoas que discordam de decisões judiciais têm instrumentos legais para questioná-las, como a apresentação de recursos aos órgãos colegiados competentes.

“Se um juiz passar a ter medo de decidir um processo, à vista do suposto risco de sofrer perseguições pessoais, não existe mais Poder Judiciário”, afirmou.

O ministro disse ainda que as ameaças não devem alterar sua atuação no Supremo.

Segundo a Agência Brasil, ministros do STF são alvos de ameaças de agressão e morte, inclusive contra familiares, pelo menos desde 2019. Naquele ano, o então presidente da Corte, Dias Toffoli, determinou a abertura do inquérito que ficou conhecido como Inquérito das Fake News, instaurado para apurar ameaças e ataques dirigidos ao tribunal e a seus integrantes.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Alejandro Zambrana/STF

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A coligação de Lula (PT) acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra a Meta, Flávio Bolsonaro (PL), Pablo Marçal e outros aliados, alegando possíveis irregularidades na circulação e no impulsionamento de conteúdos políticos nas redes sociais. As acusações incluem redução de alcance de publicações, uso de criptomoedas e divulgação de vídeos manipulados. Uma das frentes […]

A coligação de Lula (PT) acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra a Meta, Flávio Bolsonaro (PL), Pablo Marçal e outros aliados, alegando possíveis irregularidades na circulação e no impulsionamento de conteúdos políticos nas redes sociais. As acusações incluem redução de alcance de publicações, uso de criptomoedas e divulgação de vídeos manipulados.

Uma das frentes apresentadas pela Coligação Brasil Pronto Pra Mais questiona a atuação da Meta, responsável por Facebook e Instagram. A campanha afirma ter identificado redução significativa, e em alguns casos interrupção, no alcance de publicações favoráveis a Lula ou críticas a Flávio Bolsonaro.

A coligação pede que o TSE analise o tratamento dado pela plataforma aos conteúdos políticos e estabeleça critérios considerados isonômicos na distribuição das publicações. A suspeita apresentada pela campanha ainda depende de análise da Justiça Eleitoral.

Outra ação envolve Flávio Bolsonaro, Alfredo Gaspar, Pablo Marçal e responsáveis pelo projeto de criptomoedas Brasil 22 Token (B22). A campanha de Lula aponta possível abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação para beneficiar a candidatura do PL.

Segundo a representação, o projeto ofereceria 30 mil tokens às primeiras mil pessoas que divulgassem a iniciativa nas redes sociais. A ação também menciona um perfil estrangeiro, com milhões de seguidores, que teria recebido 120 milhões de unidades do ativo e publicado um vídeo com crianças de Uganda pedindo votos em Flávio.

O site do B22 nega que a distribuição das moedas virtuais esteja condicionada à realização de propaganda eleitoral.

Diante das suspeitas, a coligação de Lula pediu a suspensão do domínio eletrônico, o encerramento da distribuição dos ativos e a remoção das publicações relacionadas ao projeto.

Em uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral, a campanha também solicita a cassação do registro ou do diploma de Flávio Bolsonaro e Alfredo Gaspar, além da declaração de inelegibilidade dos dois e de Pablo Marçal por oito anos. Os pedidos ainda serão analisados e não representam decisão da Justiça Eleitoral.

Os fatos também foram encaminhados à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral Eleitoral para apuração de eventuais ilícitos eleitorais.

Outra representação tem como alvo Pablo Marçal por um vídeo editado que, segundo a campanha de Lula, retiraria de contexto uma conversa de 2016 entre o petista e Eduardo Paes para atribuir ao presidente uma declaração ofensiva contra evangélicos.

A coligação também questiona vídeos produzidos com inteligência artificial e divulgados no TikTok nos quais, segundo a ação, eleitores de Lula seriam induzidos a digitar o número de Flávio Bolsonaro na urna eletrônica. Foram solicitadas a remoção dos conteúdos, identificação dos responsáveis e aplicação de multas.

As medidas apresentadas pela campanha fazem parte de uma sequência de ações judiciais envolvendo propaganda e circulação de conteúdos digitais durante a eleição. Caberá ao TSE analisar individualmente as acusações e os pedidos apresentados.

Fonte: Correio Braziliense
Foto: Nelson Almeida/AFP

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A coordenação da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em Pernambuco realiza, nesta sexta-feira (9), no Recife, uma série de reuniões com representantes de partidos e movimentos sociais para organizar as ações do segundo turno da eleição presidencial. A programação começou às 8h, com uma reunião do deputado federal e presidente estadual […]

A coordenação da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em Pernambuco realiza, nesta sexta-feira (9), no Recife, uma série de reuniões com representantes de partidos e movimentos sociais para organizar as ações do segundo turno da eleição presidencial.

A programação começou às 8h, com uma reunião do deputado federal e presidente estadual do PT, Carlos Veras, com representantes de movimentos sociais. Às 11h, a coordenação ampliada da campanha se reúne com integrantes dos partidos, na sede do PT em Pernambuco.

A agenda será encerrada às 18h, com a plenária “Bora de virada, Pernambuco com Lula!”, no comitê da campanha, localizado na Avenida Visconde de Suassuna, 808, no bairro de Santo Amaro, no Recife.

Segundo a organização, devem participar do encontro Carlos Veras, coordenador-geral da campanha no estado, os senadores Humberto Costa e Teresa Leitão, parlamentares eleitos, lideranças políticas, representantes de movimentos sociais e militantes.

A campanha também informou que a plenária deve apresentar orientações para as ações do segundo turno, com foco na mobilização de rua e no diálogo com os eleitores.

A programação ocorre depois de uma reunião de integrantes da articulação pernambucana com Lula, em Brasília. Participaram do encontro Humberto Costa, Teresa Leitão, as deputadas federais eleitas Liana Cirne e Rosa Amorim e Carlos Veras.

O grupo trabalha agora na organização das atividades da campanha em Pernambuco até o segundo turno da eleição presidencial.

Foto: Reprodução/Instagram

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No comentário das 12h desta sexta-feira (09/10), analisei a movimentação do Centrão e de nomes que disputaram o primeiro turno ao anunciarem apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro no segundo turno das eleições. Setores do Centrão e de ex-candidatos como Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Augusto Cury reflete o pragmatismo da política tradicional. Contudo, se […]

No comentário das 12h desta sexta-feira (09/10), analisei a movimentação do Centrão e de nomes que disputaram o primeiro turno ao anunciarem apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro no segundo turno das eleições.

Setores do Centrão e de ex-candidatos como Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Augusto Cury reflete o pragmatismo da política tradicional. Contudo, se houver uma reviravolta e vitória de Lula, esses mesmos grupos negociarão cargos e ministérios da mesma forma para garantir apoio no Congresso.

A análise aponta pontos centrais sobre o comportamento do bolsonarismo e o futuro político do pais.

Diante desse cenário, uma reforma política segue distante e o avanço da extrema-direita coloca em risco o equilíbrio das instituições brasileiras.

Acompanhe o comentário completo no vídeo do post.

O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, comemorou o desempenho dos candidatos apoiados por seu grupo político no primeiro turno das eleições de 2026. Em conversa com Marcelo Patriota, ele afirmou que o resultado representa, em sua avaliação, um reconhecimento da população ao trabalho da gestão municipal. Sandrinho destacou que os candidatos apoiados pela […]

O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, comemorou o desempenho dos candidatos apoiados por seu grupo político no primeiro turno das eleições de 2026. Em conversa com Marcelo Patriota, ele afirmou que o resultado representa, em sua avaliação, um reconhecimento da população ao trabalho da gestão municipal.

Sandrinho destacou que os candidatos apoiados pela Frente Popular de Afogados da Ingazeira ficaram à frente da votação no município nos cargos citados por ele.

Maria Arraes foi a candidata a deputada estadual mais votada na cidade, com 5.910 votos. Para deputado federal, Pedro Campos liderou com 5.604 votos. Na disputa pelo Senado, Marília Arraes recebeu 11.832 votos e Humberto Costa, 11.129.

João Campos também venceu a disputa para o Governo de Pernambuco em Afogados da Ingazeira, com 11.559 votos, correspondentes a 53,07% dos votos válidos. Na eleição presidencial, Lula recebeu 16.835 votos, ou 73,01% dos válidos no município.

“É um motivo de muita alegria, de muita satisfação. É o reconhecimento da população com o nosso trabalho. Apesar das dificuldades serem tantas, elas sabem do nosso empenho, sabem da nossa dedicação. E o resultado veio nas urnas”, afirmou Sandrinho.

O prefeito também chamou atenção para o desempenho de seu grupo na zona rural. Segundo ele, os candidatos apoiados pela gestão venceram em todas as áreas rurais do município.

Ao comentar o resultado, Sandrinho afirmou que a votação aumenta a responsabilidade da gestão com a população do campo. Ele defendeu que as políticas públicas levem em consideração as diferenças de acesso aos serviços entre moradores das áreas urbana e rural.

“A gente não acredita de maneira nenhuma em um governo que trate com igualdade, tem que ser com equidade, direcionando mais para quem tem mais necessidade”, disse.

Sandrinho citou as distâncias enfrentadas pelos moradores da zona rural para acessar serviços de saúde, comprar medicamentos e levar os filhos às escolas como exemplos das dificuldades que, segundo ele, justificam maior direcionamento de estratégias e recursos públicos para essas comunidades.

Na parte final da entrevista, o prefeito também tratou do segundo turno da eleição presidencial e reafirmou seu apoio a Lula. Ele fez críticas ao campo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro e defendeu a mobilização de seus aliados em favor da candidatura petista.

Sandrinho afirmou que o grupo pretende intensificar a atuação política no segundo turno e disse considerar necessário ampliar o diálogo com eleitores que não participaram da primeira votação ou que fizeram outra escolha no primeiro turno.

Clique no link abaixo e confira a entrevista.

Vídeo : Marcelo Patriota

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No comentário desta sexta-feira (9) para o Jornal Itapuama, fiz uma reflexão sobre a perda de protagonismo político de Arcoverde e a falta de representatividade com deputados filhos da terra na Assembleia Legislativa e na Camara dos Deputados. A análise aponta que, embora as campanhas atuais exijam grandes volumes de recursos, Arcoverde possui todas as […]

No comentário desta sexta-feira (9) para o Jornal Itapuama, fiz uma reflexão sobre a perda de protagonismo político de Arcoverde e a falta de representatividade com deputados filhos da terra na Assembleia Legislativa e na Camara dos Deputados.

A análise aponta que, embora as campanhas atuais exijam grandes volumes de recursos, Arcoverde possui todas as condições populacionais e de polo regional para retomar seu espaço. Para isso, é necessária uma reorganização política e um planejamento estratégico envolvendo lideranças da situação, oposição e a sociedade.

Clique no link abaixo e confira.

Imagens: Reprodução.

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O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) informou nesta quinta-feira (8) que acompanha a investigação sobre o homicidio de Fred Williams Lima de Lira, ocorrido na quarta-feira (7), em São José do Egito, no Sertão do Pajeú. Em comunicado, o 1° Promotor de Justiça de São José do Egito, Aurinilton Leão Carlos Sobrinho, esclareceu que o […]

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) informou nesta quinta-feira (8) que acompanha a investigação sobre o homicidio de Fred Williams Lima de Lira, ocorrido na quarta-feira (7), em São José do Egito, no Sertão do Pajeú.

Em comunicado, o 1° Promotor de Justiça de São José do Egito, Aurinilton Leão Carlos Sobrinho, esclareceu que o caso está sendo investigado pela Delegacia de Polícia Civil da 168ª Circunscrição e que cabe à 1ª Promotoria de Justiça exercer o controle externo da atividade policial no inquérito e atuar na eventual ação penal.

O MPPE também fez uma ressalva em relação à Nota Oficial de Pesar e Repúdio divulgada pela Faculdade Vale do Pajeú (FVP).

Segundo o órgão, é prematuro e precipitado tirar conclusões sobre o crime, já que ainda estão sendo apuradas a dinâmica dos acontecimentos, a autoria ou eventual coautoria e a motivação. As diligências, conforme o comunicado, estão em estágio inicial.

O Ministério Público afirmou ainda que, neste momento, não divulgará informações sobre as linhas de investigação ou possíveis suspeitos, alegando interesse público e a necessidade de preservar o andamento das apurações.

O órgão manifestou condolências aos familiares e amigos de Fred Williams e informou que acompanha o caso com rigor técnico, adotando as providências cabíveis para esclarecer o crime e responsabilizar o autor ou autores.

Confira a nota do Ministério Público.

 

Imagens: Reprodução

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Fredson sobre disputa à presidência do CIMPAJEU: “Especulação”

Nas últimas horas, surgiram informações de que o prefeito de São José do Egito, Fredson Brito, estaria costurando um acordo com os prefeitos raquelistas Flávio Marques e Pauliana Abreu para presidir o CIMPAJEU, consórcio de prefeitos do Pajeú. O Blog manteve contato com Fredson, que disse que, no momento, trata-se de especulação. “Tudo especulação, tá […]

Nas últimas horas, surgiram informações de que o prefeito de São José do Egito, Fredson Brito, estaria costurando um acordo com os prefeitos raquelistas Flávio Marques e Pauliana Abreu para presidir o CIMPAJEU, consórcio de prefeitos do Pajeú.

O Blog manteve contato com Fredson, que disse que, no momento, trata-se de especulação.

“Tudo especulação, tá se conversando ainda, não há chapa formada, vamos buscar o consenso”.

Até o momento, o prefeito Flávio Marques reúne 14 prefeitos apoiadores, como o Blog revelou com exclusividade. Antes disso, houve informações de que a prefeita de Sertânia, Paullyanna Abreu, também teria colocado o nome à disposição.

Foto: Reprodução

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O ginecologista e obstetra Túlio Carvalho tem utilizado as redes sociais para abordar temas ligados à saúde feminina, sexualidade e intimidade em uma linguagem mais acessível. Ao lado da enfermeira obstetra Mariana Farias, sua esposa, ele apresenta o quadro “Sem Vergonha de Perguntar”. A proposta do quadro é responder dúvidas sobre assuntos que muitas mulheres […]

O ginecologista e obstetra Túlio Carvalho tem utilizado as redes sociais para abordar temas ligados à saúde feminina, sexualidade e intimidade em uma linguagem mais acessível. Ao lado da enfermeira obstetra Mariana Farias, sua esposa, ele apresenta o quadro “Sem Vergonha de Perguntar”.

A proposta do quadro é responder dúvidas sobre assuntos que muitas mulheres ainda encontram dificuldade ou constrangimento para discutir em consultas e no cotidiano. Entre os temas abordados estão libido feminina, sexualidade, intimidade e outras questões relacionadas à saúde da mulher.

Nos vídeos, Túlio e Mariana recorrem ao diálogo e ao bom humor para tratar das perguntas enviadas e apresentar informações sobre os diferentes assuntos. A iniciativa busca aproximar conteúdos de saúde do público sem deixar de abordar questões que costumam ser cercadas por tabus.

Além da produção de conteúdo nas redes sociais, Túlio realiza atendimentos em Itapetim e São José do Egito, no Sertão do Pajeú. Segundo as informações divulgadas por sua assessoria, a atuação inclui acompanhamento ginecológico, atendimento de pacientes com condições como endometriose e assistência durante a gestação.

Na área obstétrica, Mariana também participa do acompanhamento profissional, com atuação voltada especialmente aos cuidados relacionados ao pós-parto.

O quadro “Sem Vergonha de Perguntar” integra os conteúdos publicados pelos profissionais nas redes sociais. Túlio mantém o perfil @drtuliogo, enquanto Mariana publica no @marianamedeirosf.

Imagem: Frame/Reprodução

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O resultado das eleições de 2026 manteve representantes de famílias com longa trajetória na política pernambucana em cargos no Executivo e no Legislativo. Sobrenomes como Lyra, Arraes, Campos, Ferreira, Coelho, Oliveira e Vasconcelos seguirão presentes em diferentes espaços de poder a partir de 2027. A continuidade aparece tanto na reeleição de políticos que já exerciam […]

O resultado das eleições de 2026 manteve representantes de famílias com longa trajetória na política pernambucana em cargos no Executivo e no Legislativo. Sobrenomes como Lyra, Arraes, Campos, Ferreira, Coelho, Oliveira e Vasconcelos seguirão presentes em diferentes espaços de poder a partir de 2027.

A continuidade aparece tanto na reeleição de políticos que já exerciam mandato quanto na chegada de outros integrantes dessas famílias a novos cargos. Pernambuco escolheu no domingo (4) governador, dois senadores, 25 deputados federais e 49 deputados estaduais.

Raquel Lyra (PSD) foi reeleita governadora no primeiro turno, com 53,27% dos votos válidos. Ela é filha do ex-governador João Lyra Neto, neta do ex-prefeito de Caruaru João Lyra Filho e sobrinha do ex-ministro da Justiça e ex-deputado federal Fernando Lyra.

Entre as famílias Campos e Arraes, Pedro Campos (PSB) foi reeleito deputado federal e terminou como o candidato mais votado para a Câmara em Pernambuco, com 261.555 votos. Marília Arraes (PDT), neta do ex-governador Miguel Arraes, foi eleita senadora, enquanto sua irmã Maria Arraes (PSB) conquistou uma cadeira na Assembleia Legislativa.

O grupo também tem João Campos (PSB), irmão de Pedro e bisneto de Miguel Arraes, que deixou a Prefeitura do Recife para disputar o Governo do Estado e terminou a eleição em segundo lugar.

Os irmãos Anderson e André Ferreira também permanecerão em cargos eletivos. Anderson Ferreira (PL) foi eleito deputado federal com 185.429 votos. André Ferreira (PL), que atualmente exerce mandato na Câmara, foi eleito deputado estadual com 118.868 votos.

No Sertão, a família Coelho manteve representantes nas duas Casas Legislativas. Fernando Filho (União Brasil) foi reeleito deputado federal, enquanto o irmão Antonio Coelho (União Brasil) garantiu novo mandato na Alepe. Os dois são filhos do ex-senador Fernando Bezerra Coelho e irmãos do ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho.

Outra continuidade ocorre com Lula da Fonte (PP), reeleito deputado federal. Ele é filho de Eduardo da Fonte, que deixou a disputa pela Câmara para concorrer ao Senado, sem ser eleito. Lula da Fonte também é neto do ex-governador Carlos Wilson.

Na Região Metropolitana, João de Nadegi (PV) foi reeleito deputado estadual. Ele é filho da prefeita de Camaragibe, Doutora Nadegi. A família também tem Flávia de Nadegi, eleita vereadora do Recife em 2024.

A família Costa também seguirá representada. João Paulo Costa (PT) foi reeleito deputado estadual e Silvio Costa Filho (Republicanos), seu irmão, conquistou novo mandato de deputado federal. Ambos são filhos do ex-deputado federal Silvio Costa.

No Sertão do Pajeú, Waldemar Oliveira (Avante) foi reeleito deputado federal, enquanto seu irmão Sebastião Oliveira voltou à Assembleia Legislativa. O grupo político tem como principal referência histórica o ex-deputado federal Inocêncio Oliveira, que exerceu dez mandatos consecutivos na Câmara.

Guilherme Uchoa Junior (PSD), filho do ex-presidente da Assembleia Legislativa Guilherme Uchoa, foi eleito deputado federal. Jarbas Filho (PSD), filho do ex-governador, ex-prefeito do Recife e ex-senador Jarbas Vasconcelos, foi reeleito deputado estadual.

Em Vitória de Santo Antão, Joaquim Lira (PV), filho do ex-prefeito e ex-deputado estadual Elias Lira, também garantiu novo mandato na Alepe.

Já em Garanhuns, Cayo Albino (PSB), filho do prefeito Sivaldo Albino, foi eleito deputado estadual. O grupo familiar também inclui o vereador Johny Albino, irmão do prefeito.

O resultado mostra que, mesmo com renovação de parte das cadeiras, grupos familiares que acumulam décadas de atuação política continuam presentes na representação de Pernambuco no Governo do Estado, Senado, Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução

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A Justiça de Pernambuco manteve nessa quinta-feira (8) a decisão que rejeitou o pedido de R$ 50 mil de indenização feito por Sari Corte Real contra Luana Piovani. O TJPE entendeu, por unanimidade, que as manifestações da atriz sobre o caso Miguel estavam protegidas pela liberdade de expressão. A Terceira Câmara Cível do Tribunal de […]

A Justiça de Pernambuco manteve nessa quinta-feira (8) a decisão que rejeitou o pedido de R$ 50 mil de indenização feito por Sari Corte Real contra Luana Piovani. O TJPE entendeu, por unanimidade, que as manifestações da atriz sobre o caso Miguel estavam protegidas pela liberdade de expressão.

A Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Pernambuco rejeitou o recurso apresentado pela empresária e confirmou a sentença de primeira instância, que já havia julgado improcedente o pedido por danos morais.

A ação foi motivada por publicações feitas por Luana Piovani nas redes sociais sobre a morte de Miguel Otávio Santana da Silva, de 5 anos, ocorrida em 2020. Sari alegava que as manifestações da atriz teriam causado danos à sua imagem.

Relatora do processo, a desembargadora Valéria Wanderley considerou que as publicações estavam inseridas em um debate de interesse público e não justificavam a responsabilização civil de Piovani. Os desembargadores Gabriel Cavalcanti e Dario Rodrigues Oliveira acompanharam o voto.

No entendimento da relatora, o desgaste da imagem de Sari decorreu da repercussão do episódio que resultou na morte de Miguel, e não especificamente das declarações feitas pela atriz.

Após o julgamento, Luana Piovani comemorou a decisão nas redes sociais e voltou a comentar a condenação criminal de Sari.

A ação cível contra a atriz é independente do processo criminal envolvendo a morte de Miguel. Também nessa quinta-feira, a Seção Criminal do TJPE rejeitou, por unanimidade, embargos de declaração apresentados pela defesa de Sari e manteve a condenação a sete anos de reclusão, em regime inicial fechado, por abandono de incapaz com resultado morte.

Segundo o TJPE, ainda cabe recurso dessa decisão criminal. Sari permanece em liberdade até o trânsito em julgado.

Miguel morreu em 2 de junho de 2020, após cair do nono andar do edifício Pier Maurício de Nassau, no bairro de São José, área central do Recife. Naquele dia, sua mãe, Mirtes Renata Santana, trabalhava no apartamento de Sari e havia saído para passear com a cadela dos patrões.

A criança entrou no elevador enquanto estava sob os cuidados de Sari, chegou ao nono andar e caiu de uma altura de aproximadamente 35 metros. Em 2022, Sari foi condenada inicialmente a oito anos e seis meses de prisão. A pena foi posteriormente reduzida pelo TJPE para sete anos.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução/Redes Sociais

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou nessa quinta-feira (8), em decisões liminares, a retirada de publicações de Lula, Janja e dos deputados André Janones e Lindbergh Farias contra Flávio Bolsonaro. Os ministros Kassio Nunes Marques e André Mendonça apontaram falta de elementos mínimos para sustentar parte das afirmações feitas nos conteúdos. As ordens foram dadas […]

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou nessa quinta-feira (8), em decisões liminares, a retirada de publicações de Lula, Janja e dos deputados André Janones e Lindbergh Farias contra Flávio Bolsonaro. Os ministros Kassio Nunes Marques e André Mendonça apontaram falta de elementos mínimos para sustentar parte das afirmações feitas nos conteúdos.

As ordens foram dadas em quatro processos apresentados por Flávio Bolsonaro (PL), que disputa o segundo turno da Presidência contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As decisões ainda serão submetidas ao plenário do TSE.

No caso da primeira-dama Janja, Nunes Marques determinou a retirada, em até 24 horas, de um vídeo publicado no Instagram. A gravação afirmava, entre outros pontos, que Flávio queria trabalhadores atuando sete dias por semana, acabaria com o Farmácia Popular e que, caso fosse eleito, o crime organizado dominaria o país.

O ministro considerou que algumas passagens estavam protegidas pela liberdade de expressão, incluindo críticas genéricas sobre direitos das mulheres e política de armas. Para Nunes Marques, porém, outras afirmações apresentavam como fatos certos consequências sem respaldo mínimo em declarações ou propostas do candidato.

Janja também deverá se abster de republicar o mesmo conteúdo ou versões substancialmente equivalentes com as afirmações alcançadas pela decisão.

Em outro processo, André Mendonça determinou a retirada de uma publicação no perfil de Lula sobre os efeitos do chamado “tesouraço” defendido por Flávio para redução das despesas públicas.

No vídeo, Lula afirmava que os cortes atingiriam programas como Pé-de-Meia, Farmácia Popular, Minha Casa, Minha Vida, merenda escolar e Gás do Povo, além de impedir aumento real do salário mínimo para trabalhadores e aposentados.

Mendonça entendeu que a peça atribuía ao candidato do PL uma intenção definida de cortar programas específicos sem apresentar declaração, entrevista ou documento que sustentasse a afirmação. O ministro observou ainda que o plano de governo registrado por Flávio prevê a manutenção dos programas sociais existentes.

A decisão determinou a retirada integral da publicação e proibiu sua republicação, sob pena de multa de R$ 10 mil por novo conteúdo divulgado em descumprimento da ordem. O pedido de direito de resposta formulado por Flávio ainda será analisado após a apresentação das defesas e manifestação da Procuradoria-Geral Eleitoral.

Mendonça também mandou retirar outra propaganda publicada no perfil oficial de Lula com o bordão “Se Flávio vence, você perde”. O conteúdo relacionava uma eventual vitória do candidato à perda de medicamentos gratuitos, aposentadoria, salário mínimo e acesso à casa própria, além de fazer referências à violência contra mulheres, crianças e milícias.

Para o ministro, o vídeo apresentava essas consequências como certas, e não como críticas, possibilidades ou projeções políticas. A ordem de retirada deverá ser cumprida em até três horas após a ciência da decisão.

A quarta decisão atingiu publicações dos deputados André Janones (Rede-MG) e Lindbergh Farias (PT-RJ) no Instagram, Facebook e YouTube.

Nos vídeos, os parlamentares atribuíram a Flávio propostas como elevar a idade mínima de aposentadoria para 70 anos entre homens e 65 entre mulheres, desvincular benefícios previdenciários do salário mínimo, acabar com a política de valorização real do mínimo, estabelecer jornada de 12 horas por dia durante sete dias por semana e privatizar a Petrobras.

Mendonça avaliou que os elementos apresentados no processo não davam respaldo mínimo para que essas medidas fossem atribuídas como propostas específicas do candidato. O ministro determinou a retirada de cinco publicações em até três horas e fixou multa de R$ 10 mil, por dia ou publicação, em caso de descumprimento.

As quatro determinações são liminares e ainda deverão ser analisadas pelo plenário do Tribunal Superior Eleitoral.

Fonte: G1
Foto: Jornal Nacional/Reprodução

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O ministro Alexandre de Moraes, determinou nessa quinta-feira (8) a expedição de mandado de prisão contra o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro. A medida foi tomada após o trânsito em julgado da condenação a quatro anos e dois meses de prisão por coação no curso do processo. Moraes também determinou o cancelamento dos passaportes brasileiros de […]

O ministro Alexandre de Moraes, determinou nessa quinta-feira (8) a expedição de mandado de prisão contra o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro. A medida foi tomada após o trânsito em julgado da condenação a quatro anos e dois meses de prisão por coação no curso do processo.

Moraes também determinou o cancelamento dos passaportes brasileiros de Eduardo. O ex-deputado está nos Estados Unidos desde o ano passado.

A condenação foi imposta por unanimidade pela Primeira Turma do STF em junho. O colegiado entendeu que Eduardo atuou para tentar interferir no julgamento do processo em que seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, foi condenado por tentativa de golpe de Estado.

Segundo o entendimento do Supremo, o então parlamentar participou de articulações para a imposição de sanções dos Estados Unidos contra autoridades brasileiras e de medidas econômicas contra o Brasil com o objetivo de pressionar a Corte.

Eduardo foi condenado pelo crime de coação no curso do processo a quatro anos e dois meses de reclusão, em regime inicial semiaberto, além do pagamento de multa.

No mês passado, a Primeira Turma rejeitou recurso apresentado pela Defensoria Pública da União (DPU), que representou Eduardo no processo. Com o encerramento das possibilidades de recurso, Moraes declarou o trânsito em julgado e determinou o início da execução da pena.

A permanência de Eduardo nos Estados Unidos, no entanto, interfere no cumprimento imediato da ordem em território brasileiro. A eventual adoção de medidas de cooperação internacional ou extradição dependeria de procedimentos próprios.

Eduardo deixou o Brasil em 2025 e posteriormente perdeu o mandato de deputado federal por faltas às sessões da Câmara.

A condenação também resultou na declaração de inelegibilidade e na perda do cargo público de escrivão da Polícia Federal. Em setembro, o Ministério da Justiça formalizou a demissão do cargo após processo administrativo que apontou abandono da função.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Mandel Ngan

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Escala 6×1 vira tema de propaganda de Lula com participação de senadores aliados

Senadores aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participaram de uma gravação da campanha à reeleição, em Brasília, para uma peça eleitoral sobre a proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6×1. A gravação ocorreu nessa quinta-feira (8), no Lago Sul, e reuniu parlamentares que apoiam a candidatura de Lula no […]

Senadores aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participaram de uma gravação da campanha à reeleição, em Brasília, para uma peça eleitoral sobre a proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6×1.

A gravação ocorreu nessa quinta-feira (8), no Lago Sul, e reuniu parlamentares que apoiam a candidatura de Lula no segundo turno da eleição presidencial.

Participaram da agenda os senadores Camilo Santana (PT-CE), Luany Lemos (PSB-DF) e Paulo Paim (PT-RS). A líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), também participou das gravações. A deputada federal Natália Bonavides (PT-RN) esteve no local.

O tema escolhido para a peça eleitoral é a Proposta de Emenda à Constituição que prevê mudanças na jornada semanal e pode extinguir a escala 6×1. A discussão ganhou espaço na campanha presidencial ao mesmo tempo em que a matéria avança no Senado.

Nesta semana, a PEC 221/2019 chegou à terceira das cinco sessões de discussão exigidas antes da votação em primeiro turno. Caso seja aprovada nessa etapa, ainda terá de passar por outras três sessões de debate antes da votação em segundo turno.

A movimentação dos aliados de Lula ocorre às vésperas do início da propaganda eleitoral gratuita do segundo turno no rádio e na televisão, nesta sexta-feira (9).

Lula e Flávio Bolsonaro (PL), que disputam o segundo turno da Presidência, terão o mesmo tempo destinado à propaganda eleitoral. O debate sobre a escala 6×1 passou a integrar a disputa entre as duas campanhas nos últimos dias, enquanto governo e oposição divergem sobre o ritmo de tramitação da proposta no Senado.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Ricardo Stuckert

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Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, teria encomendado um ataque hacker enquanto cumpria prisão domiciliar, em janeiro, para tentar apagar informações armazenadas no iCloud de um celular apreendido pela Polícia Federal. A ação, segundo a investigação, não teve sucesso. As informações foram publicadas inicialmente pela revista piauí e confirmadas pelo Estadão. O caso foi relatado […]

Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, teria encomendado um ataque hacker enquanto cumpria prisão domiciliar, em janeiro, para tentar apagar informações armazenadas no iCloud de um celular apreendido pela Polícia Federal. A ação, segundo a investigação, não teve sucesso.

As informações foram publicadas inicialmente pela revista piauí e confirmadas pelo Estadão. O caso foi relatado à Polícia Federal por Thiago Santos, especialista em segurança cibernética apontado como participante da tentativa de acesso às contas.

Segundo a apuração, Vorcaro teria acionado Thiago Miranda, intermediário do empresário em negócios ligados ao setor de comunicação, para buscar a invasão da conta no iCloud. O serviço da Apple armazena na nuvem informações como mensagens, fotografias e outros arquivos vinculados aos aparelhos.

Naquele momento, a força-tarefa da Operação Compliance Zero estava com o celular de Vorcaro havia cerca de dois meses. Relatórios produzidos pela PF posteriormente incluíram diálogos encontrados no aparelho, indicando que os investigadores conseguiram preservar e acessar os dados.

A tentativa também teria como alvo a conta de Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro e apontado nas investigações como seu operador financeiro. O celular de Zettel havia sido apreendido pela PF depois de sua prisão no Aeroporto de Guarulhos, em janeiro. Ele foi solto no mesmo dia.

De acordo com a investigação, Thiago Miranda teria procurado Thiago Santos para executar o acesso às contas. Santos teria conseguido entrar no iCloud de Vorcaro, mas a movimentação foi identificada pelos policiais antes que os dados fossem apagados.

A Polícia Federal também investiga outras atividades atribuídas ao grupo, entre elas monitoramentos e tentativas de retirar da internet reportagens consideradas negativas por Vorcaro. Miranda também é investigado por suspeita de intermediar ações de influenciadores contra o Banco Central após a liquidação do Banco Master.

Vorcaro é investigado por suspeitas relacionadas a fraudes no sistema financeiro, gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro, ocultação de bens e corrupção. Ele foi preso em novembro de 2025, passou posteriormente para prisão domiciliar e voltou a ser preso em março deste ano. Atualmente, permanece detido em Brasília.

À revista piauí, a defesa de Thiago Miranda afirmou a “absoluta legalidade” dos atos praticados por ele e negou irregularidades. Thiago Santos também negou ter realizado atividade ilegal e disse ter comparecido espontaneamente à PF para prestar esclarecimentos. A defesa de Vorcaro não respondeu à publicação. O Estadão informou ainda ter procurado as defesas de Vorcaro e Miranda.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Divulgação

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu 298 novas ações relacionadas à propaganda entre 20 de setembro e o primeiro turno, em 4 de outubro. O volume levou a Corte a reforçar a estrutura responsável por analisar esse tipo de processo durante a segunda etapa da eleição. O número registrado em apenas 15 dias chama atenção […]

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu 298 novas ações relacionadas à propaganda entre 20 de setembro e o primeiro turno, em 4 de outubro. O volume levou a Corte a reforçar a estrutura responsável por analisar esse tipo de processo durante a segunda etapa da eleição.

O número registrado em apenas 15 dias chama atenção quando comparado à eleição de 2022, quando o TSE recebeu 610 processos relacionados à propaganda durante todo o período eleitoral.

Diante do aumento da demanda, o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, ampliou nesta semana o grupo responsável pela análise das questões de propaganda eleitoral no segundo turno. O juiz substituto Marco Aurélio Bellizze foi incluído na equipe.

A mudança ocorre em meio ao acúmulo de representações apresentadas principalmente pelas campanhas que disputam a Presidência. Segundo a assessoria do tribunal, o represamento de ações protocoladas por PT e PL esteve entre as razões para o reforço da estrutura.

Nunes Marques também deve convocar sessões plenárias diárias para acelerar a análise dos processos. A determinação prevê ainda que decisões sobre pedidos liminares em matéria de propaganda, incluindo direitos de resposta, sejam submetidas imediatamente ao plenário, inclusive por meio de sessões virtuais.

A tramitação dessas ações ganhou atenção dentro e fora do TSE durante a reta final do primeiro turno. Integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) chegaram a fazer críticas à demora na apreciação colegiada de processos eleitorais.

De acordo com o TSE, o acúmulo estava concentrado justamente nas ações relacionadas à propaganda antes da decisão individual dos magistrados. A Corte sustenta que os processos que já haviam recebido decisão foram posteriormente submetidos ao plenário.

Entre as disputas levadas à Justiça Eleitoral estão pedidos de retirada de conteúdos, direitos de resposta, questionamentos sobre impulsionamento de publicações e acusações de divulgação de informações falsas ou descontextualizadas.

Na reta final do primeiro turno, o Ministério Público Eleitoral também apresentou ações contra as campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) por suposto uso de sites, perfis e outros canais nas redes sociais que não teriam sido previamente informados à Justiça Eleitoral.

Com o início do segundo turno, a estrutura reforçada pelo TSE terá de analisar novas contestações relacionadas à propaganda das duas campanhas até a votação marcada para 25 de outubro.

Fonte: O Globo
Foto: Leobark Rodrigues/TSE

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Eduardo Paes (PSD) desistiu nessa quinta-feira (8) de tentar garantir na Justiça um segundo turno na eleição para o Governo do Rio de Janeiro, após o ministro Cristiano Zanin, do STF, negar recurso contra a anulação dos votos de Anthony Garotinho (Republicanos). Paes reconheceu o fim da disputa, embora tenha reafirmado discordância da decisão. A […]

Eduardo Paes (PSD) desistiu nessa quinta-feira (8) de tentar garantir na Justiça um segundo turno na eleição para o Governo do Rio de Janeiro, após o ministro Cristiano Zanin, do STF, negar recurso contra a anulação dos votos de Anthony Garotinho (Republicanos). Paes reconheceu o fim da disputa, embora tenha reafirmado discordância da decisão.

A manifestação foi divulgada por Paes depois que Zanin rejeitou o pedido apresentado ao Supremo para suspender os efeitos da decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O ex-prefeito do Rio afirmou que não adotará novas medidas judiciais para tentar levar a eleição ao segundo turno.

“Decisão judicial a gente respeita. É assim que funciona a democracia”, afirmou Paes. Ele sustentou, no entanto, que a maioria dos eleitores fluminenses havia votado para que a disputa fosse decidida em uma segunda etapa.

O recurso ao STF foi apresentado depois que o TSE determinou, por 5 votos a 2, a anulação dos votos recebidos por Anthony Garotinho no primeiro turno. O tribunal manteve o indeferimento do registro da candidatura e ordenou a retotalização da eleição para governador.

Garotinho recebeu cerca de 274 mil votos. Com a exclusão desse total da base de votos válidos, Douglas Ruas (PL), que havia registrado 49,27% na apuração original, deve superar os 50% necessários para encerrar a eleição no primeiro turno. A formalização do novo resultado depende da retotalização pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ).

Paes terminou a votação originalmente contabilizada com 42,76% dos votos válidos e defendia que o segundo turno fosse realizado. Sua coligação argumentou que a decisão do TSE produziria efeito irreversível ao impedir a continuidade da disputa.

Zanin não analisou o mérito da controvérsia eleitoral. O ministro entendeu que o STF ainda não poderia apreciar o pedido porque as possibilidades de recurso no próprio TSE não haviam sido esgotadas.

Ao anunciar que não prosseguiria com a disputa judicial, Paes evitou citar Douglas Ruas nominalmente. Disse que continuará atuando politicamente no estado e que seu grupo seguirá acompanhando o próximo governo.

O TSE também rejeitou o pedido apresentado por Garotinho para desistir do recurso que discutia seu registro de candidatura. A Corte entendeu que, depois da realização da eleição, uma desistência com potencial para alterar o resultado não poderia produzir automaticamente esse efeito.

A retotalização dos votos pelo TRE-RJ definirá oficialmente o resultado da eleição para o Governo do Rio de Janeiro.

Fonte: O Globo
Foto: Marcelo Theobald/Agência O Globo

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A tramitação da proposta que acaba com a escala de trabalho 6×1 entrou na disputa política do segundo turno da eleição presidencial. Enquanto o governo tenta concluir a análise no Senado antes da votação de 25 de outubro, integrantes da oposição defendem o cumprimento dos prazos regimentais e trabalham para que a decisão fique para […]

A tramitação da proposta que acaba com a escala de trabalho 6×1 entrou na disputa política do segundo turno da eleição presidencial. Enquanto o governo tenta concluir a análise no Senado antes da votação de 25 de outubro, integrantes da oposição defendem o cumprimento dos prazos regimentais e trabalham para que a decisão fique para depois da eleição.

O Senado concluiu nesta quinta-feira (8) a terceira das cinco sessões de discussão exigidas antes da votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 em primeiro turno. As duas etapas restantes devem ocorrer na próxima semana, quando o texto poderá ser submetido à primeira votação no plenário.

A PEC reduz de 44 para 40 horas a jornada máxima semanal e estabelece dois dias de descanso por semana, sem redução salarial. O texto prevê uma transição: a jornada cairia inicialmente para 42 horas e, posteriormente, chegaria às 40 horas semanais.

Depois de uma eventual aprovação em primeiro turno, o regimento prevê mais três sessões de discussão antes da votação definitiva. Para encurtar esse período, a liderança do governo articula um requerimento de calendário especial.

É justamente nessa etapa que governo e oposição passaram a divergir. O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), defende que os prazos sejam cumpridos normalmente e critica a votação da proposta durante o segundo turno da eleição presidencial. Marinho também atua na campanha de Flávio Bolsonaro.

Flávio, candidato do PL à Presidência, afirmou nesta semana que a bancada de seu partido deve defender que a votação ocorra somente depois da eleição. Ele acusa o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, de utilizar a proposta com objetivo eleitoral.

Lula, por sua vez, passou a explorar a posição do adversário durante a campanha. Em encontro com parlamentares, o presidente cobrou publicamente que Flávio vote a favor da PEC e que oriente os senadores do PL a fazerem o mesmo.

“Eu quero ver como é que o Flávio Bolsonaro vai votar. Eu desafio ele a votar favoravelmente. E desafio ele a pedir para o PL votar favoravelmente”, afirmou Lula.

A movimentação transforma o calendário legislativo em mais um ponto de confronto entre as duas campanhas. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que seguirá o rito previsto e que uma eventual aceleração dependerá de requerimento submetido ao plenário.

A votação em primeiro turno é esperada para a próxima semana. Para ser aprovada, a PEC precisa receber pelo menos 49 votos favoráveis, equivalentes a três quintos dos 81 senadores, tanto no primeiro quanto no segundo turno.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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