Pagar quase R$ 1 milhão a Gusttavo Lima é um escárnio
Aconteceu na manhã desta terça (15) mais uma sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira. O vereador Vicente Ferreira Zuza, o “Vicentinho”, apresentou Projetos de Lei que concedem Títulos de Cidadãos a Vicente Ferreira Zuza e Maria Auxiliadora Ferreira, seus pais. A proposta foi bem aceita pelos pares diante da história do […]
Aconteceu na manhã desta terça (15) mais uma sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira.
O vereador Vicente Ferreira Zuza, o “Vicentinho”, apresentou Projetos de Lei que concedem Títulos de Cidadãos a Vicente Ferreira Zuza e Maria Auxiliadora Ferreira, seus pais. A proposta foi bem aceita pelos pares diante da história do casal.
O vereador Douglas Eletricista solicitou uma rotatória na PE 320, entrada da Pintada e pavimentação no povoado. Ainda um ponto de apoio da saúde no bairro São Cristóvão. Ainda apresentou voto de aplauso ao desportista Clério Alberto.
A vereadora Gal Mariano apresentou voto de aplauso para a Liga Desportiva de Afogados da Ingazeira e seu presidente Charles Cristian pela organização do campeonato afogadense de futebol de campo 2022, como também ao Benfica da Ponte pelo título de campeão.
Já o vereador Cancão apresentou requerimento para instalação de placas de energia solar na área onde estava localizado o lixão, representando mais economia no consumo de energia por parte da prefeitura.
Por sua vez, o vereador Cícero Miguel solicitou da prefeitura a construção do complemento no calçamento da rua Odon José da Silva no bairro São Francisco. E César Tenório fez referência ao legado do médico Saulo de Tharso, parabenizando a iniciativa de dar seu nome à nova ala do Hospital Regional Emília Câmara.
Fazendo uso da Tribuna de Honra da Câmara, o ex-presidente Igor Mariano parabenizou o presidente Rubinho do São João por garantir a realização do concurso público para este ano. Igor tinha planos para fazer quando era presidente, mas devido a uma lei na época da pandemia ficou impossibilitado de realizar.
O Aeroporto de Serra Talhada foi testado e aprovado nesta quinta-feira (12). O voo experimental que a Companhia Aérea Azul realizou foi considerado um sucesso. A aeronave partiu do Recife com cerca de 70 passageiros a bordo. A chegada do avião em solo sertanejo atraiu muitas pessoas, já que existe uma grande expectativa em relação ao funcionamento […]
O Aeroporto de Serra Talhada foi testado e aprovado nesta quinta-feira (12). O voo experimental que a Companhia Aérea Azul realizou foi considerado um sucesso. A aeronave partiu do Recife com cerca de 70 passageiros a bordo. A chegada do avião em solo sertanejo atraiu muitas pessoas, já que existe uma grande expectativa em relação ao funcionamento do novo equipamento.
Para receber aviões de maior porte, o Aeroporto de Serra Talhada precisou ser requalificado. Até o momento, o Governo do Estado já investiu cerca de R$ 8 milhões na pista de pouso e decolagem, no balizamento noturno, na construção do Turn Arounde (local onde o avião faz a curva) e também na instalação do terminal provisório de passageiros.
Para o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Valter Casimiro, que fez questão de marcar presença no voo, Serra Talhada está pronta para ser inserida na rota da aviação comercial. “Tudo ocorreu perfeitamente e dentro do que foi planejado. O Aeroporto já possui total condição de receber voos comerciais”, explicou o gestor. ”O Governo de Pernambuco é atuante e conseguiu tocar esse projeto. O Ministério dos Transportes está muito satisfeito com essa parceria”, concluiu Casimiro.
“É uma grande satisfação trazer para o Sertão este importante instrumento de desenvolvimento. O Aeroporto ratifica essa estratégia de gestão que prioriza investimentos na área de infraestruturade transportes. O Sertão do Pajéu é consolidado como polo de desenvolvimento em várias áreas. Estamos trazendo mais oportunidades de empregos e geração de renda”, ressaltou o secretário de Transportes de Pernambuco, Antônio CavalvantiJúnior.
De acordo com o secretário estadual de Turismo, Márcio Steffani, hoje, foi dado um grande passo para integrar o “miolo do estado à economia nacional.
Desde a morte do vereador Cícero Fernandez em Serra Talhada, aumentou muito a especulação em torno do nome do radialista e empresário Marcos Oliveira. Primeiro, aumentou a possibilidade de sua posse. Não foram poucos os que acharam que Marcos seria o substituto direto, quando na verdade Paulo Melo foi quem assumiu. Outros rumores tem relação […]

Desde a morte do vereador Cícero Fernandez em Serra Talhada, aumentou muito a especulação em torno do nome do radialista e empresário Marcos Oliveira. Primeiro, aumentou a possibilidade de sua posse. Não foram poucos os que acharam que Marcos seria o substituto direto, quando na verdade Paulo Melo foi quem assumiu.
Outros rumores tem relação com a possibilidade de que agora como primeiro suplente, Marcos seja “puxado” para assumir o mandato. Especula-se que isso vai acontecer quando Luciano Duque chamar um vereador da base para assumir uma Secretaria em sua gestão. Marcos assumiria já com rótulo de governista. Ouça o que Oliveira disse, falando em entrevista ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú:
Marcos, sua condição de primeiro suplente gerou mais especulação em torno do seu nome ?
Na verdade com essa tragédia da morte do vereador Cição, eu passei para a primeira suplência. Paulo Melo, que era o primeiro de nossa coligação, tomou posse esta semana. Isso aumentou a especulação, mas não há nenhum convite oficial por parte do governo pra mim. Há pessoas ligadas ao governo querendo que isso aconteça, mas nada de oficial. Hoje essa especulação desde o dia da morte de Cição, que eu seria o primeiro a assumir aumentou muito.
Mas você é da oposição ao governo Luciano Duque. O que vai fazer se for convidado?
Por isso que, acontecendo um convite não será tomada nenhuma posição isolada. Pertenço à bancada da oposição ao governo municipal, como nome do PR. Não vou tomar nenhuma decisão assim. Caso aconteça, não deixa de ser uma oportunidade de contribuir com Serra Talhada. Mas repito, nada será feito sem ouvir as lideranças. Sou um homem de grupo.
O que se especula é que Duque quer “puxar” um vereador para o Governo e aí você assume…
É isso que se fala até porque o governo quer fortalecer seu secretariado. Há nomes no Legislativo como Zé Raimundo e Pinheiro do São Miguel, este último que também deve fazer parte da base. Nos próximos dias haverá esse alinhamento. Paulo Melo já estava ligado a Augusto César e é colocado como nome ligado ao prefeito. Mas até agora é especulação.
A oposição não consegue se unir em torno de um único projeto com os nomes que estão aí. Ou tem jeito?
Há uma resistência muito grande para uma união dentro do grupo de Sebastião com o ex-prefeito Carlos Evandro. Não sei se conseguirá contornar. Há nomes como Geni Pereira desfavoráveis a isso.
Do Diário de Pernambuco Daqui a uma semana, deputados estaduais darão início ao recesso parlamentar de julho. A pausa concederá 30 dias de descanso aos representantes da Casa de Joaquim Nabuco. Assim mesmo, uma portaria publicada (173/15) na última quinta-feira (18) suspendeu todas as sessões ordinárias desta semana e garantiu outros cinco dias sem atividades […]

Do Diário de Pernambuco
Daqui a uma semana, deputados estaduais darão início ao recesso parlamentar de julho. A pausa concederá 30 dias de descanso aos representantes da Casa de Joaquim Nabuco. Assim mesmo, uma portaria publicada (173/15) na última quinta-feira (18) suspendeu todas as sessões ordinárias desta semana e garantiu outros cinco dias sem atividades obrigatórias para os parlamentares. Com isso, nenhum deles terá a obrigação de comparecer à Assembleia Legislativa durante as semana do São João. As atividades só serão retomadas na próxima segunda-feira e já encerradas na terça-feira (30), último dia do mês.
Desde ontem, apenas alguns poucos funcionários circulavam pelas dependências da Casa. O edifício-sede, onde está localizado o plenário, estava completamente trancado. O edifício anexo, onde estão os gabinetes dos 49 parlamentares também estava fechado. Um policial que fazia a segurança do local afirmou só ter visto os parlamentares Edilson Silva (PSol) e Adalto Santos (PSB) passarem rapidamente por lá durante a manhã.
Pelo texto da portaria publicada na quinta, os servidores precisarão compensar a folga de ontem com banco de horas. Já o dia de hoje foi trocado pelo feriado de Corpus Christi (04 de junho), quando houve atividade normal. Amanhã (24) é feriado municipal. Na quinta e sexta-feira os gabinetes voltam a funcionar normalmente. Os deputados, no entanto, não terão obrigação de comparecer já que as sessões ordinárias destes dois dias foram suspensas.
O deputado Edilson Silva, que chegou a ir ao gabinete ontem, disse que, apesar de as sessões estarem suspensas, continuará normalmente com as atividades. “Tenho muita coisa pendente, algumas reuniões, projetos para serem revisados. Convoquei uma audiência sobre mobilidade para a próxima segunda para tratar das obras inacabadas previstas para a Copa. Então, há uma série de coisas a fazer e creio que só devo tirar uma semana de folga no período do recesso”, assegurou.
Outros deputados, contudo, não devem passar nem perto da Assembleia nos próximos dias. É o caso de Miguel Coelho (PSB), que está em missão autorizada em Londres, na Inglaterra, onde participa de um evento como palestrante. Quem não deve aparecer por lá antes de agosto é o deputado Joaquim Lira (PSD). Ele solicitou licença em caráter cultural para viagem aos Estados Unidos de 26 de junho a 11 de julho.
O motivo da viagem não foi informado no projeto de resolução (1304/15) aprovado pela mesa diretora. Além de Joaquim Lira, o Diario procurou, por telefone, os deputados Ângelo Ferreira (PSB), Augusto César (PTB), Júlio Cavalcanti (PTB) e Antônio Moraes (PSDB). Nenhum deles foi localizado.
O Impeachment de Collor foi o processo de afastamento do presidente Fernando Collor de Mello, em 1992. Acusado de envolvimento em corrupção e fraudes financeiras, houve grande agitação nas ruas com o movimento dos Caras Pintadas. O Senado votou pela sua destituição do governo, por 76 votos a favor e 3 contra. Durante a campanha, Collor se […]
O Impeachment de Collor foi o processo de afastamento do presidente Fernando Collor de Mello, em 1992.
Acusado de envolvimento em corrupção e fraudes financeiras, houve grande agitação nas ruas com o movimento dos Caras Pintadas.
O Senado votou pela sua destituição do governo, por 76 votos a favor e 3 contra.
Durante a campanha, Collor se destacava por ser jovem, propor o combate à corrupção e aos marajás. Estes eram os funcionários públicos que não compareciam ao trabalho, mas continuavam a receber salários. Foi eleito ao bater o sindicalista Lula em 17 de dezembro de 1989.
No entanto, quando tomou posse, instituiu o Plano Collor e confiscou depósitos bancários que ultrapassassem a quantia de 50 mil cruzeiros.
O intuito era controlar a inflação, mas o plano não foi bem-sucedido e houve fechamento de empresas e aumento do desemprego.
O irmão de Collor, Pedro Collor (1956-1994), revelou publicamente provas do envolvimento do presidente num caso de desvio de dinheiro.
O crime consistia em usar a campanha eleitoral de Collor como caixa 2. Assim, muito dinheiro foi desviado das verbas públicas através de criação de empresas fantasmas e contas no exterior.
PC Farias, apelido de Paulo César Farias (1945-1996), foi o tesoureiro da campanha de Collor. Durante o seu governo esteve muito próximo ao presidente, e supostamente, teria sido seu “testa de ferro” em várias negociações.
O escândalo suscitou ainda mais a insatisfação e revolta dos brasileiros contra o presidente.
Estudantes, conhecidos como Caras Pintadas (pintavam a face de verde e amarelo), foram às ruas num movimento que reuniu a população brasileira e ficou conhecido como Fora Collor.
No dia 11 de agosto de 1992, dez mil pessoas se reuniram em frente ao Museu de Arte de São Paulo (MASP) em São Paulo para protestar.
Na sequência, o presidente fez um pronunciamento em rede nacional e pediu que os cidadãos vestissem as cores do Brasil no domingo próximo, em resposta ao acontecimento e em sinal de apoio ao presidente.
Todavia, nesse que ficou conhecido como o Domingo Negro, a resposta da população foi se vestir de preto. Isso apenas confirmava o sentimento de revolta e intensificava os protestos ao presidente.
Era a demonstração da insatisfação popular que havia depositado em Collor a sua confiança na primeira vez que o Brasil votava para escolher o seu presidente.
Em 29 de setembro de 1992 foi aberto o processo de impeachment na Câmara dos Deputados e Collor foi afastado do governo.
Em 29 de dezembro de 1992, o Senado se reuniu para votar o impeachment. Poucos minutos depois de iniciada a sessão, o advogado de defesa de Collor anunciou a sua renúncia.
Contudo, a votação aconteceu, seus direitos políticos foram cassados por 8 anos e Collor foi destituído do cargo presidencial.
Após declarada a sua destituição, o vice-presidente Itamar Franco (1930-2011), assumiu a presidência do Brasil terminando o mandado em 1º de janeiro de 1995.
Itamar Franco já havia assumido a presidência interinamente no dia 2 de outubro, logo após o processo de impeachment ter sido aberto.
Curiosidade: depois de ter direitos políticos retomados, o senador e ex-presidente Collor de Mello esteve presente na sessão que decidiu o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em agosto de 2016.
Fonte: Juliana Bezerra, Professora de História, em publicação no Toda Matéria.
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