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“Nordestino não lê, só vive de ajeitado, gosta de ser submisso”, diz Gerente do INSS Tabira. Ouça:

Por Nill Júnior

“Sabe pegar um celular e só fazer fuxico pra dizer que está tomando cachaça nas redes sociais”

O blog teve acesso à fala do Gerente do INSS, Agência Tabira, Berinaldo Leão, que generalizou e fez duras críticas ao perfil dos nordestinos falando a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM.

Berinaldo declarou que a população “precisa se adequar aos novos tempos, pois hoje apenas o Auxílio Doença não precisa de agendamento no INSS”.

Irritado com as reclamações no Rádio e nas redes sociais quanto à qualidade de seu atendimento, Berinaldo se mostrou agressivo.

“A Diretoria do INSS resolveu e entendeu que na maioria dos nossos serviços o cidadão pode fazer via internet, redes sociais. Só que o Brasil, principalmente o Nordestino, que tem muita gente que tem medo de falar, tem orgulho de ir pra São Paulo chegar lá, copiar o paulista e chegar falando di manhê e paiê. Te que ir pra lá e falar pru qui e pru cá”.

E seguiu: “o Nordestino não lê, só vive de moleza, só vive de querer ajeitado, de jeitinho brasileiro. Tô generalizando que conheço todas as regiões do país”. Anchieta retruca: então nordestino é preguiçoso?  “Não, não é preguiçoso, ele gosta de ser submisso. Nordestino tem que levantar a cabeça. Temos vários doutores, várias pessoas inteligentes nesse país que  são nordestinos. Agora, nordestino gosta de ser submisso, principalmente a políticos”.

Foi além: “Nordestino sabe pegar um celular e só fazer fuxico. Porque não pega um celular e vai ver seus direitos na Internet? Mas não, Quando é um fuxico pra dizer que está tomado cachaça num sei onde e botando nas redes sociais só besteira, ele sabe fazer isso”. Pouco depois, disse que “alguns chegam agredindo, mal-humorados, trazendo problemas de casa”. E afirmou: “Comigo quem trata mal recebe na mesma moeda”. A declaração do gerente foi bastante contestada pelos ouvintes.

Ouça a fala de Berinaldo Leão:

 

Berinaldo ignora o fato de que muitos dos segurados ou interessados que procuram a agência sequer tem celular, conhecem a internet e redes sociais, como os especiais. A Assessoria do INSS ainda não respondeu ao blog.

Outras Notícias

Orestes Neves articula candidatura a prefeito

O vereador, médico e pré-candidato Orestes Neves (PT), que também é pré-candidato a prefeito em Sertânia teve agenda em Recife após o carnaval mirando a sucessão municipal. Ele conversou com alguns nomes de seu partido e políticos alinhados com a oposição na cidade. Segundo a Tribuna do Moxotó,  lideranças estaduais alinhadas politicamente manifestaram a vontade […]

O vereador, médico e pré-candidato Orestes Neves (PT), que também é pré-candidato a prefeito em Sertânia teve agenda em Recife após o carnaval mirando a sucessão municipal.

Ele conversou com alguns nomes de seu partido e políticos alinhados com a oposição na cidade.

Segundo a Tribuna do Moxotó,  lideranças estaduais alinhadas politicamente manifestaram a vontade de apoio à sua candidatura a prefeito de Sertânia.

“Importante essas conversas para a viabilização de uma possível candidatura nossa. Estamos no caminho certo, sinto em cada abraço, em cada palavra de carinho dos sertaniense uma vontade de mudança e que, através do nosso grupo amplo e contando com toda população de Sertânia, possamos fazer uma cidade para todos. Vamos à luta”, disse o vereador Orestes.

Em poucos dias a oposição certamente, após conversações, após diálogo com todos os setores, definirá seus candidatos a chapa proporcional visando as eleições municipais.

Miss de Patos morreu por ‘ter medo de enfrentar as chamas’, diz irmão

Rede social da jovem de Patos foi invadida após episódio O jovem César Henrique Silva Nitão, de 23 anos, ficou sabendo no domingo (26) que a irmã dele, a modelo e miss Maya Nitão, morreu após cair do 6º andar do prédio onde moravam, em São Paulo, para fugir de um incêndio. O pai do casal, Carlos César […]

Rede social da jovem de Patos foi invadida após episódio

O jovem César Henrique Silva Nitão, de 23 anos, ficou sabendo no domingo (26) que a irmã dele, a modelo e miss Maya Nitão, morreu após cair do 6º andar do prédio onde moravam, em São Paulo, para fugir de um incêndio.

O pai do casal, Carlos César Nitão, contou ao g1 que o filho relatou ter tentado chamar a irmã para sair do apartamento, mas que ela “teve medo de enfrentar as chamas”. O incêndio aconteceu no apartamento onde os irmãos moravam, no bairro Itaim Bibi, na Zona Sul de São Paulo, na manhã do sábado (25).

“Eles estavam dormindo quando o meu filho acordou e já percebeu as chamas. Ele a chamou várias vezes, para sair do apartamento, mas ela estava em pânico e disse que estava com medo de enfrentar as chamas. Quando ele conseguiu abrir a porta do quarto, ela já havia caído”, disse o pai dos jovens.

No hospital, César Henrique, conhecido como Cesinha, relatou que o incêndio pode ter começado em um curto-circuito atrás do sofá. “Meu filho disse que o fogo começou na sala, e que depois foi se espalhando, junto a uma fumaça preta. O prédio é antigo, com instalações elétricas antigas, então pode ter acontecido este curto-circuito na tomada atrás do sofá”, disse. As causas do incêndio vão ser apuradas por uma perícia a ser feita pelo Corpo de Bombeiros.

Mayara Ingrid Silva Nitão, conhecida como Maya Nitão, tinha 26 anos e havia sido eleita a primeira Miss Sertão Paraibano, em janeiro deste ano. Ela foi para São Paulo há oito anos, e morava com o irmão, que se formou engenheiro de produção há cerca de 15 dias. Ele é diretor de um cursinho para concursos.

Último vídeo: as redes sociais de Maya foram invadidas após o episódio, chegando a mais de 91 mil seguidores. Seu último vídeo é de foi felicitando as atrizes paraibanas Isadora Cruz e Lucy Alves por suas partiocipações em Mar do Sertão e Travessia, novelas da Globo. Veja:

Serra Talhada recebe 2.020 doses de vacinas contra Covid-19

A cidade de Serra Talhada recebeu mais uma remessa de vacinas contra a Covid-19 para dar continuidade ao Plano de Imunização da população. Neste domingo (21.03) foram entregues à Secretaria Municipal de Saúde 2.020 doses das vacinas Coronavac/Butantan e Astrazeneca/Fiocruz , para imunizar idosos, trabalhadores da saúde e população quilombola.  A partir desta segunda-feira (22.03) […]

A cidade de Serra Talhada recebeu mais uma remessa de vacinas contra a Covid-19 para dar continuidade ao Plano de Imunização da população.

Neste domingo (21.03) foram entregues à Secretaria Municipal de Saúde 2.020 doses das vacinas Coronavac/Butantan e Astrazeneca/Fiocruz , para imunizar idosos, trabalhadores da saúde e população quilombola. 

A partir desta segunda-feira (22.03) idosos entre 70 e 74 anos já poderão procurar as unidades de saúde ou o setor do PNI para serem vacinados, bem como a população quilombola residente no município e a parcela restante de trabalhadores da saúde que ainda não foram vacinados. 

São 390 doses para quilombolas, 60 doses para trabalhadores da saúde e 1.570 doses para idosos entre 70 e 74 anos. “Temos 613 quilombolas no município e estamos recebendo 60% das doses, temos 2.870 trabalhadores e estamos recebendo mais 2% de doses e 2.067 idosos de 70 a 74 anos e estamos recebendo 72% das doses”, detalhou Karla Lima, coordenadora do PNI do município. 

A nova remessa de imunizantes foi recebida pela prefeita Márcia Conrado e pela secretária de Saúde, Lisbeth Lima, na sede da XI Gerência Regional de Saúde. “Acabamos de receber mais 2.020 doses de esperança para iniciarmos a vacinação de idosos de 70 a 74 anos, quilombolas e também trabalhadores da saúde que ainda estavam aguardando sua vez, uma notícia muito boa para começarmos a semana”, comentou a prefeita na ocasião.

PLANO DE IMUNIZAÇÃO

O município já aplicou mais de 5.940 doses de vacinas contra a doença, alcançando trabalhadores da saúde da rede pública e privada, idosos, cuidadores de idosos, pacientes da Residência Terapêutica, agentes funerários e coveiros. 

Idosos com idades entre 75 e 79 anos devem procurar o PNI para se vacinar. Idosos com 70 anos ou mais que não puderem se locomover ao PNI ou uma unidade de saúde devem comunicar ao agente comunitário de saúde de sua localidade para receber a vacina em domicílio.

Pesquisa favorece João, mas aliados de Raquel não jogaram a toalha

No meu comentário para o Sertão Notícias,  da Cultura FM,  avaliei os números do Paraná Pesquisas com a corrida para o Governo de Pernambuco. Obviamente,  a pesquisa traz uma boa notícia para João Campos,  com uma pequena oscilação da boa ou excepcional vantagem que tem sobre a governadora Raquel Lyra. O quadro favorece o nome […]

No meu comentário para o Sertão Notícias,  da Cultura FM,  avaliei os números do Paraná Pesquisas com a corrida para o Governo de Pernambuco.

Obviamente,  a pesquisa traz uma boa notícia para João Campos,  com uma pequena oscilação da boa ou excepcional vantagem que tem sobre a governadora Raquel Lyra.

O quadro favorece o nome do PSB por tratar-se de um nome de oposição com importante vantagem sobre uma governadora com caneta e tinta à mão.

Outro desafio é a diferença na maior área demográfica e eleitoral do Estado, a região Metropolitana, com 43% do eleitorado, onde a diferença chega a 76%x14% pró Campos.

Aliados de Raquel ainda acreditam na virada.  Se ela vier, vai ser de fato a maior já registrada na corrida para o Governo de Pernambuco. Veja:

Planos, consultas, exames e remédios: saúde ficará 20% mais cara neste ano

Do Correio Braziliense O consumidor deve preparar o bolso porque os preços dos serviços de saúde subirão — e muito — em 2016. Estudo encomendado pela Confederação Nacional de Saúde (CNS) aponta que a inflação médica chegará a pelo menos 20%. A carestia será puxada, principalmente, pela alta do dólar, pois boa parte dos medicamentos, […]

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Piso para o aumento será a inflação do ano passado, de quase 11%

Do Correio Braziliense

O consumidor deve preparar o bolso porque os preços dos serviços de saúde subirão — e muito — em 2016. Estudo encomendado pela Confederação Nacional de Saúde (CNS) aponta que a inflação médica chegará a pelo menos 20%. A carestia será puxada, principalmente, pela alta do dólar, pois boa parte dos medicamentos, insumos e equipamentos são comprados em moeda estrangeira. Com o aumento, empresas e médicos repassarão parte dos custos para consultas, exames e tratamentos. “Não haverá escapatória”, diz o presidente da CNS, Tércio Egon Paulo Kasten. O alerta vale, inclusive, para os planos de saúde, que, sistematicamente, têm sido reajustados acima do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que encerrou 2015 em 10,67%, o nível mais elevado em 13 anos.

A inflação da saúde sofre pressões de todos os lados. Além do dólar, destaca Kasten, clínicas, laboratórios e hospitais terão de arcar com as despesas inerentes às novas tecnologias. Segundo ele, as empresas precisam renovar a compra de aparelhos, produtos farmacêuticos, órteses e próteses para realizar tratamentos cada vez mais avançados. “Ainda temos que bancar os gastos com mão de obra, que é especializada e bem remunerada”, frisa. Esses custos são repassados aos convênios médicos, que não se acanham em corrigir as mensalidades cobradas da clientela. A perspectiva do mercado é de que os planos de saúde individuais, controlados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), aumentem pelo menos 15%. Já os planos coletivos, que têm reajustes livres, ninguém se arrisca a projetar.

Kasten explica que o aumento dos preços dos serviços a ser repassado aos planos de saúde será negociado com as operadoras. Por lei, há previsão de reajuste anual. Ou seja, a atualização das mensalidades dos convênios já está contratada. O presidente da CNS ressalta, porém, que os tratamentos particulares devem ser os mais afetados pela inflação, porque as empresas têm autonomia para definir os valores. “Os custos do setor de saúde são elevados em todo o mundo. Ainda estávamos mais baratos em relação a vários países. Mas perdemos competitividade. Já não é mais interessante para um estrangeiro se tratar no Brasil do ponto de vista financeiro”, afirma.

Discurso pronto
O encarecimento dos serviços de saúde pressiona a renda dos brasileiros desde o ano passado. Segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse item teve alta de 10,87%. Portanto, acreditam especialistas, esse será o piso para os reajustes propostos pelos convênios neste ano. Antecipando-se às discussões, a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), ligada às operadoras, mostra que, nos 12 meses encerrados em setembro de 2015, as receitas dos convênios aumentaram 12,8% e as despesas, 14,9%.

Salário não acompanha
A assessora de relações exteriores Marcela Cunha, 31 anos, não esconde a preocupação. Ainda que ela tenha um plano diferenciado, graças à mãe, que é médica, pelo qual paga R$ 400 por mês, teme um aumento exagerado. “Infelizmente, não dá para depender de sistema público de saúde (SUS). Como filha de médicos, fico envergonhada de morar em um país que não prioriza a saúde, onde as pessoas têm dificuldades para fazer exames básicos”, frisa. Marcela também reclama dos preços dos remédios. “Está tudo muito caro. Temos pelas pessoas mais pobres”, ressalta.

Para a fisioterapeuta Ana Maria da Silva Moura, 53, passou da hora de os governos darem mais atenção à saúde. Com a carestia que se vê hoje, será difícil manter um plano de saúde, ir ao médico e comprar remédios. “Tomo complexo vitamínico, remédios para a osteoporose e relaxante muscular, pois trabalho muito com o braço. No último ano, tudo ficou pelo menos 30% mais caro”, ressalta. Ana afirma que o período de suplício vai começar, pois o convênio médico que atende as cinco pessoas da família vai aumentar. “Meu marido já está em pânico. Mas não temos alternativa. Não podemos abrir mão do convênio”, emenda.

Na avaliação do técnico em segurança do trabalho Hugo dos Santos, 30, a inflação da saúde está dando sinais de descontrole e punindo, sobretudo, os mais pobres e a classe média. “Não há salário que acompanhe os reajustes”, diz. Ele afirma que fez um convênio médico há menos de um ano e paga R$ 547 por mês. O reajuste será em abril. “Nunca tive plano de saúde antes. Mas, no passado, o joelho e o ombro começaram a doer. Fui até um hospital público e não consegui ser atendido. Como estou trabalhando, resolvi investir num plano. Mas, mesmo para agendar exames, é preciso esperar entre 20 e 30 dias”, assinala.