Os números da eleição em Pernambuco
Em 2010, a cidade de Tuparetama, no Sertão do Pajeú, viveu um dia atípico na pacata e tranquila rotina do local. A visita do apresentador Gulu Liberato para gravar o “de volta pro meu aconchego”, famoso quadro do dominical Programa do Gugu, levou milhares de pessoas às ruas para ver de perto um dos apresentadores […]

Em 2010, a cidade de Tuparetama, no Sertão do Pajeú, viveu um dia atípico na pacata e tranquila rotina do local.
A visita do apresentador Gulu Liberato para gravar o “de volta pro meu aconchego”, famoso quadro do dominical Programa do Gugu, levou milhares de pessoas às ruas para ver de perto um dos apresentadores mais famosos do Brasil.
O prefeito Sávio Torres que na época estava em seu segundo mandato e recepcionou o apresentador, relembra emocionado a passagem de Gugu pelo município .
“Foi um dia para ficar na memória de muita gente. Gugu foi de uma simpatia sem tamanho com o povo de Tuparetama, além do grande gesto de proporcionar a volta de uma filha da terra e presenteá-la com uma casa”, recordou.
Exibido pela Record, o programa acompanhou o dia-a-dia do casal Maria Madalena e Cícero, pais de nove filhos. A falta de emprego na cidade de São Paulo, levou a família a percorrer o caminho de volta para Tuparetama. As gravações do retorno da família foram acompanhadas por moradores da cidade que lotaram as ruas.
Por Joel Gomes* A expectativa reina sobre a visita dos representantes do MEC na análise sobre a concessão de autorização pelo órgão para a funcionalidade da Faculdade Vale do Pajeú – FVP. Cumprindo as determinações legais, convém lembrar que o MEC exige, para reconhecimento de uma Faculdade, vários critérios. Um curso superior não surge do […]
Por Joel Gomes*
A expectativa reina sobre a visita dos representantes do MEC na análise sobre a concessão de autorização pelo órgão para a funcionalidade da Faculdade Vale do Pajeú – FVP.
Cumprindo as determinações legais, convém lembrar que o MEC exige, para reconhecimento de uma Faculdade, vários critérios. Um curso superior não surge do nada e toda a regularização, de uma maneira geral, depende da avaliação e autorização do MEC. Assim, antes de abrir um curso ou uma faculdade, alguns itens são analisados dentro da seguinte perspectiva: corpo docente e outras funções, organização didático-pedagógica e instalações físicas.
Hoje o MEC, através dos competentes e observadores técnicos, iniciaram os trabalhos avaliativos como determinado pelo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), como forma de garantir, via avaliação, a respectiva segurança necessária para quem quer escolher uma instituição de ensino, pois, a partir delas, a faculdade e o curso são avaliados, reconhecidos e fiscalizados.
A Faculdade Vale do Pajeú, conforme já publicado por diversas vezes, apresenta características, a nosso ver, de condições favoráveis para o seu devido reconhecimento pelos funcionários do MEC (Doutores, Mestres, Professores) que se destinaram a cumprir a avaliação e analisarem os critérios pertinentes para o credenciamento dos objetivos da Faculdade Vale do Pajeú – FVP, empreendimento educacional patrocinado pelo Dr. Cleonildo Painha.
A história de um filho de pobres agricultores sertanejos que graduou-se em Direito, transpassando todas as barreira das dificuldades que o rodeava, em Recife, com parcos recursos, dormindo, por vezes, com apenas um copo de água, já que não tinha dinheiro para jantar, sempre na busca de caronas para visitar “seus velhos”, recebendo auxílio para pagar a Faculdade.
Hoje, implanta na sua terra natal, um Centro Educacional com o porte da FVP. Merece, obviamente, de todos nós os parabéns e, consequentemente, o reconhecimento pelo MEC para que a realidade congratule-se palpável e visível para todos.
*Joel Gomes foi vereador e presidente da COPAP. É servidor público estadual.
O Caos criado pela desinformação Esta semana, as redes sociais foram tomadas por uma enxurrada de fake news sobre supostas mudanças no Pix e no uso de cartões de crédito, gerando pânico e prejuízos para comerciantes e consumidores. A principal mentira que circulou foi a de que a Receita Federal estaria impondo novos impostos sobre […]

O Caos criado pela desinformação
Esta semana, as redes sociais foram tomadas por uma enxurrada de fake news sobre supostas mudanças no Pix e no uso de cartões de crédito, gerando pânico e prejuízos para comerciantes e consumidores. A principal mentira que circulou foi a de que a Receita Federal estaria impondo novos impostos sobre as transações via Pix para quem recebesse mais de R$ 5 mil mensais. No entanto, a própria Receita Federal foi clara ao desmentir essa informação, esclarecendo que não há criação de novos impostos. O objetivo das mudanças no sistema de monitoramento é, na verdade, aprimorar a fiscalização e o gerenciamento de riscos, sem qualquer impacto sobre o bolso dos cidadãos.
Em resposta às fake news, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que teve um vídeo fake produzido por Inteligência Artificial, foi incisivo: “Imposto sobre Pix, mentira. Imposto sobre quem compra dólar, mentira. Imposto sobre quem tem um animal de estimação. Mentira. Pessoal, vamos prestar atenção. […] Essas coisas estão circulando e nem sempre as pessoas têm tempo de checar as informações. […] Fake news prejudica o debate público, prejudica a política, prejudica a democracia.” Mas a verdade não conseguiu frear o estrago: comerciantes, em um reflexo de medo e desinformação, começaram a colar placas em seus estabelecimentos dizendo que não aceitavam mais Pix ou cartões de crédito. O resultado? Um caos econômico desnecessário, gerado por mentiras.
Essa situação é mais um exemplo claro do quanto as fake news são prejudiciais, não apenas à economia, mas ao próprio funcionamento da democracia. Infelizmente, estamos vivendo em um momento em que o conteúdo falso circula com uma velocidade incomparável à verdade, criando um ambiente de incertezas e insegurança. O cenário é agravado pela resistência de algumas grandes empresas de tecnologia, como Facebook, Google e Twitter, que se opõem à regulação mais rígida das plataformas digitais. Elas alegam defender a liberdade de expressão, mas, na prática, contribuem para a proliferação de desinformação sem qualquer tipo de responsabilidade.
E ainda há quem, em nome dessa falsa liberdade, defenda a desregulamentação das redes sociais. Esse discurso é perigoso e altamente irresponsável, pois ignora os danos causados por uma desinformação desenfreada. O que estamos vendo é uma disputa entre o interesse das big techs e o bem-estar coletivo. As fake news geram consequências graves: elas destroem a confiança nas instituições, prejudicam a economia e, sobretudo, minam o debate público, essencial para o bom funcionamento da democracia. Não podemos mais fechar os olhos para a urgência de uma regulação eficiente, que coloque limites no uso indevido dessas plataformas e assegure que a verdade seja a protagonista nas discussões políticas e sociais.
Meu ditador preferido
Enquanto Lula evitou comparecer à posse de Nicolás Maduro, marcada por acusações de fraude eleitoral, o PT e o MST enviaram comitivas ao evento, reforçando críticas de alinhamento com o regime chavista. Representantes como João Pedro Stédile e Valter Pomar participaram da cerimônia e de eventos promovidos pelo Foro de São Paulo, em apoio ao líder venezuelano.
Apesar de enviar a embaixadora Gilvânia Maria de Oliveira para manter relações diplomáticas, o gesto do Planalto é visto como reconhecimento tácito de Maduro, contradizendo o discurso inicial de contestação à legitimidade do pleito. A presença de grupos brasileiros em Caracas reforça o vínculo ideológico com o chavismo, levantando críticas de que o governo estaria “flertando com a ditadura” e provocando desconforto político no cenário nacional e internacional.
Fogo Amigo
A relação entre o atual prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti (Podemos), e o ex-prefeito Wellington Maciel ficou tensa após a divulgação de um relatório financeiro que contradiz declarações de Cavalcanti sobre um déficit de mais de R$ 18 milhões nas contas da prefeitura.
Segundo o relatório da gestão Wellington Maciel, o saldo deixado em 31 de dezembro de 2024 é de R$ 30,8 milhões, abrangendo valores positivos em secretarias, fundos municipais e autarquias. Mesmo ao considerar restos a pagar, o saldo seria de R$ 17,8 milhões, bem distante do rombo apresentado por Zeca Cavalcanti.
A equipe econômica da gestão anterior afirma ter documentos que comprovam os números e defende que o relatório foi elaborado para esclarecer a situação financeira com transparência. O embate expõe o “fogo amigo” entre Wellington, que apoiou Zeca nas eleições de 2024, e o atual prefeito, marcando um início de mandato turbulento em Arcoverde.
Herança maldita 1
A equipe financeira do prefeito de Tabira, Flávio Marques, revelou uma dívida de R$ 1.959.097,91 deixada pela ex-prefeita Nicinha de Dinca, referente ao não pagamento do INSS nos últimos meses de 2024, incluindo o 13º salário. Com o débito vencendo nesta quinta-feira (9), a nova gestão foi forçada a adotar medidas emergenciais, como a redução de despesas em contratos, compras e serviços. Além disso, foi identificado um parcelamento em aberto com a Celpe, no valor de R$ 11 mil, com vencimento até novembro de 2025.
Para enfrentar o desafio financeiro, o prefeito Flávio Marques determinou um rigoroso plano de contenção de gastos e destacou que sua prioridade é equilibrar as contas sem comprometer os serviços essenciais. Segundo ele, a nova administração está comprometida com a transparência e responsabilidade fiscal para superar a situação e garantir a estabilidade financeira do município.
Herança Maldita 2
A nova gestão de São José do Egito, liderada por Fredson Brito, enfrenta uma “herança maldita” deixada pela administração de Evandro Valadares, com dívidas do INSS que ultrapassam R$ 1,5 milhão. O montante inclui débitos da saúde referentes a cinco meses de atrasos, como salários de agosto a dezembro e o 13º, além de pendências da prefeitura referentes a novembro e dezembro. Esses valores comprometem diretamente o orçamento municipal e afetam serviços essenciais, principalmente na saúde.
O cenário financeiro delicado exigirá da nova administração medidas urgentes para negociar e regularizar os débitos, garantindo a estabilidade das contas públicas e a continuidade dos serviços básicos. Com a dívida impactando a capacidade de investimentos, o município terá de reorganizar suas finanças para superar os desafios herdados e retomar o equilíbrio fiscal.
Herança Maldita 3
Documentos exclusivos obtidos pelo blog revelam que a gestão anterior de São José do Egito deixou duas folhas de pagamento em aberto, totalizando mais de R$ 2 milhões em dívidas. Os débitos incluem R$ 1,2 milhão referente à Saúde e mais de R$ 500 mil em aposentadorias. A folha de dezembro de 2024 apresenta pendências em várias categorias, como PACS, Vigilância em Saúde e Saúde Bucal, além de empenhos não liquidados, como o pagamento do piso de enfermagem e despesas do Hospital Maria Rafael de Siqueira.
Também foi identificada uma dívida significativa no Fundo Previdenciário, com mais de R$ 743 mil em aposentadorias e R$ 121 mil em pensões. A gestão atual de Fredson Brito enfrenta o desafio de lidar com essas pendências financeiras que comprometem a estabilidade do município. Mais detalhes logo mais aqui no blog.
Frase da semana
Se hoje estamos aqui para renovar nossa fé no diálogo entre os opostos, na harmonia entre os Três Poderes e no cumprimento da Constituição, é porque a democracia venceu. Estamos aqui porque é preciso lembrar. Para que ninguém esqueça. Para que nunca mais aconteça”.
Do Presidente Lula durante solenidade que marcou os dois anos da tentativa de golpe em 2023.
Há o temor de que governadora nivele o acontecido por baixo e altere o modo de gestão de hospitais do Pajeú Por André Luis A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), divulgou vídeo em suas redes sociais comentando sobre a operação da Polícia Federal realizada na manhã desta terça-feira (24), visando combater crimes de desvio […]
Há o temor de que governadora nivele o acontecido por baixo e altere o modo de gestão de hospitais do Pajeú
Por André Luis
A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), divulgou vídeo em suas redes sociais comentando sobre a operação da Polícia Federal realizada na manhã desta terça-feira (24), visando combater crimes de desvio de recursos da saúde pela Organização Social IMIP em Pernambuco.
“A cada dia a gente vai entendendo o porquê da saúde pública de Pernambuco ter ficado abandonada por tanto tempo. É por isso que estamos começando a mudar o jeito de fazer as coisas no governo”, comentou Raquel.
“Seguiremos trabalhando para garantir um atendimento decente à nossa população, ao tempo em que vamos auxiliar os órgãos de controle para punir desvios e criar novos mecanismos de combate à corrupção. É assim que a gente vai mudar Pernambuco. E está só começando”, completou a governadora.
A sua assessoria também divulgou nota informando que o governo está apoiando com todos os meios possíveis os órgãos de controle federais responsáveis pela deflagração da Operação Clã, nome dado pela Polícia Federal.
Apesar de garantir, na nota, que a população não terá o atendimento prejudicado, há o temor, principalmente no interior do Estado, de que Raquel nivele o acontecido por baixo, alterando o modo de gestão de hospitais, como o Regional Emília Câmara, que pode não ser perfeito, mas em comparação ao que era antes da gestão da OS Hospital do Tricentenário está anos-luz melhor.
Prefeitos da região do Pajeú, terão encontro com a governadora na próxima semana e devem reforçar o que já disseram: que o modo de gestão mudou a realidade da saúde na região. Leia abaixo a íntegra da nota:
O Governo do Estado de Pernambuco informa que está apoiando e auxiliará com todos os meios possíveis os órgãos de controle federais responsáveis pela deflagração da Operação Clã, realizada na manhã desta terça-feira (24) pela Polícia Federal, envolvendo suspeitas de irregularidades nas contratações de Organização Social (OS) para gestão de hospitais pela Secretaria de Saúde do Estado (SES) na gestão anterior.
As informações decorrentes da Operação evidenciam os reais motivos da saúde de Pernambuco encontrar-se na situação inadmissível que está, sendo esse momento oportuno e necessário para se fazer as apurações devidas da forma como o interesse público requer.
Ao mesmo tempo em que mecanismos internos de combate à corrupção estão sendo criados, a exemplo da formalização da Secretaria Executiva de Transparência e Controle, a administração estadual trabalha para que o atendimento de saúde à população não seja prejudicado.
Por fim, informa que por determinação da governadora Raquel Lyra, a Secretaria de Controladoria-Geral do Estado (SCGE) já está à disposição e em contato com os órgãos externos para atuar no auxílio às investigações.
O Presidente do PV de Afogados da Ingazeira, Casimiro Ferreira, negou ao blog qualquer interferência no direcionamento de recursos do Fundo Partidário do Partido Verde, o PV. Segundo ele, não há possibilidade de direcionamento desses recursos, já que toda a gestão vem do PV Nacional. Reproduzindo áudio de uma contadora, disse que se o recurso […]
O Presidente do PV de Afogados da Ingazeira, Casimiro Ferreira, negou ao blog qualquer interferência no direcionamento de recursos do Fundo Partidário do Partido Verde, o PV.
Segundo ele, não há possibilidade de direcionamento desses recursos, já que toda a gestão vem do PV Nacional.
Reproduzindo áudio de uma contadora, disse que se o recurso caísse na conta do partido, ele seria rateado.
“Mas se o recurso cai direto na conta do(a) candidato (a) o recurso é para uso na sua campanha”.
O blog perguntou se não era estranho o recurso vir direto para uma única candidata, coincidentemente mãe do presidente municipal da legenda. Casimiro disse não conhecer o critério, muito menos ter qualquer ingerência no processo.
Sobre as várias críticas de Joana D’arc em redes sociais, inclusive sua disposição de ir à imprensa, Casimiro diz que as motivarão ação na justiça, pois atacam sua honra.
Mesmo entendimento tem em relação à sua mãe, Simone da Feira, dadas as ilações de que teria se beneficiado. “A partir de agora, só trato desse assunto na justiça”.
Casimiro diz ter posição similar de tem João Henrique Belém de Amorim, Secretário Estadual de Finanças de Pernambuco.
Mostrou um diálogo entre João e a própria Joana D’arck explicando o direcionamento nacional dos recursos, sem nenhum favorecimento de candidato ou candidata.
João explicou a D’arc que o PV estadual não passou nenhum recurso do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC). “Em nenhum momento as municipais tiveram domínio sobre o rito que seguiria a distribuição e destinação do recurso”.
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